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ECLESIOLOGIA. Ekklesía: assembleia; congregação; igreja. Lógos: revelação; palavra; doutrina; raciocínio.

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1 ECLESIOLOGIA

2 Ekklesía: assembleia; congregação; igreja. Lógos: revelação; palavra; doutrina; raciocínio.

3 O termo________, é a tradução do original grego ________ que tem o significado lingüístico de : _____________________,com aplicação também no sentido de ____________. É a junção de dois vocábulos gregos ____ que indica _____________ com aplicação de que o povo chamado para fora era de classe especial, e ________ ou_________,originado do verbo _______ que significa chamar, convocar, reunir.

4 A eclesiologia é uma reflexão científica sobre a realidade da Igreja à luz de quanto Deus nos revelou para alcançar um conhecimento orgânico e proveitoso para a Igreja.

5 HISTÓRIA SOBRE O TRATADO DE ECLESIOLOGIA O Nascimento do Tratado DE ECLESIA

6 Elementos iniciais: Patrística, Direito Canônico e Sumas Teológicas

7 Eclesiologia patrística: Nos primeiros séculos, a eclesiologia era mais vida e consequência do que teologia sistemática. No centro dessa eclesiologia está a realidade da comunhão entendida como vínculo entre bispos e fiéis, bispos e fiéis entre si, que realiza e se manifesta de forma preeminente na celebração- comunhão eucarística.

8 Essa comunhão era percebida como estrutura da Igreja e vivida muito intensamente na experiência cotidiana da Igreja, embora não fosse ainda objeto de reflexão sistemática. Surge à consciência muito viva da maternidade da Igreja, a Ecclesia Mater, como portadora da salvação e geradora do homem novo graças ao batismo. Portanto, nessa etapa, a eclesiologia, mais do que num tratado à parte, se encontra nas reflexões sobre a soteriologia e a antropologia trazida por Cristo.

9 A eclesiologia nos primórdios da ciência canônica (sec. XII)

10 A ciência canônica aparece como disciplina própria no século XII, com Graciano. Muitas questões relativas aos sacramentos, ao matrimônio e à ordem pertencem desde então ao direito canônico. Este a partir da reforma do século XI e das disputas entre papado e os reis ou imperadores, começou a elaborar uma eclesiologia dos poderes, das prerrogativas e dos direitos da Igreja.

11 Dois pontos eclesiológicos a partir dos Decretais de Graciano: distinção entre poder de ordem de jurisdição em relação à ordem sacramental e pastoral; e visão da Igreja como corporação: corpus, no sentido corporativo-sociológico que implica cabeça e membros.

12 A eclesiologia nas sumas medievais

13 Falta às sumos medievais um tratado especial de eclesiologia, tanto na corrente franciscana (Alexandre de Hales, Boaventura) como na escola dominicana (Alberto Magno, Tomás de Aquino).

14 A realidade da Igreja penetrava de maneira espontânea a vida e a mensagem cristã, de tal forma que não parecia ser necessária uma reflexão direta sobre si mesma, uma vez que toda reflexão teológica se dava in medio Ecclesiae. O próprio Tomás de Aquino não explicou esse tema, pois a Igreja estava presente e incluída em todas e em cada uma das partes de sua teologia como espaço e quadro vital: Creio no Espírito Santo que santifica a Igreja.

15 Os tratados apologéticos desde o século XVI até o Vaticano I Problema: Demonstração científica da verdade da Igreja Católica, ou seja, verificação de que o cristianismo católico romano está em continuidade total com as intenções e a obra de Jesus Cristo, fundador da Igreja, foi uma questão que se pôs desde o início, quando apareceram os primeiros cismas.

16 Surgem três afirmações eclesiológicas configuradas em três vias. Primeira via: historica. Por intermédio do exame dos documentos antigos, procura mostrar que a Igreja Católica romana é a Igreja cristã de sempre, que aparece na história como uma sociedade uma, visível, permanente e hierarquicamente organizada.

17 Segunda via: notarum. Jesus Cristo dotou a sua Igreja de quatro notas distintivas: unidade, santidade, catolicidade e apostolicidade. Conclusão: a Igreja Católica romana é a única a possuir essas quatro notas, portanto, é a verdadeira Igreja de Cristo, ficando assim excluídas as demais confissões cristãs, como o luteranismo, o calvinismo e o anglicanismo, por não as possuírem.

18 Terceira via: empirica. Adotada pelo Concílio Vaticano I: abandona toda e qualquer comparação entre a Igreja romana atual e a antiguidade, para evitar as dificuldades suscitadas pela interpretação dos documentos históricos, e avalia a Igreja em si mesma como milagre moral, que é como o sinal divino que confirma sua transcendência.

19 Perspectiva eclesiológica do Vaticano I ( ) A Pastor Aeternus: a definição da infalibilidade papal e do seu primado de jurisdição.

20 Contribuição eclesiológica: a infalibilidade pontifícia na constituição dogmática Pastor Aeternus. Nela, o primado papal é vinculado à Igreja e tem como finalidade a preservação da unidade dessa Igreja mediante a unidade episcopal.

21 O primado é primazia de jurisdição, confiado a Pedro, como poder episcopal, ordinário e imediato, que se exercita sobre pastores e fiéis em matéria de fé e de costumes. A Igreja traz em si mesma o selo da sua origem divina, e por isso é um grande e perpétuo motivo de credibilidade, de tal forma que ela é como um sinal erguido entre as nações.

