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COMERCIO EXTERIOR: CONTROLE CAMBIAL Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 1.

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1 COMERCIO EXTERIOR: CONTROLE CAMBIAL Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 1

2 CONCEITO DE CÂMBIO Câmbio é toda operação em que há troca de moeda nacional por moeda estrangeira ou vice-versa. Ex1: Um exportador recebe dólares de seu importador e para obter os Reais correspondentes, precisa vendê-los a um banco autorizado a operar em câmbio, pelo Banco Central. Ex2: Um importador precisa transformar seus Reais em dólares, para remetê-los ao seu fornecedor no exterior, para tanto, precisa comprá-los de um banco autorizado a operar em câmbio, pelo Banco Central. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 2

3 CONCEITO DE MERCADO DE CÂMBIO Mercado de câmbio é o ambiente abstrato onde se realizam as negociações de moedas estrangeiras entre os agentes autorizados ou credenciados pelo Banco Central do Brasil (bancos, corretoras, distribuidoras, agências de turismo e meios de hospedagem) e entre estes e seus clientes. A necessidade do mercado de câmbio decorre, fundamentalmente, da internacionalidade do comércio e da livre movimentação global de capitais, em confronto com a nacionalidade das moedas. Se houvesse apenas uma moeda no mundo, não existiriam os complexos problemas cambiais. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 3

4 Mercado de câmbio Comércio internacional Moeda nacional NECESSIDADE DO MERCADO DE CÂMBIO Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 4

5 ESTRUTURA DAS OPERAÇÕES DE CÂMBIO EXTERIOR LOCAL Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 5

6 PRINCIPAIS FUNÇÕES DOS MERCADOS DE CÂMBIO Viabilizar a transferência de recursos entre os agentes econômicos/financeiros, dos diversos países. Fornecer crédito para transações de negócios internacionais. Minimizar exposição aos riscos de flutuação das Taxas de Câmbio. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 6

7 MOEDAS As mercadorias negociadas no mercado de câmbio são as moedas estrangeiras de diversos países. Estas diferentes moedas, quanto à sua livre aceitação e negociação são divididas em: Conversíveis Inconversíveis Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 7

8 Consideramos conversíveis as moedas dos países, cujas estabilidades econômicas e credibilidade na condução de suas políticas econômicas, monetárias e fiscais, são reconhecidas pelos agentes econômicos/financeiros de todo mundo, fazendo com que elas sejam livremente aceitas como meio de troca e reserva de valor. Inconversíveis, portanto, são aquelas moedas que não têm essas características de livre aceitação e negociação. MOEDAS Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 8

9 Hoje em dia encontramos 10 moedas conversíveis, quais são: DKK - COROA DINAMARQUESA NOK – COROA NORUEGUESA SEK – COROA SUECA AUD – DÓLAR AUSTRALIANO CAD – DÓLAR CANADENSE USD – DÓLAR AMERICANO CHF – FRANCO SUÍÇO JPY – IENE JAPONÊS GBP – LIBRA ESTERLINA EUR – EURO MOEDAS Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 9

10 TIPOS DE MOEDAS MOEDA TIPO A – Moeda cuja taxa de câmbio, se apresenta, na relação de quantas unidades de moeda nacional são necessárias para adquirir US$ 1,00 ( Hum dólar americano ). EX: US$ 1,00 = R$ 2,90 US$ 1,00 = CHF 1,28 US$ 1,00 = JPY 105,00 US$ 1,00 = DKK 6,10 MOEDA TIPO B - Moeda cuja taxa de câmbio, se apresenta, na relação de quantas unidades de dólares americanos são necessários para adquirir uma unidade de moeda nacional. EX: EUR 1,00 = US$ 1,21 GBP 1,00 = US$ 1,82 AUD 1,00 = US$ 0,75 Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 10

11 Principais Moedas Tipo B AUD* – DÓLAR AUSTRALIANO GBP* – LIBRA ESTERLINA EUR* – EURO Diversas Outras Não conversíveis TIPOS DE MOEDAS Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 11

12 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO ATRIBUIÇÃO DA UNIÃO ( Constituição Federal ) Art. 21, inciso VIII - administrar as reservas cambiais do País e fiscalizar as operações de natureza financeira, especialmente as de crédito, câmbio e capitalização, bem como as de seguros e de previdência privada; Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 12

