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Tipologia bíblica 2 Interpretação simbólica e tipológica das Escrituras.

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Apresentação em tema: "Tipologia bíblica 2 Interpretação simbólica e tipológica das Escrituras."— Transcrição da apresentação:

1 Tipologia bíblica 2 Interpretação simbólica e tipológica das Escrituras

2 1 - INTERPRETAÇÃO SIMBÓLICA E TIPOLÓGICA DAS ESCRITURAS Os fatos podem ter um significado simbólico. Os fatos podem ter um significado tipológico. SUMÁRIO

3 I - A INTERPRETAÇÃO SIMBÓLICA DAS ESCRITURAS

4 1. Os fatos podem ter um significado simbólico. É algum objeto material, representando verdades morais e espirituais. É usado em geral na linguagem e nas atividades dos homens (MELO., 15).

5 Um símbolo (de sun e ballo) não é uma imagem, mas um sinal de alguma outra coisa. E isso, em muitos casos, é o que as narrativas das Escrituras são (BERKOF., 110).

6 Um exemplo: Em Jo 6:1-13, Jesus alimentou uma multidão de mais de 5000 pessoas de forma miraculosa. Considerar esse milagre apenas como sinal da onipotência do Senhor é errar na interpretação da mesma forma que erraram os judeus nos dias de Jesus. Eles não enxergaram que isso era um sinal que apontava para a suficiência de Jesus como o pão celestial, para satisfazer a alma faminta dos homens. O próprio Cristo revelou claramente o significado desse milagre em seu discurso em Cafarnaum, no dia seguinte.

7 2. Os fatos podem ter um significado tipológico. O que é um tipo? Quais as regras que se aplicam à sua interpretação?

8 As características dos tipos Temos que tomar cuidado com dois erros: 1) Limitar demais o elemento tipológico. 2) Ampliá-lo indevidamente. É mais comum dizer que um tipo é um exemplo ou um modelo.

9 Tanto os tipos como os símbolos apontam para alguma coisa. Eles, porém, diferem no seguinte: Um símbolo é um sinal, enquanto um tipo é um modelo ou uma imagem de alguma outra coisa. Um símbolo pode referir-se a algo do passado, presente ou futuro, enquanto um tipo sempre prefigura algo da realidade futura.

10 Os tipos escriturísticos não são todos da mesma espécie. Há pessoas típicas, lugares típicos, coisas típicas, ritos típicos e fatos típicos.

11 A idéia fundamental dos tipos é a da relação representativa preordenada que certas pessoas, acontecimentos e instituições do Antigo Testamento têm com pessoas, acontecimentos e instituições correspondentes no Novo.

12 As três características seguintes são dadas pelos escritores de tipologia: (1) Deve haver algum ponto realmente notável de semelhança entre um tipo e seu antítipo. O primeiro deve ser um retrato verdadeiro do último em algum ponto particular.

13 (2) O tipo deve ser designado por mandato divino para ter uma semelhança com o antítipo. A similaridade acidental entre uma pessoa ou um acontecimento do Antigo e do Novo Testamento não significa que um seja tipo do outro. Deve haver alguma evidência escriturística de que isso foi designado por Deus.

14 (3) Um tipo sempre prefigura algo futuro. Um tipo escriturístico e a profecia preditiva são, em substância, a mesma coisa, diferindo somente na forma.

15 A interpretação dos tipos Na interpretação dos tipos e símbolos se aplicam as mesmas regras gerais que regem a interpretação das parábolas.

16 O intérprete deve se proteger contra o erro de considerar uma coisa que é má em si mesma como um tipo de algo bom e puro. Ex. A representação das roupas de Esaú como um tipo da justiça de Cristo aos santos.

17 Os tipos do AT eram, ao mesmo tempo, símbolos e tipos, pois denotavam verdades espirituais, embora erguidas a um nível mais elevado na sua realização futura.

18 Reverter o processo tipológico e começar com a interpretação do NT conduz a todos os tipos de interpretações arbitrárias e imaginosas. P.ex., alguns encontraram no fato de a serpente de bronze ter sido feita de um metal inferior uma figura da insignificância externa de Cristo ou sua aparência humilde; na sua solidez, um sinal da sua força divina; e no seu brilho ofuscado, uma prefiguração do véu da sua natureza humana.

19 Os tipos apresentavam a verdade de modo velado, enquanto no NT, as realidades dispersam as sombras e apresentam a verdade com brilho resplandecente. Se as profecias só podem ser completamente entendidas à luz do seu cumprimento, isso também se aplica aos tipos (BERKOF., 113).

20 É princípio fundamental que os tipos que não têm natureza complexa têm apenas um significado principal. Nisso, o intérprete não tem liberdade para multiplicar significados e fazer, p.ex., como que a passagem do Mar Vermelho, considerada como um tipo do batismo, refira-se (a) ao sangue expiatório de Cristo que oferece caminho seguro para Canaã celestial e (b) às provas pelas quais Cristo conduz seu povo ao descanso eterno.

21 É necessário considerar a diferença essencial entre tipo e antítipo. Um representa a verdade em um estágio inferior, o outro, a mesma verdade em um estágio superior. P.ex. Roma perdeu isso de vista quando encontrou na missa o antítipo dos sacrifícios do AT; na sucessão apostólica de padres e bispos, o antítipo do sacerdócio; e no papa, o antítipo do sumo sacerdote.


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