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Licenciatura em Psicologia, 1º ciclo Cadeira: Psicopatologia do Adulto Docente: Dr. Gomes da Costa Perturbações Sexuais Universidade de Trás-os-Montes.

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1 Licenciatura em Psicologia, 1º ciclo Cadeira: Psicopatologia do Adulto Docente: Dr. Gomes da Costa Perturbações Sexuais Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Vila Real, 15 de outubro de 2012 Aleida Barros, nº Conceição Marinheira, nº Nuno Santos, nº 39408

2 Aspetos a abordar: Diferentes Teorias do Desenvolvimento Humano Desenvolvimento Sexual - Estagios Psicosexuais de S. Freud Funcionamento Sexual Normal/Anormal Perturbações Sexuais Tratamento de perturbações sexuais

3 Diferentes Teorias do Desenvolvimento Humano: Ao longo dos tempos têm vindo a ser desenvolvidas teorias de forma a explicar o desenvolvimento humano nas suas múltiplas vertentes. Corrente desenvolvimentalista GesellFreud Maturacionismo Psicanálise Ambos davam ênfase à componente biológica/maturativa

4 Diferentes Teorias do Desenvolvimento Humano: Corrente comportamentalista (behavorista) Mais ligada à componente ambiente/social Watson Piaget - Corrente construtivista Erikson – Teoria psicossocial Maior importância à componente biológica/social.

5 Diferentes Teorias do Desenvolvimento Humano: Sem negligenciar todos os contributos supramencionados, neste trabalho iremos abordar uma forma mais psicanalítica, baseando-nos na teoria do desenvolvimento psicossexual de Freud. Pois Freud explica o desenvolvimento humano e a constituição do aparelho psiquico pela evolução da psicosexualidade. Ministério da Educação. (s.d.). Psicologia.

6 Desenvolvimento Sexual Através dos seus estudos e observações, Sigmund Freud, delineou assim cinco estádios principais que influenciarão o sujeito durante a sua vida. Estádio oral; Estádio anal; Estádio fálico; Estádio de latência; Estádio genital.

7 Desenvolvimento Sexual Antes de prosseguir, é importante referir dois conceitos “Freudianos”; o conceito de “Fixação” e o conceito de “Regressão”. Para Freud a “Fixação” dá-se quando o sujeito se fixa nesse estádio, sem conseguir passar o estádio seguinte; Já a “Regressão” dá-se quando o sujeito já alcançou determinado estádio, contudo regride para um estádio anterior. Bergeret, J. (2004). Psicologia patológica. In J. J. A.. Bécache, Psicologia patológica Teórica e Clinica. Lisboa: CLIMEPSI Editores..

8 Desenvolvimento Sexual A teoria de Freud enfatiza a sequência dos estágios segundo o desenvolvimento da “Libido” e que os processos psicológicos parecem estar sempre relacionados com os processos fisiológicos básicos, ou seja, diz que ao teorias psicológicas são anaclíticas ao biológico. Freud relata dois processos maturacionais basicos: Desenvolvimento psicossexual (libido) Maturação do Ego

9 Funcionamento Sexual – Normal/Anormal A distinção entre o normal e o anormal é uma linha tão ténue que dificimente conseguimos aperceber-mos desta distinção. Esta dificuldade deve-se principalmente ao facto de estarmos, basicamente, condicionados psicosocialmente

10 Funcionamento Sexual – Normal/Anormal Na psicologia o conceito de normalidade/anormalidade vai um pouco além destes dogmas culturais. No que diz respeito á sexualidade o elemento importante é o sujeito em questão e a forma como este lida com a sua situação, o desconforto (angústia) que o problema lhe causa, o tempo de duração deste problema e o tipo de estratégias que este usa para lidar com essa situação, bem como problemas subjacentes ou adjuvantes de tal situação. Neste ponto de vista, o psicologo terá de perceber se o dísturbio sexual é mesmo um dísturbio ou apenas um sintoma de outro problema ou dísturbio

11 Perturbações Sexuais “O seu bem-estar sexual está intimamente ligado à sua saúde física e emocional. Disfunção sexual; um problema com o desejo sexual, excitação ou satisfação, muitas vezes coincide com outros problemas de saúde.” (Baumeister, 2003) As perturbações sexuais podem advir de várias causas, o diagnóstico diferencial é essencial para a identificação, análise e tratamento deste tipo de perturbação.

