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LA TERMINOLOGIA: REPRESENTACIÓN Y COMUNICACIÓN Elementos para uma teoria de base comunicativa y otros artículos M.Teresa Cabré Discente: Anita Luisa Fregonesi.

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1 LA TERMINOLOGIA: REPRESENTACIÓN Y COMUNICACIÓN Elementos para uma teoria de base comunicativa y otros artículos M.Teresa Cabré Discente: Anita Luisa Fregonesi de Moraes Docente: Prof. Dr. Roberto Gomes Camacho

2 LA TERMINOLOGIA: REPRESENTACIÓN Y COMUNICACIÓN Elementos para uma teoria de base comunicativa y otros artículos M.Teresa Cabré Discente: Anita Luisa Fregonesi de Moraes Docente: Prof. Dr. Roberto Gomes Camacho

3 UMA NOVA TEORIA DA TERMINOLOGIA: DA DENOMINAÇÃO À COMUNICAÇÃO E. WUSTER – SUPERAR OS OBSTÁCULOS DA COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL CAUSADOS PELA IMPRECISÃO, DIVERSIFICAÇÃO E POLISSEMIA DA LINGUAGEM NATURAL: ECO DAS IDÉIAS FILOSÓFICAS DO CÍRCULO DE VIENA.

4 TEORIA GERAL DA TERMINOLOGIA TGT TERMINOLOGIA: * CAMPO DE ENCONTRO DA LINGÜÍSTICA, DA CIÊNCIA COGNITIVA, DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, DA COMUNICAÇÃO E DA INFORMÁTICA. * CENTRADA NOS ESTUDOS DOS TERMOS A PARTIR DO CONCEITO QUE EXPRESSAM E NA ANÁLISE DE SUAS RELAÇÕES.

5 * CONCEITOS: ESTABELECER POR CONSENSO O CONJUNTO DE CARACTERÍSTICAS MAIS COMUNS QUE REPRESENTEM UM SEGMENTO DA REALIDADE. * DENOMINAÇÕES: A NORMATIZAÇÃO PROPÕE ELIMINAR A VARIEDADE DENOMINATIVA EM FAVOR DE UMA ÚNICA FORMA DE REFERÊNCIA.

6 1.ANÁLISE DAS PROPOSTAS WUSTERIANAS: TGT TERMINOLOGIA: MATÉRIA AUTÔNOMA NUM CAMPO DE INTERSECÇÃO ENTRE AS CIÊNCIAS DAS COISAS E A LINGUÍSTICA, LÓGICA, ONTOLOGIA, INFORMÁTICA. OBJETO DE ESTUDO: TERMOS CIENTÍFICO-TÉCNICOS. TERMOS: UNIDADES SEMIÓTICAS COMPOSTAS DE CONCEITO E DENOMINAÇÃO. O CONCEITO PRECEDE A DENOMINAÇÃO.

7 ESTRUTURA CONCEITUAL: CONCEITOS DE UM MESMO DOMÍNIO MANTÊM RELAÇÕES DE DIFERENTES TIPOS. VALOR DO TERMO: ESTABELECIDO PELO LUGAR QUE OCUPA NA ESTRUTURA CONCEITUAL. OBJETIVO: NORMATIZAÇÃO CONCEITUAL E DENOMINATIVA. FINALIDADE: GARANTIR A PRECISÃO E UNIVOCIDADE DA COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL.

8 2. INSUFICIÊNCIAS DA PROPOSTA A) A REALIDADE SÓ PODE SER CONCEITUADA CIENTIFICAMENTE ATRAVÉS DA LÓGICA, QUE ORDENA O CONHECIMENTO CIENTÍFICO. * O CONHECIMENTO CIENTÍFICO NÃO CONSIDERA AS DIFERENÇAS ENTRE AS DISCIPLINAS, OS CONTEXTOS SÓCIO-CULTURAIS, AS ÁREAS GEOGRÁFICAS.

9 B) A FUNÇÃO DA TERMINOLOGIA É ETIQUETAR A DENOMINAÇÃO DOS CONCEITOS DA COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL. * ESSA POSIÇÃO NÃO CONTEMPLA A DIMENSÃO COMUNICATIVA DOS TERMOS, NEM SEUS ASPECTOS DISCURSIVOS OU SUA PROJEÇÃO GRAMATICAL.

