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Cristiane Zulivia de Andrade Monteiro Superintendência de Biocombustíveis e de Qualidade de Produtos Ações da ANP para os Biocombustíveis no Brasil BIODIESEL.

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1 Cristiane Zulivia de Andrade Monteiro Superintendência de Biocombustíveis e de Qualidade de Produtos Ações da ANP para os Biocombustíveis no Brasil BIODIESEL CONGRESS

2 Fontes: PNE 2030 / BEN 2008/Boletim Mensal de Energia – Novembro 2009 (MME) Fontes de Energia O Brasil dispõe de inúmeras alternativas para aumentar o seu suprimento energético a partir de fontes próprias contando com diversidade e disponibilidade de recursos naturais que podem ser utilizados como combustíveis, ou para gerar energia elétrica. De acordo as projeções do Plano Nacional de Energia 2030 (PNE 2030) a diversificação das fontes de energia no Brasil deve aumentar até 2030.

3 Avanços no planejamento da matriz energética encontram, como barreira, a falta de políticas energéticas de longo prazo. Uma legislação específica para os biocombustíveis com perspectiva de longo prazo torna-se imprescindível para o desenvolvimento do setor. A mitigação dos impactos ambientais negativos tem sido uma das principais preocupações das políticas públicas mundiais para o uso de fontes renováveis de energia, especialmente no que diz respeito à redução das emissões de gases do efeito estufa. Fontes de Energia

4 Gasolina A Diesel Etanol Hidratado Etanol Anidro Biodiesel GNV Fonte - ANP Anfavea comemora a produção de 10 milhões de veículos flex Anne Warth, da Agência Estado SÃO PAULO - O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, disse que nesta quinta-feira, 4, a indústria brasileira produziu o carro flex número 10 milhões. Ele não revelou em que Estado ou montadora o veículo foi fabricado. "Por coincidência, hoje estamos produzindo o veículo número 10 milhões com motorização flex", afirmou. Ao comemorar a marca, Schneider ressaltou que a tecnologia, lançada em 2003 pela Volkswagen, é ambientalmente correta e está absolutamente consolidada, comprovada e testada por todos os fabricantes no mercado brasileiro. Em fevereiro, as vendas de veículos flex somaram unidades, ou 87,2% do total comercializado no mês. Fonte: E&N – Negócios quinta-feira, 4 de março de :12 Matriz de Transporte

5 O setor de etanol no Brasil é consolidado e constitui hoje um exemplo de funcionamento correto das forças de mercado o que pode ser atribuído a diversos fatores. Mais de 30 anos de uso comercial % de etanol anidro combustível misturado à gasolina. Sistema de formação de preços livres. Frota de carros flex que já alcança 90% dos veículos novos e 37% da frota total. Ampla distribuição de etanol puro em todos os postos de combustível. Em 2008 o consumo de etanol combustível superou o de gasolina. Benefícios econômicos, sociais, ambientais e de saúde pública. Governo e indústria e engajados para consolidar o etanol como uma commodity global. Uso em motocicletas, usinas de bioeletricidade e na fabricação de bioplásticos. No futuro, os ônibus, os caminhões, os aviões, os hidrocarbonetos de cana e a alcoolquímica. O setor de etanol no Brasil é consolidado e constitui hoje um exemplo de funcionamento correto das forças de mercado o que pode ser atribuído a diversos fatores. Mais de 30 anos de uso comercial % de etanol anidro combustível misturado à gasolina. Sistema de formação de preços livres. Frota de carros flex que já alcança 90% dos veículos novos e 37% da frota total. Ampla distribuição de etanol puro em todos os postos de combustível. Em 2008 o consumo de etanol combustível superou o de gasolina. Benefícios econômicos, sociais, ambientais e de saúde pública. Governo e indústria e engajados para consolidar o etanol como uma commodity global. Uso em motocicletas, usinas de bioeletricidade e na fabricação de bioplásticos. No futuro, os ônibus, os caminhões, os aviões, os hidrocarbonetos de cana e a alcoolquímica. Etanol

6 Evolução da Produção de Etanol Evolução das Exportações de Etanol Etanol - Evolução

7 Princípios do Marco Regulatório Política de inclusão social; Aproveitamento das oleaginosas, de acordo com as diversidades regionais; Segurança de abastecimento para o novo combustível; Garantia de qualidade para o consumidor; Busca da competitividade frente ao diesel fóssil. Princípios do Marco Regulatório Política de inclusão social; Aproveitamento das oleaginosas, de acordo com as diversidades regionais; Segurança de abastecimento para o novo combustível; Garantia de qualidade para o consumidor; Busca da competitividade frente ao diesel fóssil. Necessidade de uma Política de Governo estruturada para garantir o abastecimento do produto. Biodiesel

