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ESCOLA DE ENGENHARIA CIÊNCIAS TÉRMICAS I Prof a Drª Sílvia Velázquez.

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1 ESCOLA DE ENGENHARIA CIÊNCIAS TÉRMICAS I Prof a Drª Sílvia Velázquez

2 JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO Publicado em 2005 Fonte: O Estado de São Paulo

3 O QUE NÃO MUDA O que esses dados indicam é um aumento da demanda de engenheiros como tais, ou seja, em ocupações consideradas típicas de sua profissão. O que não muda é que os engenheiros são também demandados em ocupações consideradas atípicas, como serviços financeiros, tarefas administrativas e cargos governamentais como os de fiscalização tributária. Isso porque sua formação privilegia o estudo em tempo integral, o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático, o preparo e a execução de projetos e, de um modo geral, a solução de problemas, gerando habilidades de interesse de empregadores dos mais diversos setores. Assim, uma vez que os investimentos e o maior uso da capacidade produtiva ocorrem também em muitos outros setores além dos mencionados, conclui-se que os profissionais de engenharia estão em alta no mercado de trabalho. Roberto Macedo Publicado em: 26/11/2007 Fonte: O Estado de São Paulo

4 Desenvolvimento Sustentável Conciliar desenvolvimento econômico com preservação ambiental. Modelo de crescimento econômico. Habilidade da humanidade.

5 Meio Acadêmico X Meio Empresarial Tema: referencial de excelência no mundo – conciliar progresso e tecnologia com um ambiente saudável. Empresas: ter profissionais agentes sociais. Escola: despertar a sensibilidade para as questões sociais em sua área de atuação.

6 Termodinâmica Ciência que trata da energia, presente em todas as atividades humanas. Possibilidade de obter formas de energia que são necessárias, a partir daquelas que estão disponíveis, priorizando (...) o atendimento das necessidades humanas, com uma relação equilibrada entre homem e natureza que respeite o direito das gerações futuras viverem e se realizarem. (BÔA NOVA, 1985 p.42).

7 Profissional da Área de Energia Transformar a realidade social das comunidades das suas áreas de atuação. Estimular a viabilização de investimentos em projetos inovadores de desenvolvimento dessas comunidades. ATRELAR À GERAÇÃO DE ENERGIA UMA ATIVIDADE PRODUTIVA

8 SETOR ELÉTRICO Crise atual do setor elétrico. Falta de garantia na oferta de energia. Falta de confiabilidade da transmissão e distribuição. Riscos de interrupção no fornecimento. Evitar (ou postergar) a construção de termelétricas (aumento do preço do G.N. da Bolívia). SETOR DE PAPEL E CELULOSE Grande consumidor de eletricidade (entre os mais eletro- intensivos). Disponibilidade de combustível na própria planta (celulose e integradas). Fonte: VELÁZQUEZ, 1995 Justificativa

9 JUSTIFICATIVA PROBLEMAS QUE AFETAM O SETOR ELÉTRICO A DISPONIBILIDADE DE COMBUSTÍVEL E GRANDE CONSUMO DE ENERGIA NAS INDÚSTRIAS DO SEGMENTO DE PAPEL E CELULOSE AS VANTAGENS DA COGERAÇÃO PARA: CONCESSIONÁRIA: COLABORA INDIRETAMENTE NA OFERTA DE ENERGIA INDÚSTRIA: GARANTE SEU SUPRIMENTO SEM RISCO DE INTERRUPÇÃO SOCIEDADE: BENEFICIADA COM MENORES IMPACTOS AMBIENTAIS, ALÉM DOS BENEFÍCIOS ECONÔMICOS Fonte: VELÁZQUEZ, 2000

10 Justificativas SETOR ELÉTRICO Falta de garantia na oferta de energia (instabilidade); Falta de confiabilidade da transmissão e distribuição; Riscos de interrupção no fornecimento; Necessidade de aumento da oferta de energia, evitando (ou postergando) a construção de novas unidades de geração. SEGMENTO DE PAPEL E CELULOSE Grande consumidor de eletricidade (entre os mais eletro- intensivos); Disponibilidade de combustível na própria planta (celulose e integradas). Fonte: VELÁZQUEZ, 2003

11 JUSTIFICATIVAS MESTRADO – NECESSIDADE DE TECNOLOGIAS MAIS EFICIENTES NO SEGMENTO DE PAPEL E CELULOSE SETOR ELÉTRICO – FRAGILIDADE DA OFERTA, FALTA DE CONFIABILIDADE DA TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SEGMENTO DE PAPEL E CELULOSE - DISPONIBILIDADE DE COMBUSTÍVEL NA PLANTA - GRANDE CONSUMO DE ENERGIA E GERAÇÃO DE 50 A 85% DA ELETRICIDADE QUE CONSOME - GARANTIR SEU SUPRIMENTO SEM RISCO DE INTERRUPÇÃO INCENTIVO À PESQUISA DA TECNOLOGIA -VANTAGENS TÉCNICAS / TERMODINÂMICAS DA GASEIFICAÇÃO X CALDEIRAS TOMLINSON Fonte: VELÁZQUEZ, 2006

12 Biomasa 29.1% Petróleo y Derivados 39.7% Gas Natural 8.7% Carbón Mineral 6.5% Hidroelectricidad 14.5% Uranio) 1.5% Recursos Renovables 43.6% 2005 Oferta Total de Energía Primaria en Brasil Fuente: ANP (2009)

13 OFERTA TOTAL DE ENERGIA PRIMÁRIA NO MUNDO Fonte: IEA ( 2008)

14 Matriz de combustíveis veiculares no Brasil Fuente: ANP (2009)

15 NECESSIDADES META IMPORTANTE: - REDUZIR A DEMANDA MAIOR USUÁRIO E QUE MAIS RÁPIDO CRESCE: - SETOR DE TRANSPORTES ESTRATÉGIA: - SUBSTITUIÇÃO POR BIOCOMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS

16

17 EFEITO FLEX-FUEL 2003: Início de fabricação 2007: 2,74 milhões de veículos flex colocados no mercado (85%); 2008: 94% dos veículos fabricados - flex Previsão para 2013: 15 milhões de veículos; Frota total brasileira 34% 29 milhões Frota flex brasileira 450% ANFAVEA

18 Veículos Flex-Fuel Etanol Gasolina Qualquer mistura de 1 e

19 Testes com veículo 100% a etanol Fuente: INT

20 Primero veículo 100% a etanol – 1979


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