10 C) A TGT SUPÕE QUE OS CONCEITOS SEJAM ESTÁTICOS, NÃO APRESENTAM VARIAÇÃO SEMÂNTICA E TÊM VALORES PRAGMÁTICOS. * A TGT NÃO SUPÕE O ESTUDO DA EVOLUÇÃO DOS CONCEITOS.

11 3. CRÍTICA À TEORIA GERAL DA TERMINOLOGIA * ASPECTOS COGNITIVOS: (TGT - UNIFORMIDADE DO CONHECIMENTO ESPECIALIZADO E SUA SEPARAÇÃO DO CONHECIMENTO GERAL SOBRE O MUNDO) - INTEGRAÇÃO COGNITIVA DIVERSIFICADA FUNCIONALMENTE NA ATUAÇÃO DOS FALANTES.

12 * ASPECTOS LINGUÍSTICOS: (TGT- TERMOS COMO UNIDADES DIFERENCIADAS DAS UNIDADES LÉXICAS DA LÍNGUA NATURAL) - IGNORA A NECESSIDADE DE COMPREENDER COMO OS TERMOS PASSAM A FAZER PARTE DA COMPETENCIA DOS FALANTES.

13 * ASPECTOS SOCIAIS: (TGT – CONCEPÇÃO IDEALISTA DOS TERMOS, NEGANDO A VARIAÇÃO DISCURSIVA) – OS TERMOS PERDEM PARCIALMENTE SUA CONDIÇÃO DE UNIDADES DA LINGUA NATURAL.

14 TGT: FORMULADA A PARTIR DA SELEÇÃO DOS TERMOS DA ENGENHARIA INDUSTRIAL EM VISTA DA SUA NORMATIZAÇÃO CONCEITUAL, LINGUÍSTICA E INTERLINGUÍSTICA COM O OBJETIVO DE ELIMINAR AS AMBIGUIDADES QUE A LINGUAGEM NATURAL PODE PROVOCAR NA COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL NACIONAL E INTERNACIONAL.

15 4. PONTOS QUE REFLETEM O CARÁTER REDUTIVO E IDEALISTA DA TEORIA DE WUSTER 4.1. REDUCIONISMO DA TEORIA A) TERMOS - CADA ESPECIALIDADE TEM SEUS PRÓPRIOS TERMOS DE FORMA QUE QUALQUER COINCIDÊNCIA DE UM TERMO EM OUTRA ESPECIALIDADE É INTERPRETADA COMO TERMOS DIFERENTES.

16 *NÃO PERMITE EXPLICAR AS DIFERENTES VERSÕES SIGNIFICATIVAS DE UM TERMO EM DIFERENTES CAMPOS ESPECIALIZADOS ( EX: VÍRUS: MEDICINA, INFORMÁTICA, SOCIOLOGIA...), NEM A TRANSFERÊNCIA DE TERMOS ENTRE ESPECIALIDADES, NEM OS MOVIMENTOS DOS TERMOS DA LINGUA GERAL PARA AS ESPECIALIZAÇÕES (TERMINOLOGIZAÇÃO) OU O INVERSO ( BANALIZAÇÃO, GENERALIZAÇÃO)

17 B) DOMÍNIOS ESPECIALIZADOS – SÃO SEGMENTOS DE CONHECIMENTO BEM DELIMITADOS. * O SABER É UM CONTÍNUO E SUA SEGMENTAÇÃO EM MATÉRIAS É PURAMENTE FUNCIONAL, DE MODO QUE UM ELEMENTO APARECE EM MATÉRIAS DISTINTAS E UM OBJETO CIENTÍFICO PODE SER ANALISADO POR DIFERENTES MATÉRIAS. * A CADA DIA SURGEM NOVOS CAMPOS DE CONHECIMENTO QUE SE CONSTITUEM NOVOS ESPAÇOS CIENTÍFICOS.