13 O equilíbrio no Balanço de Pagamentos : quando Conta Corrente e Conta Financeira se igualam. Diferenças : impactam na variação das Reservas Internacionais. Países com desequilíbrios crônicos (no B-de-P): Entidades Multilaterais : órgãos facilitadores do fluxo de recursos internacionais. Ex.:FMI, Banco Mundial, IFC etc. Fluxo de Recursos Internacionais Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 13

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15 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Em março de 2005 houve a Unificação do Mercado de Câmbio de Taxas Livres – MCTL (Comercial) com o Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes – MCTF (Turismo), formando um único mercado de câmbio, chamado apenas de “Mercado de Câmbio”. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 15

16 Novas Regras Mudança da Regra – Março 2005 Circular Bacen Nº de 09/03/05 ObjetivoObjetivo: reduzir a burocracia e custos, bem como um avanço na política de simplificação das normas burocráticas que envolvem as operações de câmbio Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 16

17 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Mercado de Câmbio de Taxas Livres – MCTL Exportação Importação Fretes Armazenagem Reparos Seguros Empréstimos / Financiamentos / Investimentos Dividendos / Juros / Lucros Anterior às Modificações Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 17

18 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Anterior às Modificações Mercado de Câmbio de Taxas Flutuantes – MCTF Turismo Cartão de crédito internacional Vale postal internacional Investimento brasileiro no exterior Garantias Bancárias Aquisição de Software Vencimentos e Ordenados Passe de atleta profissional Aquisição de medicamentos Aquisição de imóveis Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 18

19 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO ESTRUTURA ATUAL Mercado de Câmbio Mercado “Paralelo” de Câmbio Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 19

20 TAXA DE CÂMBIO REGIME DE CÂMBIO FLUTUANTE Atualmente as Taxas de Câmbio são livremente pactuadas entre as partes, embora exista a previsão de penalidades para operações que se situem em patamares destoantes daqueles praticados pelo mercado no dia, ou que possam configurar evasão cambial e formação artificial ou manipulação de preços. O Banco Central pode intervir no mercado de câmbio para: - manter o valor da moeda local ( Taxa de Câmbio ), no mercado de câmbio, em nível compatível com sua política; - manter reservar internacionais em nível adequado. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 20

21 Taxa de Câmbio Nominal 1,0 1,2 1,4 1,6 1,8 2,0 2,2 2,4 2,6 2,8 3,0 3,2 3,4 3,6 3,8 4,0 jan/98 mai/98 set/98jan/99 mai/99 set/99jan/00 mai/00 set/00jan/01 mai/01 set/01jan/02 mai/02 set/02jan/03 R$/US$ 3,37 Valores diários atualizados até 28 de março de 2003 Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 21

22 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO PRODUTO - Moeda Estrangeira No Brasil, a moeda estrangeira é monopólio da União, exercido pelo Banco Central. Como é impossível ao Banco Central executar todas as operações de câmbio e prover a liquidez necessária, ele autoriza Instituições Financeiras a operar nesse mercado e, dita as regras que deverão ser observadas. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 22

23 Primário: implica na entrada/saída efetiva de moeda estrangeira do país (importação, exportação, etc...) Secundário: a moeda estrangeira migra de um ativo de um Banco para o outro (operações interbancárias). MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 23

24 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO PREÇO Taxa de Câmbio –Atualmente as Taxas são livremente pactuadas entre as partes, embora exista a previsão de penalidades para operações que se situem em patamares destoantes daqueles praticados pelo mercado no dia, e que possam configurar evasão cambial, sonegação fiscal ou qualquer dano ao patrimônio público. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 24

25 TAXA CAMBIAL As taxas de câmbio no Brasil, atualmente, são livremente pactuadas entre as partes e representam as taxas praticadas no mercado interbancário de divisas, conforme Comunicado BACEN 8.507/2001. O Bacen divulga a taxa média através da PTAX 800. PTAX = Taxa média, ponderada pelos volumes, das operações interbancárias de câmbio, com liquidação em D+2, obtida após expurgo de uma parcela dessas operações ( cujo volume não é superior a 5% do volume negociado no dia ). O expurgo serve para eliminar possíveis “outliers”, ou seja, operações fechadas a taxas discrepantes das praticadas no mercado. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 25

