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AS DINÂMICAS DOS CATECISMOS DA ADOLESCÊNCIA. CORRENTE DE BICICLETA.

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Apresentação em tema: "AS DINÂMICAS DOS CATECISMOS DA ADOLESCÊNCIA. CORRENTE DE BICICLETA."— Transcrição da apresentação:

1 AS DINÂMICAS DOS CATECISMOS DA ADOLESCÊNCIA

2 CORRENTE DE BICICLETA

3 CARTAZ - POSTER

4 PAINEL (MURAL / COMUNICAÇÃO ) Vai sendo construído progressivamente… Ex: 3º Ano da 2ª Fase: 1º Período até ao Natal – Vão-se colocando as imagens (soltas) conforme a Catequese do dia…

5 DÍSTICOS – COMIMAGEM

6 COMPOSIÇÃO Compor um texto a partir de uma imagem, objecto, Poema, etc. Pode ser em jeito de Oração ou descodificação de um texto

7 Posters Pode ser : Ajudar a descobrir o mundo da Palavra de Deus ( Já está feito…) Abrir a consciência a horizontes mais amplos que os que são apresentados pela sociedade de consumo Chamar a atenção para as necessidades mais profundas da pessoa

8 FRASES AMA E FAZ O QUE QUISERES... A MESSE É GRANDE... NINGUÉM TEM MAIOR AMOR DO QUE AQUELE QUE DÁ A VIDA PELOS SEUS AMIGOS FELIZES OS POBRES... EU SOU A LUZ DO MUNDO Esta dinâmica é similar à dinâmica dos pensamentos, com a simples diferença de poder ser trabalhada a partir de frases simples, retiradas duma canção, dum artigo de jornal, duma revista, etc., etc..

9 GRAVURAS AS GRAVURAS, juntamente com as FOTOGRAFIAS, podem trabalhar-se como foto- linguagem, foto palavra, foto mensagem e foto montagem, etc.

10 DINÂMICA DE LETRAS O catequista entrega a alguns elementos ( pequeno grupo ) uma frase ou pensamento, em letras soltas, formato grande e convida os adolescentes a dizerem, a partir de cada uma das letras, palavras que estas lhes evocam. O Catequista irá relacionando as palavras com o tema do encontro. De seguida, propõe que formem a frase ou pensamento. Estas palavras serão anotadas no quadro ou em papel. Por fim, a frase faz a síntese do tema… Pode até ser a frase bíblica do Encontro de Catequese.

11 Que tenho eu de boneco?SER PESSOAQue tenho eu de pessoa? CABEÇA Para pensar as coisas antes de as dizer ou fazer, reflectir e rever, para agir melhor, duvidar e interrogar- se e procurar a verdade, saber e conhecer, sonhar e desejar um mundo melhor. OLHOS Para ver, olhar e admirar, dar-se conta das alegrias e penas dos que nos rodeiam, chorar com o que chora, guiar o cego. BOCA Para se comunicar, dialogar, dizer uma palavra de ânimo e esperança, exprimir as próprias opiniões; gostar e saborear o bom; rir e cantar, louvar e rezar. OUVIDOS Para escutar os outros, sentir os pedidos de ajuda que nos fazem. CORAÇÃO Para amar, sentir, perdoar, levar os seres queridos; guardar o bom e usá-lo quando faz falta, gozar, alegrar- se e celebrar. PELE Para se manter na pele de outro, compreendê-lo e aceitá-lo como ele é; relacionar-se, conviver. CHEK-UP

12 EXAME DE CONSCIÊNCIA A PARTIR DOS DEZ MANDAMENTOS Primeiro mandamento: Adorar a Deus e amá- lO sobre todas as coisas? Amo a Deus, sobre todas as coisas? Amo-o mais do que o dinheiro... mais do que o meu tempo, mais que o meu computador, mais do que a minha casa, mais do que a minha televisão... mais do que o meu cão ou animal de estimação, mais do que o grupo de amigos? CHEK-UP

