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Exame Oftalmológico Universidade Federal da Paraíba Universidade Federal de Campina Grande Prof.Dr. João Pessoa de Souza Filho.

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1 Exame Oftalmológico Universidade Federal da Paraíba Universidade Federal de Campina Grande Prof.Dr. João Pessoa de Souza Filho

2 Exame Oftalmológico Anamnese Ocular Ectoscopia Acuidade Visual e Refração Movimentos Oculares Teste de Função Sensorial Exame dos Reflexos Pupilares Campo Visual de Confrontação Biomicroscopia Tonometria Fundoscopia Exames Complementares

3 Exame Oftalmológico

4 Acuidade Visual É uma medida angular – Relaciona distância e tamanho do objeto visível ESCALA DE SNELLEN – Mede acuidade para longe Objeto – 5 minutos de arco – 6 metros – 20 / 20 Numerador = Distância Denominador = Distância que um indivíduo normal ver a Figura. Não é uma fração 2 0 / 40 = 0,5 Não é 50% !!!!

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6 IMPORTANTE – Padronizar o exame BOA ILUMINAÇÃO DISTÂNCIA FIXA AVALIAÇÃO MONOCULAR TABELA ÚNICA Acuidade Visual

7 Longe ETDRS Acuidade Visual

8 Perto - distância de leitura (Jaeger) ETDRS Acuidade Visual

9 Alguns conceitos em Oftalmologia Índice de refração Refração Foco Acomodação visual Dioptria Emetropia Ametropia Astenopia

10 Exames para diagnóstico dos erros de refração Teste Objetivo Acuidade Visual Teste Subjetivo Refração Computadorizada

11 Refração MÉTODO OBJETIVO – Determinar o erro refrativo RETINOSCÓPIO – Produz luz em faixa PRINCÍPIO – Reflexo luminoso Interposição de lentes para a anulação das vergências Identifica defeitos esféricos e cilíndricos Cicloplegia – Aumenta precisão ( “olho em repouso” )

12 Refração Instrumento: Retinoscópio - Projeta um feixe de luz linear - Feixe pode ser orientado em qualquer meridiano - Luz é refletida na retina do examinado - Luz é observada pelo examinador na abertura da pupila como uma faixa luminosa - O movimento do feixe de luz varia de acordo com o estado refracional do paciente

13 Refração Autorefrator  Fornece refração objetiva utilizando vários princípios ópticos  Fontes de infravermelho  Velocidade de processamento dependente do aparelho  Paciente fixa um objeto (mira)  Fornece a refração mesmo através de L.C. ou LIO * Não substitui a retinoscopia

14 Refração Subjetiva PRINCÍPIO – Determinar a melhor visão REFINAMENTO – Grau esférico / Potência e eixo do cilindro - Colaboração do paciente !

15 Tipos de ametropias As ametropias são detectadas pelas queixas do paciente e pelo exame oftalmológico completo do paciente. São elas: Hipermetropia Miopia: - Benígna - Malígna ou Degenerativa Astigmatismo: - Simples ou regular: - Conforme a regra - Contra a regra - Misto: - Hipermetrópico - Miópico - Irregular

16 Emetropia  Olho opticamente normal  Grego émmetros - uma justa medida  Os raios paralelos são trazidos em foco sobre a fóvea

17 Miopia  Quando um objeto no infinito é focalizado a frente da retina

18 Hipermetropia  Quando um objeto no infinito é focalizado além da retina  Sistema óptico reduzido ou diâmetro axial inferior

19 Astigmatismo  Diferentes meridianos – Diferentes pontos focais

20 Presbiopia  Diminuição da Amplitude de acomodação  Ponto próximo - Afasta do olho  Fisiológica – após 40 anos

21 Teste Bicromático

22 Míope hipocorrigido / Hipermétrope hipercorrigido.

23 Míope hipercorrigido / Hipermétrope hipocorrigido.

24 Tratamento A correção pode ser feita com óculos; lentes de contato ou cirurgia. - Óculos usa-se lente esférica positiva (ou lente convexa; ou lente convergente). - Lentes de contato pode-se usar lentes gelatinosas;ou siliconadas; ou de silicone-hidrogel. - Cirurgia nos pequenos graus(laser) em graus mais elevados (lasik).

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27 Tipos de Lentes LENTES CONVERGENTES  São mais espessas no centro do que nos bordos,  Quando se desloca uma lente positiva, o objeto caminha em sentido contrário.  O centro ótico de uma lente positiva coincide com sua espessura mais grossa.  Ao olharmos no rosto de uma pessoa, notaremos que a lente aumentará o tamanho dos olhos. LENTES DIVERGENTES  São mais finas no centro do que nos bordos,  Quando se desloca uma lente negativa, os objetos se deslocam no mesmo sentido.  O centro ótico de uma lente negativa localiza-se no seu ponto mais fino.  Ao olharmos no rosto de uma pessoa, notaremos que a lente diminuirá o tamanho dos olhos

28 Tipos de Lentes

29 O funcionamento de uma lente A melhor maneira de entender o comportamento da luz através de uma lente curva é compará-la a um prisma. O prisma é mais grosso em uma extremidade e a luz que o atravessa é desviada (refratada) em direção à porção mais espessa.

30 QUANTO AO CAMPO DE VISÃO MONOFOCAIS  As lentes de visão simples são aquelas que se destinam a um só campo de visão. BIFOCAIS  São lentes com dois campos de visão, sendo um para longe e outro para perto, separados por uma linha divisória visível.  São usados por pessoas que possuem presbiopia (falta de visão para perto). MULTIFOCAIS  As multifocais constituem dois ou mais campos de visão, com distâncias focais diferentes, classificadas em bifocais, trifocais ou progressivas.  Elas são como que duas ou mais lentes simples unidas num só bloco, onde uma parte é empregada para visão de longe e outra para visão de perto.  Quanto mais aperfeiçoada é a lente multifocal, menor é o desconforto do usuário, devido à diminuição do chamado salto de imagem e a aberração cromática.

31 Tipos de Lentes

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34 Lentes de Contato  Praticidade  Esportes  Cuidados

35 Lentes de Contato

36 Cirurgia Refrativa

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