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Alunos: Marcos E. Pires de Azevedo Lopes Teresa S. Aquije Chacaltana Prof. Dr. Alexandre Rosa dos Santos CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA, HIDROLÓGICA E AMBIENTAL.

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1 Alunos: Marcos E. Pires de Azevedo Lopes Teresa S. Aquije Chacaltana Prof. Dr. Alexandre Rosa dos Santos CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA, HIDROLÓGICA E AMBIENTAL DA BACIA DO CÓRREGO DO GORDO, DOMINGOS MARTINS-ES

2 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO Introdução ê Objetivos ê Material e Métodos ê Resultados e Discussões ê Considerações finais

3 INTRODUÇÃO ðHidrologia ðBacia hidrográfica Área drenada por um curso dágua ou por uma série de cursos dágua tal que toda vazão efluente seja descarregada através de uma só saída, ou na porção mais baixa do seu contorno (MENDONÇA, 2004) Área drenada por um curso dágua ou por uma série de cursos dágua tal que toda vazão efluente seja descarregada através de uma só saída, ou na porção mais baixa do seu contorno (MENDONÇA, 2004) ðSIG (Modelamentos matemáticos)

4 OBJETIVOS Demonstrar a utilização de um SIG, no caso o ARCGIS 8.3, para a reprodução da bacia hidrológica definida, demonstrando a eficiência desta ferramenta para a representação de situações reais em formato digital. Demonstrar a utilização de um SIG, no caso o ARCGIS 8.3, para a reprodução da bacia hidrológica definida, demonstrando a eficiência desta ferramenta para a representação de situações reais em formato digital.

5 MATERIAL E MÉTODOS 2. SOFTWARE UTILIZADO 3. GERAÇÃO DA BASE DE DADOS 4. ELABORAÇÃO DOS MAPAS 1. ÁREA EM ESTUDO

6 Latitude 20° Latitude 20° Longitude 40° Temp. máx. 28°C Temp. máx. 28°C Temp. min. 8°C Temp. méd. 18°C

7 Dados Digitais Etapas necessárias para a geração da base de dados.shp ArcGIS 8.3 shp. Mapa de curva de nível Mapa de Hidrografia Mapa de Limite RECLASS Hierarquização da Hidrografia segundo critério por Horton (1945) Modelo Numérico do Terreno (MNT) Sem distorções Mapa de Hidrografia Hierarquizado Mapa de Limite Reclassificação Modelagem Hidrológica e Análise Morfométrica da bacia do Córrego do Gordo

8 Declividade do terreno Modelo Numérico do terreno SLOPE RECLASSIFY Mapa de classes de declividade da bacia Orientação do terreno ASPECT RECLASSIFY Mapa de orientação do terreno da bacia Modelo sombreado do terreno HILLSHAD Mapa do modelo Sombreado do terreno Da bacia

9 RESULTADOS E DISCUSSÕES

10 Kc=Coeficiente de Compacidade Kf= Fator de forma Dd=Densidade de drenagem I=Extensão méda do escoamento superficial

11 Característica físicaValores Área de drenagem (A)7,595 km 2 Perímetro total (P)14,536 km Comprimento do rio principal (L)15,006 km Coeficiente de compacidade (Kc)1,477 Fator de forma (Kf)0,034 Comprimento total dos cursos dágua (Lt)42,357 km Densidade de drenagem (Dd)5,577 km/km 2 Ordem dos cursos dáguaOrdem 4 Extensão média do escoamento superficial (l)0,04 km

12 Sobreposição da hidrografia sobre os intervalos de curvas de nível da bacia hidrográfica do córrego do Gordo, Domingos Martins-ES.

13 Classes de declividade da bacia córrego de Gordo, Domingos Martins-ES.

14 Orientação do terreno da bacia hidrográfica do córrego do Gordo, Domingos Martins-ES.

15 Modelo sombreado do relevo para a bacia hidrográfica do córrego do Gordo, Domingos Martins-ES.

16 Hidrografia hierarquizada segundo HORTON (1945) da bacia do córrego do Gordo, Domingos Martins-ES.

17 Ordem, comprimento e porcentagem da hidrografia da bacia do córrego do Gordo. OrdemComprimento (km)Porcentagem (%) 118,33243,28 29,01821,3 314,53634,32 40,4701,00

18 Pontos capturados com GPS da bacia hidrográfica do córrego do Gordo, Domingos Martins-ES.

19 CONSIDERAÇÕES FINAIS De acordo com os resultados do coeficiente de compacidade (Kc = 1,477) e do fator de forma (Kf = 0,034), a bacia hidrográfica do Córrego do Gordo constitui uma área não muito sujeita a enchentes Quanto ao grau de desenvolvimento do sistema de drenagem, pode-se afirmar, por meio do índice de densidade de drenagem (Dd = 5,577 km/km2), que a bacia em estudo é bem drenada, ou seja, tem boa eficiência de drenagem A ordem do curso dágua principal (ordem 4) segundo HORTON (1945), mostra uma baixa extensão de ramificação da bacia;

20 A visita a campo permitiu a constatação de que o córrego do Gordo possui problemas ambientais como poluição e assoreamento pela pressão exercida pelo município de Domingos Martins e região de entorno A modelagem do terreno resultou eficiente e confiável, permitindo realizar a modelagem hidrológica e a análise morfométrica da bacia CONSIDERAÇÕES FINAIS

21 ETE, Estação de tratamento de esgoto da CESAN

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