A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Planejamento/Gerenciamento Alexandre Mota

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Planejamento/Gerenciamento Alexandre Mota"— Transcrição da apresentação:

1 Planejamento/Gerenciamento Alexandre Mota

2 Tempo de Desenvolvimento A partir da rede de atividades Grafo interligando tarefas com tempo Determinar o caminho crítico O caminho que leva mais tempo para concluir Gerente deve dar especial atenção às tarefas contidas no caminho crítico É crucial ter folgas no caminho crítico

3 Identificação de Riscos RiscoProbabilidadeEfeitos Pessoal doenteModeradaSério Tamanho do software desconhecido AltaTolerável...…… Pessoal qualificado não disponível AltaCatastrófico

4 Estratégias de Gerenciamento RiscoEstratégia Pessoal doenteReorganizar equipe para ter sobreposição de pessoas/trabalho RecrutamentoAlertar cliente sobre possível atraso …… Mudança nos requisitos Analisar rastreamento entre requisitos para determinar impacto

5 Sumário de Gerenciamento Manter informação sempre atualizada Principalmente tempo e riscos Colocar pessoas ociosas para revisar trabalho de pessoas ativas (extreme programming) – Qualidade Avaliar trabalho futuro HOJE Estar sempre com o plano em mãos

6 Por que Mensurar? Indicar a qualidade do produto Avaliar produtividade Formar base para estimativas Determinar benefícios derivados de novos métodos e ferramentas da ES Justificar aquisição de ferramentas e treinamento

7 Utilização de Métricas Projeto Esforço $ KLOC Págs.docum. Erros Pessoas projA projB projC MÉTRICAS DERIVADAS PRODUTIVIDADE = QUALIDADE = CUSTO = DOCUMENTAÇÃO = KLOC / Pessoas-mês Erros / KLOC $ / LOC Págs.docum. / KLOC

8 Métricas de Software Método de Wideband-Delphi Método de Lógica-Fuzzy Pontos por Função COCOMO

9 Wideband-Delphi Originado pela Rand Corporation e refinado por Boehm Consiste em obter consenso a partir de estimativas individuais As estimativas são geradas após reuniões entre os desenvolvedores O consenso se dá através de discussões em grupo sobre as estimativas individuais (anônimas)

10 Wideband-Delphi O procedimento é: 1. Grupo de especialistas recebe especificações e formulário de estimativa 2. Há uma reunião para discutir objetivos, limitações e características do projeto 3. Daí, anonimamente, cada um lista as tarefas e suas estimativas 4. Estimativas são agrupadas por um moderador e apresentadas ao grupo 5. Só a estimativa do especialista é marcada no formulário. As outras ficam iguais.

11 Wideband-Delphi O procedimento é: 6. Há outra reunião para discutir resultados. Cada especialista revê sua lista de tarefas mas não as estimativas 7. Este processo volta ao passo 3 Até que as estimativas estejam próximas o suficiente

12 Wideband-Delphi Projeto: Extensão do Rose Estimador: Alexandre Data: 01/03/2003 Aqui está o limite das estimativas da 1a rodada XX*X* X!XX X – estimativas X * - sua estimativa X! – estimativa mediana

13 Método de Lógica-Fuzzy Estimativa é baseada em dados históricos Sistemas são divididos em categorias de tamanhos A escala de tamanhos é dada por logaritmos e ajustadas Divisão vai até ponto onde sistema atual pode ser encaixado em alguma categoria

14 Exemplo de Lógica-Fuzzy Suponha que seu menor programa tenha 173 LOC e o maior E deseja-se dividir essa região em 5 categorias Calculam-se, log 173 =2.238 e log =4.014 E dividem-se (4014 – 2238) por 4 para obter o incremento (0.444)

15 Exemplo de Lógica-Fuzzy CategoriaLOC Muito pequeno173 Pequeno481 Médio1338 Grande3719 Muito grande10341

16 Método de Lógica-Fuzzy Considerações Importantes: Ter dados históricos sobre um grande número de projetos para ter como comparar com as várias categorias Deve-se atualizar as categorias tão logo haja dados suficientes As categorias também devem ser ajustadas de acordo com os projetos futuros esperados

17 Modelos de ciclo de vida Construa e Conserte (Code-and-Fix, Build-and-Fix) Cascata (“Waterfall”) Cascata Modificado Prototipação Espiral Formal Baseado em reuso

18 Construa e Conserte Construa Versão 1 Modifique até cliente estar satisfeito Fase de manutenção Desvantagens Sem especificação Sem projeto Não gerencia riscos Vantagens Baixa sobrecarga de desenvolvimento Não precisa de especialização Para sistemas muito pequenos

19 Modelo Cascata Definição de Requisitos Projeto do Sistema Implementação E testes Integração e Testes Operação e manutenção