13 SEGUIR CRISTO SUPÕE PARA MIMSEGUIR O MUNDO SUPÕE PARA MIM 1. Viver com austeridade, como sinal da minha solidariedade com os pobres. 1. Viver num ambiente de conforto e de aburguesamento, sem nenhum sentido de solidariedade. 2. Considerar o dinheiro como algo relativo, que já não me pertence exclusivamente, porque o partilho com os necessitados. 2. Considerar egoistamente o dinheiro como algo exclusivamente meu e como um dos primeiros valores da minha vida. 3. Estar aberto aos outros e agir com simplicidade e humildade nas relações interpessoais. 3. Estar fechado aos outros e ter uma orgulhosa auto- suficiência no trato com os outros. 4. Servir-me das coisas com sentido de pobreza e desprendimento, considerando-as como meios e não como fins em si mesmas. 4. Servir-me das coisas como fins em si mesmas, cobiçando ansiosamente a sua posse. 5. Estar numa atitude de serviço perante os outros, considerando-me servidor de todos por amor; chegando assim ao outro – Deus – através dos outros. 5. Estar numa atitude de me servir caprichosamente dos outros, relacionando-me com eles só para submetê-los ou aproveitar-me deles, procurando a fama, o apreço, o poder egoistamente. 6. Ter um espírito renovador, que quer transformar urgentemente tudo o que se opõe ao amor e à justiça. 6. Ter um espírito conformista, cómodo, que me leva a considerar-me como felizmente instalado, sem me meter em problemas com ninguém. 7. Orar frequentemente, como reconhecimento da presença amorosa de Deus na minha vida. 7. Não orar ou fazê-lo por simples compromisso social. 8. Lutar contra as injustiças e opressões que vejo na sociedade. 8. Não lutar contra as injustiças e opressões, deixando-me estar tranquilo. 9. Viver a vida cristã em grupo, em comunidade.9. Viver a própria vida num sentido individualista, sem me unir a ninguém com nenhum compromisso exigente. CHEK-UP

14 INTERPRETAÇÃO Interpretar pode ter uma dupla significação: pode significar interpretar um texto, no sentido de descobrir o seu significado pode significar ainda interpretar, no sentido de dar corpo, isto é, fazer descobrir aos outros o sentido de dado texto ou situação através da mímica, da encenação gestual...

15 EXPRESSÃO CORPORAL O corpo é uma manifestação da nossa presença. Expressão corporal é expressão própria, intencional, livre e gratuita de um estado de espírito ou de uma vivência interior. Graças ao gesto, o corpo converte- se em símbolo. Com o gesto corporal a pessoa diz- se a si própria e ao grupo.

16 ENCENAÇÃO GESTUAL A expressão em gestos é uma necessidade profunda para os adolescentes. A encenação / expressão gestual não é uma mímica, nem uma expressão corporal no sentido estrito da palavra. Trata simplesmente de uma encenação e/ou expressão em gestos. Trata-se de uma série de atitudes e de gestos expressivos mas sóbrios, que comunicam uma atitude interior das personagens evocadas no texto. A expressão em gestos facilita uma assimilação, uma memorização, uma interiorização.

17 FOTO-LINGUAGEM A partir de um grupo de imagens e com fundo de música suave, em silêncio procuram identificar-se com uma delas partindo do que são e do que fazem…

18 POEMA DEUS QUE VEM Natal é sonho, é magia Natal é ternura É alegria. Natal é surpresa, É pobreza, é riqueza. Natal é Paz, é Amor, É ausência de ódio E de rancor. Natal é vida É comunhão Natal só acontece No coração. Natal é afirmação De um amor sem igual, De um Deus que vem E que quer ser NATAL! Ir. Alda Mª Rego

19 Textos Uns preferirão o texto poético, enquanto outros redigem uma composição. Uns darão um testemunho, enquanto outros escreverão mensagens. Haverá certamente quem prefira redigir um conto ou uma parábola. Mas outros farão palavras cruzadas, ou acrósticos, ou textos figurativos. Pode ser que o tema em questão leve os Adolescentes ou jovens a redigir orações. O catequista, neste caso, pode apresentar-lhes modelos de orações, deixando-os depois entregues à sua imaginação e criatividade. Quando se trata de orações a utilizar nas celebrações, o catequista terá o cuidado de os (in)formar do esquema e sentido d(um)a oração litúrgica.

20 Textos Frequentemente eles têm mais facilidade de comunicar os seus sentimentos escrevendo numa folha de papel, do que falando ao vivo com os colegas. Alguns guardam nos seus diários íntimos textos de uma grande beleza. Poderá até fazer com os melhores textos um pequeno livro, que chegará às mãos dos adultos, para que estes saibam o que pensam e sentem os que pertencem a outras gerações.

