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A Tectônica e as formas de Relevo Fotointerpretação e Sensoriamento Remoto Faculdade Vértice Curso de Agronomia.

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Apresentação em tema: "A Tectônica e as formas de Relevo Fotointerpretação e Sensoriamento Remoto Faculdade Vértice Curso de Agronomia."— Transcrição da apresentação:

1 A Tectônica e as formas de Relevo Fotointerpretação e Sensoriamento Remoto Faculdade Vértice Curso de Agronomia

2 A história do planeta divide-se em eras geológicas, períodos, épocas e idades, não sendo proporcional a duração entre elas. No Brasil, as eras geológicas ocorreram na seguinte escala, da mais recente à mais antiga: Cenozóica, Mesozóica, Paleozóica e Proterozóica.

3 Proterozóica Do grego próteros = antes + zóico = vida = antes da vida estabilização dos continentes, as primeiras orogêneses (processos geradores de montanhas), o aparecimento de oxigênio na atmosfera e o desenvolvimento de indivíduos eucariontes. eucariontes Eucarionte - ser vivo provido de núcleo individualizado.

4 Paleozóico Durante esta era havia seis massas continentais principais, que conheceram montanhas enormes ao longo de suas margens, e incursões e recuos dos mares rasos através de seus interiores, como mares continentais. Muitas rochas paleozoicas são economicamente importantes. Por exemplo, rochas calcárias para finalidades industriais de construção civil, assim como os depósitos de carvão, que foram formados durante o paleozoico.rochascarvão

5 O Paleozóico é conhecido por dois dos eventos mais importantes na história da vida animal. Em seu começo houve uma grande diversificação evolutiva dos animais, a explosão cambriana, em que quase todos os filos animais atuais e vários outros extintos apareceram dentro dos primeiros milhões dos anos. Já no extremo oposto do Paleozóico ocorreu a extinção maciça, a maior da história da vida na Terra, que extinguiu aproximadamente 90% de todas as espécies animais marinhas. As causas de ambos estes eventos ainda não são bem conhecidas.animalexplosão cambrianaextinção maciça

6 Mesozóica está compreendida entre 251 milhões e 65 milhões e 500 mil anos atrás, aproximadamente. O nome Mesozóico é de origem grega e refere- se a 'meio animal' sendo também interpretado como "a idade medieval da vida". Esta era é especialmente conhecida pelo aparecimento, domínio e desaparecimento polémico dos dinossauros dinossauros

7 Mesozóica No início desta era, toda a superfície terrestre se concentrava num único continente chamado Pangéia (ou Pangea). Porém com o tempo este supercontinente começou a fragmentar-se em dois continentes: a Laurásia para o Hemisfério Norte e o Gondwana para o Sul. PangéiaLaurásiaGondwana O clima no início do Mesozóico era predominantemente quente e seco, tornando-se mais úmida no Jurássico

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9 A era Cenozóica sucede a era Mesozóica de seu éon. Divide-se nos períodos Paleogeno, Neogeno e Quaternário; do mais antigo para o mais recente. O princípio da Era Cenozóica marca a abertura do capítulo mais recente da história da Terra. O nome desta era provém de duas palavras gregas que significavam "vida recente". Durante a Era Cenozóica, a face da Terra assumiu sua forma atual. Houve muita atividade vulcânica e formaram-se os grandes maciços montanhosos do mundo, como os Andes, os Alpes e o Himalaia. A vida animal transformou-se lentamente no que hoje se conhece.MesozóicaperíodosPaleogeno NeogenoQuaternárioTerra AndesAlpesHimalaiaanimal

10 A Era Cenozóica tem sido um período de resfriamento a longo prazo. Em seu princípio, as partículas ejectadas pelo impacto do evento K/T bloquearam a radiação solar. O K/T foi um evento geológico ocorrido no final do Cretáceo que teve importantes consequências na alteração das condições naturais do planeta. Depois da criação tectônica da Passagem de Drake, quando a Austrália se separou completamente da Antártida durante o Oligoceno, o clima se resfriou consideravelmente devido a aparição da Corrente Circumpolar Antártica que produziu um grande resfriamento do oceano Antártico.Era Cenozóica

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15 Sendo a crosta terrestre a base da estrutura geológica da Terra, várias rochas passam a compor esta estrutura e distinguem-se conforme a origem:

16 Rochas Magmáticas (Rochas ígneas ou cristalinas): Formadas pela solidificação do magma, material encontrado no interior do globo terrestre. Podem ser plutônicas (ou intrusivas, ou abissais), solidificadas no interior da crosta, e vulcânicas (ou extrusivas, ou efusivas), consolidadas na superfície.