20 Características do Modelo Cascata Desvantagens Partição inflexível do projeto em estágios distintos Dificuldade para lidar com as mudanças nos requisitos do sistema Não gerencia riscos Vantagens Orientado a documentação Manutenção é mais simples

21 Características do Modelo Cascata* Desvantagens Milestones podem tornar-se ambíguos Atividades em paralelo podem levar a problema de comunicação, suposições errôneas e ineficiência Vantagens Atividades podem ser sobrepostas Mais fácil de lidar com mudanças nos requisitos Capacidade para gerenciar riscos

22 Processo Evolucionário Desenvolvimento exploratório (Protótipo evolucionário) Construa, avalie e evolua para produto Trabalhar com os clientes até se obter o produto final a partir de uma especificação bem-definida e completa do sistema. Protótipo descartável Construa, use e descarte Obter requisitos do cliente. Inicia-se com uma especificação incompleta e simples do sistema

23 Processo Evolucionário Atividades concorrentes Especificação Desenvolvimento Validação Versão inicial Versão final Versões intermediárias Descrição superficial

24 Perspectivas Desvantagens Falta de visibilidade do processo Sistemas são geralmente mal estruturados Conhecimentos específicos (ling. de prot. rápida) podem ser necessários Aplicações Sistemas interativos de pequeno e médio porte Partes de sistemas grandes (interface com usuário) Sistemas com vida útil curta

25 Processo Formal Transformação de uma especificação formal em um programa executável Pode ser empregado de duas formas: Através de um cálculo de refinamentos Implementação é derivada por construção, garantindo corretude Através de passos de refinamento Versão mais concreta do sistema é proposta e depois deve-se verificá-la em relação a anterior

26 Processo Formal Definição de requisitos Especificação formal Transformação formal Integração e testes

27 Perpectivas Desvantagens Necessita de profissionais altamente qualificados para aplicar a técnica Alguns aspectos ainda são difíceis de especificar (GUI) Vantagens Garantia de segurança e confiabilidade Aplicações Sistemas críticos e complexos

28 Processo baseado em Reuso Baseado no reuso sistemático de componentes existentes na própria empresa ou no mercado Estágios do processo Análise dos componentes Modificação dos requisitos Projeto do sistema com reuso Desenvolvimento e integração Validação Essa abordagem está se tornando cada vez mais importante, mas ainda faltam casos experimentais bem-sucedidos

29 Processo baseado em Reuso Especificação De requisitos Análise de componentes Modificação De requisitos Projeto com reuso Desenvolv. E integração Validação do Sistema

30 Processo Iterativo Os requisitos do sistema SEMPRE mudam durante o desenvolvimento Iteração pode ser aplicado a qualquer um dos processos de desenvolvimento Duas abordagens são destacadas: Desenvolvimento incremental Desenvolvimento em espiral

31 Desenvolvimento Incremental Ao invés de entregar o sistema completo, divide-se o sistema em partes de tal forma a cada entrega corresponder a alguma funcionalidade do sistema Requisitos do usuário são priorizados e os quanto maior a prioridade mais cedo tal funcionalidade deve ser entregue Uma vez que o desenvolvimento de um incremento seja iniciado, esses requisitos são fixados enquanto que os posteriores são deixados serem modificados

32 Desenvolvimento Incremental Desenvolv. incremento Validação incremento Integração incremento Validação do sistema Requisitos superficiais Requisitos em incrementos Projeto da arquitetura Sistema incompleto Sistema completo

33 Vantagens Solicitações dos clientes são entregues a cada incremento. Assim, as funcionalidades são entregues o mais cedo possível Incrementos iniciais servem de protótipo para obter requisitos para incrementos posteriores Diminuição do risco de falha de todo o projeto Serviços de maior prioridade tendem a receber maior ênfase em testes

34 Modelo Espiral Forma Simplificada Modelo cascata mais análise de riscos Precede cada fase por Alternativas Análise de riscos Procede cada fase por Avaliação Planejamento da fase seguinte

35 Modelo Espiral Simplificado Se os riscos não podem ser resolvidos, projeto é terminado imediatamente

36 Modelo Espiral Completo Dimensão Radial Custo acumulado atualizado Dimensão Angular Progresso através da espiral

37 Modelo Espiral Completo

38 Características do Modelo Espiral Desvantagens Bem aplicado somente a sistemas de larga escala Sistemas devem ser produtos internos da empresa Vantagens Fácil de decidir o quanto testar Não faz distinção entre desenvolvimento e manutenção

39 Bibliografia Leitura adicional Software Engineering. I.Sommerville A Discipline for Software Engineering. W.S.Humphrey


Carregar ppt "Planejamento/Gerenciamento Alexandre Mota"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google