21 LENDAS / CONTOS O conto é uma narração, uma historieta, uma fábula. Podemos utilizar contos e lendas de muitas formas. A mais comum consiste fundamentalmente em fazer um trabalho de reflexão e de expressão, utilizando técnicas relacionadas com a linguagem audiovisual no seu sentido mais lato. Diálogo sobre o texto Segue-se um trabalho de maior aprofundamento. Cada grupo ensaia uma técnica de expressão apropriada. No final, far-se-á o plenário. A iluminação cristã

22 CANTO / CANÇÃO O Canto é mais litúrgico ou de acordo com o tema ( Pal. Ex. Fé…) A Canção é mais de Mensagem (Ex. Acolhimento, Humana)

23 RESSONÂNCIA Um texto que é lido – Declamado – Salmo, Poema, etc. - que permite aos participantes reflectirem sobre o mesmo e irem repetindo uma frase ou outra do texto ou do Salmo, progressivamente.. Acabando por vezes de repetirem todo o texto e de por vezes se repetirem na palavra ou frase escolhida. – Ex: texto da oração da noite.

24 BINAS Filho de peixe… Em casa de ferreiro Sabe nadar… Espeto de pau… Podem ser de apresentação, de motivação, trabalho, etc.

25 PHILIPS 6X6 Para trabalho em grupo dentro do mesmo espaço. » 6 pessoas, 6 minutos, um minuto para cada um falar. Um dos elementos fará de secretário na partilha.

26 » Objectivo: em poucos minutos todos falam sobre o tema proposto. » Como fazer: » o educador introduz o tema; » Form.grupos de 6 elementos: elegem o secretário – 6 elementos e 6 minutos – um minuto para cada um falar…o moderador garante a participação de todos, o secretário toma nota das ideias principais; » cada secretário dispõe de 1 minuto no plenário; » O educador faz síntese final. PHILIPS 6X6

27 JOGRAIS Texto… que será dito ou declamado apenas por um elemento do grupo ou Catequista, e todo o grupo em conjunto, repetirá sempre o mesmo refrão. Ex: Oração Litânica… etc.

28 TIO E SOBRINHO Metade do grupo é convidado a sair da sala / são os tios / Aos que ficam é-lhes dito que têm de fazer uma viagem ao estrangeiro, e que, um tio que eles não conhecem os espera no Aeroporto. Daqui que, cada um terá de escrever uma pequena carta ao tio a descrever alguns dados pessoais através dos quais eles os possam reconhecer (a cada um é dado um cartão e um envelope; escrevem e fecham) Entram os tios recebem uma carta à sorte, e vão procurar os respectivos sobrinhos. Terminada a identificação (dando muita atenção à forma como se comportam no encontro ) far-se-á a avaliação da dinâmica.

29 COSME E DAMIÃO O Catequista propõe ao grupo que, de pé, de forma a que todos se possam ver, cada um vá ao encontro do que menos conhece ou com quem nunca falou. Formam Binas (2), Convidando todos a que, durante cinco a dez minutos, procurem falar e procurar conhecer o seu companheiro de bina. Nesta entrevista procurem conhecer-se, evitando os dados chamados demográficos ( lugar e data de nascimento, trabalho actual, etc.), mas, antes, falem abertamente das características pessoais de cada um. Este exercício ajuda também o treino de ouvir bem e saber ouvir. No plenário, cada um procura meter-se na pele do outro dizendo eu sou o… (nome do outro e o que dele acolheu…) É uma dinâmica de apresentação e de conhecimento…)

30 INQUÉRITOS / QUESTIONÁRIOS Conhecer o que um grupo ou pessoa pensa sobre um assunto. Preparar: assunto; inquiridos; variáveis. Que seja - Claro, conciso, explícito, curto. Anónimo. Preparação dos adolescentes. O inquérito pode ser ao próprio grupo.

31 1.PERGUNTAS FECHADAS Penso na morte: 1- muitas vezes; 2- algumas; 3- raramente; 4- nunca Explicitação da Técnica de resposta - sublinhar; - cortar o que não interessa; - assinalar com x.

