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"Quero trabalhar para a identidade da Curitiba humanizada, participativa, inovadora. Esta na hora de um novo ciclo." Gustavo Fruet Prefeito de Curitiba.

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2 "Quero trabalhar para a identidade da Curitiba humanizada, participativa, inovadora. Esta na hora de um novo ciclo." Gustavo Fruet Prefeito de Curitiba

3 APRESENTAÇÃO Historicamente a cidade de Curitiba tem servido como modelo e como paradigma de planejamento de mobilidade. Para cidades do Brasil e de todo o mundo. Desde seu plano diretor de 1966, depois com a implementação do primeiro calçadão para pedestres e do que viria a ser o BRT, até a Rede de Transporte Integrado – RIT – o padrão curitibano serviu como exemplo, referência e mesmo como indicativo de sucesso e excelência em transporte coletivo. Este histórico de mais de 40 anos de processo constante de planejamento teve, ao longo desses anos, alguns projetos que não foram realizados, outro implantados com sucesso, e a própria evolução urbana demandou revisões pontuais que foram realizadas sempre buscando manter a articulação entre o sistema viário, transporte coletivo e uso e ocupação do solo – o tripé que estrutura o planejamento urbano de Curitiba. O presente Plano de Mobilidade busca manter este nível de excelência e oferecer, a quem se interessar, um suporte estruturado para implementação de soluções similares. A despeito do sucesso do modelo implantado em Curitiba, atualizações são necessárias e, como ficou evidenciado pelas manifestações recentes da população, os modelos, mesmo os mais bem sucedidos, precisam se adequar às demandas atuais da sociedade brasileira. O Plano de Mobilidade de Curitiba, cujo resumo é apresentado neste documento, não se trata apenas de uma atualização de estudos prévios, mas sim de uma nova forma de planejar a cidade para os desafios atuais e futuros, sem desconsiderar as linhas de desenvolvimento que tradicionalmente geraram a bem sucedida equação aplicada na cidade de Curitiba, mas também incorporando as novas tendências mundiais em transporte sustentável e a sensibilidade às demandas das população brasileira, tão visceralmente expostas nas ruas. Este documento foi dividido em 11 tópicos, que se entrelaçam e completam, apenas com o objetivo de permitir uma forma de arranjo que permita a localização de pontos específicos mais facilmente. Cada programa/projeto é apresentado de forma sucinta, mas seu estudo sempre considerou a interação com os demais e, quando houver interesse, material mais detalhado pode ser disponibilizado.

4 Plano de Mobilidade de Curitiba METRÔ O bem sucedido sistema de ônibus de Curitiba, primeiro exemplo prático que viria a ser reconhecido mundialmente como BRT, além de um sucesso emblemático em transporte urbano, que gerou reconhecimento mundial e projetou a cidade de Curitiba como case de sucesso em planejamento urbano, também trouxe uma consequência nefasta: sempre que a cidade procurava junto aos governos estadual e federal suporte para o desenvolvimento de um novo estágio no sistema a resposta era a de que, sendo tão bem sucedido, o sistema de transporte de Curitiba prescindia de avanços e apoio. Ele se bastaria. A verdade não era esta e a realidade tratou de demonstrar, mais ou menos dramaticamente, que um novo estágio deveria ser buscado. O Metrô Curitibano não deve ser visto como uma indicação do fracasso do sistema de transporte originalmente aplicado em Curitiba, mas sim como uma evolução natural deste sistema, onde a multiplicidade de modais permite o melhor aproveitamento de suas virtudes e atenua suas deficiências. O projeto do Metrô Curitibano inicia-se com a proposta de implantação do primeiro trecho da Linha Azul - ligação Sul –Norte com 14,2 Km, que substituirá a linha de ônibus expresso mais carregada na situação atual. Breve histórico Estudos CBTU Consórcio Novo Modal (37 Volumes: Estudos Topográficos, Geológicos e geotécnicos, Geométrico, Hidrológicos, Interferências, Obras Viárias, Terraplenagem, Superestrutura Ferroviária, Funcional de Arquitetura, Pátio, Estações, Sistemas Fixos, Material Rodante, Sistema Energia, Ventilação, EIA/RIMA) Complemento e finalização do processo Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) Propostas até 12/08/2013 Chamamento Público, Termo de Referência e Estudos já realizados Premissas PPP patrocinada Prazo de Concessão: 35 anos (5 anos de obra + 30 anos de operação) Extensão de 22,2 km 1ª Fase: 14,2 km (no mínimo) 2ª Fase: até 8 km Aportes Públicos (1ª Fase): Federal (R$ 1 bi), Estadual (R$ 300 milhões) Aporte e Contraprestação de Serviços – Prefeitura (a definir na Modelagem) Custo : R$ ,00 Prazo: 4 anos 1