17 Rochas Sedimentares: Formadas pela deposição de detritos de outras rochas, pelo acúmulo de detritos orgânicos, ou pelo acúmulo de precipitados químicos.

18 Rochas Metamórficas: Formadas em decorrência de transformações sofridas por outras rochas, devido às novas condições de temperatura e pressão.

19 A disposição destas rochas determina três diferentes tipos de formações: Escudos Antigos ou Maciços Cristalinos Bacias Sedimentares Dobramentos Modernos

20 Formas de Relevo Tradicionalmente, o relevo divide-se tomando como base duas classificações: de Aroldo de Azevedo e de Aziz Ab'Saber.

21 Escudos Antigos ou Maciços Cristalinos São blocos imensos de rochas antigas. Estes escudos são constituídos por rochas cristalinas (magmático-plutônicas), formadas em eras pré-cambrianas, ou por rochas metamórficas (material sedimentar) do Paleozóico, são resistentes, estáveis, porém bastante desgastadas.

22 Correspondem a 36% da área territorial e dividem-se em duas grandes porções: o Escudo das Guianas (norte da Planície Amazônica) e o Escudo Brasileiro (porção centro oriental brasileira). Sendo que o Escudo Brasileiro divide-se em Planalto Nordestino, Planalto Central, Serras e Montanhas de Leste e Sudeste e Planalto do Maranhão-Tocantins, segundo a classificação do Geógrafo Aziz Nacib Ab'Saber.

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24 Bacias Sedimentares São depressões relativas, preenchidas por detritos ou sedimentos de áreas próximas. Este processo se deu nas eras Paleozóica, Mesozóica e Cenozóica, contudo ainda ocorrem nos dias atuais. Associam-se à presença de petróleo, carvão, xisto e gás natural.

25 O Brasil possui km² de bacias sedimentares, dos quais km² em terra e km² em plataforma continental que corresponde a 64% do território, constituindo grandes bacias como a Amazônica, a do Parnaíba, a do Paraná, a São-franciscana e a do Pantanal Mato-grossense e outras pequenas bacias

26 Relevo O relevo de todas as partes do mundo, assim como o relevo brasileiro, apresenta saliências e depressões oriundas das eras geológicas passadas. Estas saliências e depressões conhecidas como acidentes de primeira ordem configuram as montanhas, planaltos, planícies e depressões; além desses acidentes existem outros menores: as chapadas, as cuestas e as depressões periféricas.

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28 Estudos Geomorfológicos no Brasil A expansão dos estudos geomorfológicos no Brasil se deu nos últimos 50 anos, devido à valorização das questões ambientais e por aplicar-se diretamente à análise ambiental. No Brasil, as primeiras contribuições geomorfológicas, datam do século XIX, quando pesquisadores “naturalistas” buscavam de maneira diversificada compreender o meio ambiente e pesquisadores "especialistas", ou seja, botânicos, cartógrafos, geógrafos e geólogos, dedicavam-se a conteúdos específicos.

29 A geomorfologia brasileira conheceu novos cenários a partir do final dos anos 60 e início dos anos 70, incorporando conceitos da Teoria Geral de Sistemas e aplicando idéias relativas ao equilíbrio dinâmico. Um dos maiores projetos já realizados, buscando o levantamento de recursos naturais, incluindo geologia, geomorfologia, solos, vegetação e uso do solo foi o Projeto Radam Brasil. De 1973 em diante, publicou-se os relatórios, os documentos cartográficos (mapas temáticos) que recobrem todo o País, formando um total de 40 volumes.

30 Montanhas Grande elevação de terreno formada por ação de forças tectônicas. Originam-se a partir de dobras, falhas ou vulcões; quanto à idade, podem ser antigas, como as serras do Mar e da Mantiqueira, ou recente, como a Cordilheira dos Andes, dos Alpes e do Himalaia.

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32 Planaltos Superfície mais ou menos plana e elevada em relação às áreas próximas, delimitadas por escarpas; o processo de desgaste supera o de deposição de materiais.

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34 Planícies Superfície mais ou menos plana, de natureza sedimentar, predominando os processos de deposição de sedimentos. Existem dois tipos de planícies: as costeiras (junto ao litoral) e as continentais (interior dos continentes).

