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“O universo (que outros chamam a Biblioteca) constitui-se de um número indefinido, e quiçá finito, de galerias hexagonais, com vastos poços de ventilação.

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1 “O universo (que outros chamam a Biblioteca) constitui-se de um número indefinido, e quiçá finito, de galerias hexagonais, com vastos poços de ventilação no centro, cercados por varandas baixíssimas. De qualquer hexágono, vêem-se os pisos inferiores e superiores: interminavelmente. A distribuição das galerias é invariável. Vinte estantes, em cinco longas prateleiras por lado, cobrem todos os lados menos dois; sua altura, que é a dos andares, excede apenas a de um bibliotecário normal. Uma das frentes livres leva a um saguão estreito, que desemboca em outra galeria, idêntica à primeira e a todas. [...] No saguão há um espelho, que duplica as aparências fielmente. Os homens costumam inferir desse espelho que a Biblioteca não é infinita (se o fosse realmente, para que essa duplicação ilusória?), prefiro imaginar que as superfícies polidas representam e prometem o infinito...” (Borges, J.L. A biblioteca de Babel. In: ---. Ficções. Porto Alegre: Globo, p.61)

2 PLANEJAMENTO DE ESPAÇO DE BIBLIOTECAS Maria Christina Barbosa de Almeida colaboração: Heloisa Lima Herkenhoff

3 objetivos do planejamento de espaço  maximizar eficiência e eficácia  trazer bem-estar e satisfação  atrair e acolher – ampliar o uso

4 situações nova biblioteca – novo espaço nova biblioteca – espaço adaptado biblioteca existente – novo espaço biblioteca existente – reforma e ampliação

5 o projeto conceitual precede o planejamento do espaço a questão: que biblioteca se deseja?

6 “ O que é uma biblioteca contemporânea? [...] o que deveria ser a Biblioteca Alexandrina, a nova Biblioteca de Alexandria? Um conservatório de livros? Um lugar de acesso à internet? Um lugar de encontro onde se articulam as idéias? Um museu? Um lugar para aprender? Um lugar para descontrair-se? Tudo isso de uma só vez? Como conceber uma biblioteca contemporânea no contexto histórico e geográfico do Egito e de Alexandria? [...] para descobrir o que é evidente, precisamos olhar ao longe e em múltiplas direções.” [KAPELLER, Christoph. L’architecture de la nouvelle Bibliothèque d’Alexandrie. In: PATOUT, Fabrice, org. La nouvelle Bibliothèque d’Alexandrie. Paris: Buchet Chastel, p.61]

7 Today, this vast complex is a reality receiving more than 800,000 visitors a year A library that can hold millions of books; A center for the Internet and its archive; Six specialized libraries for: Audio-visual materials The visually impaired Children The young Microforms Rarebooks and special collection; Three Museums for Antiquities Manuscripts The history of science; A Planetarium; An ALEXploratorium for children’s exhibitions; Two permanent exhibitions; Six art galleries for temporary exhibitions; A conference center for thousands of persons; Seven research institutes covering: Manuscripts Documentation of heritage Calligraphy and writing Information sciences Mediterranean and Alexandrian studies Arts Center Scientific research A discussion forum. fonte: The Bibliotheca Alexandrina

8 de que se compõe o projeto conceitual?  missão  objetivos  políticas  públicos  acervo  serviços / atividades  estrutura organizacional

9 biblioteca existente quando rever o espaço?

10 1 quando faltar espaço para crescimento da coleção quando as pessoas percebem, o problema já é grave! importante: monitorar o crescimento das coleções e o espaço de armazenamento e tomar providências em tempo

11 2 quando faltar espaço para usuários e/ou funcionários [ou quando o espaço for inadequado] 3 quando houver mudança de conceito da biblioteca 4 quando houver mudanças quanto aos públicos 5 quando forem criados novos serviços

12 como deve ser o espaço da biblioteca? flexível compacto diversificado acessível organizado seguro (preservação, integridade do acervo, etc) econômico confortável bonito

13 flexibilidade o que é? capacidade de adaptação do espaço a novos usos ou funções [que não as inicialmente previstas] com um mínimo de inconveniência e custo requisito mais importante de um edifício de biblioteca por isso, é conceito a ser incorporado pelo grupo de trabalho desde o início do processo de planejamento do espaço

14 flexibilidade dois aspectos: mudança - reflete o dinamismo da biblioteca  novas tecnologias, novos públicos, novas funções, novas articulações crescimento – tendência em quase todos os tipos de bibliotecas [acervo, usuários] “Afirmo que a Biblioteca é interminável” (Borges, J.L. A biblioteca de Babel. In: ---. Ficções. Porto Alegre: Globo, p.62)