5 Plano de Mobilidade de Curitiba VLP Verdadeira ferramenta de reconquista do espaço urbano, e de profunda transformação da cidade e do seu uso, o VLP oferece uma facilidade de inserção única, graças à sua manobrabilidade e ao seu porte na escala humana. Custo: R$ ,00 Prazo: 3 anos 2

6 Plano de Mobilidade de Curitiba INTER 2 O Inter 2 trata-se de uma linha radial de “ligeirinho”, tipo de linha que apresenta poucas paradas, em estações tubo ou terminais, permitindo o aumento da velocidade de deslocamento. Ampliação da capacidade da linha Inter 2, por meio da reestruturação viária do seu itinerário, visando aumento da velocidade operacional e regularidade de serviço. Serão necessárias obras de implantação de faixas exclusivas, compartilhamento de trechos de canaletas, reforma e reconstrução de terminais de transporte, ampliação e relocação de estações-tubo, alterações geométricas em cruzamentos saturados, construção de trincheiras, implantação de binários de tráfego e priorização semafórica. PREMISSAS DO PROJETO Ônibus articulados com portas em ambos os lados Implantação de faixas exclusivas Fiscalização eletrônica de uso das faixas exclusivas Prioridade semafórica Implantação de binários de tráfego Construção de trincheiras Reforma / reconstrução de terminais Ampliação / relocação de estações-tubo Custo: R$ ,00 Prazo: 4 anos 3

7 Plano de Mobilidade de Curitiba OBRAS ESTRUTURANTES DO TRANSPORTE A dinâmica de ocupação e adensamento da cidade tem exigido constantes ajustes e complementações do sistema viário de Curitiba. Assim, obras de reestruturação, de requalificação, abertura de vias, de solução para nós de trânsito representam vetores importantes de desenvolvimento social e econômico. Aliados a estes fatores, estão as facilidades de deslocamento, a viabilização de novos corredores de transporte, e a segurança do trânsito aos cidadãos. Neste ambiente congrega-se uma série de intervenções no Sistema Viário Básico, necessárias e distribuídas por todas as regiões da cidade, desde a construção de obras de arte especiais localizadas e de grande impacto, obras de pavimentação em caráter definitivo de pistas de rolamento e calçadas, a implantação de binários de tráfego, como a complementação de corredores de transporte. O caráter social de investimentos em melhorias das vias públicas se resume no resultado positivo para o componente da mobilidade – o transporte coletivo, por conta do maior conforto dos usuários, menores custos operacionais relativos a menor manutenção dos ônibus, reflexos positivos no cálculo da tarifa, maior confiabilidade e segurança dos usuários. Dos projetos previstos, a Prefeitura de Curitiba elenca os projetos de engenharia e obras nos seguintes locais:. Requalificação viária completa da Rua Delegado Bruno de Almeida, ligação metropolitana com Fazenda Rio Grande;. Requalificação viária parcial da Rua Nicola Pelanda, ligação metropolitana com São José dos Pinhais;. Binário de tráfego da Rua Francisco Derosso, bairro Xaxim;. Ligação Viária entre os bairros Rebouças e Uberaba;. Ligação Viária entre os bairros Jardim Botânico e Ahú;. Prolongamento da Via Vêneto, ligação metropolitana com Campo Magro;. Estruturação definitiva da Via Conectora 4, ligando o Eixo Estrutural Sul com a Rodovia de Contorno Sul, bairro Cidade Industrial, ligação metropolitana com Campo Largo;. Estruturação definitiva da Via Conectora 3, ligando o Eixo Estrutural Sul com a Rodovia de Contorno Sul, bairro Cidade Industrial, ligação metropolitana com Araucária;. Prolongamento do Eixo de Integração entre os bairros CIC e Tatuquara, no bairro Tatuquara;. Trincheira na interseção das ruas Prof. Lothário Meissner x Alberto Twardowski x Ostoja Roguski, bairro Jardim Botânico;. Trincheira na interseção da Rodovia BR 116 x Rua Ângelo Burbelo, ligando os bairros Tatuquara e Umbará;. 2 Viadutos nas interseções da Linha Verde x Rua Anne Frank e Rua Ten. Francisco Ferreira de Souza, bairros Parolin / Hauer;. 2 Viadutos nas interseções da Linha Verde x Av. Sen. Salgado Filho e Rua Cap. João Ribas de Oliveira, bairros Prado Velho / Guabirotuba;. Alargamento do viaduto existente na interseção da Rodovia BR 277 x Av. Toaldo Túlio – R. João Falarz, bairro Orleans;. Viaduto ligando a Av. Pres. Afonso Camargo com Rua Engº Rebouças (Anel Viário), bairros Jardim Botânico / Cristo Rei;. Trincheira na interseção da Rodovia BR 277 x Linha Verde, evitando retorno de trânsito rodoviário em via urbana – Av. Prof. Lothário Meissner, bairro Jardim Botânico;. Passarela de pedestres sobre a Av. Prof. Lothário Meissner, defronte ao Campus da UFPR, bairro Jardim Botânico. Custo: R$ ,00 Prazo: 4 ano 4

