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Artur Santos Silva Corporate Governance e Interesse Público 27 de Outubro de 2006 O REVISOR DO FUTURO Uma nova perspectiva da actividade.

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1 Artur Santos Silva Corporate Governance e Interesse Público 27 de Outubro de 2006 O REVISOR DO FUTURO Uma nova perspectiva da actividade.

2 2 | Corporate Governance e Interesse Público 1.Corporate Governance como factor de desenvolvimento económico 2.Enquadramento do Livro Branco de Corporate Governance em Portugal 3. Práticas de governo das principais empresas 4. Recomendações do Livro Branco

3 3 | Corporate Governance e Interesse Público 56% dos Investidores atribuem tanta ou mais importância à qualidade do corporate governance como ao desempenho financeiro de uma empresa A grande maioria dos investidores está disposta a pagar um prémio pela adopção de boas práticas de governance Em termos médios e para acções Europeias, esse prémio ascende a 14% McKinsey Global Investor Opinion Survey McKinsey Global Investor Opinion Survey on Corporate Governance, 2002 Características do estudo: Realizado em Abril e Maio de 2002; Base: 201 investidores profissionais com activos sob gestão de USD 9 triliões; Incidência: 31 países de todo o mundo.

4 4 | Corporate Governance e Interesse Público Qual o prémio que estaria disposto a pagar por uma empresa com bom governance comparativamente com uma outra com mau governance se em todos os outros aspectos fossem idênticas? 30% 22% 14% 13% E.Leste / África América Latina ÁsiaEuropa Ocidental América do Norte McKinsey Global Investor Opinion Survey Mercados desenvolvidos Corporate Governance desenvolvido

5 5 | Corporate Governance e Interesse Público Factores diferenciadores entre um bom e um mau governance e que justificam o pagamento de um prémio Inexistentes ou com pouca expressão Constituem maioria ou exercem forte influência Possuem poucas ou nenhumas acções Detêm posições significativas no capital da sociedade Remuneração dos administradores Parte muito significativa assenta em acções Inexistência de procedimentos formais Existência de procedimentos formais Pouca comunicação / disclosure Ampla comunicação / disclosure Peso dos administradores independentes no Board Detenção de acções por parte dos administradores executivos Baseada somente em «cash» Avaliação formal do desempenho do management Informação relativa a governance Governance «pobre»Bom governance McKinsey Global Investor Opinion Survey Factores diferenciadores

6 6 | Corporate Governance e Interesse Público 1.Corporate Governance como factor de desenvolvimento económico 2.Enquadramento do Livro Branco de Corporate Governance em Portugal 3. Práticas de governo das principais empresas 4. Recomendações do Livro Branco

7 7 | Corporate Governance e Interesse Público Principal objectivo do Livro Branco Contribuir para a divulgação do tema do governo das sociedades e das principais questões com ele relacionadas Apontar caminhos para a melhoria das práticas

8 8 | Corporate Governance e Interesse Público Sistemas de governo consagrados internacionalmente Elevada dispersão do capital em Bolsa ANGLO- SAXÓNICO CONTINENTAL Propriedade concentrada em famílias, bancos e empresas Dos accionistas face ao poder arbitrário dos gestores (conflitos de agência) Dos pequenos accionistas anónimos face aos grandes accionistas (com capacidade de influência sobre a equipa de gestão) Em ambos os sistemas subsiste espaço para melhoramento PropriedadeInteresses a protegerSistema

9 9 | Corporate Governance e Interesse Público Enquadramento normativo na UE e nos EUA 1992: Relatório Cadbury (Reino Unido) Primeiro código de referência acerca de Corporate Governance Publicaram-se entre 1991 e 2005, de entre os actuais 25 estados-membros da UE, 80 códigos de bom governo. Dos 25, apenas 3 não dispunham de um código. 1)Publicados originalmente em 1999 e revistos em 2004 Princípios de Corporate Governance da OCDE 1 Referência, a nível mundial, na elaboração de códigos de bom governo

10 10 | Corporate Governance e Interesse Público Enquadramento normativo na UE e nos EUA Relatório Winter II (Nov-02) Planos de Acção da Comissão Europeia Modernizar o direito das sociedades e reforçar o governo das sociedades - Papel dos administradores não executivos - Remuneração e responsabilidade dos administradores - Reforço dos direitos dos accionistas - Operações com partes relacionadas e extrapatrimoniais - Declaração sobre o governo da sociedade Reforçar a revisão oficial de contas na UE Sarbanes-Oxley Act (Jul-02) Responsabilidades pela fiabilidade da informação financeira Mecanismos de avaliação dos sistemas de controlo interno