18 C) OBJETIVOS – ESTUDO DOS TERMOS COMO UNIDADES SEMIÓTICAS FIXANDO UMA DENOMINAÇÃO ÚNICA OU PREFERENCIAL PARA CADA LÍNGUA. * COM ISSO, ATRIBUEM-SE ARTIFICIALMENTE ALGUMAS CARACTERÍSTICAS AOS TERMOS COMO: UNIFORMIDADE DO CONHECIMENTO ESPECIALIZADO; AUSÊNCIA DE AMBIGUIDADE DOS TERMOS, ENTRE OUTRAS.

19 D) FINALIDADE – GARANTIR A PRECISÃO E UNIVOCIDADE DA COMUNICAÇÃO ESTRITAMENTE PROFISSIONAL. * A TGT NÃO CONTEMPLA A DIVERSIFICAÇÃO DA COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL NÃO CONCEBENDO A VARIAÇÃO DENOMINATIVA NEM O LEQUE DE NECESSIDADES SOCIOPROFISSIONAIS DISTINTAS A QUE SE DEVE ADEQUAR A TERMINOLOGIA.

20 E) COMUNICAÇÃO – A FUNÇÃO DOS TERMOS É ESTRITAMENTE DENOMINAR CONCEITOS. * A TGT NÃO PERMITE ABORDAR OS TERMOS EM CONTEXTO, INSERINDO AS UNIDADES TERMINOLÓGICAS DENTRO DA COMUNICAÇÃO.

21 4.2. IDEALISMO DA TEORIA TGT – O CONHECIMENTO CIENTÍFICO – EM CONTRASTE COM O CONHECIMENTO GERAL – PREEXISTE A QUALQUER EXPRESSÃO, É UNIFORME E INDEPENDENTE DAS LÍNGUAS E DAS CULTURAS.

22 IDEALIZAÇÃO: PREEXISTÊNCIA DO CONCEITO À EXPRESSÃO; O CONHECIMENTO CIENTÍFICO É TÉCNICO E UNIVERSALMENTE UNIFORME; A ESTRUTRA DE UM DOMÍNIO ESPECIALIZADO É ÚNICA EM TODOS OS GRUPOS E CONTEXTOS; O CONHECIMENTO CIENTÍFICO É NEUTRO; O USO DOS TERMOS NORMATIZADOS DA COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL É LIVRE DE OBSTÁCULOS; O TERMO NORMATIZADO APRESENTA CARACTERÍSTICAS MAIS SIGNIFICATIVAS PARA TODOS OS GRUPOS E CONTEXTOS.

23 A PROPOSTA DE TGT É INSUFICIENTE POR: * NÃO CONSIDERAR QUE OS TERMOS PERTENCEM PLENAMENTE À LINGUA NATURAL; * NÃO RECONHECER QUE A TERMINOLOGIA PARTICIPA DA LINGUAGEM NATURAL COM TODAS AS CONSEQUÊNCIAS DESSA IMPLICAÇÃO; *CONSIDERAR OS TERMOS COMO UNIDADES SEM INTERESSE SINTÁTICO, IRRELAVANTES PARA O DISCURSO; *A UNIVOCIDADE E MONOSSEMIA CONTRADIZEM COM OS DADOS EXTRAÍDOS DA REALIDADE

24 5. PARA UMA TEORIA DE BASE COMUNICATIVA TERMOS – UNIDADES QUE SE INCORPORAM AO LÉXICO DO FALANTE À MEDIDA QUE SE TORNA ESPECIALISTA PELA APRENDIZAGEM DO CONHECIMENTO ESPECIALIZADO.

25 * A TERMINOLOGIA PODE FAZER PARTE DOS SIGNOS DA LINGUAGEM NATURAL E INTEGRAR-SE NO CONHECIMENTO DO FALANTE, QUE É AO MESMO TEMPO FALANTE DE UMA LÍNGUA E PROFISSIONAL DE UMA MATÉRIA, SEM PRECISAR RECORRER À PROPOSTA DE UMA DUPLA COMPETÊNCIA.

26 * OS TERMOS NÃO FAZEM PARTE DE UM SISTEMA INDEPENDENTE DAS PALAVRAS, MAS FORMAM COM ELAS O LÉXICO DO FALANTE, PODEM SER ANALISADOS DE OUTRAS PERSPECTIVAS E COMPARTILHAM COM OUTROS SIGNOS DE SISTEMAS NÃO LINGUÍSTICOS O ESPAÇO DA COMUNICAÇÃO ESPECIALIZADA.