32 Inquérito 2. PERGUNTAS ABERTAS O principal traço do meu carácter é… A qualidade que admiro num homem é … A qualidade que prefiro numa mulher é … O que mais aprecio nos meus amigos e amigas é … O meu principal defeito é … A minha ocupação preferida é … O meu sonho de felicidade é … A minha maior desgraça seria …

33 ENTREVISTAS Preparar: perguntas ordenadas; com lógica adaptadas ao entrevistado. Mostrar interesse por ouvir a resposta; não cortar a palavra; não discutir o que disse. Escolher com cuidado o entrevistado. Ao vivo … Elaboradas

34 TESTE TESTE DA LIBERDADE Perguntas ou afirmações às quais se atribui pontuação. No final somam-se os pontos obtidos. De acordo com a pontuação verifica- se o grau de liberdade já atingido e o que falta atingir. Deixo-me levar pelos slogans Ser livre é importante para mim. A liberdade conquista-se. A verdade liberta. O grupo oprime-me.

35 È uma grelha que nos permite: COMPARAR CLARIFICAR DESCODIFICAR determinado acontecimento com uma passagem bíblica. Exemplo: a experiência da importância da notícia na nossa vida. GRELHA DE ANÁLISE

36 Confronto com Lc 24, 3-21 a) Que noticia tocou o nosso grupo? b) Que notícia tocava os discípulos de Emaús? c) Porque nos tocou a notícia que escolhemos? d) Aquela notícia tocava os discípulos. Porquê? GRELHA DE ANÁLISE

37 DIAPORAMA E MONTAGEM AUDIOVISUAL São diferentes: O Diaporama é mais simbólico… Por vezes nem texto tem. Só imagem e música. A Montagem – É explícita, não exige tanto – É clara…

38 1 – A paz é ausência de guerra 2 – Se queres a paz, trabalha pela justiça 3 – A paz é ficar indiferente perante a violência 4 – A paz depende de ti 5 – A paz alcança-se de uma vez para sempre 6 – Para haver paz basta calar 7 – De um coração novo nasce a paz 8 – A paz é obra das nações ricas 9 – A verdade é a força da paz 10 – A paz é a força do desenvolvimento económico 11 – A paz e os jovens caminham juntos FORUM Assinalam com + as que considerem correctas…

39 AMOR COM CORAÇÃO «LIMPO»AMOR COM CORAÇÃO «SUJO» Ajuda o irmão; tem uma grande liberdade interior. Distingue a limpeza interna da externa. Prefere a primeira. Vai ao profundo. Faz o que dita o coração, que pede sempre para amar. Tem lugar para Deus, acolhe Deus com simplicidade e alegria. Vê com olhos transparentes, para além das aparências. Vê com os olhos de Deus. Tudo é sacramento de Deus e remete para Deus, até o mais pequeno. Semeia futuro, esperança e dá sempre uma segunda oportunidade. Fixa-se na intenção, na boa vontade, no esforço. Os seus gestos e sinais externos são autênticos. É humilde e agradecido a Deus, que dá e cria corações novos. Detecta rapidamente os jogos sujos. Não está dependente do que pensam os homens, mas do que pensa Deus. Deixa que a vontade de Deus guie a sua vida. Procura e inventa, se for preciso, a melhor maneira de fazer o outro feliz. Está condicionado, não é livre. Desentende-se com o irmão necessitado. Considera que todos estão sujos, suspeita de todos. Vive de aparências. Faz o mínimo pelo que é justo, pelo que a lei manda. Tem medo de Deus, que vê o interior. Só vê as aparências, o externo. Tende a ver só o impuro, o mau, o negativo, talvez para se justificar. Faz juízos e condena o transgressor. Olha só para os resultados. Tudo nele soa a eco, não significa nada. Considera que só ele é perfeito e que faz tudo bem. Tenta salvar as aparências, guardar as formas. Está dependente do que possam pensar e dizer os outros. O ficar bem perante as pessoas é o que guia a sua vida. Tem medo de mostrar o próprio interior. FORUM

40 Outra forma será por exemplo escrever palavras ou frases curtas em pedaços de cartolina ou papel (80X15 cm) e dispô-las em cima de uma mesa ou no chão No centro do espaço destinado ao encontro, colocar 3 cadeiras com as seguintes inscrições: O que aceito / O que rejeito / ?? Dúvidas... Depois da motivação inicial para o tema, cada elemento será convidado a escolher mentalmente um desses papéis que levantará, partilhando o porquê da escolha e irá colocá-lo na respectiva cadeira.. FORUM

41 DISCO-FORUM Aqui entram todas as formas de expressão: diálogo, canto, mímica, poema, proclamação de um texto, encenação, coreografia etc., etc.

