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Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Seminário Internacional Avaliação de Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação.

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1 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Seminário Internacional Avaliação de Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação – Diálogos entre experiências internacionais e brasileiras Rio de janeiro, 3 a 5 de dezembro de 2007 Fundos Setoriais como instrumentos da nova política de C,T&I: Propostas e referenciais para avaliação Antonio Carlos F. Galvão

2 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 2 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Avaliação C,T&I com ênfase nos Fundos Setoriais 1.Modelo sistêmico e periodização da Política de C,T&I 2.Plano do MCT e dimensões básicas do Sistema no Brasil 3.Espaço preferencial e papel do CGEE e do MCT na Avaliação de Programas e Políticas de C,T&I 4.Fundos Setoriais – Avaliações preliminares (Aderência e outras) 5.Dados básicos do SigFS e algumas questões para a uma proposta de Avaliação 6.Passos futuros - conclusões e recomendações

3 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 3 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Modelo Sistêmico de Inovação: Interatividade Cooperação Aprendizagem Novos Atores Territorialidade Fonte: OCDE (1999) apud Viotti (2003)

4 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 4 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Periodização do Sistema e sua relação com a Avaliação C,T&I 1ª Fase do Pós-Guerra (até anos 60) Avaliação ex-ante das propostas de pesquisa; Peer review e métodos simples de seleção de projetos Foco nos insumos (frutos virão com certeza) Avaliação ex-post desnecessária 2ª Fase do Pós-Guerra (dos anos 60 aos 80) Competitividade e sustentabilidade Contabilidade passa a ser requerida; relevância social é cobrada Programas de missão orientada (Programa Apollo;Guerra ao Cancer etc.) Avaliação ex-post expõe o alcance dos resultados com os programas 3ª Fase do Pós-Guerra (dos anos 80 para cá) programas de estímulo à P&D (generalizado; TICs, biotec etc.) Abordagem para deslocar o sistema para uma direção estratégica criar capacidades e estimular cultura cooperativa Avaliação ex-post tornou-se padrão Fonte:Arie Rip Societal challenges for R&D evaluation apud Shapira e Kuhlmann (2003)

5 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 5 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Grants p/ pesquisa Grants e programas p/ Contratos e Programas de sem fim definido pesquisa estratégica P&D (estímulo, missão) (novo desafio) Ex-ante: Revisão pelos pares das Revisão pelos pares e prerrogativa do consumidor Apreciação propostas (desenvolvida) (alguma) pelos usuários; / financiador (ad hoc, temas prioritários intramuros) (foresight) Ex-post: Só mediante registros (do painéis de especialistas Painéis de especialistas Avaliação tipo gravação de trilha) estimam valor estratégico e avaliadores profissio- alcançado. Métodos de nais para avaliar o pro- impacto duto e atingimento das metas Estado da arte da Avaliação da P&D Fonte:Arie Rip Societal challenges for R&D evaluation apud Shapira e Kuhlmann (2003)

6 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 6 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais MCT lança Plano de Ação c

7 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 7 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Periodização da Política de C,T&I no Plano MCT lançado

8 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 8 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais MCT lança Plano de Ação c

9 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 9 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Plano de Ação pressupõe uma Política de Estado

10 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 10 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais MCT lança Plano de Ação

11 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 11 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Estimativa dos dispêndios totais em P&D em relação ao PIB

12 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 12 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais P&D tem que evoluir + de 50% acima do investimento público e privado AnoPIBCresc. (%)P&D/PIBP&D totalCresc. (%)P&D GovernoCresc. (%)P&D privadoCresc. (%) ,80,8318,110,47, ,92,90,8619,36,611,27,78,15, ,83,70,9020,98,312,18,08,88, ,34,51,0224,818,714,418,610,518, ,75,01,1529,418,517,018,812,418, ,15,01,2934,617,619,715,714,920, ,95,01,4239,815,322,514,217,316,7 Estimativa da evolução dos dispêndios P&D com proporção do PIB (base no modelo econométrico do Estudo da Dimensão territorial dos PPA -Ministério do Planejamento)

13 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 13 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Evolução estimada dos recursos totais da União

