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Sacrosanctum Concilium Sobre a Sagrada Liturgia Concílio Vaticano II.

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Apresentação em tema: "Sacrosanctum Concilium Sobre a Sagrada Liturgia Concílio Vaticano II."— Transcrição da apresentação:

1 Sacrosanctum Concilium Sobre a Sagrada Liturgia Concílio Vaticano II

2 Sacrosanctum Concilium 2 – A Liturgia, em que “a obra de nossa redenção se realiza”, especialmente pelo divino sacrifício da eucaristia, contribui decisivamente para que os fieis expressem em sua vida e manifestem aos outros o mistério de Cristo e a natureza genuína da verdadeira Igreja.

3 Sacrosanctum Concilium 2 – Dia após dia, a liturgia vai nos transformando interiormente em templos santos do Senhor e morada espiritual de Deus Com razão se considera a Liturgia o exercício do sacerdócio de Cristo, em que se manifestam por sinais e se realiza a seu modo a santificação dos seres humanos, ao mesmo tempo que o corpo místico de Cristo presta culto público perfeito à sua cabeça.

4 Sacrosanctum Concilium 12 – Toda celebração litúrgica, pois, como obra de Cristo sacerdote e de seu corpo, a Igreja, é ação sagrada num sentido único, não igualado em eficácia nem grau por nenhuma outra ação da Igreja.

5 Sacrosanctum Concilium 16 – Mas a Liturgia é o cume para o qual tende toda a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, a fonte de que promana sua força. Os trabalhos apostólicos visam a que todos, como filhos de Deus, pela fé e pelo batismo, se reúnam para louvar a Deus na Igreja, participar do sacrifício e da ceia do Senhor.

6 Sacrosanctum Concilium 23 – A Igreja deseja ardentemente que todos os fieis participem das celebrações de maneira consciente e ativa, de acordo com as exigências da própria liturgia e por direito e dever do povo cristão, em virtude do batismo, como “raça eleita, sacerdócio régio, nação santa e povo adquirido” (1 Pd 2, 9; cf. 2, 4-5).

7 Sacrosanctum Concilium 37 – Ninguém mais, nem mesmo um sacerdote, seguindo a própria inspiração, pode acrescentar, tirar ou mudar alguma coisa na liturgia. 55 – O rito deve se caracterizar por uma nobre simplicidade, ser claro e breve, evitar as repetições, estar ao alcance dos fieis e não necessitar de muitas explicações.

8 Sacrosanctum Concilium 83 – Na última ceia, na noite em que seria traído, nosso Salvador instituiu o sacrifício eucarístico do seu corpo e sangue, que perpetuaria o sacrifício da cruz durante os séculos, até que voltasse. Legou assim, à sua Igreja, como à esposa amada, o memorial de sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo da caridade e banquete pascal, “em que se toma Cristo, em que a mente se enche de graça e em que nos é dado o penhor da glória futura”.

9 Sacrosanctum Concilium Nos pontos seguintes o documento tratará sobre o mistério eucarístico, e a partir desta perspectiva refletirá sobre: 1.A participação ativa dos fieis; 2.Reforma do ordinário da Missa; 3.O espaço da Bíblia; 4.A homilia; 5.A “oração dos fieis”; 6.A comunhão sob as duas espécies; 7.A unidade da Missa – Liturgia da Palavra e Eucarísitca. 8.A concelebração.

10 Instrução Geral sobre o Missal Romano Capítulo 1

11 IGMR Na Missa – Se encontra tanto o ápice da ação pela qual Deus santifica o mundo em Cristo, como o do culto que os homens oferecem ao Pai, adorando-o pelo Cristo, Filho de Deus. Além disso, nela são de tal modo relembrados, no decorrer do ano, os mistérios da redenção, que eles se tornam de certo modo presentes.

12 IGMR A Missa – Deve ser disposta de tal modo que leve os fieis à participação ativa e consciente, ativa, e plena do corpo e do espírito, animada pela fervor da fé, da esperança e da caridade. Esta é a participação ardentemente desejada pela Igreja e exigida pela própria natureza da celebração; ela constitui um direito e um dever do povo cristão em virtude do seu batismo.

13 IGMR 20 – Realizando-se a celebração da Eucaristia, como também toda a liturgia, por meio de sinais sensíveis que alimentam, fortalecem e exprimem a fé, deve-se escolher e dispor com o maior cuidado as formas e elementos propostos pela Igreja que, em vista das circunstâncias de pessoas e lugares, promovam mais intensamente a participação ativa plena dos fieis, e que melhor respondam às suas necessidades espirituais.

14 Catecismo da Igreja Católica

15 1069 – A palavra “liturgia” significa originalmente “obra pública”, “serviço da parte do povo e em favor do povo”. (...) Pela liturgia, Cristo, nosso redentor e sumo sacerdote, continua em sua Igreja, com ela e por ela, a obra de nossa redenção – A palavra “liturgia” no Novo Testamento é empregada para designar não somente a celebração do culto divino, mas também o anúncio do Evangelho e a caridade em ato.

16 Catecismo da Igreja Católica O CIC também diz que a Liturgia é fonte de vida, porque: É comunhão com Deus; Necessariamente requer formação de comunidade; Implica em PARTICIPAÇÃO: ativa, consciente e frutuosa de todos.

17 Catecismo da Igreja Católica 1074 – A catequese está intrinsicamente ligada a toda ação litúrgica e sacramental, pois é nos sacramentos, e sobretudo na Eucaristia, que Cristo Jesus age em plenitude para a transformação dos homens.

18 Catecismo da Igreja Católica A Liturgia é obra da Santíssima Trindade: O Pai é fonte e fim da liturgia; No Filho se apresenta o mistério; E o Espírito Santo prepara a assembleia para se encontrar com o Filho.


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