8 Plano de Mobilidade de Curitiba BRT – LINHA NORTE SUL O projeto da Linha Verde Norte apresenta um total de cinco pistas, dispostas transversalmente na faixa de domínio, aproveitando-se parcialmente as pistas existentes, denominadas canaleta exclusiva, as vias marginais esquerda e direita e as vias para o tráfego local, situadas no lado direito e esquerdo, além de uma ciclovia compartilhada e passeios para pedestres, que resultarão numa via de alto desempenho, tanto em termos de capacidade de escoamento do tráfego, quanto de segurança para os usuários. Canaleta Exclusiva: A canaleta, exclusiva para as linhas expressas, onde irá trafegar o ônibus bi-articulado, será implantada com 7,00m de largura, com um separador de pistas variável, dotada de paisagismo e calçada nas áreas de transposição. Vias marginais: As duas vias laterais à canaleta exclusiva, destinadas à circulação de veículos em geral, que hoje utilizam a rodovia, denominadas vias marginais, terão largura de 10,50m, com três faixas de tráfego por sentido, cada uma com 3,50m. As vias marginais terão separadores de tráfego constituídos por canteiros gramados, com largura variável. Nas áreas desses separadores será executada a tubulação de coleta de águas pluviais e na superfície efetuadas a implantação e a recuperação de áreas verdes. Vias locais: As vias locais, anteriormente denominadas vias marginais da BR-476, serão implantadas e/ou adaptadas no limite da área de domínio da avenida, servindo para o acesso às atividades lindeiras, sendo a sua implantação gradativa. As vias locais terão 7,00m de largura, sendo 5,00m destinados à circulação de veículos, em sentido único, e 2,00m para estacionamento. As vias locais terão calçada com 1,50m junto da faixa destinada ao estacionamento e ciclovia compartilhada com passeio com largura média de 2,50m para o lado do alinhamento predial junto à marginal direita. Atualmente o Setor Norte possui duas pistas de tráfego com 7,00m de largura cada e acostamentos laterais com 2,50m, separado por um canteiro central de largura variável, implantadas pelo DNER com características técnicas de rodovia “Classe I-A” em região ondulada e compatíveis com a velocidade diretriz de 80 km/h. A canaleta exclusiva será implantada,quase na totalidade no canteiro central existente entre as pistas atualmente utilizadas pelo tráfego da rodovia. Tendo em vista a grande expansão populacional que vem ocorrendo na região sul de Curitiba, bem como no município de Fazenda Rio Grande, a complementação do projeto em direção ao sul tem como objetivo melhor suprir a região com transporte de maior capacidade e rapidez, proporcionando ligação entre a metrópole e o já citado município de Fazenda Rio Grande e também, mais ao sul, Mandirituba e Quintandinha, na Região Metropolitana de Curitiba, com a utilização de modal ônibus BRT. Custo: R$ ,00 Prazo: 2 anos 5

