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No mundo inteiro, milhões de pessoas vivem com o diagnóstico de cancro. A investigação constante, numa área de intervenção tão importante como o cancro.

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2 No mundo inteiro, milhões de pessoas vivem com o diagnóstico de cancro. A investigação constante, numa área de intervenção tão importante como o cancro é, inquestionavelmente, necessária. Cada vez se sabe mais sobre as suas causas, sobre a forma como se desenvolve e cresce, ou seja, como progride. Estão, também, a ser estudadas novas formas de o prevenir, detectar e tratar, tendo sempre em atenção a melhoria da qualidade de vida das pessoas com cancro, durante e após o tratamento. No mundo inteiro, milhões de pessoas vivem com o diagnóstico de cancro. A investigação constante, numa área de intervenção tão importante como o cancro é, inquestionavelmente, necessária. Cada vez se sabe mais sobre as suas causas, sobre a forma como se desenvolve e cresce, ou seja, como progride. Estão, também, a ser estudadas novas formas de o prevenir, detectar e tratar, tendo sempre em atenção a melhoria da qualidade de vida das pessoas com cancro, durante e após o tratamento.

3 O que é o cancro? O cancro é a proliferação anormal de células. O cancro tem início nas células; um conjunto de células forma um tecido e, por sua vez, os tecidos formam os órgãos do nosso corpo. Normalmente, as células crescem e dividem- se para formar novas células. No seu ciclo de vida, as células envelhecem, morrem e são substituídas por novas células. Algumas vezes, este processo ordeiro e controlado corre mal: formam-se células novas, sem que o organismo necessite e, ao mesmo tempo, as células velhas não morrem. Este conjunto de células extra forma um tumor. Nem todos os tumores correspondem a cancro. Os tumores podem ser benignos ou malignos. O cancro é a proliferação anormal de células. O cancro tem início nas células; um conjunto de células forma um tecido e, por sua vez, os tecidos formam os órgãos do nosso corpo. Normalmente, as células crescem e dividem- se para formar novas células. No seu ciclo de vida, as células envelhecem, morrem e são substituídas por novas células. Algumas vezes, este processo ordeiro e controlado corre mal: formam-se células novas, sem que o organismo necessite e, ao mesmo tempo, as células velhas não morrem. Este conjunto de células extra forma um tumor. Nem todos os tumores correspondem a cancro. Os tumores podem ser benignos ou malignos.

4 Exemplos de alguns tumores: Tumor maligno Raramente põem a vida em risco; Regra geral, podem ser removidos e, muitas vezes, regridem; As células dos tumores benignos não se "espalham", ou seja, não se disseminam para os tecidos em volta ou para outras partes do organismo (metastização à distância). Raramente põem a vida em risco; Regra geral, podem ser removidos e, muitas vezes, regridem; As células dos tumores benignos não se "espalham", ou seja, não se disseminam para os tecidos em volta ou para outras partes do organismo (metastização à distância). Tumor benigno Os tumores benignos não são cancro: Raramente põem a vida em risco; Regra geral, podem ser removidos e, muitas vezes, regridem; As células dos tumores benignos não se "espalham", ou seja, não se disseminam para os tecidos em volta ou para outras partes do organismo (metastização à distância). Os tumores benignos não são cancro: Raramente põem a vida em risco; Regra geral, podem ser removidos e, muitas vezes, regridem; As células dos tumores benignos não se "espalham", ou seja, não se disseminam para os tecidos em volta ou para outras partes do organismo (metastização à distância).

5 O cancro surge quando as células normais se transformam em células cancerosas ou malignas. Isto é, adquirem a capacidade de se multiplicarem e invadirem os tecidos e outros órgãos. A carcinogénese, o processo de transformação de uma célula normal em célula cancerosa, passa por diferentes fases. As substâncias responsáveis por esta transformação designam-se agentes carcinogéneos. São exemplos de carcinogéneos as radiações ultravioletas do sol, os agentes químicos do tabaco, etc. Para que se desenvolva um cancro é necessário que, de forma cumulativa e continuada, se produzam alterações celulares durante um largo período de tempo, geralmente durante anos. Como resultado, cresce o número de células que apresentam alterações de forma, tamanho e função e que possuem a capacidade de invadir outras partes do organismo. COMO SURGE O CANCRO?