22 Concílio Vaticano II: consolidação do Tratado de Eclesiologia Pela primeira vez na sua história secular, a Igreja deu uma definição de si mesma na constituição dogmática Lumen gentium e em outras constituições, decretos ou declarações.

23 Em todos os seus documentos observa-se uma mudança decisiva na perspectiva sobre a Igreja: privilegia-se o seu caráter de mistério e, portanto, de objeto de fé, e ela não mais apresentada diretamente como motivo de credibilidade, como acontecia no Vaticano I.

24 A partir do Vaticano II, o tratado de eclesiologia tornou-se cada vez mais central, a ponto de, após o Concílio, ter sido proposto que não se dividisse a eclesiologia num tratado apologético e num tratado dogmático, mas que se elaborasse uma verdadeira teologia do mistério eclesial no interior do sistema dogmático.

25 A ORIGEM DA IGREJA

26 Deus quis a Igreja desde toda a eternidade. Ela foi prefigurada e preparada pelas várias Alianças de Deus com a humanidade. Sua formação aconteceu progressivamente, como uma gestação.

27 O Concílio Vaticano II fala de atos fundantes da Igreja que somos nós.

28 Foram atos fundantes: - A escolha dos Apóstolos e a instituição da Eucaristia; - O povo de Israel era formado por doze tribos; Jesus, ao escolher doze Apóstolos, mostrou sua intenção de fundar a Igreja, o novo Israel, que fora anunciado pelos profetas; - Na instituição da Eucaristia, o cordeiro pascal foi substituído pelo corpo de Jesus; - O cálice da Antiga Aliança foi substituído pelo cálice da Nova Aliança, sangue de Jesus.

29 NOVO TESTAMENTO O termo Igreja aparece 144 vezes. São Beda diz: A Igreja gera constantemente Igreja. Rede de comunidades

30 São Cipriano distingue entre a Igreja MÃE e a igreja FRATERNIDADE. A Igreja é ao mesmo tempo: a. Sociedade provida de órgãos hierárquicos e Corpo Místico de Cristo; b. Assembleia visível e comunidade espiritual; c. Igreja terrestre e Igreja enriquecida de bens celestes. Na Igreja está a comunhão dos homens com Deus pela caridade que nunca passará. (1Cor 13,8).

31 Um só corpo Um só espírito Um só Senhor Um só batismo Uma só fé;

32 A IGREJA PREPARADA NA ANTIGA ALIANÇA

33 A convocação da Igreja surge depois do pecado, como reação de Deus para reunir os homens dispersos pelo pecado. Começa com a vocação de Abraão, depois vem a eleição de Israel, mas Israel não foi fiel a aliança e então é anunciado uma nova e eterna aliança que Cristo vem instituir. ( LG 9).

34 Essa convocação recebeu o nome hebraico Kahal, que significa reunidos juntos. A kahal foi considerada como sendo a Igreja do Antigo Testamento. A tradução da palavra kahal para o grego synagogé: em português: sinagoga. A sinagoga era o centro de educação religiosa e de orientação religiosa do povo.

35 A IGREJA – INSTITUÍDA POR JESUS CRISTO

36 O lugar bíblico, onde está propriamente descrito o surgimento da Igreja é o Pentecostes, onde se manifesta o trabalho dos apóstolos e o protagonismo de Pedro, que juntamente com Paulo, o apóstolo dos gentios são os grandes portadores e formadores da igreja.

37 Para participar da Igreja deve-se obedecer alguns princípios: A CONVERSÃO, A FÉ EM CRISTO, O BATISMO, O DOM DO ESPÍRITO DE PENTECOSTES, A CELEBRAÇÀO EUCARÍSTICA, O AMOR OPERANTE E COMUNITÁRIO.

38 Já nos EVANGELHOS encontramos muitos momentos que direta ou indiretamente nos apresentam a Igreja.

39 A partir dos SANTOS PADRES, no século II já percebemos o nascimento da Igreja na margem do lado ferido de Cristo, como Eva que nasce do lado de Adão. JESUS ESCOLHE DOZE APÓSTOLOS, os une a sua missão, especialmente confiando em Pedro dá inicio a hierarquia eclesiástica, garantindo a continuidade entre Jesus e a Igreja.

40 O VATICANO I e o decreto Lamentali e a Encíclica Pascendi de 1907 afirmam que :A IGREJA FOI INSTITUÍDA IMEDIATA E DIRETAMENTE PELO PRÓPRIO CRISTO, VERDADEIRO E HISTÓRICO, ENQUANTO VIVIA ENTRE NÓS.(DS 3540).

41 Em que momentos da vida de Jesus percebemos que sua intenção era fundar, edificar ou instituir uma Igreja? A vocação e a Missão dos doze, a instituição do primado de Pedro e sua sucessão, a transmissão do poder de Cristo aos apóstolos e a instituição da eucaristia como nova aliança. A partir do Vaticano II já se usa as palavras fundador e fundação da Igreja por Cristo.

42 O Vaticano II vem definitivamente afirmar que a Igreja foi fundada por Jesus Cristo ( Lúmen Gentium 2-5) A Igreja, ou seja, o Reino de Cristo já presente em mistério, pelo poder de Deus, cresce visivelmente no mundo. Desde a origem do mundo, a Igreja foi prefigurada, foi preparada na Antiga Aliança e fundada nos últimos tempos e manifestada pelo Espírito Santo e no fim dos tempos será gloriosamente consumada. (LG2).


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