9 Plano de Mobilidade de Curitiba MOBILIDADE NÃO MOTORIZADA Calçadas e vias cicláveis O programa mobilidade não motorizada possui um leque de ações voltadas à mobilidade de pedestres, pessoas deficientes e ciclistas no território urbanizado do município de Curitiba. Entre as ações previstas se incluem calçadas, totalizando 2 milhões de m² e ciclovias e ciclofaixas, que somam 300 Km. Via Calma Trata-se de Projeto Piloto para circulação intermodal nas vias lentas da Av. 7 de Setembro, aproveitando a oportunidade das obras do desalinhamento das estações tubo, na canaleta destinada à circulação do transporte coletivo pelo modal ônibus. A proposta remete ao Art. 58 do Código de Trânsito Brasileiro – CTB. Corredor Cultural Trata-se da criação de infraestrutura especial para fortalecer a mobilidade a pé e por bicicleta, entre edificações pertencentes a Universidade Federal do Paraná – UFPR no interior da área central. Custo: R$ ,00 Prazo: 3 anos e 6 meses 6

10 Plano de Mobilidade de Curitiba 3° ANEL VIÁRIO Para a Prefeitura de Curitiba, o princípio que norteia seus projetos de implantação de anéis viários é o de retenção e redistribuição do trânsito em percursos alternativos perimetrais, evitando os deslocamentos radiais e diametrais, e as concentrações e saturação do sistema viário principal nas áreas mais centrais da cidade. O plano é de implementar projetos de três anéis viários a partir do Centro, requalificando vias urbanas existentes com o intuito de promover seu uso segundo trajetos lógicos para os condutores. Já a composição das rodovias de Contorno Norte, Sul e Leste atendem principalmente o trânsito metropolitano e o rodoviário de cargas. Recentemente Curitiba concluiu a implantação do 1º Anel Viário, que opera em um circuito que abrange oito bairros que circundam imediatamente o Centro, com 13 km de extensão do seu percurso externo. Basicamente trata-se de um projeto viário, que é entrelaçado pelos itinerários horário e anti-horário da Linha Interbairros I. O projeto do 2º anel viário, com extensão de 38 km, apresenta ênfase para o transporte coletivo, promovendo através de obras de infraestrutura e requalificação viária, melhores condições operacionais para a Linha Interbairros II e Linha Direta Inter 2, esta de grande demanda. Quanto ao projeto em pauta – 3º Anel Viário, trata da intenção da Prefeitura de requalificar vias em pista única existentes na periferia urbana de Curitiba, e que compõem um circuito natural com a extensão total de 61,3 km. Somente para a região oeste, bairro Cidade Industrial, serão necessárias desapropriações de terrenos para a construção de alguns trechos de vias novas que servirão de conexão com trechos existentes, garantindo a continuidade pretendida. Como nos demais anéis viários, as Linhas Interbairros III, Interbairros IV e Alimentador Sta. Cândida – Sta. Felicidade também serão beneficiadas em sua operação pelas melhorias de infraestrutura pretendidas, pois seus itinerários se entrelaçam com o traçado do 3º Anel Viário. Custo: R$ ,00 Prazo: 4 anos 7

11 Plano de Mobilidade de Curitiba CONTORNO SUL O Contorno Sul da cidade Curitiba é uma via composto de 2 pistas rodoviárias(DNIT) e 1 via marginal sentido Sul-Norte (Prefeitura de Curitiba) de sentido duplo de tráfego. A intervenção proposta prevê a revitalização da marginal existente e a implantação da via marginal sentido Norte-Sul, em uma extensão de 10 Km afim de melhor atender a região densamente povoada e repleta de indústrias, com a implantação de 3 novas passagens em desnível e 4 passarelas para pedestres. Atualmente, dada a configuração viária do local, este é uma das regiões com maior incidência de acidentes de trânsito na cidade. Custo: R$ ,00 Prazo: 3 anos 8

12 Plano de Mobilidade de Curitiba PROJETO ESPECIAL Terminais de Transporte Construção Terminal Central Custo: R$ ,00 Prazo: 1 ano Construção Terminal Tatuquara Texto: pedir assessoria de projetos Custo: R$ ,00 Prazo: 1 ano e meio Requalificação Terminal Guadalupe Custo: R$ ,00 Prazo: 1 e meio Construção Terminal Cachoeira Custo: R$ ,00 Prazo: 1 ano Construção novo Terminal Capão da Imbuia Custo: R$ ,00 Prazo: 1 ano e meio Construção do novo Terminal CIC Custo: R$ ,00 Prazo: 1 ano e meio 9