11 11 | Corporate Governance e Interesse Público ÚLTIMOS DESENVOLVIMENTOS PRINCIPAIS FONTES NORMATIVAS RELATIVAS AO CORPORATE GOVERNANCE Enquadramento jurídico-institucional em Portugal CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS CÓDIGO DOS VALORES MOBILIÁRIOS RECOMENDAÇÕES E REGULAMENTOS DA CMVM 1 Composição, competências, deveres e funcionamento do… Conselho de administração / Conselho Fiscal Conselho Geral / Direcção Accionistas / Assembleia Geral Secretário da Sociedade Deveres de informação Meios de divulgação Participações qualificadas Acordos parassociais Auditores Protecção dos investidores particulares Princípio comply or explain Relatório anual sobre o governo da sociedade Divulgação de informação Estrutura dos órgãos de administração e fiscalização Promoção do exercício do direito de voto Remuneração e controlo de riscos Revisão bianual das Recomendações e Regulamentos da CMVM (1999, 2001, 2003 e final de 2005) Alteração ao Código das Sociedades Comerciais que entraram em vigor em 30 de Junho passado

12 12 | Corporate Governance e Interesse Público Enquadramento jurídico-institucional em Portugal Portugal já dispõe de um conjunto de disposições normativas razoavelmente abrangente, em linha com as medidas adoptadas ou propostas pela Comissão Europeia

13 13 | Corporate Governance e Interesse Público 1.Corporate Governance como factor de desenvolvimento económico 2.Enquadramento do Livro Branco de Corporate Governance em Portugal 3. Práticas de governo das principais empresas 4. Recomendações do Livro Branco

14 14 | Corporate Governance e Interesse Público Definição do objecto de análise As 10 empresas cotadas com maior capitalização bolsista É nas empresas abertas ao investimento do público que se coloca com mais acuididade a necessidade de encontrar mecanismos eficientes de… Já existe uma análise periódica realizada pela CMVM para as empresas cotadas Profundidade do levantamento e metodologia adoptada impuseram compromisso entre… o número de empresas abrangidas a exequibilidade e oportunidade do trabalho estímulo fiscalização controlo … das equipas de gestão

15 15 | Corporate Governance e Interesse Público Órgão de administração PositivoNegativo Progressiva adopção de modelo Conselho de Administração + Comissão Executiva Inclusão de administradores desligados da gestão corrente Administradores não-executivos devem reforçar papel de desafiadores, fiscalizadores e avaliadores dos administradores executivos Não é certo que os actuais Conselhos de Administração reflictam adequadamente as estruturas accionistas Elevada taxa de assiduidade às reuniões Metade dos administradores executivos não exercem cargos de administração fora do seu grupo Identificação pouco clara dos administradores verdadeiramente independentes Apenas 1/3 dos administradores não-executivos obedecem aos critérios de independência da CMVM

16 16 | Corporate Governance e Interesse Público Comissões Especializadas do Conselho de Administração Tendência para o desdobramento do Conselho de Administração em Comissões Necessidade de reforçar a independência das Comissões de Auditoria 40% das empresas analisadas já dispõem de Comissões com competência na avaliação da estrutura e do governo societários Comissões de Auditoria Frequentes Compostas por administradores não-executivos Funções conformes aos padrões internacionais PositivoNegativo

17 17 | Corporate Governance e Interesse Público Outros aspectos Todas as empresas informam sobre existência de mecanismos internos de controlo de risco Inclusão generalizada na remuneração dos administradores executivos de uma componente variável Não existe uma verdadeira prática de avaliação do desempenho dos administradores executivos Conselho Fiscal Reduzido peso e capacidade de acrescentar qualidade à fiscalização das empresas Assembleia Geral de Accionistas Encaradas como mera formalidade Ausência de activismo por parte dos investidores Representa, em termos gerais, aproximadamente metade da remuneração global PositivoNegativo

18 18 | Corporate Governance e Interesse Público Conclusão Empresas vêm registando, em geral, uma significativa transformação na direcção que se julga desejável

19 19 | Corporate Governance e Interesse Público 1.Corporate Governance como factor de desenvolvimento económico 2.Enquadramento do Livro Branco de Corporate Governance em Portugal 3. Práticas de governo das principais empresas 4. Recomendações do Livro Branco

