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PROGRAMA DE ESTUDO SISTEMATIZADO DO CEFAK SUBPROGRAMA DE ESTUDOS SEQUENCIAIS - PES 8ª REUNIÃO DE ESTUDO TEMA : PSICOFONIA SONAMBÚLICA 1.

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1 PROGRAMA DE ESTUDO SISTEMATIZADO DO CEFAK SUBPROGRAMA DE ESTUDOS SEQUENCIAIS - PES 8ª REUNIÃO DE ESTUDO TEMA : PSICOFONIA SONAMBÚLICA 1

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3 LOCAL: Centro Espírita dirigido por Raul Silva. DIRIGENTE ESPIRITUAL: Clementino MÉDIUM: Irmã Celina INSTRUTOR: Áulus ESPÍRITOS EM OBSERVAÇÃO: André Luiz e Hilário Silva. SERVIÇO: Desobsessão. OBJETIVO: Estudar a psicofonia sonambúlica, sonambulismo e a diferença entre comunicação consciente e inconsciente. 3

4  Mediunidades: Clarividente, clariaudiente, incorpora ç ão sonamb ú lico e desdobramento da personalidade;  Celina emitia fios luminosos, que envolviam o sofredor;  Extrema passividade mediúnica;  Devotada companheira de nosso minist é rio espiritual. Nos Domínios da Mediunidade - Cap. VI e VIII 4

5  Fazendeiro desumano,convertido em vampiro inconsciente;  Algoz dos cativos, tirano/perverso;  Percebe, apenas os quadros interiores: escravos, dinheiro e lucros;  Percebe-se prisioneira das próprias vítimas - escravos;  Rosto triste e olhos vidrados, mortos...  Vive hipnotizado pelos algozes entre a desesperação e o remorso. (Nos Domínios da Mediunidade Cap. VIII) 5

6 André comenta: Logo o melhor instrumento da casa é que deverá acolher indesejável Comunicante? Percebia que a luminosa auréola de Celina, contrastava com a vestimenta pestilencial do Forasteiro. Semelhante providência não seria o mesmo que entregar a harpa delicada as patas de uma fera? (Nos Domínios da Mediunidade Cap. VIII) 6

7 Áulus responde aos questionamentos: Acalmem-se. O espírito dementado penetrou o Templo com a supervisão e o consentimento dos mentores da casa. “Quanto aos fluidos de natureza deletéria, não precisamos temê-los. Recuam instintivamente ante a luz espiritual que os fustiga ou desintegra. É por isso que cada médium possui ambiente próprio e cada assembleia se caracteriza por uma corrente magnética particular de preservação e defesa.” (Nos Domínios da Mediunidade Cap. VIII) 7

8  A m é dium desvencilhou-se do corpo como quem se entrega ao sono profundo, fitou o visitante com simpatia e abriu-lhe os bra ç os qual mãezinha abnegada ajudando-o a senhorear o corpo f í sico;  O sofredor, como se atra í do por um í mã, ligou-se a organiza ç ão f í sica da m é dium, colando-se a ela instintivamente ;  O comunicante projetava de si estiletes de treva, que se fundiam na luz da m é dium;  Tentava gritar improp é rios, mas as qualidades morais da m é dium impediam qualquer manifesta ç ão menos digna, achava-se manietado, vencido embora com aspecto rude. Nos Domínios da Mediunidade - Cap. VI e VIII 8

9  Por que a diversidade na mediunidade falante de Eugênia e Celina?  Por que Eugênia se mantinha como enfermeira preocupada?  Por que Celina se mantinha como tutora e seguia-o com cuidado de mãe?  Por que Eugênia se mantinha atormentada e Celina serena e confiante?  Qual a diferença entre a psicofonia de Celina e de Eugênia? (Nos Dom. da Mediunidade cap. VIII) 9

10 “Na Psicofonia consciente,diz Hilário Silva: Observei que dona Eugênia exercia um controle mais direto sobre o hóspede que lhe utilizava os recursos, ao passo que dona Celina (psicofonia inconsciente), embora vigiando o companheiro que se comunica, deixa-o mais à vontade, mais livre...” (Nos Domínios da Mediunidade - Cap. VIII) 10

11 FACULDADE DE EUGÊNIA OU CELINA? Caso Dona Celina não fosse a trabalhadora h á bil, não seria prefer í vel a faculdade de Dona Eugênia? O Instrutor concordou: "O sonambulismo puro, quando em mãos desavisa ­ das, pode produzir belos fenômenos, mas é menos ú til na constru ç ão espiritual do bem. “A psicofonia inconsciente, naqueles que não possuem m é ritos morais suficientes à pr ó pria defesa, pode levar à possessão integral nos obsessos que se renderam à s for ç as vampirizantes". (Nos Domínios da Mediunidade - Cap. VIII) 11

12 O QUE É PSICOFONIA? O termo psicofonia (psico – alma; fono – som), Kardec a denominou mediunidade falante. A psicofonia é o fenômeno mediúnico pelo qual o médium empresta seu aparelho fonador (cordas vocais, boca, etc.) para emitir as frases que o espírito deseja. O contato é telepático, entre a mente do espírito e a mente do médium, através dos perispíritos de ambos. Os médiuns falantes dividem-se em duas categorias: Médiuns conscientes Médiuns semi-consciente Médiuns inconscientes (LM- cap.XIV ) 12

