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MONITORAMENTO DA OCUPAÇÃO AGRÍCOLA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental ABRIL/2004 GRUPO: Euclydes.

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1 MONITORAMENTO DA OCUPAÇÃO AGRÍCOLA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental ABRIL/2004 GRUPO: Euclydes Fernandes Neto Marco Aurelio Ripper Santos Vanuza Pratti Cristelo

2 Métodos de avaliação da produção agrícola no Brasil Informações confiáveis para: Planejamento Definição de prioridades Liberação de financiamento

3 Métodos de avaliação da produção agrícola no Brasil Métodos convencionais de avaliação Tipos: Métodos convencionais de avaliação Métodos de avaliação com sensoriamento remoto

4 Década de 70 e 80 Aplicação de questionários Intenção de plantio Acompanhamento de safra Fechamento de safra Métodos de avaliação da produção agrícola no Brasil Métodos convencionais de avaliação

5 Década de 90 FIBGE Reunir representantes de entidades relacionadas à produção agrícola para coleta de informações para estimativa das áreas de cultura em determinada região. CONAB Técnicos fazem periodicamente um percurso preestabelecido nos principais municípios para coleta de informações. Métodos de avaliação da produção agrícola no Brasil Métodos convencionais de avaliação

6 Desvantagens: Aplicação demorada Custo elevado Induzem a erros estatísticos Métodos de avaliação da produção agrícola no Brasil Métodos convencionais de avaliação

7 Métodos de avaliação da produção agrícola no Brasil Métodos de avaliação com sensoriamento remoto Componentes básicos para estimativa de produção Área plantada Produtividade

8 Dificuldades na utilização de sensores remotos para medir: Variedade selecionada Componentes climáticos Tipo de solo e manejo Ocorrência de doenças Métodos de avaliação da produção agrícola no Brasil Métodos de avaliação com sensoriamento remoto

9 Sensoriamento remoto hoje: Acompanhamento da ocupação agrícola Quantificação da área plantada Classificação do tipo de cultura Métodos de avaliação da produção agrícola no Brasil Métodos de avaliação com sensoriamento remoto

10 Tendências do sensoriamento remoto: Redução da extensão territorial a ser monitorada trabalhando em nível regional ou municipal Associar imagens de satélite com SIGs Métodos de avaliação da produção agrícola no Brasil Métodos de avaliação com sensoriamento remoto

11 Proposta de monitoramento de ocupação agrícola com SIG Construção da base cartográfica Decisões referentes a: Planejamento Prioridades Financiamentos Necessitam de disponibilidade de Informações Confiáveis Tipos de Culturas Áreas Plantadas Distribuição espacial Como obter Informações Confiáveis? Questionários aplicados diretamente ao produtor Obtenção de dados de Sensoriamento Remoto

12 Objetivo: Apresentar uma proposta de monitoramento de ocupação agrícola; Utilizando o SGI/Inpe; serão abordadas áreas cultivadas e áreas preparadas e não cultivadas de três municípios: Alto Parnaiba Balsas Tasso Fragoso Proposta de monitoramento de ocupação agrícola com SIG Construção da base cartográfica

13 Definição da área de estudo; Extração da rede de drenagem Extração do sistema viário Os dados base foram digitalizados a partir das cartas elaboradas pela DSG ou FIBGE. Cartas planialtimétricas escala 1: Cada município deu origem a um projeto Projeção cartográfica georreferenciada por latitude e longitude (dtum Corrego Alegre, MG) Proposta de monitoramento de ocupação agrícola com SIG Construção da base cartográfica

14 Criação de Três Pis para cada município: Rede de Drenagem Sistema Viário Ocupação agricola OBS: Limites municipais: digitalizados no SIG na escala 1: Proposta de monitoramento de ocupação agrícola com SIG Construção da base cartográfica

15 Identificação e Mapeamento das Culturas Cenas LandSat TM 7 escala 1: em meio Analógico e Digital Banda 4: permite melhor reconhecimento de culturas vegetais devido à faixa de espectro eletromagnético corresponder à alta intensidade de reflectância da cobertura vegetal Cenas com menos de 10% de nuvens Nas cenas digitais foram adquiridas as bandas 4, 3 e 5 com o objetivo de analises mais detalhadas por meio de composições coloridas. Proposta de monitoramento de ocupação agrícola com SIG Identificação e Mapeamento das Culturas