12 Perturbações Sexuais Segundo o DSM-IV, as perturbações sexuais caracterizam-se por uma perturbação nos processos que caracterizam o ciclo de resposta sexual ou por dor associada com o intercurso sexual. O ciclo de resposta sexual pode ser dividido em 4 fases:  Desejo  Excitação  Orgasmo  Resolução

13 Perturbações Sexuais Conforme referido anteriormente para ser considerada a perturbação os sintomas têm de ser inalteráveis e penetrantes, sendo que este problema deve ser uma fonte geradora de stress no sujeito que vive com esta perturbação. (Baumeister, 2003) “Assim como todos capazes de completar o ciclo de resposta sexual não significa que tenham bom sexo, os que tenham uma disfunção sexual não significa que tenham mau sexo.” (Schnarch & cit.in Human Sexuality, 203)

14 Perturbações Sexuais No passado perturbações sexuais eram apenas tratadas por psicologos e não por médicos. Apesar de começarmos a aprender que flutuações do sistema endócrino e a actividade neural no cerebro têm grande importância no desejo sexual a importância exercida pelos sistemas neurobiológico e bioquimíco ainda é incerta. Hoje em dia, no tratamento de perturbações sexuais é muito provável que seja realizado um tratamento conjugado entre a medicina e psicologia.

15 Perturbações Sexuais Perturbações sexuais de desejo Desejo sexual hipoactivo- caracterizado por uma falta de apetite sexual; Aversão sexual – Baixo apetite sexual caracteizado pelo evitamento, repugnância e medo; (Kaplan, 1995, cit. in Human Sexuality, by Baumeister, Miracle, and Miracle., 2003) (…)

16 Perturbações Sexuais Perturbações sexuais de excitação Disfunção erectil – Consiste numa incapacidade de manter uma erecção tempo suficiente para uma relação sexual. Perturbação feminina de excitação – Caracteriza-se essencialmente por uma incapacidade de manter uma lubrificação vaginal durante o acto sexual. Disfunção orgásmica – Caracteriza-se por uma grande dificuldade ou incapacidade de atingir um orgasmo, mesmo quando bastante estimulada e excitada.

17 Perturbações Sexuais Perturbações sexuais de excitação Ejaculação precoce – Sobre esta perturbação encontra-se na literatura bastante controvèrsia em relação ao que pode provocar a ejaculação precoce. Masters, Johnson e Kolodny (1994) afirmam que um homem ejacula prematuramente se a sua parceira não tem reacção orgásmica em pelo menos metade dos seus episódios de coito, enquanto Kaplan (1974) sugere que ocorre quando um homem não tem controle voluntário sobre o momento de ejaculação. Já o DSM-IV (critério A) diz que ejaculação precoce é o início persistente ou recorrente de orgasmo e ejaculação com estimulação mínima antes, durante ou logo após a penetração e antes que o indivíduo o deseje.

18 Perturbações Sexuais Perturbações sexuais de excitação Perturbação orgásmica masculina – Ocorre quando o sujeito não consegue de todo chegar à ejaculação. Perturbação orgásmica feminina – Também conhecida como anorgasnomia, caracteriza-se por uma incapacidade da mulher de experienciar um orgasmo. No DSM-IV (critério A) Perturbação orgásmica feminina é um atraso, ou ausência persistente ou recorrente de orgasmo, após uma fase normal de excitação sexual.

19 Perturbações Sexuais Perturbações de dor Neste tipo de perturbações a experiência sexual não é insatisfatória, é realmente dolorosa e até a estimulação pode ser bastante dolente. Priapismo - caracteriza-se pelo facto do sujeito experienciar uma continua erecção, sem que nada possa fazer. Esta condição pode-se tornar extremamente dolorosa.