15 Sala de leitura – Biblioteca Alexandrina “É um lugar de reflexão, de observação, de encontro, de discussão, de estudo e de descoberta; um lugar onde se encontrar, um espaço que parece infinito e ilimitado, e que, no entanto, é íntimo, como se fechasse o ambiente imediato do leitor, um espaço onde a gente pode se isolar ou, ao contrário, se beneficiar da proximidade de outros visitantes e talvez, até mesmo, fazer as duas coisas ao mesmo tempo” [KAPELLER, Christoph. L’architecture de la nouvelle Bibliothèque d’Alexandrie. p.75]

16 espaço compacto  facilita a circulação de usuários e de funcionários e dos materiais do acervo  facilita o desenvolvimento das atividades  contribui para o aumento de eficiência e produtividade  minimiza o esforço físico e mental da equipe e dos usuários impõe-se quando equipe de trabalho é reduzida e acumula diferentes atividades

17 espaço diversificado respeita as diversas necessidades decorrentes de seus usos e funções  oferece diferentes soluções de armazenamento de acervo adequadas a cada tipo de material  oferece diferentes opções de uso da biblioteca  considera as preferências dos usuários

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19 “[...] sala imensa cheia de nichos e cantos. Acompanhando os terraços, esses nichos asseguram privacidade e tranquilidade aos leitores dentro desse vasto espaço. Cada leitor poderá encontrar seu canto preferido [...]” [ KAPELLER, Christoph. L’architecture de la nouvelle Bibliothèque d’Alexandrie. p.77]

20 espaço acessível acesso ao edifício acesso ao acervo e aos serviços desejados

21 acesso ao edifício “Ao invés de reagir a seu ambiente imediato [...] a nova Biblioteca vai no sentido contrário e abre um vazio no alinhamento, criando um vasto espaço público em frente ao porto e ao mar. Esse gesto cívico [...] faz nascer um forte elo entre as duas entidades em cujo centro fica o visitante.” [KAPELLER, Christoph. L’architecture de la nouvelle Bibliothèque d’Alexandrie. p.65-6]

22 acesso ao acervo e serviços Biblioteca do Centro Britânico Brasileiro, São Paulo Botti Rubin Arquitetos Associados Deutsche Bibliothek Frankfurt am Main Informationszentrum im Hauptlesesaal Fotógrafo: Thomas Linke, Linie Fotoform Fontes:

23 espaço organizado permite e estimula o contato adequado do usuário com o acervo e os serviços

24 Mediathèque départamentale Drôme-Provençale, Nyons (Drôme) Arq. Christine Royer e Dominique Chapuis (de Grenoble) Fonte das fotos: Staatsbibliothek zu Berlin Potsdamer Str Fonte da foto: site da biblioteca

25 espaço seguro colabora para a preservação dos materiais contribui para a integridade do acervo

26 espaço econômico custo da construção X custo da manutenção

27 espaço confortável para ser freqüentado, deve ser agradável elementos a serem cuidados:  iluminação  acústica  nível de umidade e temperatura  mobiliário

28 “A sala separa o visitante de seu ambiente habitual, envolvendo-o numa atmosfera calma que, apesar de suas dimensões consideráveis, lhe oferece a intimidade necessária à leitura e à reflexão [...] funciona como uma antecâmara para o verdadeiro espaço de leitura, o espaço mental interior.” [KAPELLER, Christoph. L’architecture de la nouvelle Bibliothèque d’Alexandrie. p.76]

29 espaço confortável – a luz “O espaço é esculpido pela luz natural refletida, que anima volumes e materiais nas diferentes horas do dia.” A luz “acentua a riqueza do espaço e assegura um contato com o exterior ao mesmo tempo em que dá ao leitor a sensação do tempo que passa.” [KAPELLER, Christoph. L’architecture de la nouvelle Bibliothèque d’Alexandrie. p.79]

30 espaço bonito alguma dúvida?

31 o desafio: lidar com as contradições  biblioteca aberta, transparente, quase vitrine x espaços mais íntimos e acolhedores  projetos “personalizados” x “pret-à-porter” arquitetural  facilidade de acesso a acervo e serviços x quantidade de usuários  disponibilidade de informações x necessidade de mediação  preservação x uso

32 questões de preservação preservação forma de assegurar a mais longa vida útil possível às coleções nem sempre os aspectos relativos à conservação preventiva dos acervos são levados em conta quando se projetam edifícios para bibliotecas, arquivos e centros de documentação resultado: problemas intermináveis para o gerenciamento das coleções e sua preservação

33 questões de preservação soluções de espaço, materiais e acabamento adequados  melhoram as condições de preservação das coleções  reduzem custos a longo prazo mesmo que exijam algum investimento adicional no momento da construção

34 questões de preservação problemas que podem ser evitados: infestação de insetos e fungos desgaste das coleções e do mobiliário causado pela luz, calor e umidade incêndios ou riscos à segurança altos custos de seguro

