A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Modelo Operacional do Estuário do Tejo Últimas Análises Validação para a embocadura do estuário.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Modelo Operacional do Estuário do Tejo Últimas Análises Validação para a embocadura do estuário."— Transcrição da apresentação:

1 Modelo Operacional do Estuário do Tejo Últimas Análises Validação para a embocadura do estuário

2 Sumário ComparaçõesDomínio Espacial Discretização Vertical Dados 1 – AtmosferaPortugal (9km) 3DEstação Meteorológica Guia (IST) 2 – NíveisTejo3DComponentes Harmónicas Obtidas a partir de um ano de medidas de marégrafos (IH) 3 – EscoamentoGuia3DADCP (IH) 4.1– Temperatura 4.2 – Salinidade Guia3DAmostragem Clássica (INETI) 4.3 – SSTTejo3DDetecção Remota (MODIS) 5 – MicrobiologiaGuia3DAmostragem Clássica (INETI) 6 – Parâmetros Biogeoquímicos Tejo2DAmostragem Clássica (INETI)

3 Sumário ComparaçõesDomínio Espacial Discretização Vertical Dados 1 – Atmosfera Portugal (9km) 3D Estação Meteorológica Guia (IST) 2 – NíveisTejo3DComponentes Harmónicas Obtidas a partir de um ano de medidas de marégrafos (IH) 3 – EscoamentoGuia3DADCP (IH) 4.1– Temperatura 4.2 – Salinidade Guia3DAmostragem Clássica (INETI) 4.3 – SSTTejo3DDetecção Remota (MODIS) 5 – MicrobiologiaGuia3DAmostragem Clássica (INETI) 6 – Parâmetros Biogeoquímicos Tejo2DAmostragem Clássica (INETI)

4 Modelo Atmosférico vs. Estação Meteorológica na Guia

5

6

7 Sumário ComparaçõesDomínio Espacial Discretização Vertical Dados 1 – AtmosferaPortugal (9km) 3DEstação Meteorológica Guia (IST) 2 – Níveis Tejo3D Componentes Harmónicas Obtidas a partir de um ano de medidas de marégrafos (IH) 3 – EscoamentoGuia3DADCP (IH) 4.1– Temperatura 4.2 – Salinidade Guia3DAmostragem Clássica (INETI) 4.3 – SSTTejo3DDetecção Remota (MODIS) 5 – MicrobiologiaGuia3DAmostragem Clássica (INETI) 6 – Parâmetros Biogeoquímicos Tejo2DAmostragem Clássica (INETI)

8 Níveis MOHID vs. Componentes de maré (IH)

9 Sumário ComparaçõesDomínio Espacial Discretização Vertical Dados 1 – AtmosferaPortugal (9km) 3DEstação Meteorológica Guia (IST) 2 – NíveisTejo3DComponentes Harmónicas Obtidas a partir de um ano de medidas de marégrafos (IH) 3 – Escoamento Guia3D ADCP (IH) 4.1– Temperatura 4.2 – Salinidade Guia3DAmostragem Clássica (INETI) 4.3 – SSTTejo3DDetecção Remota (MODIS) 5 – MicrobiologiaGuia3DAmostragem Clássica (INETI) 6 – Parâmetros Biogeoquímicos Tejo2DAmostragem Clássica (INETI)

10 Correntes: ADCP vs. MOHID (Novembro 2003)

11

12 Sumário ComparaçõesDomínio Espacial Discretização Vertical Dados 1 – AtmosferaPortugal (9km) 3DEstação Meteorológica Guia (IST) 2 – NíveisTejo3DComponentes Harmónicas Obtidas a partir de um ano de medidas de marégrafos (IH) 3 – EscoamentoGuia3DADCP (IH) 4.1– Temperatura 4.2 – Salinidade Guia3D Amostragem Clássica (INETI) 4.3 – SSTTejo3DDetecção Remota (MODIS) 5 – MicrobiologiaGuia3DAmostragem Clássica (INETI) 6 – Parâmetros Biogeoquímicos Tejo2DAmostragem Clássica (INETI)

13 Temperatura: MOHID vs. Laboratório

14 Salinidade: MOHID vs. Laboratório

15 Sumário ComparaçõesDomínio Espacial Discretização Vertical Dados 1 – AtmosferaPortugal (9km) 3DEstação Meteorológica Guia (IST) 2 – NíveisTejo3DComponentes Harmónicas Obtidas a partir de um ano de medidas de marégrafos (IH) 3 – EscoamentoGuia3DADCP (IH) 4.1– Temperatura 4.2 – Salinidade Guia3DAmostragem Clássica (INETI) 4.3 – SST Tejo3D Detecção Remota (MODIS) 5 – MicrobiologiaGuia3DAmostragem Clássica (INETI) 6 – Parâmetros Biogeoquímicos Tejo2DAmostragem Clássica (INETI)