26 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO AGENTES Empresas Não-financeiras ( Originadoras primárias ) Autorizados ( Bancos e Corretoras ) Credenciados ( Meios de Hospedagem e Agências de Turismo ) Bancos Central Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 26

27 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO EMPRESAS NÃO-FINANCEIRAS (Originadoras primárias) - exportação; importação; investimentos diretos; empréstimos; royalties; lucros; juros; dividendos; etc... Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 27

28 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO BANCOS - atender às necessidades de seus clientes não financeiros - atuar no mercado secundário de câmbio Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 28

29 Instituições autorizadas a operar em câmbio F Segmento livre: Bancos Comerciais, Múltiplos com Carteira Comercial e BACEN  Segmento Flutuante: Bancos Comerciais, Bancos Múltiplos, Bancos de Investimento, Corretoras, Distribuidoras, Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento, Agências de Turismo, Meios de Hospedagem e BACEN MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 29

30 Atividade Avaliativa Operações de turismo internacional Qualquer pessoa pode comprar e vender moeda nesse mercado? Existe algum limite de compra/venda? Existe uma taxa especial determinada pelo Banco Central? O banco é obrigado a entregar moeda em espécie? Qual é a documentação necessária para comprar moeda? MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 30

31 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Executa a política cambial definida pelo Conselho Monetário Nacional. Autoriza o funcionamento das instituições Regulamenta, fiscaliza e pune. Atua diretamente no mercado. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 31

32 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO BANCO CENTRAL - manter o valor da moeda local, no mercado de câmbio, em nível compatível com sua política -manter reservar cambiais em nível adequado Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 32

33 Leilões do Banco Central - Dealers Através dos leilões de moeda estrangeira o BC faz sondagem e atua no mercado cambial. Os leilões são anunciados através dos dealers, instituições financeiras de relevante participação no mercado, escolhidas pelo próprio BC. MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 33

34 01 BANCO DO BRASIL 02 BANCO SANTANDER 03 BANCO BRADESCO 04 BANCO CITIBANK 05 BANCO ITAÚ 06 BANCO BNP PARIBAS 07 HSBC BANK BRASIL 08 BANCO BBM 09 BANCO SANTANDER BANESPA 10 BANCO UBS PACTUAL 11 BANCO CREDIT SUISSE 12 UNIBANCO 13 BANCO VOTORANTIM 14 BANIF BANCO INTERNACIONAL 15 BANCO WESTLB DO BRASIL 16 BANCO MORGAN STANLEY MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Dealers Atuais – Banco Central Fonte: Banco Central –março 2007 Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 34

35 SISBACEN Sisbacen: é um sistema eletrônico de coleta, armazenagem e troca de informações que liga o Banco Central aos agentes do sistema financeiro nacional. Visto ser obrigatório o registro de todas as operações de câmbio realizadas no País, o Sisbacen é o principal elemento de que dispõe o Banco Central para monitorar e fiscalizar o mercado. MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 35

36 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Órgãos Atuantes/Controladores –Conselho Monetário Nacional - CMN –Banco Central do Brasil - BACEN –Câmara de Comércio Exterior - CAMEX –Secretaria de Comércio Exterior - SECEX –Secretaria da Receita Federal - SRF –Banco do Brasil - BB –Min. Rel. Exteriores e Outros. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 36

37 TIPOS DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO As pessoas físicas e as pessoas jurídicas podem comprar e vender moeda estrangeira ou realizar transferências internacionais em reais (CC-5), de qualquer natureza, sem limitação de valor, observada a legalidade da transação, tendo como base a fundamentação econômica e as responsabilidades definidas na respectiva documentação. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 37

38 RESPONSABILIDADES DOS AGENTES AUTORIZADOS Certificar-se da identificação e qualificação de seus clientes; Verificar, em todas as operações de câmbio, a legalidade da transação, a fundamentação econômica e as responsabilidades definidas na respectiva documentação. MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 38