6 QUAIS SÃO OS TIPOS DE CANCRO? Carcinoma - Tumor maligno que se origina em tecidos que são compostos por células epiteliais, ou seja, que estão em contacto umas com as outras, formando estruturas contínuas, como, por exemplo, a pele, as glândulas, as mucosas. Aproximadamente 80 por cento dos tumores malignos são carcinomas. Sarcoma - Tumor maligno que tem origem em células que estão em tecidos de ligação, por exemplo ossos, ligamentos, músculos, etc. Nestes, as células estão unidas por substância intercelular e não são epitélios, são tecidos conjuntivos. Leucemia - Vulgarmente conhecida como o cancro no sangue. As pessoas com leucemia apresentam um aumento considerável dos níveis de glóbulos brancos (leucócitos). Neste caso, as células cancerosas circulam no sangue e não há normalmente um tumor propriamente dito. Linfoma - Cancro no sistema linfático. O sistema linfático é uma rede de gânglios e pequenos vasos que existem em todo o nosso corpo e cuja função é a de combater as infecções. O linfoma afecta um grupo de células chamadas linfócitos. Os dois tipos de linfomas principais são o linfoma de Hodgkin e o linfoma não Hodgkin. Carcinoma - Tumor maligno que se origina em tecidos que são compostos por células epiteliais, ou seja, que estão em contacto umas com as outras, formando estruturas contínuas, como, por exemplo, a pele, as glândulas, as mucosas. Aproximadamente 80 por cento dos tumores malignos são carcinomas. Sarcoma - Tumor maligno que tem origem em células que estão em tecidos de ligação, por exemplo ossos, ligamentos, músculos, etc. Nestes, as células estão unidas por substância intercelular e não são epitélios, são tecidos conjuntivos. Leucemia - Vulgarmente conhecida como o cancro no sangue. As pessoas com leucemia apresentam um aumento considerável dos níveis de glóbulos brancos (leucócitos). Neste caso, as células cancerosas circulam no sangue e não há normalmente um tumor propriamente dito. Linfoma - Cancro no sistema linfático. O sistema linfático é uma rede de gânglios e pequenos vasos que existem em todo o nosso corpo e cuja função é a de combater as infecções. O linfoma afecta um grupo de células chamadas linfócitos. Os dois tipos de linfomas principais são o linfoma de Hodgkin e o linfoma não Hodgkin.

7 O CANCRO DA MAMA É O TUMOR MALIGNO QUE MAIS AFECTA A MULHER EM PORTUGAL. Se lhe foi diagnosticado um cancro de mama, não desanime. Aprenda a lidar com a situação. Em primeiro lugar rodeie-se de pessoas que ama. Ouça os profissionais que estão envolvidos, esclareça todas as suas dúvidas, desabafe. O "Guia de Apoio à Mulher com Cancro da Mama" foi elaborado para ajudar as mulheres a quem foi diagnosticado este tipo de cancro. Nele encontrará informação útil, bem como contactos de apoio a que pode recorrer perante a situação. Se lhe foi diagnosticado um cancro de mama, não desanime. Aprenda a lidar com a situação. Em primeiro lugar rodeie-se de pessoas que ama. Ouça os profissionais que estão envolvidos, esclareça todas as suas dúvidas, desabafe. O "Guia de Apoio à Mulher com Cancro da Mama" foi elaborado para ajudar as mulheres a quem foi diagnosticado este tipo de cancro. Nele encontrará informação útil, bem como contactos de apoio a que pode recorrer perante a situação.