16 Com as cenas em meio analógico foram realizadas interpretações que definiram as regiões delineadoras das áreas abertas para instalação de culturas ou pasto, além daquelas abertas e não utilizadas para esse fim. As áreas delineadas foram identificadas nas cenas digitais, ampliadas na escala 1: e realçadas pela técnica de Ampliação Linear de Contraste. O sistema utilizado foi o Sitim (Engespaço 1988). A esse trabalho seguiu-se etapa de campo para aferição das informações levantadas pelo sensoriamento remoto. Duas culturas não foram percebidas pela interpretação das imagens: Milho e Caju. Proposta de monitoramento de ocupação agrícola com SIG Identificação e Mapeamento das Culturas

17 Foi criado um PI referente a esse mapa. Isso possibilita: analises espaciais rápidas como calculo de áreas, perímetro, etc. atualização dos dados inseridos nos anos subseqüentes. Proposta de monitoramento de ocupação agrícola com SIG Armazenamento do Mapeamento das Culturas no SGI/Inpe

18 Análise dos resultados do sul do Maranhão Apresentação e Discussão

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22 Divergência na interpretação dos dados referentes a cultura de soja com a área preparada e a área não cultivada. Em algumas áreas preparadas e não cultivadas, foi incorporado calcário e a vegetação rebrotou. Em outras áreas houve a rebrota de soja, com baixíssima densidade, com resposta espectral similar à da soja corretamente plantada. Para a solução desses problemas de interpretação, foram realizadas entrevistas com agricultores da região, e a classificação foi verificada no campo.

23 Análise dos resultados do sul do Maranhão Tipos de erros nos resultados apresentados Na avaliação absoluta da área plantada em decorrência da existência de nuvens na data de aquisição da imagem. Na determinação correta do limite municipal, causado pela ampliação da escala de 1: para 1: Na interpretação de áreas cultivadas inferiores a 10 hectares, em função da escala de trabalho escolhida.

24 Análise dos resultados do sul do Maranhão Tipos de erros nos resultados apresentados Dois caminhos possíveis para a análise dos resultados considerando os erros cometidos: Analisar os resultados em termos absolutos para cada município. Analisar os três municípios como se fosse uma única região, sem fronteiras ou limites administrativos.

25 Análise dos resultados do sul do Maranhão Tipos de erros nos resultados apresentados Na primeira opção, existiam os problemas referentes às propriedades que são divididas em duas ou mais áreas. Exemplo: Fazenda Parnaíba Que faz fronteira com os municípios de Balsas e Tasso Fragoso, mas para efeito de levantamento de produção, ela é considerada somente no município de Tasso Fragoso.

26 Análise dos resultados do sul do Maranhão Tipos de erros nos resultados apresentados Decidiu-se então analisar globalmente o erro cometido na determinação das áreas plantadas para soja, milho e arroz nos três município estudados

27 Análise dos resultados do sul do Maranhão Tipos de erros nos resultados apresentados

28 Análise dos resultados do sul do Maranhão Relação Custo-Benefício Do ponto de vista operacional foram necessários 90 dias para monitorar a ocupação agrícola de Km 2, com um único sistema. Seleção de imagens; Aquisição, interpretação e digitalização de feições cartográficas; Verificação de campo; Reavaliação da classificação das imagens; Introdução dos dados corrigidos na base e Impressão dos mapas.

29 Análise dos resultados do sul do Maranhão Relação Custo-Benefício Nos anos seguintes não será mais necessário a digitalização das feições cartográficas, somente a atualização do banco de dados georreferenciado a partir da análise multitemporal de imagens de satélite.

30 Análise dos resultados do sul do Maranhão Relação Custo-Benefício A relação custo benefício desse tipo de trabalho e vantajosa, levando-se em consideração a área que foi monitorada e os equipamentos e sistemas de geoprocessamento exigidos em comparação aos Métodos Atuais.

31 MONITORAMENTO DA OCUPAÇÃO AGRÍCOLA Referência Bibliográfica ASSAD, E. D.; SANO, E. E. Sistema de Informações Geográficas-Aplicações na Agricultura. 2º ed., Brasília: Embrapa, 1998.


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