14 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 14 Orçamento MCT Executado ( ) e Projetado ( ) Executado ( ) e Projetado ( ) Notas: não inclui as despesas financeiras e obrigatórias, pessoal e encargos; inclui somente as despesas de OCC (Outros Custeios e Capital) e os recursos da UO (Recursos sob supervisão do FNDCT) no FNDCT. Trajetória recente e evolução estimada dos recursos Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais

15 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 15 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Trajetória dos recursos do FNDCT

16 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 16 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais O Ciclo de Avaliação de Políticas, Programas e Projetos Policy Review Ex-post /Results Evaluations Ongoing / Mid term Evaluation Programme Implementation Programme Conclusions Policy Delivery Ex-ante Feasibility Evaluation Programme Design Policy Formulation Fonte:Evaluating Socio Economic Development, SOURCEBOOK 1: Themes and Policy Areas: Research, Technological Development and Innovation

17 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 17 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Ambiente da Avaliação e o CGEE Fonte: CEC/EU DG-Regio 2006

18 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 18 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Objetivos Estatutários (2001) Promover e realizar estudos e pesquisas prospectivas de alto nível na área de ciência e tecnologia e suas relações com setores produtivos; Promover e realizar atividades de avaliação de estratégias e de impactos econômicos e sociais das políticas, programas e projetos científicos e tecnológicos; Compromisso explicitado no Contrato de Gestão Início com atividades de gestão e avaliação dos Fundos (mas foram descontinuadas); Outras atividades de avaliação: –Avaliação de aderência dos Fundos Setoriais (concluída); –Avaliação das OEPAS – Organizações Estaduais de pesquisa agropecuária (concluída); –Avaliação do Programa Antártico brasileiro (concluída 1ª etapa); –Avaliação do processo da 1ª Chamada Pública da Subvenção Econômica (concluída); –Avaliação do papel das FAPs na execução dos Fundos Setoriais (em curso). Comitê Permanente de Coordenação do Processo de Avaliação dos Fundos Setoriais; Sistema Integrado de Gestão dos Fundos Setoriais- SIG-FS Avaliação: experiência do CGEE

19 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 19 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais

20 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 20 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais

21 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 21 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais

22 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 22 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Qualitativas: i) deliberações dos comitês, ii) Planos de Investimentos, iii) termos de referência, iv) escopo dos instrumentos (editais/chamadas públicas, encomendas e cartas-convite) Quantitativas: i) dados sobre a demanda bruta e qualificada, ii) dados sobre carteira de projetos contratados; iii) desempenho operacional (tempo entre decisão e operação dos instrumentos), iv) prazo para contratação e desembolso Produção de relatórios e estatísticas organizadas por: Eixo estratégico Linha e ação Programas Instrumentos Região e UF Levantamento sistemático de informações gerenciais (SigFS)

23 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 23 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Documento do MCT e CGEE propondo aos Comitês dos Fundos uma avaliação sistemática cobrindo todo o ciclo

24 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 24 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Atividades principais do ciclo completo da Avaliação 1) Aprimoramento do processo de gestão das informações gerenciais dos Fundos Setoriais 2) Acompanhamento e avaliação do processo decisório e operacional Apoio ao planejamento e às estratégias de alocação de recursos 3) Avaliação de resultados e impactos dos Fundos Setoriais Levantamento de informações junto aos coordenadores de projetos Realização de workshops de avaliação

25 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 25 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Objetivo Estratégico Geral da Avaliação: Aperfeiçoar a estratégia dos Fundos setoriais e melhorar a capacidade de legitimação do instrumento junto aos tomadores de decisão

26 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 26 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Características gerais dos Fundos Setoriais Novo modelo de financiamento à C,T&I no País (com recursos provenientes de contribuições sobre faturamento das empresas e resultado exploração de recursos minerais Objetivos: –Focal: maior comprometimento dos empresários na formulação da agenda, nas decisões de aplicação de recursos e execução dos projetos Empresa como foco da demanda tecnológica Ambiente favorável às parcerias entre governos, ICTs e empresas Estratégias definidas pelos principais atores do setor –Difuso: fortalecimento das atividades de C,T&I no País, com ênfase no apoio às inovações nos setores selecionados Infra-estrutura de pesquisa e recursos humanos Desconcentração regional Cooperação