39 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO FORMAS DE NEGOCIAÇÃO DIRETA: No Balcão, por Telefone ou Outro Meio de Comunicação, Entre: -Agentes em Geral -Agentes Autorizados/Credenciados INDIRETA: Via Corretor de Câmbio – Voluntariamente – Entre: -Agentes em Geral -Agentes Autorizados/Credenciados FORMALIZAÇÃO CONTRATOS DE CÂMBIO BOLETOS – Contratos Simplificados ( Operações no Flutuante) Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 39

40 CONTRATO DE CÂMBIO O contrato de câmbio é o instrumento firmado entre o vendedor e o comprador de moedas estrangeiras, no qual se mencionam as características completas das operações de câmbio e as condições sob as quais se realizam. Ele tem por objeto a compra e venda de moeda estrangeira ( divisas ). Assim sendo, sempre teremos como contrapartida do valor em moeda estrangeira, apontado no contrato de câmbio, o valor correspondente àquele em moeda nacional, obtido em função da conversão efetuada pela taxa de câmbio. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 40

41 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO TIPOS DE CONTRATOS 01-Exportação 02-Importação 03-Transferências Financeiras do Exterior 04-Transferências Financeiras para o Exterior 05-Interbancárias/Arbitragens de Compra 06-Interbancárias/Arbitragens de Venda 07-Alterações de Contratos de Compra 08-Alterações de Contratos de Venda 09-Cancelamento de Contrato de Compra 10-Cancelamento de Contrato de Venda 11/12 – Modelos Adaptados para Baixa na Posição de Câmbio de Contratos de Compra e Venda Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 41

42 O contrato de câmbio de exportação O contrato de câmbio formaliza o vínculo entre o exportador e a instituição financeira compradora. Ato bilateral, no qual o vendedor (exportador) vende ao banco (comprador) as divisas estrangeiras. A entrega das divisas poderá ser à vista ou a prazo. EXEMPLO Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 42

43 Principais Novidades do C.M.N. Permissão para os exportadores (pessoas físicas ou jurídicas) manterem em instituições financeiras no exterior, recursos em moeda estrangeira relativos aos recebimentos de exportações brasileiras de mercadorias e de serviços, observados os limites fixados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O CMN definiu o limite de 30% das receitas de exportação, conforme Resolução n° 3.389, de MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 43

44 Principais Novidades do C.M.N. MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Os recursos mantidos no exterior somente poderão ser utilizados para a realização de investimento, aplicação financeira ou pagamento de obrigação do próprio exportador, vedada a realização de empréstimo ou mútuo de qualquer natureza. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 44

45 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO PRAZOS PARA LIQUIDAÇÃO DOS CONTRATOS DE CÂMBIO Até 2 dias úteis - PRONTAS ( SPOT ) Mais de 2 dias úteis - FUTURAS - A TERMO (somente interbancário) FORMA DE ENTREGA DA MOEDA ESTRANGEIRA Espécie e Traveller´s Cheques - CÂMBIO MANUAL Demais Instrumentos - CÂMBIO SACADO ( Ordens de Pagamento; Cartas de Crédito; Cheques ) Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 45

46 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO POSIÇÃO DE CÂMBIO Conceito –Por Moeda –Nivelada - Comprada - Vendida Limites de Posição –Vendida - Eliminado –Comprada - Eliminado Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 46

47 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO Posição de Câmbio: Nivelada Comprada Vendida Situação no Exterior: Zerado Disponibilidade Descoberto Outros Elementos – Posição de Câmbio Posição de Câmbio e sua Relação com Disponibilidades no Exterior Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 47

48 MERCADO DE CÂMBIO BRASILEIRO POSIÇÃO VENDIDA – indica a expectativa de que a desvalorização da moeda local, frente à moeda estrangeira, será menor que o diferencial entre a taxa de juros interna menos a taxa de juros externa. POSIÇÃO COMPRADA - indica a expectativa de que a desvalorização da moeda local, frente à moeda estrangeira, será maior que o diferencial entre a taxa de juros interna menos a taxa de juros externa. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 48

49 PRINCIPAIS CONCEITOS UTILIZADOS Fonte : Disponível em acesso em: Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 49

50 ZPE Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) “Áreas delimitadas, nas quais empresas voltadas às exportações gozam de incentivos tributários e cambiais,além de procedimentos aduaneiros simplificados.” Fonte : Disponível em acesso em: Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 50