13 Plano de Mobilidade de Curitiba AUMENTO DA CAPACIDADE DO BRT Eixo Leste-Oeste e extensão do Eixo Sul Uma inovação recente implementada nas canaletas excclusivas do sitema de ônibus de Curitiba foi o desalinhamento das estações tubo, que ficavam frente a frente, criando uma terceira pista para ultrapassagem. Medida simples, que não exigiu desapropriações ou redução de calçadas ou pistas de veículos, o desalinhamento permitiu a implantação do Sistema Expresso Linha Direta, que os curitibanos de imediato apelidaram de Ligeirão. Graças à ultrapassagem, foi possível colocar na canaleta o Expresso tradicional (vermelho), que pára em todas as estações, e o Ligeirão (azul), que faz poucas paradas encurtando a viagem entre o bairro e o centro. O sistema, implantado em 2010 e aperfeiçoado em 2011 com a entrada em operação do maior ônibus do mundo, já funciona nas canaletas da Linha Verde e Marechal Floriano, fazendo as linhas Pinheirinho-Carlos Gomes e Boqueirão. São 24 ônibus que transportam por dia 68 mil passageiros – 37 mil no eixo Boqueirão e 31 mil na Linha Verde. Os números dão idéia da importância e aceitação do sistema. No eixo Boqueirão, por exemplo, o expresso vermelho, parador, transporta atualmente 34 mil passageiros/dia, enquanto o Ligeirão transporta 37 mil passageiros/dia. A entrada do novo sistema beneficiou tanto quem se desloca direto do bairro ao centro, porque chega mais rápido, uma economia de tempo de cerca de 15 minutos, usando o Ligeirão; quanto quem utiliza o expresso parador, que hoje trabalha com uma pressão de demanda menor e portanto também ganha tempo. Para dar continuidade a este aperfeiçoamento do sistema, formulou-se este projeto, com a extensão dos deslocamentos no eixo Norte-Sul até o Terminal Capão Raso e sua adoção no eixo Leste-Oeste. Custo: R$ ,00 Prazo: 14 meses 10

14 Plano de Mobilidade de Curitiba MOBILIDADE NÃO MOTORIZADA Mobiliários e calçadões Em complemento aos investimentos em vias cicláveis e calçadas, o Plano de Mobilidade prevê ações que incluem calçadas, vias acalmadas, paraciclos, bicicletários e outros projetos capazes de conceder à cidade uma dimensão mais humana. Também está prevista a instalação de um calçadão de pedestres em cada uma das Administrações Regionais. Custo: R$ ,00 Prazo: 4 anos 11