27 *TEORIA LINGUÍSTICA NÃO REDUTIVA – INCLUI A COMPETÊNCIA E A ATUAÇÃO DOS FALANTES CONTEMPLADOS EM SUA HETEROGENEIDADE COGNITIVA E COMUNICATIVA

28 *MACROTEORIA LINGUÍSTICA: A) TEORIA DA GRAMÁTICA – INCLUI A VARIAÇÃO DIALETAL E FUNCIONAL B) TEORIA DA AQUISIÇÃO – ABRANGE AS CORRELAÇÕES, IDENTIDADES E DIFERENÇAS DO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DO CONHECIMENTO GERAL E ESPECIALIZADO C) TEORIA DA ATUAÇÃO – RECORRE EM UM SÓ MODELO O USO GERAL E ESPECIALZADO EM TODA SUA VARIADA AMPLITUDE

29 6. BASES PARA UMA TEORIA COMUNICATIVA DA TERMINOLOGIA – TCT TCT – PROPÕE DAR CONTA DOS TERMOS COMO UNIDADES SINGULARES E, ÀS VEZES, SIMILARES A OUTRAS UNIDADES COMUNICATIVAS, ADMITINDO A VARIEDADE CONCEITUAL E DENOMINATIVA, LEVANDO EM CONTA A DIMENSÃO TEXTUAL E DISCURSIVA DOS TERMOS.

30 6.1. PRINCÍPIOS DA TCT A) CONSIDERAR A TERMINOLOGIA INSERIDA EM UMA TEORIA DA LINGUAGEM, QUE INCLUI TERMOS LINGUÍSTICOS, COGNITIVOS E SOCIAIS; B) EXPLICAR AS SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE CONHECIMENTO GERAL E ESPECIALIZADO SEM DISSOCIÁ- LOS DA COMPETÊNCIA DO FALANTE ESPECIALISTA;

31 C) EXPLICAR A INTERDISCIPLINARIDADE DAS UNIDADES TERMINOLÓGICAS; D) SUPOR QUE OS TERMOS NÃO PERTENCEM DE MANEIRA NATURAL A NENHUM DOMÍNIO, MAS SÃO UTILIZADOS NESSES DOMÍNIOS – UM CONCEITO PODE FAZER PARTE DA ESTRUTURA CONCEITUAL DE DIFERENTES DISCIPLINAS, CONSERVANDO OU ALTERANDO SUAS CARACTERÍSITICAS;

32 E) DAR CRITÉRIOS PARA DESCREVER AS UNIDADES DENOMINATIVAS MONOSSÊMICAS OU POLIVALENTES E DEFINIR OS LIMITES DESSA VARIAÇÃO; F) ADMITIR A SINONÍMIA COMO UM FENÔMENO REAL DENTRO DA COMUNICAÇÃO ESPECIALIZADA NATURAL, QUANTITATIVAMENTE DEPENDENTE DO NÍVEL DE ESPECIALIZAÇÃO;

33 G) CONSIDERAR QUE AS UNIDADES TERMINOLÓGICAS SE DÃO DE MANEIRA NATURAL NO DISCURSO E, EM CONSEQUÊNCIA, TÊM UMA PROJEÇÃO SINTÁTICA ALÉM DE SEUS DOMÍNIOS DENOMINATIVOS E QUE VARIAM EM FUNÇÃO DO DISCURSO; H) CONTEMPLAR A VARIAÇÃO DO DISCURSO EM FUNÇÃO DA TEMÁTICA, DO TIPO DE EMISSOR, DA SITUAÇÃO, ENTRE OUTROS.

34 6.2. FUNDAMENTOS DA TCT A) A TCT É UM CAMPO INTERDISCIPLINAR: * TEORIA DO CONHECIMENTO - EXPLICAR COMO SE CONCEITUALIZA A REALIDADE * TEORIA DA COMUNICAÇÃO – DAR CONTA DAS RELAÇÕES ENTRE TIPO DE SITUAÇÃO E TIPO DE COMUNICAÇÃO *TEORIA DA LINGUAGEM – SINGULARIZAR O CARÁTER TERMINOLÓGICO DOS TERMOS EXPLICANDO COMO SE ATIVA ESSE CARÁTER NA COMUNICAÇÃO.

