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Controlo da Poluição no estuário do Tejo e sua vizinhança.

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Apresentação em tema: "Controlo da Poluição no estuário do Tejo e sua vizinhança."— Transcrição da apresentação:

1 Controlo da Poluição no estuário do Tejo e sua vizinhança

2 Limite de Jusante do Estuário Foi definido como a linha que delimita a zona a partir da qual a água que sai do estuário na vazante tem pequena probabilidade de voltar a entrar.

3 Poluição e Poluentes Poluição: Quantas definições? O Clean Water Act (US EPA, 1977) define poluição como: “A alteração da integridade física, biológica, química ou radiológica da água ou de qualquer outro meio produzida ou induzida pelo Homem”. Poluente: É o agente indutor de poluição. Que substâncias podem ser poluentes? Todas! Concentração ou Quantidade?

4 Gestão da Concentração Na fonte (ETAR) Promovendo a diluição no meio receptor (e.g. Emissários submarinos), Através de sistemas mistos.

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6 Serão os nutrientes um poluente no Tejo? Há muita gente que pensa que sim. O estudo do nível trófico do estuário baseado em monitorização e em modelação matemática mostrou que não. A Comissão Europeia avaliou esses estudos e concluiu que o estuário é uma zona normal em termos tróficos.

7 Nitrato e clorofila e turbidez (programa de monitorização do Estuário)

8 Modelação Ecológica Phytoplankton Ammonia Nitrate Inorganic Phosphorus

9 IST- MARETEC 2006 Ecological Modelling

10 Phytoplankton Anual Budgets (Reference Situation) Ton C/year

11 DON Anual Budgets (Reference Situation) ton N/year

12 PON Anual Budgets (Reference Situation) ton N/year

13 Nitrate Anual Budgets (Reference Situation) Ton N/year

14 A remoção de 50% das cargas dos rios (Nitratos) não altera o nível trófico.

15 A Remoção COMPLETA dos efluentes das ETAR não afecta a produção primária.

16 E fora do Estuário?

17 Cascais T HE STUDY AREA Lisbon Tagus estuary: 320 km2 Tagus river flow: m 3 /s Population: 2.5 millions people around the estuary Submarine outfall~ p.e. ~3 km long 40 m deep EASYCO-2012

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19 S TATION P8 S URFACE EASYCO-2012

20 Shift in the wind regime S URFACE SALINITY – J ULY 2011 Possible explanation: submarine outfall, river discharge NW NE EASYCO-2012

21 W IND INFLUENCE ON THE PLUME wind estuary plume NW wind wind estuary plume NE wind EASYCO-2012

22 Vertical profile Nitrate: Vertical profile S URFACE TEMPERATURE – J ULY 2011 Upwelling Estuary Temperature: Surface Study area Study area SO Study area EASYCO-2012

23 O controlo da contaminação microbiológica fecal é prioritário no controlo da poluição. Requer desinfecção nas ETAR e controlo das fontes de contaminação de origem difusa.

24 IST- MARETEC 2005 O nível de Contaminação nas ribeiras está normalmente associado a variações de nível (e por isso do caudal)

25 IMAR O Modelo MOHID Land 2D Overland flow Precipitation Variable in Time & Space 3D Porous Media 1D Drainage network Mohid Land – Modelo Integrado composto por um conjunto de módulos (Overland flow, Drainage Network, Atmosphere, Porous Media, etc.)

26 IMAR Hidrologia num evento de 3 dias Série temporal de precipitação, Escoamento superficial no solo, Caudal nos rios, Humidade no solo (superfície)

27 IMAR Bactérias Coliformes - Resultados Só ETAR’s não explicam medidas ETAR’s & Difusas aproximam-se mais das medidas

28 Conclusões O controlo da poluição de origem urbana na região do Estuário do Tejo requer: – Tratamento secundário (excepto na Guia) para proteger as linhas de água e respeitar a legislação. – Desinfecção por questões de saúde pública (e protecção de áreas conquícolas na margem sul). – Controlo da contaminação urbana de origem difusa. O gestão e o planeamento do sistema tem que incluir monitorização e modelação do estuário e das bacias hidrográficas para compreender o estado actual do sistema e para escolher as melhores repostas.


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