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DISCIPLINA DE SEMIOLOGIA UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES FACULDADE DE MEDICINA.

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Apresentação em tema: "DISCIPLINA DE SEMIOLOGIA UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES FACULDADE DE MEDICINA."— Transcrição da apresentação:

1 DISCIPLINA DE SEMIOLOGIA UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES FACULDADE DE MEDICINA

2 AULA 2 EXAME GINECOLÓGICO

3 PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 7ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014, 1413 p.

4 NOÇÕES DE ANATOMIA EXAME GINECOLÓGICO INESPEÇÃO GINECOLÓGICA EXAME ESPECULAR TOQUE VAGINAL TOQUE RETAL PACIENTE VIRGEM

5 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA NOÇÕES DE ANATOMIA 5 / Monte pubiano Lábio maior Lábio menor Clitóris Vestíbulo vagin. Períneo Ânus Nádega

6 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA EXAME GINECOLÓGICO 6 / 26 Tempos Inspeção Toque retal Especular Toque vaginal

7 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA EXAME GINECOLÓGICO 7 / 26 Posições da paciente Ginecológica (talha litotômica) Regra Genupeitoral (prece maometana) 1/3 superior da parede anterior Ortostática (pernas entreabertas) Incontinência e prolapso

8 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA INSPEÇÃO GINECOLÓGICA 8 / 26 Técnica Ausência de manipulação na véspera Esvaziamento vesical Avental para desnudamento progressivo Foco luminoso Examinador entre pernas Inspeção 1º Tempo do Exame

9 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA INSPEÇÃO GINECOLÓGICA 9 / 26 Vulva – inspeção estática Ausentes Presentes Distribuição Doenças Pelos Glândulas (sebáceas, sudoríparas e apócrinas) Umidade Diuturna (0,75 gramas) Coito (1 grama) SecreçãoHiperemiaFenda Processo inflamatório vulvar (rubor) Aspecto (fechada, entreaberta ou aberta)

10 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA INSPEÇÃO GINECOLÓGICA 10 / 26 Vulva – inspeção estática Hipertrofia de lábios maiores e menores Malformação Verruga Sec. Purulenta Sangramento Dor Condiloma Prolapso ou hérnia genital (útero, vagina, bexiga e reto) DistopiaDistrofiaNeoplasia Intraepitelial Vulvar (NIV I, II e III) Benigna (oclusão ductos) Maligna (ca escamoso)

11 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA INSPEÇÃO GINECOLÓGICA 11 / 26 Vulva - grandes lábios entreabertos Porção visível é a glande (homólogo do pênis) Clitóris Látero- posteriormente orifícios das glândulas Skene Óstio uretral Perfurado Imperfurado Septado Complacente HímenCarúnculasIntroito vaginal Vestígios himenais sobreviventes a rotura Lateralmente abaixo do hímen as glândulas de Bartholin

12 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA INSPEÇÃO GINECOLÓGICA 12 / 26 Vulva – Manobra de Valsalva Deslocamento para baixo de útero, vagina, bexiga e reto Prolapso Ponto mais distal até 1 cm acima do hímen Prolapso I Ponto mais distal entre 1 cm acima e abaixo do hímen Prolapso IIProlapso III Estágio final marcado pela completa eversão

13 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA INSPEÇÃO GINECOLÓGICA 13 / 26 Períneo – inspeção estática Cicatriz de sutura realizada após epsiotomia Epsiorrafia Acometimento anatômico de pele e mucosa Rotura I Acometimento anatômico de aponeurose e musculatura Rotura IIRotura III Acometimento anatômico de esfíncter anal

14 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA INSPEÇÃO GINECOLÓGICA 14 / 26 Ânus – inspeção estática Varizes do plexo hemorroidário Hemorroida Dobra mucosa avizinhada do ânus Plicoma Solução de continuidade expondo a derme FissuraProlapsoMalformação Deslocamento para baixo do reto externando-se Ânus imperfurado no recém nascido

15 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA EXAME ESPECULAR 15 / 26 Técnica Examinador entre as pernas da paciente Apoiar pé na escada Repousar cotovelo da mão que examina por sobre a coxa Especular 2º Tempo do Exame

16 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA EXAME ESPECULAR 16 / 26 Anatomia Canal virtual e rugoso com comprimento médio de 9 cm Paredes Zona de transição entre paredes e colo uterino Fórnices Porção caudal do útero que se continua com o corpo Colo

17 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA EXAME ESPECULAR 17 / 26 Corrimento 1º Branco Grumoso Aderente Candidíase 2º Amarelo Bolhoso Sanioso Vaginose 3º Cinza Espumoso Fluido Tricomoníase

18 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA EXAME ESPECULAR 18 / 26 Doenças Colo uterino em duplicata no útero didelfo Malformação Solução de continuidade da mucosa (trauma) LaceraçãoPólipoCâncer Estrutura apendicular sangrenta ao contato Massa tumoral irregular e saniosa

19 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA EXAME ESPECULAR 19 / 26 Coleta de material Papanicolau Bethesda (prevenção do ca do colo uterino) Citologia Direcionado para bactérias vaginais típicas ou não Bacterioscopia Cultura com antibiograma de secreção vaginal CulturaCaptura híbrida Qualificação do papiloma vírus humano

20 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA TOQUE VAGINAL 20 / 26 Técnica Expressão da uretra Palpação das glândulas vestibulares Palpação das paredes vaginais Palpação dos fórnices vaginais Palpação do colo uterino Unidigital Toque

21 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA TOQUE VAGINAL 21 / 26 Colo uterino (comprimento, volume, forma, consistência, motilidade, sensibilidade, orifício ext. e laceração) Fórnices vaginais (profundidade, distendibilidade, sensibilidade e massa sólida, cística, fixa, móvel, dolorosa ou não) Bidigital Toque

22 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA TOQUE VAGINAL 22 / 26 Corpo do útero (posição, forma, tamanho, consistência, superfície e sensibilidade) Anexos (palpáveis ou não, doloroso ou não, volume, consistência, sensibilidade e massas) Combinado Toque

23 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA TOQUE RETAL 23 / 26 Observações Avaliação do canal anal Avaliação do reto Avaliação dos paramétrios Unidigital Toque

24 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA PACIENTE VIRGEM 24 / 26 Exame ginecológico na paciente virgo Colpovirgoscóppio Complementar Toque retal Clínico devido Espéculo de virgo Clínico indevido

25 PAULO DE TARSO GINECOLOGIA CONCLUSÃO 25 / 26 AnatomiaInspeçãoEspecularT. vaginalT. retalVirgo

26 F I M


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