8 Estimular o advento tecnológico do setor. Proteger os consumidores quanto a Abastecimento, Qualidade e Preço. Regular as unidades produtoras de biodiesel e os demais agentes da cadeia de abastecimento. Estabelecer sua especificação por meio de regulamentação. Implementar Ações de Fiscalização. Apoiar o desenvolvimento da rede de laboratórios para ensaios em biodiesel. Estabelecer Programas de Monitoramento de Qualidade para biodiesel e óleo diesel. Estimular o advento tecnológico do setor. Proteger os consumidores quanto a Abastecimento, Qualidade e Preço. Regular as unidades produtoras de biodiesel e os demais agentes da cadeia de abastecimento. Estabelecer sua especificação por meio de regulamentação. Implementar Ações de Fiscalização. Apoiar o desenvolvimento da rede de laboratórios para ensaios em biodiesel. Estabelecer Programas de Monitoramento de Qualidade para biodiesel e óleo diesel. Atuação da ANP no Mercado de Biodiesel Biodiesel

9 Jul/ Evolução da Produção Nacional de Biodiesel

10 O mundo está empenhado em encontrar uma solução duradoura para seu problema energético. A preocupação ambiental se somou à redução dos estoques e à alta dos preços dos combustíveis fósseis para valorizar as fontes renováveis e menos poluentes de energia. O setor energético no Brasil vem sofrendo diversas mudanças, como a tentativa de se retomar projetos que levem em conta o meio ambiente e o mercado de trabalho. Os biocombustíveis exercem importante papel na estratégia energética para um desenvolvimento sustentado. O surgimento, em todo o mundo, de novos tipos de veículos e tecnologias de motores tem provocado mudanças importantes na tradicional postura da industria automobilística e de outros agentes atuantes no mercado. Evolução no Mundo

11 Diretiva Européia; CARB; EPA; RTFO; RSB; GBEP; Relatório Cramer Diretiva Européia; CARB; EPA; RTFO; RSB; GBEP; Relatório Cramer a.Ênfase na redução das emissões de gases do efeito estufa; b.LUC e ILUC c.Preservação da biomassa sensível e das reservas de biodiversidade. d.Impactos na água e no solo; e.Impactos sócio-econômicos. a.Ênfase na redução das emissões de gases do efeito estufa; b.LUC e ILUC c.Preservação da biomassa sensível e das reservas de biodiversidade. d.Impactos na água e no solo; e.Impactos sócio-econômicos. É preciso, frente à nova realidade e novas exigências, assegurar as perspectivas de sustentabilidade dos biocombustíveis no Brasil, cuja matriz energética deve manter-se baseada em uma elevada participação de recursos renováveis Iniciativas internacionais Fonte: Etanol - Sustentabilidade - Relatório Final Unicamp – 30 de Outubro de 2009 Sustentabilidade na Produção de Biocombustíveis

12 Zoneamento Agroecológico Nacional. Zoneamento Agroambiental em São Paulo Programa Brasileiro de Certificação em Biocombustíveis - Inmetro: Protocolos Ambientais em SP e MG. Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Cana de Açúcar. Iniciativas de produtores e importadores (SEKAB). GBEP: participação do Governo. ISO: participação ativa do Brasil na proposição e desenvolvimento da norma ISO/PC 248 Sustainability Criteria for Bioenergy. Zoneamento Agroecológico Nacional. Zoneamento Agroambiental em São Paulo Programa Brasileiro de Certificação em Biocombustíveis - Inmetro: Protocolos Ambientais em SP e MG. Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Cana de Açúcar. Iniciativas de produtores e importadores (SEKAB). GBEP: participação do Governo. ISO: participação ativa do Brasil na proposição e desenvolvimento da norma ISO/PC 248 Sustainability Criteria for Bioenergy. Iniciativas Brasileiras Fonte: Etanol - Sustentabilidade - Relatório Final Unicamp – 30 de Outubro de 2009 Sustentabilidade na Produção de Biocombustíveis

13 Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (Environmental Protection Agency, EPA) considerou o etanol de cana-de-açúcar um biocombustível renovável de baixo carbono, que pode contribuir de forma significativa para a redução das emissões de gases causadores do efeito estufa. Segundo a EPA o etanol de cana-de-açúcar se encaixa na categoria de biocombustíveis avançados, podendo o etanol do Brasil reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 61% comparado com a gasolina, utilizando um prazo de compensação de 30 anos para emissões ligadas a efeitos indiretos do uso da terra (Indirect Land Use Changes – ILUC). Fonte: UNICA Sustentabilidade na Produção de Biocombustíveis