51 ZPE OBJETIVO DAS ZPE: Atrair novos investimentos Aumentar exportações Reduzir desequilíbrios regionais Gerar emprego e renda Promover novas tecnologias Fonte : Disponível em acesso em: Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 51

52 ZPE EXISTENTES Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 52

53 COOPERAÇÃO INTERNACIONAL TRATADOS E ACORDOS COMERCIAIS São acertos firmados entre países que visam estabelecer aumento do comércio entre as partes mediante redução de tarifas alfandegárias. TRATADOS – são Geralmente mais amplos,complexos e com um período de duração maior. ACORDOS – são mais flexíveis e mais simples. Ambos estabelecem : Lista de produtos beneficiados. Quantidades a serem comercializadas. Valores gerais e prazo de duração. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 53

54 TRATADOS E ACORDOS BILATERAIS - firmados entre dois países. TRATADOS E ACORDOS MULTILATERAIS – firmados entre mais de dois países. NATUREZA DOS TRATADOS E ACORDOS : Monetária – Bretton Woods(1944). Comercial – GATT(General Agreement on Trade and Tariffs) COOPERAÇÃO INTERNACIONAL Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 54

55 INCOTERMS – Termos do Comércio Internacional ORIGEM 1936 quando - Câmara Internacional do Comércio(CCI),sede em Paris, interpretou e consolidou as diversas formas contratuais que vinham sendo utilizadas no comércio internacional. O constante aperfeiçoamento dos processos de negociação e logístico, tecnologias sofisticadas, fez com que os Incoterms passassem por diversas modificações ao longo dos anos Novo conjunto de regras, conhecido atualmente como Incoterms Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 55

56 OBJETIVO INCOTERMS: Definir, dentro da estrutura de um contrato de compra e venda internacional, os direitos e obrigações recíprocos do exportador e do importador. Estabelecer um conjunto-padrão de definições e determinando regras e práticas neutras, como por exemplo: onde o exportador deve entregar a mercadoria, quem paga o frete, quem é o responsável pela contratação do seguro. INCOTERMS – Termos do Comércio Internacional Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 56

57 FMI – Fundo Monetário Internacional Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 57

58 FMI – Fundo Monetário Internacional Criado na Conferência de Bretton Woods, reunião presidida por Henry Morgenthau (Secretário do Tesouro no governo Roosevelt). O Brasil participou deste evento através de uma delegação composta por Souza Costa (chefe de delegação e na época ministro da Fazenda), Eugênio Gudin, Octávio de Bulhões e Roberto Campos. Em maio de 1946, o FMI iniciou suas atividades. Durante o período da Guerra Fria, ele era acusado pelos países comunistas de ser instrumento do capitalismo. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 58

59 FMI – Fundo Monetário Internacional OBJETIVOS: Promover a cooperação monetária internacional, sendo um mecanismo de consulta e colaboração na resolução dos problemas financeiros; Favorecer a expansão equilibrada do comércio, gerando níveis elevados de emprego e trazendo desenvolvimento dos recursos produtivos; Fornecer ajuda financeira aos países membros em dificuldades econômicas, emprestando recursos quando justificáveis. Contribuir para a instituição de um sistema multilateral de pagamentos e promover a estabilidade dos câmbios. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 59

60 FMI – Fundo Monetário Internacional COMO PARTICIPAR? Qualquer país pode participar, para isto é necessário subscrever quotas de capital. A quota é composta de duas partes: 1.25% em ouro ou moeda forte. 2.75% em moeda do próprio país. Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 60

61 WTO – WORLD TRADE ORGANIZATION OMC – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE COMÉRCIO Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 61

62 OMC : ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE COMÉRCIO Princípios OMC 1.Não Discriminação 2.Previsibilidade 3.Concorrência Leal 4. Proibição de Restrições Quantitativas 5. Tratamento Especial e Diferenciado para Países em Desenvolvimento Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 62

63 BIBLIOGRAFIA Comércio Internacional e Câmbio – Bruno Ratti – Aduaneiras Negócios e Operações Internacionais – Douglas Hartung – Qualitymark – 2002 Administração Financeira Internacional – David Eiteman – Bookman Mercados Financeiros – Alexandre Assaf Neto – Atlas – 2003 SITES: Negócios Internacionais - M.Sc. Rose Mary Amorim 63


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