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ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NA ASSISTÊNCIA AO PACIENTE COM SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ: RELATO DE EXPERIÊNCIA Péricles A.D.Duarte 1 ; Elaine F. Padilha 2 ; Gelena.

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1 ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NA ASSISTÊNCIA AO PACIENTE COM SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ: RELATO DE EXPERIÊNCIA Péricles A.D.Duarte 1 ; Elaine F. Padilha 2 ; Gelena L.G.S.Versa 2 ; Joelma S. Terêncio 2 ; Lizandra O. Ayres 2 ; Sidnei R. Alves 2 1.Médico Intensivista; 2.Enfermeiro (a) UTI Adultos - Hospital Universitário do Oeste do Paraná/UNIOESTECascavel/PR INTRODUÇÃO A síndrome de Guillian-Barré é caracterizada por inflamação e desmielinização dos nervos periféricos, provavelmente secundária ao processo mediado imunologicamente contra antígenos mielínicos. O seu diagnóstico é clínico, apoiado por estudos complementares. Apresentamos a experiência e impressões da enfermagem à assistência a pacientes com Síndrome de Guillain-Barré (SGB) em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de Adultos em um Hospital Universitário. Tais pacientes necessitam de uma assistência holística respeitando suas alteridades, visto que são geralmente jovens saudáveis em idade produtiva, que repentinamente foram acometidos por uma entidade pouco freqüente, com causa indefinida. MÉTODOS No ano de 2007 assistimos quatro pacientes com SGB, sendo três femininas; Idade média: 43a; Tempo médio de internamento de 45d; 100% necessitaram de ventilação mecânica e 75% traqueostomia; três pacientes receberam imunoglobulina e um realizou plasmaferese e imunoglobulina. Todos ficaram acamados, sem movimentação, conscientes e com dificuldade no processo de comunicação. REFERÊNCIAS DOURADO,M.E; FREITAS,M.L; SANTOS,F.M. Síndrome de Guillain-Barré com flutuações relacionadas ao tratamento com Imunoglobulina Humana endovenosa. Arquivos de Neuropsiquiatria, 56(3 a): 476-9, Visite nosso site: Para sanarmos essas dificuldades nos utilizamos do trabalho de uma equipe multidisciplinar e interação com a família, incluindo- a no auxílio da assistência. Usamos estratégias para resolução dos problemas como: presença da família continuamente; meios para melhorar o lazer (música, televisão, jornais, fotos e revistas); acompanhamento psicológico; visitas religiosas; comunicação com uso do alfabeto para apontamento de letras e formação das palavras para o paciente poder se expressar; orientação continua sobre localização temporal e espacial; orientações aos familiares de ações para auxiliar o paciente e atitudes que deveriam ser evitadas, como expressões de pena, choro na frente do paciente e visitas que tragam transtorno emocional; deixar o paciente expressar suas emoções, evitando termos como: não chore, não fique assim; utilização de palavras de incentivo e reforço positivo; redução de ruídos (alarmes e conversas) e manutenção da privacidade do paciente; estimulação do auto-cuidado; manter ambiente organizado; evitar que o paciente assista situações de emergência(colocando biombos ou salas separadas; estimular que a família traga objetos de cunho pessoal e de interesse do paciente para que o mesmo possa sentir-se mais confortável no ambiente hospitalar. RESULTADOS Foram encontrados muitos problemas físicos e psicológicos na assistência como: ansiedade, dificuldade de comunicação, isolamento social, depressão, raiva, tristeza, revolta, dor, medo, desesperança, dificuldade na socialização com a família, imobilidade física, desconforto físico e religioso.


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