13 LEGO PSICOFONIA CONSCIENTE - CARACTERÍSTICAS Médium  O espírito comunicante aproxima-se do médium, não mantém contato Perispiritual.  Há exteriorização do perispírito do médium por alguns centímetros.  Comunicação telepática das ideias.  O espírito influi sobre o aparelho fonador do médium.  As frases e estilos são médium, as ideias são do espírito comunicante.  O médium capta o pensamento antes de falar pode transmitir ou não. Vantagem: o médium pode avaliar antes da manifestação, com fácil controle do fenômeno. Nos Domínios da Mediunidade cap.VI vivenciasespiritualismo.net/.../2_6_fenomeno_da_incorporacao.ppsx Comunicante  O espírito, consegue ver, ouvir e raciocinar com algum equilíbrio.  O médium comanda firme as rédeas da própria vontade. 13

14 LEGO Cordão de Prata Médium desdobrado PSICOFONIA SEMI-CONSCIENTE - CARACTERÍSTICAS  Há formação da atmosfera fluídica entre as irradiações perispirituais do médium com as do espírito comunicante.  Há maior exteriorização do perispírito do médium, porém ainda não completa.  O espírito comunicante entra em contato com o perispírito do médium que se semi- exterioriza.  Os órgãos vocais do médium ficam parcialmente sob o controle do Espírito comunicante. Comunicante  o médium sabe o que está falando, sente o padrão vibratório e a intenção do comunicante, podendo controlar e intervir, se necessário.  ao terminar a manifestação, só recordará do início e do final da mensagem. Nos Domínios da Mediunidade capítulo VIII vivenciasespiritualismo.net/.../2_6_fenomeno_da_incorporacao.ppsx 14

15 Cordão de Prata PSICOFONIA INCONSCIENTE - CARACTERÍSTICAS LEGO Entidade incorporada Médium Desdobrado  Exterioriza ç ão total do perisp í rito do m é dium;  Não h á liga ç ão do esp í rito com o c é rebro do m é dium;  Atua ç ão direta do esp í rita no chacra lar í ngeo/centros nervosos;  O esp í rito pode modificar: estilo, gestos, entona ç ão de voz.  Frases, estilos e ideias são do esp í rito comunicante;  A m é dium não tem consciência da comunica ç ão;  Pode interromper o transe em caso de perigo ou de a ç ão contr á ria aos seus princ í pios. Nos Domínios da Mediunidade cap.VIII vivenciasespiritualismo.net/.../2_6_fenomeno_da_incorporacao.ppsx 15

16 A psicofonia sonambúlica é um tipo de mediunidade em que o esp í rito comunicante se utiliza dos ó rgãos f í sicos do m é dium ligados aos centros de for ç a respons á veis pela fala, exteriorizando, atrav é s da palavra, o seu pensamento. O esp í rito assume todas as suas faculdades, sem as restri ç ões impostas pela mat é ria. Seu corpo se torna um objeto inteiramente afastado do esp í rito. O m é dium serve de instrumento a outra inteligência. É passivo e o que diz não é dele. (LM - Cap. XIV -item 172) 16

17 O QUE É SONAMBULISMO? O Sonambulismo é um estado de independência do esp í rito, mais completo do que no sonho. SONAMBULISMO NATURAL – aquele que se produz espontaneamente e independe de qualquer causa exterior conhecida; o sonâmbulo age por influência do seu pr ó prio esp í rito; Sua alma, nos momentos de emancipa ç ão, vê, ouve e percebe al é m dos seus limites; As ideias são mais justos do que no estado normal. SONAMBULISMO PROVOCADO – Hipnose de encarnado ou desencarnado (obsessão). (LM - Cap. XIV -item 172/174) 17

18  Não confundir sonambulismo, natural ou provocado, com mediunidade sonambúlica.  No sonambulismo ocorre um fenômeno anímico de emancipação da alma, o espírito encarnado obra por si mesmo. Exprime o seu próprio pensamento.  Na mediunidade sonambúlica, o médium, em estado de sonambulismo, é instrumento passivo, exprime o pensamento de outro. Pode ver os espíritos, conversar com eles e transmitir seus pensamentos. (LM -Cap. XIV -item 172) SONAMBULISMO DIFERENTE DE MEDIUNIDADE SONAMB Ú LICA 18

19 INFLUÊNCIA MORAL DO MÉDIUM O desenvolvimento da mediunidade se processa na razão do desenvolvimento moral do médium ? -Não. A faculdade propriamente dita é orgânica, e portanto, independe da moral. Mas já não acontece o mesmo com o seu uso, que pode ser bom ou mau, segundo as qualidades do médium (LM – Cap. XX -perg. 226) 19

20 “O médium que queira gozar sempre da assistência dos bons Espíritos tem de trabalhar por melhorar-se” “O médium que compreende o seu dever, longe de se orgulhar de uma faculdade que não lhe pertence, visto que pode ser retirada, atribui a Deus as boas coisas que obtém”. (ESE - Cap item 11) 20

21  Estuda e estuda-te.  Evita a frivolidade e arma-te de siso, no mister relevante da mediunidade.  Cada ser vincula-se a um programa redentor, graças as causas a que se imana pelo impositivo da reencarnação. (Manoel P. de Miranda, Qualidade na Prática Mediúnica) 21


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