20 20 | Corporate Governance e Interesse Público Recomendações do Livro Branco Consultadas… Principais sociedades cotadas Organismos de regulação e supervisão do mercado de capitais Empresas internacionais de consultoria / auditoria Não… …se pretendeu entrar em conflito com as recomendações da mesma natureza emanadas pela CMVM …se considerou uma restrição o actual enquadramento normativo Cumprimento de algumas das recomendações carece de prévia alteração de natureza legislativa 96 RECOMENDAÇÕES Código de Bom Governo

21 21 | Corporate Governance e Interesse Público Recomendações relativas aos objectivos da Empresa OBJECTIVO CENTRAL Criação de riqueza e a sua equitativa distribuição por todos os accionistas NORTEAR ACTUAÇÃO POR PRINCÍPIOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL Política de desenvolvimento sustentável Aprovação em Assembleia Geral e apreciação anual da sua execução Enunciação do posicionamento energético e ambiental da empresa Dar evidência às implicações ecológicas que decorrem da actividade da empresa No enunciado da responsabilidade social deverá explicitar-se as políticas relativas… Ao recrutamento, remuneração e progressão na carreira dos Colaboradores À formação, valorização profissional e pessoal dos Colaboradores À salvaguarda da sua competitividade (ex. adopção de novas tecnologias) À gestão fiscal da empresa e seu posicionamento face a práticas de evasão fiscal Ao mecenato cultural e estímulo à investigação, desenvolvimento e inovação Ao financiamento a partidos políticos, ONGs e associações cívicas

22 22 | Corporate Governance e Interesse Público Recomendações relativas ao Conselho de Administração ESTRUTURA 1 Existência de uma Comissão Executiva Maioria clara de administradores não executivos Conselho de Administração deve reflectir a estrutura accionista Inclusão de administradores independentes O que são e quem são 2 Independentes da gestão Independentes dos accionistas de referência Independentes dos fornecedores e credores mais relevantes Peso de independentes deve ser reforçado sempre que existam Accionistas cujos direitos de voto excedam os direitos de dividendo 1) Tomou-se por referência a estrutura monista por esta ser a prática dominante entre as sociedades cotadas em Portugal; quando uma empresa tiver uma estrutura dualista, as referências à Comissão Executiva são aplicáveis ao Conselho de Administração Executivo e as referências aos membros não executivos do Conselho de Administração aos membros do Conselho Geral e de Supervisão. 2) Deixa-se, pois, ao critério de cada empresa a definição de independência.

23 23 | Corporate Governance e Interesse Público Recomendações relativas ao Conselho de Administração DIMENSÃO A que garanta efectiva capacidade de supervisão e fiscalização, mas também eficácia ao processo de decisão Aproximada aos padrões europeus 1 ; se divergente, explicar porquê. 1) A média Europeia é de 14 elementos. TRANSPARÊNCIA SOBRE O FUNCIONAMENTO Divulgação no Relatório Anual… Funções de cada um dos membros Regulamentos internos Número de reuniões realizadas Matérias discutidas nas reuniões do Conselho e nas suas Comissões

24 24 | Corporate Governance e Interesse Público Recomendações relativas ao Conselho de Administração COMPETÊNCIA, DEDICAÇÃO E CONDIÇÕES PARA O EXERCÍCIO DE FUNÇÕES Competência e disponibilidade de tempo necessárias ao adequado desempenho das funções Divulgação no Relatório Anual das… Qualificações e principais elementos curriculares dos membros do Conselho de Administração Outros cargos e ocupações profissionais dos membros do Conselho de Administração FUNÇÕES DO CEO E DO CHAIRMAN Funções de CEO e de Chairman exercidas por pessoas distintas. Caso contrário, explicitar no Relatório Anual… De que modo são coordenados os trabalhos dos administradores não executivos De que forma se garante que os administradores não executivos cumprem a sua missão de forma eficaz e independente

25 25 | Corporate Governance e Interesse Público Recomendações relativas ao Conselho de Administração PAPEL DOS ADMINISTRADORES NÃO EXECUTIVOS Não só conselheiros e decisores, mas também fiscalizadores, desafiadores e avaliadores dos administradores executivos Zelar pela aplicação dos princípios de sustentabilidade e responsabilidade social Dedicação de tempo e esforço necessários ao exercício cabal da sua missão Reunir entre si, enquanto grupo, pelo menos uma vez por ano, para reflectir sobre o seu papel e sobre a forma como o têm vindo a desempenhar Há-que proporcionar programas de introdução e actualização aos assuntos da empresa e disponibilizar os recursos necessários ao competente exercício das suas funções Importa adoptar processos de selecção dos administradores não executivos independentes, visando a escolha de profissionais com as qualificações e a experiência adequadas