15 Plano de Mobilidade de Curitiba PROJETOS ESPECIAIS Mobilidade Bonde Turístico de Curitiba - Prevê a implantação de uma linha de bonde passando sobre o eixo Barão do Rio Branco - Riachuelo, ruas históricas por onde passava uma antiga linha de bondes. A linha concebida prevê a ligação Sul-Norte da área central, desde a antiga estação da RFFSA até o Passeio Público, o mais antigo parque urbano de Curitiba. As ruas e praças que compõem o trajeto do bonde serão revitalizadas e, em parceria com a iniciativa privada, antigos edifícios serão transformados em edifícios inteligentes, sobrados históricos restaurados, visando a dinamização de todo o comércio situado na área de abrangência do projeto. Custo: R$ ,00 - Prazo: 18 meses A Requalificação da Travessa Nestor de Castro A mudança no traçado das canaletas dos ônibus expressos prevista inicialmente no Plano Diretor de Curitiba para a Travessa Nestor de Castro, alterou a ideia original e estabeleceu nova função para a via (circulação de automóveis e ônibus não integrados). Isto dividiu o Setor Histórico da cidade em dois conjuntos: Largo da Ordem e Praça Tiradentes. A ideia de construir sobre a via no primeiro trecho, a partir da Rua Barão do Serro Azul e a opção pelo Centro Cultural Multimídia, busca criar atratividade e estabelecer a costura do antigo tecido urbano com novos níveis de conexão e articulação entre as circulações existentes, ligando os conjuntos da Praça Tiradentes, do Paço Municipal e do Largo da Ordem. A integração das circulações ocorre também por passarelas elevadas e galerias, tendo como ponto central a praça coberta e como facilitadores de acesso a estação de ônibus e o estacionamento subterrâneos. A praça descoberta atua neste espaço como área destinada a eventos ao ar livre, uma tendência nos grandes centros urbanos e com forte demanda na cidade de Curitiba. Custo: R$ ,00 - Prazo: 2 anos Obras Complementares ao PAC-COPA - Durante o desenvolvimento dos projetos para COPA FIFA 2014, percebeu-se a necessidade de melhorias periféricas a essas intervenções, afim de melhor atender as regiões impactadas pelas obras. Essas intervenções são de diversas natureza, mas principalmente referem-se a obras de revitalização viária com os propósitos de potencializar os benefícios das obras principais, complementá-las ou mitigar efeitos indesejados da sua implantação. Custo: R$ ,00 – Prazo: 6 meses Requalificação do Eixo Centro Cívico - Será um grande calçadão para pedestres, a exemplo da Rua XV de Novembro, fechada há mais de 30 anos. O projeto da Avenida Cândido de Abreu reforça a prioridade que a nossa cidade dá, em seu planejamento, ao transporte coletivo e aos deslocamentos dos pedestres, atendendo ao que está previsto no Plano Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte Integrado, aprovado pelo Conselho da Cidade de Curitiba. O transporte coletivo também será contemplado com a pista exclusiva, paralela ao calçadão, para os ônibus ligeirinhos das linhas que atendem a região. Ao longo do boulevard da Cândido de Abreu, os cruzamentos terão pistas elevadas, facilitando a mobilidade de pedestres em geral. Outros destaques da nova Cândido de Abreu serão a iluminação e comunicação visual diferenciadas. Custo: R$ ,00 - Prazo: 1 ano 12

16 QUADRO RESUMO DE INVESTIMENTOS ITEMCUSTO ESTIMADO PRAZO DE EXECUÇÃO 1Metrô ,00 4 anos 2VLP - Barreirinha/Centro Linha Verde/Aeroporto ,00 3 anos 3Inter ,00 4 anos 4Obras viárias estruturantes ,00 4 anos 5BRT Linha Verde - Norte/Sul ,00 2 anos 6Mobilidade não motorizada - ciclovias e calçadas ,00 4 anos 73º Anel Viário ,00 4 anos 8Contorno Sul ,00 3 anos 9Projeto especial- Terminais de transporte ,00 18 meses 10Aumento da capacidade do BRT ,00 14 meses 11Mobilidade não motorizada - outros ,00 4 anos 12Projetos Especiais - Mobilidade ,00 2 anos TOTAL ,00

17 FICHA TÉCNICA Ippuc Alessandro Ferreira Sant´ana Ana Cristina Ramalho Teixeira Gomes Antonio Carlos de Mattos Miranda Ariadne G. Mattei Manzi Ariel Stelle Assis Francisco Anastacio Bruna Griguol Carla Choma Frankl Carlos Alberto Barros Celia Regina Bim Cesar Wanderlei Cubas Daniel Johansende Moura Daniela Mizuta Edival Vilar de Araujo Junior Fabiano Losso Fernando da Silva Chiminski Flavia Pohl Florenzano Francisco Caron Malucelli Izídio Carlos P. Monteiro Jaqueline Silva João Augusto Carraro Hortmann José Álvaro Twardowski Julio Augusto R.de Almeida Luciana da Silva Mattozo Luiz Ricardo Rocha Marcio Augusto de Toledo Teixeira Marcos Francisco de Lara Maria Aparecida de M. Gonçalves Maria Luiza Arazaki Marilia Isfer Ravanello Marilia Tavares Delgado Mauricio Arenhart Mauro José Magnabosco Oscar Ricardo Macedo Schmeiske Rachel Adriana Cruz Raquel Carolina Cardeal Reginaldo Luiz Reinert Roberto Antonio Pratto Prefeito Gustavo Fruet Vice-Prefeita Mirian Gonçalves IPPUC Presidente Sérgio Póvoa Pires URBS Presidente Roberto Gregorio da Silva Junior Setran Joel Krüger Seplan Fábio Dória Scatolin


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