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Várias coisas distinguem a pregação evangelística, mas uma das mais importantes é que ela inclui um apelo por uma decisão – um apelo para que homens e.

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2 Várias coisas distinguem a pregação evangelística, mas uma das mais importantes é que ela inclui um apelo por uma decisão – um apelo para que homens e mulheres se decidam por Cristo. Desejo falar brevemente a respeito do apelo e do lugar da decisão no nosso ministério de evangelistas.

3 1.Validade do Apelo Evangelístico É válido ou legítimo fazer um apelo para que as pessoas venham a Cristo? Sim! Os métodos podem variar, mas o apelo evangelístico é válido pelo menos por duas razões. Primeira, ele é válido porque o Evangelho exige decisão; e segunda, ele é válido porque ele é repetidamente ilustrado na Bíblia.

4 O Evangelho de Jesus Cristo exige decisão. Ele não é meramente uma série de fatos aos quais uma pessoa pode prestar concordância intelectual – é um chamado para o indivíduo sair do seu pecado e da sua negligência de Deus, em arrependimento, e voltar-se para Cristo em fé, aceitando-O como Senhor e Salvador. Quando isto acontece, a pessoa experimenta a conversão.

5 Eu tenho estudado as obras de muitos teólogos a respeito do assunto da conversão, e repetidamente tenho voltado a estudar os ensinamentos da Bíblia acerca desse elemento. Os teólogos têm debatido durante séculos a relação entre a soberania de Deus e a responsabilidade do homem. Parece- me, todavia, que as duas coisas são ensinadas nas Escrituras, e ambas agem na conversão. Não posso explicá- lo nem entendê-lo inteiramente, mas a bíblia diz enfaticamente que na conversão Deus está em operação e o homem precisa responder afirmativamente.

6 Deus está em operação na conversão. Precisamos lembrar sempre que o espírito Santo é o grande Comunicador e o grande Agente de consolidação dos convertidos. Sem a obra sobrenatural do Espírito não haverá o que chamamos de conversão. É o Espírito Santo que ocasiona convicção de pecado. Ele aplica a verdade do Evangelho. Jesus disse: “Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (João 16:8).

7 É o Espírito Santo que propicia novo nascimento e nova vida. Jesus disse a Nicodemos que quem não nascer “do Espírito” “não pode entrar no reino de Deus” (João 3:5). A Bíblia diz que “não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador e renovador do Espírito Santo” (Tito 3:5). Esta grande verdade deveria nos tornar cada vez mais dependente de Deus em nosso trabalho de evangelização, sabendo que, em última análise, é Deus quem transforma as vidas, e que sem Ele somos totalmente ineficientes.

8 Mas também precisamos nos lembrar de que a Bíblia enfatiza a necessidade da resposta positiva do homem ao Evangelho. A conversão é mais do que um fenômeno psicológico – é a volta de todo o homem para Deus. É uma entrega consciente a Cristo, incluindo arrependimento e fé. No evangelho, homens e mulheres são chamados para abandonar todas as outras lealdades e seguir Jesus Cristo em discipulado.

9 Gostaria de mencionar resumidamente um extenso artigo que escrevi a respeito do assunto da conversão há alguns anos, para The Ecumenical Review: “Esse discipulado não é um apelo emocional para a pessoa se sentir triste por causa dos pecados, e voltar-se para a justiça. Não é um apelo intelectual para aceitar os ensinamentos de Jesus e imitar os Seus exemplos. Não é um apelo religioso para se submeter a certos rituais ou atos de penitência.

10 É essencialmente um apelo pessoal de auto-entrega incondicional à pessoa de Jesus Cristo... Toda a reação ao evangelho pode ser resumida como arrependimento para com Deus e fé no Senhor Jesus Cristo” (The Ecumenical Review, Julho de 1967). Deus agiu em Jesus Cristo – e esse ato demanda uma resposta da parte do homem pecador. É por isso que toda a Bíblia repetidamente encontramos a conclamação a uma parte importante da nossa pregação evangelística.