42 PUZZLE

43 ORAÇÕES A oração pode ser dinamizada de múltiplas e variadas maneiras: pode ser escrita pelos adolescentes a partir de um tema, uma palavra, um símbolo. Podem ser fotocopiadas e lidas por todas, alternadamente, etc. etc.

44 JOGO Jogo da Confiança ou outro…

45 TRIBUNAL / O PROCESSO Queixa determinada: A Família. Faz-se uma primeira abordagem ao tema. O animador afixa uma grande folha, dividida em duas colunas: o positivo e o negativo. Formam-se dois grupos: um é a defesa e outro a acusação. Escolhe-se o membro de cada grupo com mais eloquência para advogado. Julgamento: juiz, advogados e os jurados (formados por todos os jovens presentes, tomando a palavra quem quiser). Leitura da sentença.

46 TELEGRAMA Esta dinâmica é simples e consiste fundamentalmente em redigir um telegrama de três a cinco linhas, a explicar o que é, por exemplo, a Páscoa. No final cada um partilhará o seu telegrama. É uma boa técnica para ponto de partida (experiência humana) e para a Síntese Doutrinal.

47 O MEU PROBLEMA Dinâmica de resolução de problemas. Cada um terá que apresentar as razões pelas quais terá de fazer isto ou aquilo. Pode ser uma história, um caso verídico ou uma proposta de notícia.

48 ETIQUETAS / RÓTULOS O catequista coloca na testa dos voluntários uma etiqueta com um rótulo. Sugerem-se os seguintes: - Aprecia-me - Rejeita-me - Sorri para mim - Volta-me as costas - Ajuda-me - Tem pena de mim - Escuta-me - Ri-te de mim - Dá-me a tua amizade - Ignora-me Todos estes adolescentes circulam no centro da sala, procurando ler os rótulos e reagir em conformidade. No fim, cada um procurará adivinhar qual era o seu e dizer também como se sentiu. Sentiu amizade? Porquê? ( cuidado)

49 CARTA ABERTA Carta redigida a alguém e que será lida a todo o grupo a Deus; ao sacerdote; ao amigo: ao catequista; a uma criança doente; a uma pessoa com SIDA; a um soldado; a uma mãe que perdeu o filho; à pessoa com quem estamos zangados… etc.

50 ALFABETO FAMILIAR Pegar nas letras do alfabeto e a partir de cada letra do alfabeto apresentar uma palavra e dizer algo criativo e significativo sobre ela. Esta dinâmica deve ter um tema específico. Exemplo – família.

51 PUBLICIDADE

52 CHAPÉUS O educador coloca dois chapéus : um de cores escuras e outro de cores vivas. A cada elemento dará dois cartões que podem ser de cores cinzento e branco. Convidará a pensarem na maior alegria ou maior tristeza da semana que passou. Escrevem nos respectivos papéis e vão colocar as alegrias no chapéu colorido e as tristezas no de cor escura. Depois de baralhados os papéis, cada um é convidado a recolher dois ( um de cada chapéu). Na partilha, cada um fará por fazer verdadeiramente suas as alegrias e as tristezas do outro que as escreveu, metendo-se na sua pele

53 AUTÓGRAFOS O catequista entrega a cada adolescente uma cartolina branca em formato de postal. Em seguida, convidará a escreverem no cartão ao centro o nome, fazendo à volta do nome um rectângulo. Todos se levantam e têm dois minutos para "caçarem" aos colegas o maior número possível de autógrafos. Terminado esse tempo, faz-se uma avaliação do exercício: - Quantos autógrafos conseguiu cada adolescente? - Qual era a tua preocupação: dar ou receber autógrafos? - Houve muito ou pouco egocentrismo? A conclusão é contraditória à experiência: experimenta-mos que somos egoístas e somos convidados a viver numa atitude de doação, procurando mais dar que receber.

