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Utilização do Sensoriamento Remoto para a classificação do uso do solo na sub-bacia do para a classificação do uso do solo na sub-bacia do Córrego Santa.

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1 Utilização do Sensoriamento Remoto para a classificação do uso do solo na sub-bacia do para a classificação do uso do solo na sub-bacia do Córrego Santa Isabel, braço Norte do Rio Jucu, Córrego Santa Isabel, braço Norte do Rio Jucu, Domingos Martins, ES Domingos Martins, ES Prof. Alexandre Rosa dos Santos ELENE ZAVOUDAKIS LÍVIA MARIA ALBERTASSE TULLI VANUZA PRATTI CRISTELO

2 SUMÁRIO SUMÁRIO Introdução Justificativa Objetivo Revisão Bibliográfica Metodologia Resultados Conclusões

3 INTRODUÇÃO Imagens de satélite em estudos ambientais Identificação Caracterização Classificação

4 JUSTIFICATIVA A sub-bacia hidrográfica do Córrego Santa Isabel: Região serrana; Vocação eminentemente agrícola; Corta o distrito urbano; Abastece parte da região metropolitana da Grande Vitória.

5 OBJETIVO Realizar a classificação não supervisionada e supervisionada da sub-bacia do Córrego Santa Isabel, Domingos Martins, ES e avaliar as metodologias utilizadas.

6 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Sensoriamento Remoto é a utilização conjunta de modernos sensores, equipamentos para processamento de dados, equipamentos de transmissão de dados, aeronaves, espaçonaves etc., com o objetivo de estudar o ambiente terrestre, através do registro e análise das interações eletromagnéticas e as substâncias componentes do planeta Terra em suas mais diversas manifestações. (Novo, l989)

7 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Classificação, em Sensoriamento Remoto, significa a associação de pontos de uma imagem em uma classe ou grupo, por exemplo, água, cultura, área urbana, reflorestamento, cerrado, etc., ou ainda processo de reconhecimento de classes ou grupos cujos membros exibem características comuns.

8 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Classificação Não Supervisionada A classificação não supervisionada é um método em que os padrões de resposta espectral dominantes que ocorrem em uma imagem são extraídos e essas classes de informação são identificadas através de confirmações no terreno. ERDAS IMAGINE 8.5: Isodata.

9 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Classificação Supervisionada A classificação supervisionada utiliza algoritmos cujo reconhecimento dos padrões espectrais na imagem se faz com base numa amostra de treinamento que é fornecida pelo sistema de classificação pelo analista. ERDAS IMAGINE 8.5: método da distância mínima; máxima verossimilhança; método da distância de Mahalanobis.

10 MATERIAL E MÉTODOS ÁREA EM ESTUDO Centro-Sul do ES; Centro-Sul do ES; Latitudes: 20º e 20º S; Latitudes: 20º e 20º S; Longitudes: 40º e 40º W; Longitudes: 40º e 40º W; Área de drenagem = 579,5 ha; Área de drenagem = 579,5 ha; Amplitude altimétrica = ~ 600 m; Amplitude altimétrica = ~ 600 m; Clima: tropical de altitude; Clima: tropical de altitude; Temperatura média anual: ~18°C; Temperatura média anual: ~18°C; Mínima absoluta: < 7°C; Mínima absoluta: < 7°C; Vegetação original: Mata Atlântica. Vegetação original: Mata Atlântica.

11 MATERIAL E MÉTODOS Classificação não supervisionada ERDAS IMAGINE 8.5 Região colorida falsa cor Cns Classificação não supervisionada para a sub-bacia do córrego Santa Isabel Unsupervised Classification Bandas verde (2), vermelha (3) e infravermelha (4). Cns_Csi Numero de Classes: 15 Iterações máximas: 24 ARCGIS 8.3 Flicker Limite_raster Raster calculation Reclassificação nas classes: Vegetação Pastagem Área urbana Solo exposto Sombra

12 MATERIAL E MÉTODOS Classificação supervisionada ERDAS IMAGINE 8.5 Região colorida normal Classificação supervisionada para a sub-bacia do córrego Santa Isabel Signature Editor Bandas azul (1), verde(2) e vermelha (3). Limite_raster Raster calculation Assinaturas espectrais Desenvolvimento de sete amostras para cada classe. Supervised Classification ARCGIS 8.3 Máxima Verossimilhança Distância Minima Reclassificação nas classes: Vegetação Pastagem Área urbana Solo exposto Sombra Distância de Mahalanobis

13 MAPAS DE CLASSIFICAÇÃO

14 Figura 4. Uso e ocupação do solo da sub-bacia do Córrego Santa Isabel, usando o método de classificação não supervisionada, para dezembro de 2002.

15 Figura 5. Uso e ocupação do solo da sub-bacia do Córrego Santa Isabel, usando o método de classificação supervisionada da máxima verossimilhança, para dezembro de 2002.

16 Figura 6. Uso e ocupação do solo da sub-bacia do Córrego Santa Isabel, usando o método de classificação supervisionada da distância mínima, para dezembro de 2002.

17 Figura 7. Uso e ocupação do solo da sub-bacia do Córrego Santa Isabel, usando o método de classificação supervisionada da distância de Mahalanobis, para dezembro de 2002.

18 Método da Distância Mínima Método da Máxima Verossimilhança

19 RESULTADOS Para a classificação supervisionada, o método da distância mínima apresentou os melhores resultados, maior representatividade das observações de campo. A sub-bacia mostrou predominância de áreas de vegetação nas duas classificações, supervisionada e não supervisionada, apresentando similaridades entre as classes de vegetação, pastagem e sombra, para as duas classificações. Para as classes de solo exposto e área urbana, as classificações se mostraram contraditórias.

20 CONCLUSÕES Os resultados apresentados pela classificação supervisionada segundo o método da distância mínima descreveram de forma satisfatória a área em estudo. A visita a campo foi determinante para a avaliação dos métodos e confirmação da veracidade dos resultados obtidos nas classificações. O Sensoriamento Remoto se constitui uma importante ferramenta para subsidiar análises e estudos ambientais permitindo tomadas de decisão coerentes e apropriadas no contexto da gestão sustentável dos recursos naturais.

21 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Domingos Martins. SF-24 -V-A-III-4. Rio de Janeiro, (Mapa na escala 1:50.000). MOREIRA, M. A. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e metodologias de aplicação. 2. ed. Viçosa: UFV, NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda, SILVA, A. B. Sistemas de Informações Geo-referenciadas: Conceitos e fundamentos. Campinas: UNICAMP, p.

22 FINE !

23 Figura 2. Pontos coletados na sub-bacia do Córrego Santa Isabel, Domingos Martins, ES.

24 Figura 1. Imagem colorida falsa cor do quadrante onde se localiza a sub-bacia do Córrego Santa Isabel, Domingos Martins, ES.

25 Figura 3. Imagem colorida normal do quadrante onde se localiza a sub-bacia do Córrego Santa Isabel, Domingos Martins, ES.

26 Figura 2. Pontos coletados na sub-bacia do Córrego Santa Isabel, Domingos Martins, ES.


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