11 Desde Adão – “Onde estás?” em Gênesis 3 – até o apelo final do Espírito e da Noiva em Apocalipse 22, a Bíblia é um convite só ecoando e ressoando para que a humanidade perdida se volte para Deus. Moisés fez um apelo quando disse: “Quem é do Senhor, venha até mim” (Êxodo 32:26). Josué apelou para que Israel fizesse uma entrega definida: “Escolhei hoje a quem sirvais” (Josué 24:15). Quando o povo disse que se decidia por Deus e O servia, Josué o escreveu, e estabeleceu uma grande pedra como testemunha da decisão popular.

12 Elias defrontou-se com os falsos profetas de Baal e a incredulidade do povo, no Monte Carmelo. “Então Elias disse a todo o povo: Chegai- vos a mim. E todo o povo se achegou a Ele; Elias restaurou o altar do Senhor, que estava em ruínas” (I Reis 18:30). Quando Deus consumiu miraculosamente o sacrifício que estava sobre o altar, o povo reagiu: “O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” (I Reis 18:39).

13 João Batista pregou no deserto, e multidões foram lá para ouvi-lo e atender ao seu apelo ao arrependimento (Marcos 1:5). Jesus disse a Pedro e André: “Vinde a mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mateus 4:19). Em suas instruções aos seus discípulos, Ele declarou abertamente, para que os homens atendessem. “portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessei diante de meu Pai que está nos céus; mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus” (Mateus 10:32,33).

14 Toda pessoa que Jesus chamou, Ele chamou para declarar publicamente a sua entrega, ou Ele lhe falou diante dos outros. Esta é uma das razões pela qual eu peço às pessoas que façam uma decisão pública. Isto não significa que toda pessoa que vem a Cristo virá em algum lugar público. Quando Jesus estava indo de Jerusalém para Jericó, um cego chamado Bartimeu clamou-lhe.

15 Lemos: “Então parou Jesus e mandou que lho trouxessem” (Lucas 18:40; veja também Marcos 10:46ss.). Jesus poderia ter-se dirigido silenciosamente àquele homem, levá-lo a um lado, mas ao contrário, chamou-o publicamente à frente da multidão.

16 Diante de grande número de pessoas, Jesus olhou para cima, viu Zaqueu em uma árvore, e o chamou para descer publicamente (Lucas 19:5). Os apóstolos seguiram o mesmo exemplo. No dia de Pentecostes, Pedro recomendou ao povo que se arrependesse e cresse em Jesus, e três mil pessoas aceitaram a Cristo. Quando Paulo recordou o seu ministério em Éfeso, pôde dizer: “Por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um” (Atos 20:31). Como resultado, uma forte igreja foi estabelecida, pois o povo atendeu com arrependimento e fé.

17 Em II Coríntios 5:20 Paulo declara: “De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilies com Deus”. Muitos outros exemplos poderiam ser dados, pois o Evangelho sempre requer decisão. E é por isso que o apelo por uma decisão é tão importante na obra de evangelização. O apelo por uma decisão – o convite – não é, por conseguinte, algo que simplesmente se acrescenta ao fim de um sermão evangelístico, como um “post-scriptum”.

18 Pelo contrário todo sermão leva a ele. E não é apenas válido fazer um apelo (quer seja público, de vez em quando, ou na quietude do lar de alguém ) – ele é essencial. Ele pode se confrontar com um apelo claro e insofismável – “Que pensais vós do Cristo?” (Mateus 22:42) – Então falhamos em nossa proclamação do Evangelho. Que Deus nos ajude a fazer esse apelo por uma decisão, de modo claro, ousado e eficiente.

19 2. Preparação para o apelo A preparação mais importante que podemos fazer para o apelo é a nossa preparação espiritual. Isto é verdade para tudo o que fizemos como evangelistas, sem dúvida, sim, pois se os nossos corações não estiverem corretos diante de Deus, e as nossas vidas não forem puras, não podemos esperar que ele abençoe o nosso ministério. Isto é verdade especialmente em relação ao apelo. Toda vez que faço um apelo, faço- o em uma atitude interior de adoração, porque sei que dependo totalmente de Deus.