14 1.Proteger os interesses do consumidor, garantindo derivados de petróleo, gás natural e álcool combustível adequados ao uso. 2. Proteger os interesses da sociedade, tendo em mente a qualidade de vida e as questões ambientais na especificação da qualidade dos produtos. 3. Preservar os interesses nacionais, definindo a qualidade dos derivados de petróleo, do gás natural e do álcool combustível, em conformidade com a realidade brasileira. 4. Estimular o desenvolvimento, por intermédio de especificações que induzam à evolução tecnológica. 5. Promover a livre concorrência por intermédio das especificações dos produtos, evitando reservas de mercado. 6. Conferir credibilidade à qualidade dos produtos consumidos no País. 1.Proteger os interesses do consumidor, garantindo derivados de petróleo, gás natural e álcool combustível adequados ao uso. 2. Proteger os interesses da sociedade, tendo em mente a qualidade de vida e as questões ambientais na especificação da qualidade dos produtos. 3. Preservar os interesses nacionais, definindo a qualidade dos derivados de petróleo, do gás natural e do álcool combustível, em conformidade com a realidade brasileira. 4. Estimular o desenvolvimento, por intermédio de especificações que induzam à evolução tecnológica. 5. Promover a livre concorrência por intermédio das especificações dos produtos, evitando reservas de mercado. 6. Conferir credibilidade à qualidade dos produtos consumidos no País. Diretrizes da Política da Qualidade de Produtos - ANP

15 Base Legal Resolução ANP n° 11/2009 – As análises de Biodiesel para emissão do Certificado da Qualidade devem ser realizadas em laboratórios cadastrados na ANP. Resolução ANP n° 31/2008 – Estabelece os requisitos para o cadastramento de laboratórios interessados em realizar análises para emissão de Certificado da Qualidade do biodiesel comercializado no mercado nacional. O cadastramento dos laboratórios foi necessário para a criação de uma rede de laboratórios com controle analítico confiável, permitindo à ANP monitorar a qualidade do biodiesel comercializado no país. Cadastramento de Laboratórios

16 A regulamentação exige:  Vistoria Técnica dos procedimentos e materiais que possam ter impacto na  qualidade e na confiabilidade das análises.  Rastreabilidade entre o Certificado da Qualidade e o produto.  Em 2013 todos os laboratórios e instituições cadastradas na ANP deverão estar  acreditadas pelo INMETRO de acordo com a norma NBR ISO IEC laboratórios cadastrados na ANP Cadastramento de Laboratórios

17 O Centro de Análises Tecnológicas da ANP implementou o Programa Interlaboratorial de Biodiesel, com os principais objetivos:  avaliar individualmente a capacidade de cada laboratório em realizar as análises propostas;  monitorar constantemente a eficiência dos laboratórios;  identificar problemas analíticos e aplicar ações corretivas;  oferecer confiabilidade adicional aos clientes dos laboratórios. 1 ª Edição26 laboratórios 2 ª Edição30 laboratórios 3 ª Edição34 laboratórios 4 ª Edição42 laboratórios 5 ª Edição45 laboratórios 6ª Edição53 laboratórios 7ª Edição52 laboratórios 7ª Edição 52 laboratórios 7ª Edição 52 laboratórios Programa Interlaboratorial de Biodiesel

18 TERMO DE COOPERAÇÃO ANP – INMETRO Parceria entre a ANP e INMETRO para a realização de Ensaios de Proficiência utilizando amostras com valores de referência certificados pelo INMETRO. A ANP disponibilizará as amostras para os diversos laboratórios participantes do programa interlaboratorial que serão certificadas para várias características aplicadas aos biocombustíveis (etanol e biodiesel), contribuindo para o aumento da confiabilidade e da rastreabilidade das medidas. Instituto Nacional de Normalização, Metrologia e Qualidade Industrial Programa Interlaboratorial de Biodiesel

19 Confiabilidade da Análises Laboratoriais para biocombustíveis Objetivos Específicos  Realizar análises de acordo com os requisitos internacionais;  Implementar os requisitos da Norma ABNT NBR ISO / IEC ;  Harmonizar as metodologias das análises de caracterização e a rastreabilidade das medidas;  Contribuir para a organização de programas interlaboratoriais e ensaios de proficiência. Objetivo Geral  Preparar os laboratórios que formam a rede de caracterização para o controle de qualidade dos biocombustíveis para a realização de análises de acordo com os requisitos internacionais e solicitar a acreditação pelo INMETRO. Projeto CELAB Projeto Celab

