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"Deixe suas esperanças, e não seus ferimentos, moldarem seu futuro. Robert H. Schuller "Enquanto houver vontade de lutar haverá esperança de vencer. Santo.

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1 "Deixe suas esperanças, e não seus ferimentos, moldarem seu futuro. Robert H. Schuller "Enquanto houver vontade de lutar haverá esperança de vencer. Santo Agostinho

2 Atividades já determinadas Lembrar e organizar no caderno As 6 questões da página Texto de Florestan Fernandes e as classes sociais no Brasil. As 6 questões da página 148 Possíveis mudanças sociais para o Brasil de 1930 – Pagu (Patricia Galvão) As 5 questões da página 154 Texto de Karl Marx sobre o valor da força de trabalho.

3 Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada Hoje amanheceu chovendo. É um dia simpático para mim. É o dia da Abolição. Dia que comemoramos a libertação dos escravos... Choveu, esfriou. É o inverno que chega. E no inverno a gente come mais. A Vera começou pedir comida. E eu não tinha. Era a reprise do espetáculo. Eu estava com dois cruzeiros, Pretendia comprar um pouco de farinha para fazer um virado, Fui pedir um pouco de banha a Dona Alice. Ela deu-me a banha e arroz. Era 9 horas da noite quando comemos. E assim no dia 13 de maio de 1958 eu lutava contra a escravatura atual a fome!

4 Carolina Maria de Jesus foi empregada doméstica, catadora de papel e escritora. Morou na antiga favela Canindé, na rua A, barraco 9, onde foi construída a marginal do Tietê. Seus diários, descobertos pelo jornalista Audálio Dantas, em 1959, foram publicados com o título Quarto de despejo. Os dez mil exemplares da primeira edição, pela Livraria Francisco Alves, esgotaram-se na semana de lançamento. O livro foi traduzido para treze línguas e circulou por 40 países.

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6 Todas as classes são cidadãs página 156 Sec XX – governantes utilizam o poder para beneficiar os donos do meio de produção (burguesia) Estado investe na economia – cria estatais Empresários e executivos desfrutam de prestígio social associado a riqueza e ao poder que possuem. Constituição de 1988 garante avanços ao reconhecimento dos direitos das classes sociais mais pobres da população brasileira

7 Boia-fria Brasil – uma das maiores concentrações de terras do mundo. Péssima condição de vida dos camponeses. Denúncias de trabalho escravo e trabalho infantil no campo. Mecanização substitui a mão de obra humana – desemprego.

8 Organização Camponeses se organizam no início da década do 1950, Reforma agrária – bandeira de luta. Golpe militar de 1964 – congelou essa reivindicação, Com a redemocratização - MST – retoma em 1984 – luta pela reforma agrária. A discussão da distribuição das terras fez parte das políticas públicas. A mídia contribui por tratar de temas polêmicos

9 Repressão e superação Repressão policial aos operários durante a ditadura – conquista de melhores salários e reconhecimento sindical e política públicas de desenvolvimento, aumento de oferta de empregos, engajamento democrático de todas as classes sociais para o país crescer.

10 Ontem - hoje Francisco Julião - Deputado federal em 1962 Discurso em 31 de março de 1964 – véspera do golpe militar – página 158 João Pedro Stélidile – Líder do MST em 2006 Declaração em 14 de março de 2006 ao Jornal O Estado de São Paulo – Página 158

11 Roteiro de Trabalho Atividade para casa Organizar no caderno Responder as 7 questões da página 159 Comparativo entre o trabalho manual na lavoura e a mecanização.

12 "Deixe suas esperanças, e não seus ferimentos, moldarem seu futuro. Robert H. Schuller "Enquanto houver vontade de lutar haverá esperança de vencer. Santo Agostinho

13 Carolina Maria de Jesus morava em uma favela, era negra, catadora de papel e mantinha um diário. Descoberta por um repórter, que editou e publicou seus diários no começo da década de 60, ela virou uma celebridade. O livro foi traduzido em diversas línguas (minhas duas edições dizem que foi o maior best-seller brasileiro de todos os tempos) e ela viajou o mundo. Carolina, entretanto, tinha a língua afiada, desagradou a esquerda e a direita, acabou sendo esquecida e morreu na pobreza. Nascida em Sacramento, Minas Gerais, em 14 de março de 1914., era neta de escravos. Catadeira de papel por condição, gostava mesmo era de escrever. E isso desde cedo. Foi a reunião dos escritos avulsos da escritora da época da mocidade que originou o seu primeiro romance-diário Quarto de Despejo. Estudou até o segundo ano primário. Migrou para São Paulo em 1947, indo morar na extinta favela do Canindé, na zona norte. Nessa cidade, trabalha como doméstica, não se adaptando, contudo, a esse tipo de trabalho. Passa a trabalhar como catadora de papel, trabalho que realiza até sua morte, em Carolina nunca se casou e teve três filhos. Até aqui, temos uma história que poderia ser a de qualquer outra mulher brasileira pobre: negra, semi-alfabetizada, favelada, como tantas que existem pelo Brasil afora, não fosse por um detalhe – a paixão de Carolina Maria de Jesus pela leitura e pela escrita. Carolina dividia seu tempo entre catar papel, cuidar dos filhos e escrever. Em 1958, aparece a primeira reportagem sobre Carolina no jornal Folha da Noite. No ano seguinte, é a vez da revista O Cruzeiro divulgar o retrato da favela feito por Carolina. Todavia, Carolina só foi apresentada ao público em 1960, graças aos esforços do jornalista Audálio Dantas, que teve que enfrentar o desinteresse do mercado editorial da época pela literatura de extrato étnico-popular. Ao visitar a favela do Canindé para escrever uma matéria sobre a expansão do local, conhece Carolina, que lhe entrega os manuscritos de seu diário. Surge então seu primeiro livro, Quarto de despejo, livro-diário em que relata a fome cotidiana, a miséria, os abusos e preconceitos sofridos por ela, seus filhos e outros moradores da favela. Ocorre, porém, que devido a fatores imensuráveis pelas técnicas mercadológicas, a primeira edição do Quarto de Despejo alcançou a casa dos dez mil exemplares, logo esgotados em uma semana. Sem dizer que foi traduzido para cerca de trinta idiomas, com sucessivas reedições. Foi ainda adaptado para o teatro, para o rádio e para a televisão com grande sucesso de audiência. Carolina Maria de Jesus publicou também: Diário de Bitita, Casa de Alvenaria, Crônicas e Pedaços da Fome. Diário de Bitita, devido ao processo de silenciamento imposto pelo Regime Militar aos setores progressistas da sociedade, assim como ao preconceito intelectual da época, foi publicado primeiro na França (1982), e, anos depois, no Brasil (1986).


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