20 Incidentalmente, este é o momento em que me sinto drenado emocional, física e espiritualmente. Esta é a parte do culto evangelístico que frequentemente me exaure fisicamente. No meu caso, torna- se uma batalha espiritual de tal proporção que algumas vezes penso que vou desmaiar. Há um gemido interior, uma agonia em oração – as nossas reuniões devem ser cingidas de oração.

21 Repetidas vezes, em meu ministério, tenho visto Deus operar de formas inusitadas, e só mais tarde descobri que o povo de Deus naquela região estivera orando fervorosamente – algumas vezes por anos. Alguns podem plantar a semente, outros podem regá-las, “mas o crescimento veio de Deus” (I Coríntios 3:6). Mas eu quero falar mais diretamente a respeito do apelo propriamente dito. Gostaria de começar dizendo algo em poucas palavras a respeito dos objetivos de um apelo evangelístico.

22 a) Tornamos claro para os nossos ouvintes que o Evangelho exige decisão. Eles não podem permanecer neutros em relação a Cristo. b. Convidamos o povo para indicar naquele momento uma resposta afirmativa ao chamado de Cristo que espera um compromisso. Em alguns lugares onde a evangelização precisa ser feita silenciosamente, essa indicação pode ser dada mediante um aperto de mão, ou aceno com a cabeça.

23 Em outras situações, pode ser a assinatura de um cartão, o levantar de uma das mãos, ou ainda melhor (se a situação permitir) pedindo-lhes que cheguem até a frente do auditório, ou a uma sala ao lado, para uma breve reunião posterior de instrução.

24 c. Identificamos e ajudamos a conservar os resultados da pregação do Evangelho. d. O apelo pode ser um veículo de segurança e certeza para a pessoa. Em anos futuros, essa pessoa poderá lembrar-se desse momento importante, quando fez uma decisão pública por Cristo. E a lembrança desse momento sempre as fará recordar o compromisso, o voto de seguir a Jesus, e a Sua promessa de perdão.

25 e. As pessoas podem atender ao apelo por uma decisão devido a várias razões. Podemos dirigir um sermão evangelístico exclusivamente a pessoas que nunca se entregaram a Cristo, e o nosso apelo será para que elas aceitem-nO como seu Senhor e Salvador. Podem ser crentes que se desviaram do Senhor, e querem rededicar as suas vidas a Ele.

26 Podem ser pessoas que não estejam certas de estarem salvas, e estão procurando certeza. Podem ser pessoas que desejam desesperadamente falar com alguém acerca de um problema que tenham.

27 Mas é extremamente importante que tenhamos ousadia e coragem, se formos guiados para fazê-lo, pelo espírito Santo, e se as circunstâncias o permitirem.

28 O que todas estas coisas têm a ver com a nossa preparação para o apelo? Há poucos minutos eu disse que todo o sermão deve ser dirigido no sentido do apelo. Tudo o que dizemos em nosso sermão deve, direta ou indiretamente, apontar para o apelo que faremos, propondo uma decisão. O sermão evangelístico leva a pessoa a compreender quem é a luz da Palavra de Deus. Leva a pessoa a compreender o que precisa fazer em resposta a Ela.

29 No decorrer do sermão, portanto, eu muitas vezes procuro tornar claro que o evangelho requer decisão que inclui o intelecto, as emoções, mas primordialmente a vontade. Todo o sermão deve reforçar esse fato e apontar para a direção do apelo.

30 Pode ser também que em alguns sermões você deseje falar das barreiras que algumas pessoas precisam vencer antes de responder ao apelo para se entregar a Cristo. Algumas são barreiras que os incrédulos têm em suas mentes – frequentemente, são problemas intelectuais, tanto quanto problemas com a vontade, ou por causa da pressão dos colegas, ou por causa de opiniões falsas acerca de Deus, mas frequentemente é uma relutância em abandonar o pecado.