35 questões de preservação seleção do local do edifício evitar zonas de risco buscar soluções técnicas que resolvam ou minimizem o problema

36 questões de preservação estrutura do edifício o edifício como um “envelope” e como um “filtro” (TRINKLEY, Michael. Considerações sobre preservação na construção e reforma de bibliotecas: planejamento para preservação. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional/ Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, 1997)

37 questões de preservação materiais e acabamentos  vantagens e desvantagens  madeira  metais  têxteis  destaque: a escolha do piso

38 questões de preservação cargas livros e outros documentos em suporte papel são muito pesados imaginem o peso de uma estante de discos fonográficos de vinil – os velhos LPs e compactos ainda comumente encontrados em nossas bibliotecas! importante: alertar o arquiteto para sobrecargas estudar a distribuição das coleções projetando crescimento estudar formas compactas de armazenamento (TRINKLEY,1990, p.27)

39 questões de preservação armazenamento compacto atenção quanto à proteção contra incêndios e à ventilação recomendação: aspersores de água bem próximos entre si e pequenas aberturas entre as unidades de estantes compactas melhorar a ventilação reduzir risco de mofo e bolor combater incêndios

40 questões de preservação  cobertura infiltrações - grandes desafios  hidráulica  sistema elétrico

41 questões de preservação luz x preservação de coleções todo o tipo de luz é prejudicial a acervos - provoca:  esmaecimento de corantes e pigmentos  deterioração de documentos em suporte de papel, película e magnéticos intensidade de exposição dos documentos à luz - define os danos à sua preservação radiação UV - potencializa o efeito nocivo da luz recomendações para reduzir danos às coleções: o áreas de armazenamento - luz apenas para encontrar o material e não para lê-los o redução da luz visível para 50 lux e da radiação UV para não mais que 75 w/lumen (Trinkley)]

42 questões de preservação umidade relativa (UR) do ambiente  determina a maior ou menor probabilidade de proliferação e crescimento de fungos e insetos  afeta todos os materiais higroscópicos [madeira, couro, têxteis, papel e outros]

43 questões de preservação aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC) temperatura elevada - responsável por aumento considerável na taxa de deterioração das obras calor dilata - causa danos em todo o tipo de documentos

44 questões de preservação qualidade do ar - afeta a preservação dos materiais ventilação - evita desenvolvimento de fungos importância da ventilação – é maior quando a umidade relativa não pode ser controlada

45 questões de preservação  instalação de sistema de AVAC  altos custos  recursos a longo prazo para manutenção adequada solução alternativa: limitar a abrangência dos sistemas AVAC a determinadas áreas da biblioteca desafio para armazenamento x uso de coleções: conseguir um equilíbrio de temperatura, umidade e circulação do ar que garanta conforto das pessoas + conservação das coleções

46 questões de preservação dicas [consenso entre especialistas] temperatura elevada + umidade relativa elevada: ambiente mais nefasto à preservação  umidade é mais importante que temperatura - prioridade no planejamento se nenhuma medida preventiva for viável na construção do novo edifício flutuações de umidade e temperatura: mais prejudiciais do que níveis estáveis, mesmo que inadequados

47 questões de preservação preservação: elemento essencial no programa de necessidades físicas da biblioteca implicação: construir a custo mais elevado x manter a custo mais baixo decisão que poucos têm a coragem de tomar

48 o programa de necessidades

49 para que serve? documenta necessidades que justificam e alimentam projeto de novo edifício ou de reforma / ampliação contempla expectativas do cliente em relação ao novo espaço  cliente – é a equipe da biblioteca, colocada aqui na situação de tradutora e mediadora das necessidades de seus usuários fornece elementos para que o arquiteto prepare o estudo preliminar e, após aprovação, desenvolva o anteprojeto arquitetônico

50 não há programas iguais não há modelos e não existe a biblioteca ideal há uma ampla gama de soluções em função de múltiplas variáveis por isso, todas as variáveis devem ser levantadas e detalhadas no programa, mesmo que, eventualmente, apresentem contradições caberá ao arquiteto equacionar esses conflitos e trazer soluções

51 o desafio: lidar com as contradições  uma biblioteca aberta, transparente, quase uma vitrine x espaços mais íntimos e acolhedores  projetos “personalizados” x “pret-à-porter” arquitetural  facilidade de acesso a acervo e serviços x quantidade de usuários  disponibilidade de informações x necessidade de mediação  tradição x inovação  preservação x uso

52 quem elabora o programa de necessidades? um grupo de trabalho multiprofissional, em que cada componente traz suas contribuições específicas:  o arquiteto, sua visão tridimensional  o bibliotecário, o domínio do conceito e das funções  o usuário, suas expectativas de uso do espaço fatores de sucesso do programa:  cooperação  respeito  interação dos diferentes atores  flexibilidade

53 papel do bibliotecário no projeto de construção ou reforma não se esgota na elaboração do programa de necessidades deve dar assessoria ao arquiteto para a elaboração do estudo preliminar deve acompanhar todo o processo de elaboração do projeto, bem como a execução da obra

54 o arquiteto quem é esse profissional? em que consistem suas atividades? como trabalhar junto? como lidar com conflitos? como lidar com as restrições ao projeto?

