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IBAD – PINDAMONHANGABA/SP Interpretando as Escrituras Sagradas.

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Apresentação em tema: "IBAD – PINDAMONHANGABA/SP Interpretando as Escrituras Sagradas."— Transcrição da apresentação:

1 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP Interpretando as Escrituras Sagradas

2 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  Este livro apresentará um estudo da Hermenêutica, que se define como a arte de interpretar e explicar textos.  Unidades  1 – Fundamentos da Hermenêutica  2 – A hermenêutica e os estilos literários da Bíblia  3 – Seguindo regras na interpretação Bíblica  4 – A linguagem Bíblica e as figuras de retórica

3 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP Interpretando as Escrituras Sagradas

4 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  A interpretação correta da Bíblia Sagrada deve ser o alvo permanente de todo leitor das Escrituras.  Nesta unidade, estudaremos acerca do valor e da necessidade da hermenêutica Bíblica, considerando aqui a lacuna que separa os escritores, juntamente com os primeiros leitores, do intérprete atual.

5 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  É de suma importância e valor inestimável para o estudante da Bíblia conhecer os textos sagrados e seus verdadeiros objetivos.  1.1 – A importância da Hermenêutica  Este estudo se faz necessário em virtude das múltiplas interpretações das Escrituras, muitas vezes feitas à vontade e de propósito por falsos mestres, que distorcem os textos sagrados.  1.2 – O problema da distância temporal  Um grande desafio que encontramos ao lermos a Bíblia é a lacuna de tempo que nos separa dos escritores e primeiros ouvinte e leitores.

6 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  1.3 – O problema da distância geográfica.  O leitor ocidental vive a milhares de quilômetros dos países onde se deram os fatos Bíblicos.  1.4 – O problema da distância cultural  Outro obstáculo que pode comprometer a clara compreensão do leitor é o abismo cultural que há entre a maneira de pensar e agir dos ocidentais e a dos personagens das Escrituras Sagradas.

7 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  1.5 – O problema da distância lingüística  Outro aspecto que nos diferencia dos povos bíblicos é a forma de falar e escrever. A Bíblia foi escrita em hebraico, aramaico e grego.  1.6 – O problema da diferença literária  Outro fator que merece atenção no exercício da interpretação das Escrituras é a lacuna que difere o modo de escrita dos tempos bíblicos da escrita do mundo ocidental moderno.

8 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  O Antigo Testamento tem Moisés como o primeiro escritor dos textos Sagrados. A saída dos hebreus do Egito constituiu-se num marco para a nação de Israel e o primeiro contato com a Lei que expressava a vontade de Deus para o povo.  2.1 – Os primeiros ouvintes e leitores das Escrituras Sagradas.  Observamos que a princípio as famílias tinham a incumbência de ensinar os mandamentos de Deus às gerações posteriores.

9 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  2.2 – O resgate da correta interpretação das Escrituras nos dias de Esdras  Alguns eruditos acreditam que a arte da interpretação Bíblica iniciou-se com Esdras no período pós-exílio.  2.3 – Classes de Judeus e suas formas de interpretar as Escrituras  A partir do período pós-exílico, houve um grande desenvolvimento nas escolas judaicas de interpretação das Escrituras. ▪ – Judeus Palestinos ▪ – Judeus alexandrinos ▪ – Os caraístas ▪ – Os cabalistas ▪ – Os judeus de Qumran

10 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  Quando lemos o Novo Testamento, percebemos um novo cenário.  3.1 – A presença do Antigo Testamento no Novo Testamento  Praticamente todos os escritores do Novo Testamento foram de origem judaica, com exceção de Lucas.  Segundo Virkler, “aproximadamente 10% do Novo Testamento constitui-se de citações diretas, de paráfrases do Antigo Testamento ou de alusões a ele”. ▪ – Templo ▪ – As festas dos judeus ▪ – O ministério sacerdotal ▪ – A expectativa messiânica

11 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  3.2 – Jesus e o Antigo Testamento  O ministério terreno de Jesus foi marcado por ensinos, pregações, e a referência escriturística do Mestre sempre foi o Antigo Testamento ▪ – Algumas controvérsias sobre a interpretação do Antigo Testamento por Jesus ▪ – Métodos de Cristo interpretar o Antigo Testamento

12 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  3.3 – Os apóstolos e o Antigo Testamento  Quando lemos os primeiros escritos do Novo Testamento, observamos imediatamente a intenção dos escritores de mostrar Cristo como o cumprimento das profecias que haviam sido feitas acerca do Messias. ▪ – Os discípulos e a interpretação do Antigo Testamento ▪ – Paulo e o Antigo Testamento ▪ – A epístola aos hebreus e o Antigo Testamento

13 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  3.4 – Controvérsias sobre a interpretação do Antigo Testamento pelos apóstolos  Alguns eruditos têm observado detalhes nas citações feitas nos textos do Novo Testamento que levantam alguns questionamentos. Há os que afirma que os escritores do Novo Testamento parecem usar partes do Antigo Testamento de forma arbitrária em certos pontos, até mesmo alternando seu sentido original.

14 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  No fim do primeiro século, todos os livros da Bíblia Sagrada estavam escritos. As comunidades cristãs já utilizavam os textos como norma de fé.  4.1 – Período patrístico  Pouco se sabe sobre a hermenêutica dos Pais da Igreja que viveram no fim do primeiro século. No entanto, vários dos seus escritos foram encontrados, e pode-se perceber que eles utilizaram por diversas vezes textos do AT e do NT para reforçar suas exortações. ▪ – Escola de Alexandria ▪ – Escola de Antioquia ▪ – Escola ocidental

15 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  4.2 – Idade média  Observamos que nos primeiros séculos da era Cristã, houve um grande desenvolvimento na hermenêutica bíblica por conta das escolas que deram grande contribuição em matéria de interpretação das Escrituras.  4.3 – A reforma  O fim da idade média foi marcado por profundas transformações na história. Na renascença foi-se chamado a atenção para a necessidade de se recorrer aos originais. ▪ – Martinho Lutero ▪ – João Calvino

16 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  O impacto que a reforma protestante provocou no mundo da época forçou a igreja católica a uma reação imediata. A contra-reforma que aconteceu no concílio de trento.  5.1 – Período pós-reforma – Séculos XVII e XVIII  Embora a reforma tivesse resgatado o valor da interpretação histórico-gramatical, reafirmava a máxima de que “A Escritura interpreta a própria Escritura”. ▪ – Confessionalismo ▪ – O Pietismo ▪ – Racionalismo

17 IBAD – PINDAMONHANGABA/SP  5.2 – Da hermenêutica moderna aos dias atuais  Nos séculos XIX e XX, a crítica da Bíblia alcançou uma dimensão jamais vista antes. Enquanto nos séculos anteriores a autoria divina das Escrituras foi enfatizada, agora o foco era sua autoria humana e as circunstancias históricas que envolveram o desenvolvimento do texto Bíblico. ▪ – Liberalismo Teológico ▪ – Os Neo-Ortodoxos ▪ – O fundamentalismo


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