8 A escolha entre as diversas opções de tratamento depende do estádio da doença, do tipo do tumor e do estado geral de saúde da paciente. O especialista em patologia mamária é o profissional médico mais indicado para avaliar e escolher o tratamento mais adequado a cada caso.Dependendo das necessidades de cada doente, o médico poderá optar por um ou pela combinação de dois ou mais tratamentos. Cirurgia: é o tratamento inicial mais comum e o principal tratamento local. O tumor da mama será removido, assim como os gânglios linfáticos da axila. Estes gânglios filtram a linfa que flui da mama para outras partes do corpo e é através deles que o cancro pode alastrar. Existem vários tipos de cirurgia para o cancro da mama, que são indicados de acordo com a fase evolutiva do tumor, a sua localização ou o tamanho da mama. Como se trata o cancro da mama?

9 . Radioterapia: utiliza raios de alta energia que têm a capacidade de destruir as células cancerosas e impedir que elas se multipliquem. Tal como a cirurgia, a radioterapia é um tratamento local. A radiação pode ser externa ou interna. Quimioterapia: é a utilização de drogas que agem na destruição das células malignas. Podem ser aplicadas através de injecções intramusculares ou endovenosas ou por via oral.

10 Como se trata o cancro da mama? Hormonoterapia: tem como finalidade impedir que as células malignas continuem a receber a hormona que estimula o seu crescimento. O tratamento pode incluir o uso de drogas, que modificam a forma de actuar das hormonas, ou a cirurgia, que remove os ovários - órgãos responsáveis pela produção dessas hormonas. Da mesma maneira que a quimioterapia, a terapia hormonal actua nas células do corpo todo. Reabilitação: vem auxiliar os métodos de tratamento para que a paciente tenha melhor qualidade de vida. É feita através da cirurgia plástica de reconstrução e dos serviços médicos de apoio (fisioterapia, psicologia, etc.).

11 O CANCRO DO CÓLON E DO RECTO É, EM PORTUGAL, O CANCRO MAIS FREQUENTE NOS HOMENS. O cancro do cólon e do recto é, em Portugal, o cancro mais frequente nos homens, embora, neste mesmo grupo, seja a quarta causa de morte oncológica. Já nas mulheres é o segundo tipo de cancro bem como a segunda causa de morte oncológica. Conheça os factores de risco e saiba como detectar O cancro do cólon e do recto é, em Portugal, o cancro mais frequente nos homens, embora, neste mesmo grupo, seja a quarta causa de morte oncológica. Já nas mulheres é o segundo tipo de cancro bem como a segunda causa de morte oncológica. Conheça os factores de risco e saiba como detectar

12 O TUMOR DA PRÓSTATA É UM DOS MAIS FREQUENTES NO HOMEM, REPRESENTANDO UMA IMPORTANTE CAUSA DE MORTE. No entanto, o número de mortes por este tipo de cancro está bastante abaixo do número de novos casos diagnosticados, o que significa que esta doença é bastante tratável e/ou que tem uma evolução muito arrastada, muitas vezes acontecendo que o doente com cancro da próstata acaba por falecer de uma outra causa, especialmente se for mais idoso Sendo uma doença pouco habitual antes dos 50 anos vai, contudo, aumentando significativamente a sua ocorrência com o avançar da idade. Também com a idade o comportamento da doença tem tendência para se modificar, justificando que as terapêuticas indicadas sejam diferentes e adaptadas à circunstância específica. No entanto, o número de mortes por este tipo de cancro está bastante abaixo do número de novos casos diagnosticados, o que significa que esta doença é bastante tratável e/ou que tem uma evolução muito arrastada, muitas vezes acontecendo que o doente com cancro da próstata acaba por falecer de uma outra causa, especialmente se for mais idoso Sendo uma doença pouco habitual antes dos 50 anos vai, contudo, aumentando significativamente a sua ocorrência com o avançar da idade. Também com a idade o comportamento da doença tem tendência para se modificar, justificando que as terapêuticas indicadas sejam diferentes e adaptadas à circunstância específica.