31 Procuraremos sempre falar às necessidades das pessoas que nos ouvem. Isto significa que precisamos entender as barreiras que algumas delas enfrentam, e falar-lhes diretamente de forma que elas se abram ao convite para aceitar a Cristo. Pode ser também que desejamos falar – pelo menos limitadamente – a pessoas que precisam atender a um apelo, não obterem certeza da salvação ou por alguma outra razão.

32 3. Método do apelo Mencionarei apenas algumas coisas, porque sei que vocês estarão discutindo este assunto em grupos de trabalho. E também, estou certo de que se de alguma forma pudéssemos perguntar a cada um de vocês como faz o apelo, cada um teria métodos um pouquinho diferentes dos outros!

33 Portanto, os métodos diferem e embora possamos aprender uns dos outros, estou certo que sempre haverá elementos ou aspectos especiais, por causa de coisas como diferenças culturais e a maneira como pregamos.

34 Contudo, há várias diretrizes genéricas a respeito do apelo que devemos fazer no fim de uma mensagem evangelística, conclamando os ouvintes a uma decisão. Pelo menos duas são especialmente importantes. Primeiro, torne claro aquilo em que as pessoas estão sendo convidadas a crer. Segundo, torne claro o que as pessoas devem fazer – ir à frente, levantar a mão, ir a uma sala separada (ou qualquer outro método que esteja sendo usado), ou ir para casa e fazer a sua entrega a Cristo.

35 Estou convencido de que precisamos tornar tão claro quanto possível o fato de que estamos convidando pessoas para dedicarem as suas vidas a Cristo como Seus discípulos. Este é o assunto central. É um privilégio nosso, como evangelistas, convidar pessoas para tomarem a decisão mais importante de suas vidas – decisão que tem conseqüências eternas. Tornemo-la tão clara quanto possível e concentremo-nos nessa decisão.

36 Então, precisamos tornar claro o que estamos pedindo que as pessoas façam, em termos de vir à frente, ou qualquer outro método que seja. Isto não apenas evitará confusão, mas poderá remover uma barreira em algumas mentes, porque muitas pessoas não farão nada se acharem que estão enfrentando uma decisão desconhecida. A mecânica do apelo nunca deve ser uma barreira ou atravessar-se no caminho das pessoas que estão vindo a Cristo.

37 O apelo geralmente consiste de pelo menos três elementos. Primeiro, haverá um convite para que as pessoas aceitem a Cristo, mediante o arrependimento e a fé. Segundo, haverá uma breve explicação da maneira como você está pedindo às pessoas que reajam. Um terceiro elemento é levar a pessoa a fazer uma oração de dedicação ou entrega, e explicando-lhe o que aconteceu, e como poderá agora, crescer espiritualmente.

38 Se possível, as pessoas que atendem ao apelo também devem ter a oportunidade de conversar individualmente com alguém que possa ajudá-las. Pode ser você, ou um pastor, ou conselheiros que você tenha treinado, mas faça o possível para que elas tenham esse contato pessoal.

39 Durante muitos anos tive os programas de treinamento de conselheiros antes de um evangelismo. Muitas pessoas nos relataram que isso foi o resultado mais importante do evangelismo, porque grande número de ganhadores de almas foi treinado para levar pessoas a Cristo – não apenas durante o evangelismo, mas nos anos futuros.

40 É um grande privilégio ser usado por Deus para apontar às pessoas o caminho para Jesus Cristo, e convidar homens e mulheres a entregarem as suas vidas a Ele. Parte do dom do evangelista é o dom de fazer o apelo de maneira direta, porém com sensibilidade. Todavia, à semelhança de qualquer outro dom que Deus nos dê, ele precisa ser burilado e usado para a Sua Glória. Deus os abençoe e os torne cada vez mais eficientes enquanto vocês chamam os pecadores “das trevas para a sua maravilhosa luz” (I Pedro 2:9).


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