20 Perturbações Sexuais Perturbações de dor Dispareunia - Dispareunia, dor genital durante a relação sexual, é classificada como uma disfunção sexual. No entanto, uma vez que as funções sexuais e urológicas estão intimamente relacionadas anatomicamente, hormonalmente, e psicologicamente, alguns cientistas argumentam que seria mais preciso para descrever a dispareunia como uma síndrome de dor (Meana et al., 1997, cit.in. Human Sexuality, by Baumeister, Miracle, and Miracle. 2003).

21 Perturbações Sexuais Perturbações de dor Vaginismo – Caracteriza-se uma contração persistente ou recorrente involuntária dos músculos que rodeiam o último terço externo da vagina, quando é tentada a penetração vaginal. Os músculos vaginais reprimem, fazendo a penetração dolorosa e às vezes até impossível.

22 Perturbações Sexuais Perturbações sexuais do desejo Deixamos propositamente uma perturbação sexual, pela sua diferença entre a grande maioria das referidas anteriormente. Refiro-me ao desejo sexual compulsivo. Se até então tinhamos apenas referido perturbações que influenciam fortemente o desejo sexual de forma negativa, quer referindo-se a dores, ou problemas de manutenção de uma relação sexual saudável, agora abordaremos uma perturbação que envolve um comportamento e um desejo sexual excessivo. “O problema é quem decide o que é excessivo e quanto sexo é demasiado?” (Bancroft, 1989)

23 Tratamentos de perturbações sexuais Para cada uma das perturbações especificadas neste trabalho existem várias formas de tratamento, contudo é sempre necessário fazer um diagnóstico diferencial, este diagnóstico é de extrema importância, pois permitirá eliminar causas biológicas, ou mesmo pontuais. Poderíamos falar especificamente de cada tipo de tratamento para cada tipo de problema, contudo sabemos que tratamentos esquematizados servem apenas como um guia, pois o verdadeiro tratamento terá de ser realizado em consonância com a pessoa que procura a ajuda, o grau de angústia que esta apresenta, o tempo que sofre da sintomatologia, bem como os próprios mecanismos de defesa da pessoa que poderão facilitar ou dificultar o tratamento.

24 Tratamentos de perturbações sexuais Em termos de psicologia é ainda necesário perceber se este problema sexual é uma perturbação com ou sem comorbilidade com outras patologias ou é apenas um sintoma de outra patologia. O tratamento deste tipo, bem como outros tipos de perturbações depende em grande parte das partes intervienientes (o sujeito – o psicologo).

25 Conclusão Muito dos contributos dos clássicos torna-se de extrema relevência ao estudar qualquer tipo de perturbação. Estes criaram e desenvolveram as primeiras teorias fundamentadas sobre o desenvolvimento humano. Logo torna-se impossível estudar perturbações sem perceber a noção do desenvolvimento normal de forma a podermos ver essa ténue linha da anormalidade. As teorias psicosexuais de Freud explicam de forma controversa como todos nos desenvolvemos em estádios psicosexuais, sendo que a pulsão sexual é das primeiras a desenvolver-se, desde nascença.

26 Conclusão As perturbações sexuais apresentam-se como primárias ou secundárias, dependendo do momento em que inicia a perturbação, podendo ser perturbações de desejo, de excitação, e de dor. Dentro destas designações podemos encontrar um grande numero de perturbações que foram descritas até aos dias de hoje, contudo a ciência está sempre a evoluir e quem sabe o tipo de perturbações que poderemos encontrar no futuro.

27 Conclusão Na nossa opinião devemos ter sempre em consideração a pessoa de forma a tentar perceber realmente de onde vem esta perturbação, depois de esgotados todos os outros tipos de problemas que poderão estar a influenciar esta perturbação tentar, se possível, evitar a medicação e tentar ajudar a que a pessoa se inteire do seu estado e criar métodos de auto cura com supervisão, pois nunca podemos esquecer que a força está sempre dentro da pessoa que se senta à nossa frente. Nós somos apenas a ferramenta que ajuda a encontrar essa força


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