54 MALMEQUERES Um grupo de rapazes outro de raparigas. Tanto um como outro dizem o gostam e o que não gostam no sexo oposto. Partilha das apreciações

55 OBJECTOS Os objectos são realidades simbólicas. Estas realidades podem ser naturais (água, luz, pão, sal, frutos, etc..) e artificiais (cartazes, redes, recipientes, etc...). Um objecto pode promover uma comunicação profunda, mas isso só acontece se for usado correctamente. Para isso há que dar atenção ao pormenores e valorizá-los. Os objectos podem ser usados e valorizados em qualquer momento do itinerário catequético, mas têm um lugar peculiar na expressão de fé: valorizar os objectos na expressão de fé significa descobrir uma fonte inesgotável de sinais que podem reflectir sobre a nossa vida e promover a experiência simbólica.

56 SÍMBOLOS

57 O BOLO Cada um desenhará um círculo, como se fosse um grande bolo. Esse bolo representa o domingo. Em seguida cortará o bolo em porções que correspondem às várias ocupações dominicais. No final cada um apresenta aos colegas o seu bolo.

58 JOGO DA CONFIANÇA O catequista chama um voluntário. Este escolhe quatro pessoas em quem confia. O catequista fecha os olhos do voluntário com um lenço negro. Colocam-se atrás dele prontos a ampararem-no para que não caia. Que sentiste? Confiaste nas pessoas?

59 TESTEMUNHOS (= DOCUMENTOS VIVOS) O catequista de um grupo de adolescentes terá de estar muito em contacto com a realidade, pois a catequese parte da vida, é vida e toma-se vida. O primeiro e fundamental livro de texto é a realidade, o quotidiano, a experiência de vida. Os testemunhos podem ser também textos redigidos por algum Padre da Igreja ou santo ou profeta ou simplesmente alguém do nosso tempo sobre determinado aspecto ou dimensão da vida humana ou cristã.

60 TESTEMUNHOS (= DOCUMENTOS VIVOS) Ao folhearmos jornais, revistas e outras publicações, encontramos a cada passo documentos vivos de muito interesse para um trabalho de reflexão em grupo. Há notícias, testemunhos, letras de canções, poemas, reportagens, entrevistas, manifestos, diários, cartas, etc. Depois de motivados ao tema, o animador apresenta um ou mais testemunhos ou documentos vivos. Sendo possível, cada adolescente terá uma cópia do documento. Far-se-á a primeira leitura em comum, ou em privado. Poderá ainda fazer-se um breve diálogo sobre as primeiras impressões.

61 TESTEMUNHOS (= DOCUMENTOS VIVOS) Segue-se a abordagem do testemunho. Esta pode fazer-se de muitas maneiras. Destacamos algumas: - Fazer uma dramatização. - Ilustrar o texto com diapositivos. - Sublinhar as frases mais importantes, com as quais se está de acordo, ou se discorda. - Fazer um cartaz sobre o tema. - Resumir o documento num slogan. - Fazer uma síntese do documento. - Ilustrar o documento com citações bíblicas. - Etc.

62 TESTEMUNHOS (= DOCUMENTOS VIVOS) Num segundo momento, faz-se a relação entre o documento vivo e o Evangelho de Jesus Cristo. Estando todos juntos, ou em pequenos grupos, surgem as questões: - Vedes alguma relação com o Evangelho? - Jesus viveu alguma situação parecida? - Conheces cristãos que, ontem e hoje, tomaram partido? - Com que critérios o cristão vê esse acontecimento? - Que empenho de vida nos é sugerido pela nossa esperança cristã?

63 DOCUMENTOS Esta dinâmica consiste fundamentalmente no estudo, análise e reflexão sobre documentos (que podem ser documentos do Magistério da Igreja, estatísticas, testemunhos, textos bíblicos, textos literários, etc.) em ordem a elaborar um relatório, declaração, artigo ou documento pessoal ou grupal.

64 DOCUMENTOS Esta actividade, que é essencialmente de interiorização e síntese, deve ter também o seu próprio dinamismo, que pode seguir o seguinte itinerário: 1) Leitura e reflexão dos documentos, sublinhando ou destacando o que lhes pareça mais significativo e importante ou mais centrado no tema; 2) Realização da síntese, mediante a redacção dum texto (que pode ser formulado em formas diversas – a sugerir) ou simplesmente respondendo a questões colocadas.