27 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 27 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Etapas iniciais da Avaliação de Resultados (e impacto) dos Fundos 1.Identificação e organização das informações relativas à operação e execução dos Fundos 2.Definição preliminar da metodologia e do engajamento dos especialistas em Avaliação em C,T&I 1.Diagnósticos das lacunas e deficiências informacionais 2.Detalhamento dos métodos a utilizar e 3.Contratação da bases metodológicas (procedimentos, métodos, indicadores etc.) com os Comitês Gestores do Fundo 4.Montagem de uma base amostral de resultados dos Fundos (Programas e projetos) 1.Parte que varra todos os Fundos cobrindo uma base homogênea de indicadores 2.Parte que trate de indicadores específicos de cada Fundo 5.Estruturação de uma base de informações e indicadores de referência para a Avaliação

28 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 28 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais

29 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 29 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais

30 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 30 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais

31 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 31 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Primeiras Questões Questões gerais: –Quais são os resultados das estratégias e dos projetos de P&D apoiados pelos Fundos? –Que impactos tiveram os programas e projetos apoiados pelos Fundos ? –Em que medida construímos novo modelo de financiamento à C,T&I no País? –Qual tem sido o papel dos Fundos para a definição das estratégias setoriais? –Qual tem sido a participação efetiva das empresas nos Fundos? Questões sobre as estratégias da Avaliação: –Cobrir todos os Fundos? Quais escolher inicialmente para a avaliação? –Priorizar Fundos de maior envergadura financeira? De maior tempo de implementação? De papel mais diversificado no sistema? –Como acessar resultados? (Base de dados amostral de resultados e painéis de especialistas) –Como mobilizar os atores intervenientes (questionários; entrevistas,outros....)?

32 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 32 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais

33 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 33 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Quadro síntese por Tipo de Instituição Executora (todos os Fundos) – CNPqFINEPTotal N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) N° PROJET OS VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) Tipo de Instituição , , ,86 Academias ,558 Agências de Fomento , , ,65 Assoc./Soc. Científicas , , ,76 Empresa Tecnológica , , ,66 Empresas Privadas , , ,90 Ensino Técnico , , ,43 Instituição de Ensino Superior , , ,47 Instituição de Pesquisa , , ,06 Instituição Tecnológica , , ,92 Museus ,001 Organização Não- Governam , , ,67 Secretarias, Prefeituras , , ,04 Total , , ,97

34 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 34 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Quadro síntese por Instrumento (todos os Fundos) – CNPqFINEPTotal INSTRUMENTO N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) N° PROJETOS VL CONTRATADO (R$) , , ,51 Carta Convite , ,72 Chamada Pública , ,62 Edital , ,65 Encomenda , ,92 Eventos , ,13 Total , , ,75

35 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 35 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais

36 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 36 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Questões sobre variância dos apoios e projetos Questões: –A estratégia tem resultado numa maior interação entre as instituições acadêmicas e as empresas na promoção das inovações ? (vide PINTEC- IBGE) –Tem havido mudança de atitude na cooperação entre universidades, institutos e empresas?? –Projetos financiados na modalidade de encomenda têm atendido melhor seus demandantes? –As ações transversais têm proporcionado resultados robustos e melhor atendimento aos objetivos da PITCE? Questões sobre as estratégias da Avaliação: –Destacar projetos de maior vulto (amostragem certa)? –Tratar em separado projetos de menor envergadura (bolsas isoladas, etc.)? –Especializar avaliaçõa pela natureza dos instrumentos de contratação? –Assegurar cobertura regional adequada (estratificar amostras)?

37 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 37 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais

38 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 38 Avaliação em Ciência, Tecnologia e Inovação e Fundos Setoriais Questões sobre distribuição espacial Questões: –A estratégia dos Fundos tem favorecido a capacitação científica e tecnológica das regiões menos favorecidas do País? –Quais os fundos que possuem maior ou menor capilaridade espacial? –Qual tem sido a participação efetiva das empresas nos Fundos nas diversas regiões? –Quão eficaz tem sido o dispositivo legal de aplicação mínima dos recursos nas regiões menos favorecidas? –Que arranjo institucional é mais favorável à descentralização sem concessões à qualidade do sistema? Questões sobre as estratégias da Avaliação: –Como envolver instâncias subnacionais na avaliação (vide pesquisa FAPs)? –Assegurar cobertura regional adequada (estratificar amostras)?

39 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Slide 39 OBRIGADO Antonio Carlos F. Galvão Centro de Gestão e Estudos Estratégicos - CGEE Avaliação


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