35 B) OBJETO DE ESTUDO – SÃO AS UNIDADES TERMINOLÓGICAS, QUE FAZEM PARTE DA LINGUA NATURAL E DA GRAMÁTICA = SÃO UNIDADESDENOMINATIVO- CONCEITUAIS, DOTADAS DE CAPACIDADE DE REFERÊNCIA E QUE PODEM EXERCER FUNÇÕES DISTINTAS

36 C) TERMOS – UNIDADES LÉXICAS ATIVADAS SINGULARMENTE POR CONDIÇÕES PRAGMÁTICAS DE ADEQUAÇÃO A UM TIPO DE COMUNICAÇÃO; D) TERMOS – UNIDADES DE FORMA E CONTEÚDO EM QUE O CONTEÚDO É SIMULTÂNEO À FORMA; E) ESTRUTURA CONCEITUAL – CONJUNTO DAS RELAÇÕES ENTRE OS CONCEITOS;

37 F) VALOR DO TERMO – SE ESTABELECE PELO LUGAR QUE OCUPA NA ESTRUTURAÇÃO CONCEITUAL - UM CONCEITO PODE PARTICIPAR DE MAIS DE UMA ESTRUTURA COM O MESMO OU COM DIFERENTE VALOR; G) OBJETIVO – DESCREVER FOMAL, SEMÂNTICA E FUNCIONALMENTE AS UNIDADES QUE PODEM ADQUIRIR VALOR TERMINOLÓGICO;

38 H) FINALIDADE - ATIVAR A DUPLA FUNÇÃO DOS TERMOS * A REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO ESPECIALIZADO * SUA TRANSFERÊNCIA, AINDA QUE EM GRAUS E MODOS DISTINTOS, EM SITUAÇÕES TAMBÉM DIVERSAS.

39 TCT – A COMPETÊNCIA GERAL E ESPECIALIZADA DO SUJEITO FALANTE, QUE SE ENCONTRAM INTEGRADAS, INCLUI UNIDADES LÉXICAS QUE FORA DE CONTEXTO COMUNICATIVO NÃO SÃO NEM PALAVRAS NEM TERMOS, APENAS UNIDADES LÉXICAS.

40 TCT – NAS SITUAÇÕES MARCADAS PELA ESPECIALIZAÇÃO, O FALANTE ATIVA OS TRAÇOS ADEQUADOS A ELA E PRESCINDE DAQUELES QUE NÃO SÃO PERTINENTES NEM ADEQUADOS.

41 7. CONCLUSÃO EM CONTEXTOS PRESCRITIVOS, FORTEMENTE ESTRUTURADOS E COM O OBJETIVO PRIORITÁRIO DE GARANTIR A UNIVOCIDADE COMUNICATIVA A TGT É INQUESTIONÁVEL. EM SITUAÇÕES DE COMUNICAÇÃO NATURAL, DE BASE SOCIAL COM PRETENSÕES IDENTITÁRIAS, A TGT RESULTA INSUFICIENTE

42 CAMINHOS: AMPLIAR A PROPOSTA DE WUSTER / BUSCAR NOVOS FUNDAMENTOS QUE DÊEM LUZ A UMA NOVA TEORIA SOBRE OS TERMOS. PROPOSTA: TERMINOLOGIA DE BASE COMUNICATIVA (TCT) – CONTEMPLA A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA EM TODA SUA DIMENSÃO, ASSUME A CONDIÇÃO DE ADEQUAÇÃO DOS TERMOS E INTEGRA OS ASPECTOS PSICOLINGUÍSTICOS IMPLICADOS E OS ELEMENTOS SOCIOLINGUÍSTICOS RELACIONADOS.

43 *TCT – SÓ ASSIM OS TERMOS PODEM SER EXPLICADOS EM TODA SUA REALIDADE COMUNICATIVA E REPRESENTACIONAL. SÓ ASSIM A TERMINOLOGIA DO DESEJO PASSA A SER EFETIVAMENTE A TERMINOLOGIA DA REALIDADE.


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