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Rational Unified Process(RUP) Prof. Bruno Queiroz Pinto (Fesurv – Universidade de Rio Verde)

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Apresentação em tema: "Rational Unified Process(RUP) Prof. Bruno Queiroz Pinto (Fesurv – Universidade de Rio Verde)"— Transcrição da apresentação:

1 Rational Unified Process(RUP) Prof. Bruno Queiroz Pinto (Fesurv – Universidade de Rio Verde)

2 RUP Criado pela Rational. O RUP permite disciplinar as tarefas e regras na estrutura de desenvolvimento de um software. Focado em projetos Orientado a Objetos. Utiliza de forma extensiva a UML(Linguagem de Modelagem Unificada). Ele não é apenas um processo mais sim uma infra-estrutura que pode ser utilizada numa vasta área de sistemas de software, variados tipos de áreas de aplicação e tamanhos de projetos.

3 RUP Propõe um conjunto de práticas: Desenvolvimento iterativo Gerência de requisitos Arquitetura em componentes Modelagem visual do software Verificação da qualidade de software Controle de alterações de requisitos

4 RUP – Princípios: Atacar o risco cedo e continuamente. Certificar-se de entregar algo de valor ao cliente; Focar no software executável; Acomodar mudanças cedo; Liberar um executável da arquitetura cedo; Construir o sistema com componentes; Trabalhar junto como um time; Fazer da qualidade um estilo de vida, não algo para depois.

5 RUP – Arquitetura:

6 RUP – Fases: Para a elaboração de um projeto o RUP possui quatro fases: iniciação, elaboração, construção e transição. Ao término de cada fase há um marco:

7 RUP – Fases: Iniciação: é a fase onde damos início ao projeto. Aqui definimos as idéias a fim de elabora um esboço do que vai ser desenvolvido. É verificado as limitações e escolhido os principais casos de uso do sistema. Elaboração: é realizado uma análise mais minuciosa, desenvolvendo o projeto e descartando problemas que possam afetar o projeto. Apesar de sempre aparecer alterações a serem feitas as atividades neste passo já estão estáveis e os riscos são praticamente nulos.

8 RUP – Fases: Construção: Aqui é a parte do desenvolvimento do projeto, baseado de maneira iterativa e incremental. Nesta fase é preciso que o projeto esteja pronto para migrar para a outra fase. Transição: Esta é a fase final. O software já é disponibilizado ao usuário final. É natural que nessa fase ainda apareça questionamentos porém serão analisados para uma próxima versão do software.

9 RUP – Disciplinas de Processos: Modelagem de Negócio: Serve para documentar processos de negócio usando casos de uso de negócios. Está mais atuante na fase de iniciação. Requisitos: Descrever o que o sistema deve fazer, de modo que o cliente e o desenvolvedor entrem em acordo. Deve ainda organizar e documentar funcionalidades e restrições, sendo mais atuante nas fases de iniciação e elaboração. Análise e Design: Mostrar como o sistema irá funcionar na fase de implementação, provar que o sistema executará as tarefas e funções projetadas, satisfará os requisitos e será robusto e ameno a mudanças. Mais atuante na fase de elaboração e construção.

10 RUP – Disciplinas de Processo: Implementação: Implementar classes e objetos usando código fonte. Mais atuante na fase de construção. Teste: Verifica a integração entre os objetos, entre os componentes e a satisfação dos requisitos, e ainda verificar e corrigir defeitos antes da entrega do software. Os testes são realizados em todas as fases, mas é na fase de construção que é mais exigido. Implantação: Entregar o sistema para o cliente de forma que haja suporte. Mais atuante na fase de construção e transição.

11 RUP – Disciplinas de Suporte: Gerência de Configuração e Mudança: Controlar os artefatos produzidos de forma que não venham causar conflito de atualizações simultâneas, notificação limitada e múltiplas versões. Gerência de Projeto: Entregar o produto que satisfaz a necessidade do cliente e do usuário. Ambiente: Prover o ambiente adequado para a organização, formando pelas ferramentas e processos capazes de suportar as atividades da equipe de desenvolvimento.

12 RUP – Elementos: Possui cinco elementos necessários: Papéis; Atividades; Artefatos; Fluxos de trabalho;

13 RUP – Elementos Papéis O papel é o comportamento e as responsabilidades de um indivíduo ou grupo trabalhando formando uma equipe. Um indivíduo pode assumir vários papéis. Ex.: Analista, Projetista, entre outros.

14 RUP – Elementos Atividade: É o trabalho realizado por um indivíduo que possui um papel cujo trabalho produz resultado importante para o desenvolvimento do projeto. Ex.: Planejar uma interação, Rever projeto, etc. Artefato: São os produtos de um projeto, ou seja, um pedaço de informação que é produzido em um processo. Ex.: Modelo de caso de uso, Código Fonte, etc.

15 RUP – Elementos Fluxo de Trabalho: É a seqüência de atividades que são executadas a fim de se obter um resultado importante para o projeto. Os fluxos de trabalho podem ser representados por diagramas de seqüência, de colaboração e de atividades. Ele trabalha com três tipos de fluxo de trabalho: Fluxos de trabalho principais, associados com cada disciplina; Fluxos de trabalho de detalhe, para detalhar cada fluxo de trabalho principal; Planos de iteração, que mostram como a iteração deverá ser executada.

16 Fluxo de Trabalho Figura 1: Fluxo de trabalho: requisitos

17 Fluxo de Trabalho Figura 2: Detalhamento de fluxo de trabalho: analisar o problema


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