26 26 | Corporate Governance e Interesse Público Remuneração DOS ADMINISTRADORES EXECUTIVOS Compensação que… Remunere adequadamente o tempo, o esforço, a experiência e competência Pondere a importância e o valor da empresa Proporcione incentivos que garantam um desempenho alinhado com os interesses dos Accionistas Contemple uma componente variável que reflicta o desempenho sustentado de cada administrador Preço de exercício das stock options nunca deve ser revisto em baixa Fixação à priori do montante de compensação em caso de destituição sem justa causa DOS ADMINISTRADORES NÃO EXECUTIVOS Remuneração deve compensar a competência, mas não ser excessiva para não comprometer a independência… Remuneração fixa e senhas de presença Não consagrar componentes variáveis indexadas às cotações ou a variáveis contabilísticas, que possam contribuir para um alinhamento de interesses com o management

27 27 | Corporate Governance e Interesse Público MECANISMO DA FIXAÇÃO DAS REMUNERAÇÕES Remuneração Administradores executivos Fixadas pela totalidade dos Administradores não executivos Assembleia Geral fixa em cada mandato… O montante global máximo das remunerações fixas A percentagem dos lucros que podem ser afectos a remuneração variável O regime de pensões do Conselho de Administração Administradores não executivos Fixadas pela Assembleia Geral ou por Comissão de Fixação de Vencimentos por esta nomeada Critérios fundamentais estabelecidos pela Assembleia Geral ou pelos estatutos Trabalhos preparatórios cometidos a uma Comissão de Avaliação, Nomeação e Remuneração

28 28 | Corporate Governance e Interesse Público DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO Remuneração MÍNIMA Todos os pagamentos devem estar reflectidos nas demonstrações financeiras Custos valorizados a preços de mercado Explicitado o modo como foram valorizadas as compensações não monetárias Informação clara sobre as responsabilidades incorridas com o regime de pensões DESEJÁVEL Remuneração individual fixa e variável atribuída a cada um dos administradores executivos Remuneração fixa e variável do Presidente e do Vice- Presidente da Comissão Executiva Remuneração fixa e variável do conjunto dos demais administradores Amplitude do intervalo de remuneração individual dos administradores executivos Responsabilidades pendentes decorrentes da remuneração dos admin. executivos

29 29 | Corporate Governance e Interesse Público Comissões Especializadas do Conselho de Administração COMISSÃO DE AUDITORIA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO, NOMEAÇÃO E REMUNERAÇÃO COMISSÃO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES Podem ser fundidas ou ter outras designações COMISSÕES DE ESTRATÉGIACOMISSÕES FINANCEIRAS E DE INVESTIMENTOS Estatégia deve ser concebida, discutida, planeada e estruturada pela totalidade dos membros do C.A. Conselho de Administração não deve delegar decisões que envolvam riscos significativos Submissão à aprovação em AG das aquisições que exijam ulteriores aumentos de capital CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RECOMENDADAS NÃO RECOMENDADAS

30 30 | Corporate Governance e Interesse Público Comissão de Avaliação, Nomeação e Remuneração FUNÇÕES Trabalhos preparatórios… Para a fixação da remuneração dos administradores executivos Necessários a que os administradores não executivos possam avaliar anualmente o desempenho dos administradores executivos Propor ao Conselho de Administração… Mecanismos de compensação baseados em opções e/ou acções da empresa Política de remunerações dos quadros superiores da empresa Fixação das regras de avaliação de desempenho Condução do processo de nomeação de novos administradores por cooptação Acompanhamento do processo de nomeação de quadros superiores Garantir que a empresa disponha de uma base de recrutamento de futuros administradores Garantir a tranquilidade de futuras sucessões

31 31 | Corporate Governance e Interesse Público Comissão de Auditoria MISSÃO Assegurar que a informação financeira… Foi analisada por auditores externos independentes, competentes e qualificados, segundo padrões internacionais Reflecte a verdadeira situação da empresa ELEIÇÃO E COMPOSIÇÃO Exclusivamente eleita e integrada por administradores não executivos Maioritariamente composta por administradores independentes, um dos quais desempenhando as funções de Presidente Inclusão de pelo menos um membro… De elevada competência nas áreas financeira, contabilística e de auditoria Com conhecimento operacional sobre os principais negócios da empresa Limite: dois mandatos sucessivos