65 BIOGRAFIAS As biografias sãos as grafias de uma vida, isto é, são textos que contam ou narram a vida de alguém. Em Catequese, habitualmente narra-se a vida de um santo, um profeta do nosso tempo ou de alguém que possa apresentar-se como modelo e referência para a nossa vida. As biografias, total ou parcialmente, apresentadas nos nossos catecismos da adolescência são as de Hélder Câmara, Mahatma Gandhi, Teresa de Calcutá, Óscar Romero, Raul Follereau, Martin Luther King, Padre Américo, S. João de Deus. As biografias servem para despertar e motivar as atitudes cristãs fundamentais

66 QUEIMAR PAPÉIS Cada adolescente recebe um papel em branco. Serão de várias cores. Cada um escreve o que gostaria de queimar na sua vida. Papéis recolhidos e queimados num recipiente. Retira-se o lume do Círio Pascal.

67 PERSONAGENS TIPO

68 Apresentar uma gravura com personagens tipo e convidar os adolescentes a fazer a leitura destas personagens. Personagem tipo simboliza um determinado tipo de pessoas ou classe/grupo social.

69 SOMBRAS CHINESAS

70 Consiste em projectar a sombra do próprio corpo ou de objectos sobre um ecrã. Material - foco de luz, lençol branco.

71 DIÁLOGO

72 JOGO DAS QUALIDADES Gosto do teu sorriso O teu olhar é meigo Sabes fazer uma crítica Nunca te exaltas Estás sempre pronta para escutar Em ti confio Alegras a minha vida

73 BERLINDA É uma dinâmica de conhecimento. No centro do espaço físico e com o grupo em círculo, está uma cadeira vazia. Os elementos do grupo (cada um por sua vez) são convidados a ocuparem a cadeira. Uma vez sentados e em silêncio, cada um dos elementos vai dizendo o que pensa à cerca do que está na cadeira. Este por sua vez, não pode falar, nem para se defender, nem para se justificar. Terá de ouvir em silêncio até ao fim. O educador dará o seu testemunho, ocupando também ele a cadeira.

74 BERLINDA

75 OLHOS VENDADOS Jogo – Confiança – Experiência… etc.

76 MESA REDONDA

77 Catequista dirige a mesa redonda. Apresenta os convidados. Participantes fazem a sua exposição (não demorar muito tempo). Auditório, no final, pode levantar questões.

78 CAIXA DE DESEJOS O catequista apresenta aos adolescentes uma lista de desejos relacionados com um determinado tema. Em grupos dirão quais os desejos com que mais se identificam.

79 SONHO DA FELICIDADE/DESEJOS Sonho com…. Cada elemento pensa e diz oral ou por escrito o que sonha…

80 TOALHA DE PAPEL Material - toalha de papel e marcadores de cores variadas. Cada um escreve o que pensa sobre o tema proposto. Se sentiu o mesmo que outro, apenas sublinhará o que já está escrito.

81 AS ÁGUIAS Reflectir sobre As nossas asas: o que fazemos de bom e gostaríamos de melhorar? As nossas patas na lama: que fazemos de mal e gostaríamos de evitar?

82 GALÁXIA JESUS CRISTO

83 MURO DAS LAMENTAÇÕES Evocar ou provocar uma experiência de sofrimento. Entregar folha de papel. Partilhar e afixar no muro

84 PERFIL Em pequenos grupos A partir de um texto dado, elaborado De uma imagem Definir as qualidades de: padre, jovem, marido/esposa, etc. Apresentar de modo criativo: gráfico, desenho, colagens..

85 MOEDAS A cada participante são entregues 3 moedas de tamanhos diferentes: grande, média e pequena... simbolizando as qualidades recebidas para as por a render. Depois da motivação, cada participante é convidado a escrever na moeda maior a qualidade que sente que possui em maior grau; na média a qualidade que tem mas que precisa de ser desenvolvida, e, na mais pequena aquela que sabe que não possui mas que gostaria de possuir... No plenário vão dar-se conta de que a qualidade que não têm e que gostariam de possuir é a que o colega tem em maior grau... Tomam consciência de que as qualidades dos outros são também a sua riqueza e, vice-versa

86 IDEIAS PARA DEBATE

87 CHUVA DE IDEIAS Chuva de ideias e Turbilhão de ideias - a forma é a mesma… Todos dizem com rapidez o que pensam sobre o tema ou…


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