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Jesus, o Deus que se fez homem e habitou entre nós.

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Apresentação em tema: "Jesus, o Deus que se fez homem e habitou entre nós."— Transcrição da apresentação:

1 Jesus, o Deus que se fez homem e habitou entre nós

2  Jesus morreu, desceu ao mundos dos mortos e ressuscitou ao terceiro dia e garantiu ao homem a sua liberdade espiritual do cativeiro do pecado.  Veremos  1º Capítulo: A identidade de Jesus  2º Capítulo: O Sacrifício vicário de Jesus  3º Capítulo: A descida de Jesus ao inferno  4º Capítulo: A ressurreição vitoriosa de Jesus  5º Capítulo: A ascensão triunfal de Jesus IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

3  Os Judeus aguardaram por milênios a vinda do Messias.  1.1 – O Messias  No início Jesus foi recebido com certa euforia.  Porém foram percebendo que Jesus não se encaixava no perfil (Jo 10:24-25).  1.2 – O profeta  Apesar do povo ter dificuldades de aceita-lo como Messias, o povo o via como um profeta. ▪ Mateus 16:14 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

4  1.3 – Um ser superior  Jesus além de se mostrar superior a todas as figuras religiosas, Ele reivindicou seu lugar máximo na adoração. (Mt 12:6)  1.4 – Deus  Somente o viam como um profeta. Ele não poderia assumir uma identidade divina sendo um simples mortal.  1.5 – A ausência de pecado  Os Judeus entendiam que Jesus seria um representante puro, mas os fariseus viam Jesus como um pecador porque curava nos sábados. IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

5  1.6 – As tentações  Uma outra prova da pureza moral de Jesus está na isenção de pecado. Ele resistiu mesmo diante de tantas tentações. ▪ No início de seu ministério ficou no deserto por 40 dias e 40 noites sem se alimentar e foi tentado pelo diabo. Mas resistiu (Mt 4:1-11)  1.7 – O caráter impecável  Ele foi santo, não por prática, mas por natureza. IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

6  O ápice do ministério de Cristo está em sua morte no calvário com propósito.  2.1 – Jesus, o cordeiro de Deus  A morte de Jesus como cordeiro prefigurava os sacrifícios realizados pelos judeus diariamente para redenção dos seus pecados.  2.2 – O Messias sofredor  Os judeus não entenderam a vida messiânica de Jesus. IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

7  2.3 – A morte predita  A concepção de que o Messias seria preso e humilhado era demais para os discípulos.  2.4 – A crucificação de Jesus  Na mesma noite, Jesus foi julgado e condenado à morte e pela manhã passou por mais 5 julgamentos.  2.5 – Sua morte sacrificial  Sua morte prefigurava o ritual de sacrifícios realizados pelos judeus com animais.  Existiam sacrifícios: ▪ Substitutivo, Propiciatório, Expiatório IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

8  2.6 – Sua morte vicária  Jesus morreu em nosso lugar (substituição)  2.7 – Teorias acerca da razão de Sua morte  Ao longo da história surgiram muitas teorias sobre a morte de Jesus. ▪ Orígenes (185 – 254 d.C) Teólogo de Alexandria e mais tarde de Cesaréia ▪ Pedro Abelardo ( d.C) – Teólogo Francês ▪ Fausto Socino ( d.C) – Teólogo italiano. ▪ Hugo Grotius ( d.C) ▪ Agostinho (sec. IV) Bispo IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

9  Ao morrer e ser sepultado, Jesus teria ficado três dias e três noites na sepultura.  A questão levantada por alguns teólogos é: ▪ O que Jesus teria realizado neste tempo?  3.1 – A base Bíblica da doutrina  Na Bíblia vemos que com a morte de Jesus, seu corpo foi sepultado (Jo 19:41,42), seu espírito Ele entregou ao Pai (Lc 23:46), e havia prometido ao ladrão (Lc 23:43) ▪ Os demais acontecimentos deste período a Bíblia não deixa claro, e com base em algumas passagens criaram a teologia “Descida de Jesus ao inferno”. IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

10  3.2 – O apoio histórico  A partir do 2º século passou a circular na igreja, muitos livros oriundos de uma seita da época chamada Gnosticismo.  3.3 – O apoio do credo apostólico  A expressão “desceu ao inferno” segundo Wayne Gruden e Berkof, não se encontra em nenhuma versão primitiva do Credo. Até que apareceu em uma versão de Rufino em 390 d.C. IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

11  3.4 – O propósito da descida de Cristo ao inferno  Apesar de pouco apoio Bíblico alguns ainda defendem a descida literal de Jesus ao inferno. A divergência esta no propósito da descida. Vejamos: ▪ Universalistas ▪ Igreja católica ▪ Os Anglicanos ▪ Os calvinistas ▪ Os pentecostais  3.5 – Jesus desceu ao Hades  Cristo desceu ao “Hades”, mas se destinou ao Paraíso onde estavam os santos redimidos. E ao ressuscitar, triunfou sobre a morte, o inferno e o diabo IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

12  A ressurreição é uma vitória não somente a morte e ao inferno, mas sobretudo contra o pecado que escravizava a humanidade.  4.1 – A ressurreição profetizada  Sl 16:10; 68:18 – fala sobre a ressurreição do Messias.  4.2 – A ressurreição prevista  Jesus preveniu os discípulos  4.3 – O caminho da ressurreição  Cristo havia declarado que sua morte marcaria o momento da expulsão e derrota de Satanás (Jo 12:31- 33) IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

13  4.4 – O momento da ressurreição  Mt 28:1-3 fala sobre o momento da ressurreição.  4.5 – As doutrinas que negam a ressurreição  Apesar da evidências, os religiosos da época e os gnósticos negaram a ressurreição.  4.6 – As evidências históricas e teológicas da ressurreição  A ressurreição é a base do Cristianismo.  Se não houvesse, algumas evidências e teológicas jamais poderiam existir: ▪ A igreja, o domingo, a ceia, o Batismo IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

14  A ascensão de Cristo não possui tantos registros, mas reveste-se da mesma importância teológica.  5.1 – Os quarentas dias de comunhão  Lucas é o único evangelista que registra o tempo que Jesus ficou com os discípulos após a ressurreição (At 1:3)  5.2 – As últimas promessas  Antes de ascender, Jesus fez as últimas promessas IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

15  5.3 – A subida triunfal ao céu  Jesus declarou a necessidade de sua subida, para a vinda do ES. ▪ Disse que voltaria outra vez (Jo 14:2,3)  5.4 – À destra de Deus-Pai  Estevão antes de morrer viu Jesus assentado a direita de Deus (At 7:55,56)  5.5 – O significado da ascensão  Sua ascensão prefigura o arrebatamento da igreja, quando teremos nosso corpos transformados e subiremos ao encontro dEle. IBAD – PINDAMONHANGABA/SP

16 FIM IBAD – PINDAMONHANGABA/SP


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