32 32 | Corporate Governance e Interesse Público Comissão de Auditoria COMPETÊNCIAS Interagir e dialogar com o auditor externo Definir o âmbito e a profundidade dos serviços de auditoria externa Aprovação dos planos e programas de actividade Aprovar a prestação de serviços de não auditoria Assegurar a existência de condições adequadas ao trabalho do Auditor Externo Avaliar anualmente o auditor externo Negociar a respectiva remuneração Proceder à confirmação ou substituição 1 do auditor externo Supervisionar o sistema de controlo interno Aprovação dos manuais e dos programas de actividade de auditoria interna Conhecimento das conclusões e recomendações dos relatórios de auditoria Contratação de serviços de terceiros se necessário Comunicação interna de práticas ilícitas ou anti-éticas 1) Neste caso tem de informar a Assembleia Geral das razões subjacentes.

33 33 | Corporate Governance e Interesse Público Conselho Fiscal e Auditoria Externa Empresas de auditoria deverão divulgar… A sua facturação global Lista de clientes que representem mais de 5% dos seus proveitos totais, discriminando o peso individual de cada um deles A empresa cotada não deve contratar qualquer partner ou colaborador da empresa que tenha prestado serviços de auditoria antes que tenha decorrido pelo menos 2 anos CONSELHO FISCAL AUDITORES EXTERNOS são também destinatários de recomendações Empresas têm condições para ter Comissões de Auditoria ? Extinção do Conselho Fiscal transferindo competências para a Comissão de Auditoria SIMNÃO Conselho Fiscal deverá desempenhar as funções cometidas à Comissão de Auditoria

34 34 | Corporate Governance e Interesse Público Controlo Interno de Riscos AUDITORIA INTERNA E OUTROS MECANISMOS DE CONTROLO DE RISCO Conselho de Administração tem a obrigação de criar e manter em funcionamento, com eficácia e eficiência, mecanismos que visem a detecção e gestão de riscos Reporte aos accionistas dos resultados Proteger os interesses dos accionistas Proteger os investimentos da empresa e os seus activos Revisão - pelo menos anual - da efectividade e eficiência do sistema

35 35 | Corporate Governance e Interesse Público Assembleias Gerais Qualquer accionista deve poder apresentar, divulgar e justificar propostas para votação em Assembleia Geral via: website da empresa correio electrónico AUMENTAR A EFICIÊNCIA E A EFICÁCIA DAS ASSEMBLEIAS GERAIS Independência do Presidente da Mesa da Assembleia Geral Participação activa dos accionistas Adopção das novas tecnologias na comunicação com os accionistas Informar efectiva e atempadamente os Accionistas de quais os assuntos que irão ser discutidos Disponibilizar em permanência no sítio na Internet todos os Relatórios Anuais e outras informações relevantes

36 36 | Corporate Governance e Interesse Público Controlo Accionista e Negócios com Accionistas 1) As operações que não ocorram em condições de mercado devem ser previamente aprovadas ou pelo Conselho de Administração ou pela Comissão de Auditoria. MERCADO DE CONTROLO DE EMPRESAS Abolição de medidas que limitem o funcionamento do mercado de controlo de empresas Estimula-se que a cada acção corresponda um voto e haja coincidência entre a percentagem de direitos de voto e de direitos de cash flow NEGÓCIOS COM ACCIONISTAS E RELAÇÕES COMERCIAIS IMPORTANTES Accionistas com posições >5% devem identificar ao Conselho de Administração todos os fornecedores e clientes da empresa que com eles mantenham interesses comerciais comuns relevantes Transacções com Accionistas com posições >2% ou com entidade com quem aqueles mantenham interesses comerciais comuns relevantes, devem ser realizadas nas condições de mercado e ser objecto de divulgação 1

37 37 | Corporate Governance e Interesse Público Outras recomendações DESPESAS CONFIDENCIAIS Eliminação da prática e possibilidade legal de contabilizar despesas confidenciais ou não documentadas POLÍTICA DE DIVIDENDOS Conselho de Administração deverá submeter à aprovação da Assembleia Geral uma política de dividendos de longo prazo INVESTIDORES INSTITUCIONAIS Divulgar as linhas mestras da política de governo das sociedades que consideram adequadas e intervir activamente nas Assembleias Gerais ACCIONISTA ESTADO Exerça os seus direitos sociais em empresas cotadas como se de um Accionista privado se tratasse Abstenha-se de utilizar empresas como instrumentos de regulação ou de política sectorial


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