55 A rampa permite acesso dos portadores de necessidades especiais ao Cedoc Nos interiores, a função condiciona o desenho do espaço. A biblioteca tem aprox. 45 mil volumes O prédio tem a forma de um túnel de seção retangular; em uma das extremidades, o quebra-sol protege o grande caixilho No telhado, abertura em shed para aproveitar a luz natural Biblioteca do Instituto de Economia da UNICAMP BlochSó Arquitetura fonte: tetura398.asp

56 o programa sumário: Informações gerais sobre o contexto ou o ambiente em que se insere a biblioteca Informações sobre a biblioteca Histórico Natureza e finalidades Estrutura organizacional Comunidade a ser atendida Acervo existente e previsto Descrição dos diferentes ambientes e/ou grupos de atividades e levantamento de seus fluxos e especificações básicas Mobiliário e equipamento existente e previsto

57 o programa comunidade a ser atendida  biblioteca é serviço - usuários devem ser considerados  serviço já existente – possibilidade de informações mais detalhadas sobre o perfil dos usuários, destacando-se: quantidade, tipo e características dos usuários potenciais quantidade, tipo e características de usuários reais hábitos dos usuários - disponibilidade de tempo e períodos preferidos para uso da biblioteca

58 o programa acomodação – questões básicas: quem são os usuários? o edifício deve oferecer diferentes ambientes para consulta em função de categorias de usuários? devem ser oferecidas diferentes formas de acomodação, tais como mesas individuais, espaço para grupos, ou cabines? quantos assentos devem ser destinados a cada uma dessas alternativas?  não há fórmulas / há alguns padrões na literatura internacional quanto mais satisfatório o espaço, maior será o seu uso

59 SLUB – Sachsische Landesbibliothek Staats und Universitätsbibliothek, Dresden fonte:

60 programa acervo qual a política de formação e desenvolvimento de coleções? qual o acervo atual/inicial [tipos de documentos e quantidades]? qual a taxa de crescimento do acervo / previsão de crescimento anual? existem espaços especiais para depósitos ou bibliotecas depositárias para obras menos consultadas? quais as formas de tratamento e armazenamento das diferentes coleções? quais as formas de acesso e os usos das coleções? [destaques: coleções especiais e necessidades especiais de segurança e preservação; dados relativos à circulação de materiais (consulta, empréstimo, audição, exibição)]

61 programa descrição dos diferentes ambientes e/ou grupos de atividades levantamento de seus processos / fluxos e especificações básicas relações entre os diferentes ambientes / grupos de atividades

62 programa mobiliário e equipamento devem ser previstos no programa  alguns arquitetos preferem desenhar os móveis  fabricantes com novas propostas  tendência de evolução do mobiliário – formas, cores e materiais – aproximação de um mobiliário mais personalizado, menos frio, que dê a sensação de que se está em casa ou na casa de amigos

63 planejamento de espaço programa de necessidades físicas articula-se com programa de comunicação visual

64 objetivos:  orientar o usuário para os diferentes serviços e acervos  comunicar normas de uso da biblioteca e dos materiais

65 programa de comunicação visual definir: o finalidade de cada tipo de peça o conteúdos o forma o cor o local [importante: acompanhar a identidade visual da organização] aplica-se ao espaço, ao site, às publicações e peças de comunicação e à papelaria

66 Mario Botta: “A biblioteca é um envelope que deve conter uma memória cultural, levar às gerações algo que elas herdaram. A arquitetura se presta bem a essa função de abrigo de um bem valioso que não pertence a nós, mas a toda a humanidade.”

67 contatos: Maria Christina Barbosa de Almeida Heloisa Lima Herkenhoff

68 Essa apresentação foi preparada por Maria Christina Barbosa de Almeida, da Universidade de São Paulo e da Livre Acesso Consultoria em Informação, para palestra ministrada no Itaú Cultural, em São Paulo, Brasil, em 23 de novembro de 2005, que contou com a colaboração da arquiteta Heloisa Lima Herkenhoff, da BlochSo Arquitetura. O texto que deu origem à palestra está no livro da autora: Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2 ed. rev.e ampl. Brasília: Briquet de Lemos, Outros documentos utilizados estão citados ao longo da apresentação. Autorizado o uso desta apresentação por terceiros, para fins não comerciais, desde que citada a fonte.


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