35 Depressões absolutas Porções do relevo mais baixas que o nível do mar; no Brasil não há ocorrência deste tipo de depressão; porém, existem as depressões relativas, mais baixas em relação às terras próximas e acima do nível do mar.

36 Chapadas Planalto de rochas sedimentares apresentando topografia tabular.

37 Cuestas Presentes no planalto Meridional. São formas assimétricas de relevo, formadas pela sucessão alternada de camadas rochosas cuja resistência varia de acordo com o desgaste.

38 Depressões periféricas São áreas deprimidas formadas pelo contato entre terrenos sedimentares e massas cristalinas. São comuns nos planaltos brasileiros.

39 Estes acidentes resultaram da ação de dois tipos de agentes ou fatores do relevo. De origem interna (vulcanismo, tectonismo e outros) e de origem externa (água corrente, temperatura, chuva, vento, geleiras, seres vivos).

40 Intemperismo, s.m. -Conjunto de fenômenos químicos, físicos e biológicos que provocam a alteração das rochas e seus minerais. Não confundir intemperismo com erosão, pois este implica em transporte de material. No entanto, no decorrer da erosão, isto é, do transporte da matéria mineral pela superfície terrestre, o intemperismo continua atuando, principalmente através da contínua fragmentação das partículas devido aos choques mecânicos.erosão

41 Intemperismo Físico Fadiga de Material Congelamento da água Alívio de pressão Cristalização de sais Absorção Crescimento de raizes Impáctos

42 Fadiga de Material Como toda matéria, os minerais e mineraloides mudam de volume quando absorvem ou quando perdem calor, o que leva à dilatação ou contração. Como os coeficientes de dilatação dos diversos minerais são distintos e nem sempre isotrópicos (com a mesma intensidade em todas as direções) este processo de dilatação e contração, é muito efetivo para separar um gão mineral de outro. Desta forma, os minerais expostos na superfície terrestre, estão constantemente submetido a esta variação, quer seja em função da alternância dia-noite, quer seja devido a ciclos mais longos como as mudanças de estações do ano.

43 Fadiga de Material Da mesma que forma que um arame de aço se rompe se o dobramos e desdobramos muitas vezes, pela fadiga do do material, os minerais também vão pouco a pouco se rompendo e se separando. Estas rupturas levam à desagregação dos minerais e progridem da superfície para seu interior. Estando em ambiente úmido, a água se infiltra nestas microfraturas e faz progredir mais rapidamente o processo intempérico. Caso haja a presença de sais eles também atuarão no sentido de acelerar a desagregação.

44 Congelamento da água É sabido que a água aumenta de volume ao se congelar. É por esta razão que o gelo (iceberg) flutua. Em climas onde há uma variação grande de temperatura entre o dia e a noite, o processo de congelamento da água nas fraturas das rochas, leva ao desenvolvimento de poderosas pressões capazes de romper blocos grandes. Este processo também colabora na fadiga das rochas, levando à desagregação de seus minerais.

45 O intemperismo químico é mais efetivo em climas quentes e húmidos, como o Brasil. Em climas frios, onde ocorre o congelamento da água, predomina o intemperismo físico, e a superfície do terreno é coberta de uma grande quantidade de fragmentos de rocha, angulosos e de diversos tamanhos, como é caso das altas encostas dos Andes e da maior parte do território canadense.

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47 Alívio de pressão Corpos rochosos formados a grandes profundidades, quando são expostos á superfície sofrem uma grande redução de pressão, o que leva ao desenvolvimento de típicas fraturas horizontais (fraturas de alívio de pressão), mais ou menos paralelas á superfície do terreno, provocando a descamação do maciço (vide foto) Estas fraturas se constituem locais privilegiados para a ação do intemperismo químico.intemperismo químico

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49 É possível afirmar que o relevo brasileiro: Apresenta grande variedade de formas, como planícies, planaltos, depressões relativas, cuestas e montanhas muito antigas.

50 Não se caracteriza pela existência de áreas de dobramentos modernos, formações originadas por vulcanismo recente ou outras que dependam da glaciação de altitude, e nem mesmo por depressões absolutas.

51 Apresenta modestas altitudes, já que a quase totalidade das terras possui menos de metros de altitude e somente meio por cento do território encontra-se acima desse limite.

52 É predominantemente constituído por planaltos (58,5%), seguidos das planícies ou terras baixas conhecidas como platôs (41%).

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54 Bacias Hidrográficas Unidades de Gestão Fotointerpretação e Sensoriamento Remoto Faculdade Vértice Curso de Agronomia

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67 Grau de Infiltração/formato perfil

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