13 FACTORES DE RISCO E FORMAS DE PREVENÇÃO De acordo com o código europeu contra o cancro (CECC)..Fumar. Não fume. Se é fumador, deixe de o ser o mais rapidamente possível. Não fume na presença de não fumadores..Obesidade. Evite a obesidade..Pratique, diariamente, exercício físico..Aumente a ingestão diária de vegetais e frutos e limite a ingestão de alimentos contendo gorduras animais..Modere o consumo de bebidas alcoólicas, tais como cerveja, vinho e bebidas espirituosas..Evite a exposição demorada ou excessiva ao sol. É importante proteger as crianças, os adolescentes e os adultos com tendência para queimaduras solares..Cumpra as instruções de segurança relativas a substâncias ou ambientes que possam causar cancro. As mulheres devem participar no rastreio do cancro do colo do útero (Papanicolau). As mulheres devem participar no rastreio do cancro da mama. As mulheres e os homens devem participar no rastreio do cancro do cólon e do recto. Participe em programas de vacinação contra a Hepatite B de acordo com as normas da Direcção-Geral da Saúde De acordo com o código europeu contra o cancro (CECC)..Fumar. Não fume. Se é fumador, deixe de o ser o mais rapidamente possível. Não fume na presença de não fumadores..Obesidade. Evite a obesidade..Pratique, diariamente, exercício físico..Aumente a ingestão diária de vegetais e frutos e limite a ingestão de alimentos contendo gorduras animais..Modere o consumo de bebidas alcoólicas, tais como cerveja, vinho e bebidas espirituosas..Evite a exposição demorada ou excessiva ao sol. É importante proteger as crianças, os adolescentes e os adultos com tendência para queimaduras solares..Cumpra as instruções de segurança relativas a substâncias ou ambientes que possam causar cancro. As mulheres devem participar no rastreio do cancro do colo do útero (Papanicolau). As mulheres devem participar no rastreio do cancro da mama. As mulheres e os homens devem participar no rastreio do cancro do cólon e do recto. Participe em programas de vacinação contra a Hepatite B de acordo com as normas da Direcção-Geral da Saúde

14 EXISTE UMA RELAÇÃO COMPROVADA ENTRE EXPOSIÇÃO SOLAR E CANCRO DA PELE. PROTEJA-SE E DESFRUTE DO SOL EM SEGURANÇA. De acordo com inúmeros estudos, o aumento do número de novos casos de cancro da pele está relacionado com a maior exposição às radiações solares ultravioletas. As radiações ultravioletas (UV) são responsáveis por muitas doenças, do cancro da pele às cataratas, passando pela diminuição das defesas do organismo. A deplecção da camada de ozono, responsável pela filtragem das radiações UV, faz com que o risco associado à exposição solar seja maior. As crianças estão entre os grupos mais susceptíveis aos efeitos nocivos destas radiações uma vez que a espessura da pele é menor e o seu sistema imunitário, responsável pela defesa do organismo, ainda não está completamente funcional. A uma maior exposição solar na infância corresponde um maior risco de melanoma na idade adulta. Daí a importância de prevenir a exposição solar excessiva nas crianças. De acordo com inúmeros estudos, o aumento do número de novos casos de cancro da pele está relacionado com a maior exposição às radiações solares ultravioletas. As radiações ultravioletas (UV) são responsáveis por muitas doenças, do cancro da pele às cataratas, passando pela diminuição das defesas do organismo. A deplecção da camada de ozono, responsável pela filtragem das radiações UV, faz com que o risco associado à exposição solar seja maior. As crianças estão entre os grupos mais susceptíveis aos efeitos nocivos destas radiações uma vez que a espessura da pele é menor e o seu sistema imunitário, responsável pela defesa do organismo, ainda não está completamente funcional. A uma maior exposição solar na infância corresponde um maior risco de melanoma na idade adulta. Daí a importância de prevenir a exposição solar excessiva nas crianças.

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16 Este trabalho foi elaborado por: Carla Sampaio aluna da turma EFA A da Escola Secundaria de Felgueiras 14/12/07

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