20 Objetivo: nivelar/atualizar conhecimentos sobre os procedimentos a serem atendidos no manuseio e armazenagem do óleo diesel, antes e após a obrigatoriedade de adição de biodiesel. Participação: membros do mercado, academia e governo. Resultados: elaboração de um folheto com orientações gerais, disponibilizado no site da ANP – período de consulta de 12 de julho a 31 de agosto de Objetivo: nivelar/atualizar conhecimentos sobre os procedimentos a serem atendidos no manuseio e armazenagem do óleo diesel, antes e após a obrigatoriedade de adição de biodiesel. Participação: membros do mercado, academia e governo. Resultados: elaboração de um folheto com orientações gerais, disponibilizado no site da ANP – período de consulta de 12 de julho a 31 de agosto de Importante! Atuação dos participantes do seminário como multiplicadores do conhecimento adquirido Seminário sobre Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B

21 Folheto de Orientações e Procedimentos

22 GT-1: Transporte – elaboração de manual (SAB). GT-2: Armazenagem – elaboração de manual (SAB). GT-3: Garantia das especificações – identificação e mapeamento de características críticas na especificação do biodiesel e do óleo diesel fóssil, que possam sofrer maiores impactos no transporte e armazenagem do diesel B (SBQ). Definição de linhas de estudo para verificação, em campo, do comportamento de algumas características. Grupos de Trabalho

23 Propostas para a Comparação da Lista de Métodos Discussão sobre detalhes que dizem respeito a identidades/equivalências/diferenças dos Métodos listados no White Paper durante a última reunião do ISO/TC28/SC7, no Rio, onde se concluiu a necessidade de uma abordagem mais estruturada. ETANOL NBR 9866Etanol –Verificação da alcalinidade e determinação da acidez total NBR 10547Etanol – Determinação da condutividade elétrica NBR 8644Determinação do resíduo por evaporação ISO/TC 28/SC 7 N0008

24 NBR 15553Produtos derivados de óleos e gorduras – Ésteres metílicos/etílicos de ácidos graxos – Determinação dos teores de cálcio, magnésio, sódio, fósforo e potássio por espectrometria de emissão ótica com plasma indutivamente acoplado (ICPOES) NBR 15556Produtos derivados de óleos e gorduras – Ésteres metílicos/etílicos de ácidos graxos – Determinação de sódio, potássio, magnésio e cálcio por espectrometria de absorção atômica NBR 15764Biodiesel - Determinação do teor total de éster por cromatografia gasosa NBR 15343Biodiesel – Determinação da concentração de metanol e/ou etanol por cromatografia gasosa NBR 15342Biodiesel – Determinação de monoglicerídeos, diglicerídeos e ésteres totais em biodiesel de mamona por cromatografia em fase gasosa NBR 15341Biodiesel – Determinação de glicerina livre em biodiesel de mamona por cromatografia em fase gasosa NBR Biodiesel – Determinação de glicerina total.e do teor de triglicerídeos em biodiesel de mamona. ISO/TC 28/SC 7 N0008 Biodiesel

25 PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DOS COMBUSTÍVEIS

26 Operação Universidades Centros de Pesquisa SBQ/ANP Programa de Monitoramento de Qualidade dos Combustíveis

27 Objetivos do PMQC Levantamento dos indicadores gerais da qualidade dos combustíveis comercializa-dos no país. Identificação de focos de não-conformi-dade, visando orientar e aperfeiçoar a atuação da área de fiscalização da Agência. Objetivos do PMQC Levantamento dos indicadores gerais da qualidade dos combustíveis comercializa-dos no país. Identificação de focos de não-conformi-dade, visando orientar e aperfeiçoar a atuação da área de fiscalização da Agência. Programa de Monitoramento de Qualidade dos Combustíveis

28 UFAM UFPA UFMA UFPI U F C UFRN UFPE PUC-RJ UFRJ UFMG - CETEC UNIR UFMT CPT UNICAMP IPT/SP UNESP UFSCar IPTB Furb UFRGS UNIFACS UFPR 28 Programa de Monitoramento de Qualidade dos Combustíveis

29 PMQC – Modelo Implantado Boletins Mensais de Qualidade Boletins Mensais de Qualidade DISTRIBUIDORES Consumidor Instituições Contratadas e o CPT Revenda Indicadores de Qualidade 29 Programa de Monitoramento de Qualidade dos Combustíveis

30 30 Programa de Monitoramento de Qualidade dos Combustíveis

31 31 Programa de Monitoramento de Qualidade dos Combustíveis

32 Boletim da Qualidade na Internet,... Boletins da Qualidade 32 Programa de Monitoramento de Qualidade dos Combustíveis

33 ... informação ao consumidor. 33 Programa de Monitoramento de Qualidade dos Combustíveis

34 Biocombustíveis de 2ª geração Novos combustíveis Veículos flex Veículos híbridos Uso de recursos hídricos Impactos ambientais Uso da terra Geração de empregos Bem estar social Geração de empregos Redução GHG Qualidade de vida Estado da Arte

35

36 Obrigada pela atenção! Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Av. Rio Branco, º Andar Rio de Janeiro – RJ – Brasil Tel.: (55 21) /


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