16 Temperatura: MODIS vs.MOHID

17 MODIS ----> MOHID ----> Temperatura: MODIS vs.MOHID 25-Janeiro-2005

18 MODIS ----> MOHID ----> Temperatura: MODIS vs.MOHID 30-Janeiro-2005

19 MODIS ----> MOHID ----> Temperatura: MODIS vs.MOHID 2-Fevereiro-2005

20 Sumário ComparaçõesDomínio Espacial Discretização Vertical Dados 1 – AtmosferaPortugal (9km) 3DEstação Meteorológica Guia (IST) 2 – NíveisTejo3DComponentes Harmónicas Obtidas a partir de um ano de medidas de marégrafos (IH) 3 – EscoamentoGuia3DADCP (IH) 4.1– Temperatura 4.2 – Salinidade Guia3DAmostragem Clássica (INETI) 4.3 – SSTTejo3DDetecção Remota (MODIS) 5 – Microbiologia Guia3D Amostragem Clássica (INETI) 6 – Parâmetros Biogeoquímicos Tejo2DAmostragem Clássica (INETI)

21 Emissário (P8) Coliformes Fecais: MOHID (Traçadores Lagrangeanos) vs. Laboratório P8:

22 Emissário (P8) Coliformes Fecais: MOHID (Traçadores Lagrangeanos) vs. Laboratório P1:

23 Emissário (P8) Coliformes Fecais: MOHID (Traçadores Lagrangeanos) vs. Laboratório P6:

24 Coliformes Fecais: MOHID (Traçadores Lagrangeanos) vs. Laboratório Emissário (P8) P12:

25 Mortalidade constante vs. Mortalidade variável (Canteras, et al., 1995)

26 Sumário ComparaçõesDomínio Espacial Discretização Vertical Dados 1 – AtmosferaPortugal (9km) 3DEstação Meteorológica Guia (IST) 2 – NíveisTejo3DComponentes Harmónicas Obtidas a partir de um ano de medidas de marégrafos (IH) 3 – EscoamentoGuia3DADCP (IH) 4.1– Temperatura 4.2 – Salinidade Guia3DAmostragem Clássica (INETI) 4.3 – SSTTejo3DDetecção Remota (MODIS) 5 – MicrobiologiaGuia3DAmostragem Clássica (INETI) 6 – Parâmetros BiogeoquímicosTejo2D Amostragem Clássica (INETI)

27 Parâmetros Biogeoquímicos: Pontos de amostragem (Amostras recohidas mensalmente à superfície meio e fundo) Comparações: -Dados = média + barra de desvio-padrão das medidas -Modelo = Output para a célula que inclui o ponto P8

28 Parâmetros Biogeoquímicos: MOHID vs. Laboratório

29 Conclusões (1/2) Atmosfera: –Aumentar resolução da malha de cálculo –Temperatura do mar não deve ser constante no modelo atmosférico Níveis: –Utilizar melhor batimetria –Testar malha curvilínea e assimilação de dados Escoamento: –Considerar forçamento atmosférico espacialmente variável; –Afastar e melhorar as condições de fronteira aberta;

30 Conclusões (2/2) Temperatura: –Afastar e melhorar condições de fronteira aberta –Considerar condições de fronteira à superfície espacialmente variáveis Salinidade: –Melhorar as condições de fronteira dos rios (caudais em tempo real -> previsões) Coliformes Fecais: –Adoptar Mortalidade variável –Dava jeito medidas da pluma mais detalhadas (AUV) Parâmetros Biogeoquímicos –Melhorar as condições de fronteira dos rios –Passagem do modelo para 3D –Equacionar a utilização do ModuleLife (ERSEM) em vez do ModuleWaterQuality (WASP)

31 Resolução espacial do modelo é igual em Cabo Ruivo, Ponta da Erva e Alcochete; Resolução espacial no Montijo e Seixal é superior a Cabo Ruivo

32 Perfis de Temperatura a 4500 m: MOHID vs. Levitus


Carregar ppt "Modelo Operacional do Estuário do Tejo Últimas Análises Validação para a embocadura do estuário."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google