A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Centro de Ciências Humanas e Naturais – CCHN Departamento de Geografia Vitória Novembro - 2005 Defesa de Monografia.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Centro de Ciências Humanas e Naturais – CCHN Departamento de Geografia Vitória Novembro - 2005 Defesa de Monografia."— Transcrição da apresentação:

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Centro de Ciências Humanas e Naturais – CCHN Departamento de Geografia Vitória Novembro Defesa de Monografia

2 MAPEAMENTO DA SUSCEPTIBILIDADE DE DOENÇAS RESPIRATÓRIAS E OFTALMOLÓGICAS ASSOCIADAS A AMBIENTES POLUÍDOS, SEGUNDO A REDE PÚBLICA DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA – ES Orientador: Prof. Dr. Alexandre Rosa dos Santos Graduando: Filipe Gaudio Campos

3 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO - INTRODUÇÃO; - OBJETIVOS; - MATERIAIS E METÓDOS; - MATERIAIS E METÓDOS; - DESENVOLVIMENTO; - APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS; - APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS; - CONSIDERAÇÕES FINAIS.

4 INTRODUÇÃO O ar não pode ser espacializado, quando o homem respira não utiliza o ar de um dado espaço, pois ele não possui fronteiras ou limites apenas barreiras físicas. O ar também faz o papel de socializador, onde homens de classes sociais bem diferentes utilizam-se de um bem comum e passam a lutarem pelo mesmo ideal, o de terem o direito de respirar um ar mais leve e mais natural. Nada e mais importante na natureza do que o ar para os animais terrestres. O ar que respiramos é constituído por diversos componentes naturais (ar puro), servindo como fonte primaria de energia também para a vida humana, onde o homem e o ar vivem uma relação íntima e contínua sintetizando a harmonia da natureza humana.

5 Conceito de Poluição Atmosférica Segundo, o Governo do Estado do Espírito Santo, Relatório Anual de Qualidade do Ar (2000/2001, grifo nosso), A poluição Atmosférica pode ser definida, como a presença ou lançamento no ambiente atmosférico de substâncias em concentrações suficientes para interferir direta ou indiretamente com a saúde, segurança e bem estar do homem, ou com o pleno uso e gozo de sua propriedade. LESER (2000), ALERGIA É UMA MODIFICAÇÃO DA RESPOSTA DE UM INDIVIDUO A DETERMINADAS SUBSTÂNCIAS, NORMALMENTE INOFENSIVAS PARA OUTRAS PESSOAS Conceito de Alergia

6 Localização da Área de Estudo DOLFUSS (1973), Localizar consiste em indicar as coordenadas geodésicas (latitude, logitude, altitude), mas consiste sobretudo em definir o sítio [sitio quer dizer área] e a posição.

7 - CASTRO e GOMES (1995), [...] a geografia, deve procurar nos diferentes usos correntes do conceito de região suas diferentes operacionalidades, ou seja, os diferentes recortes que são criados e suas respectivas instrumentalidades; [...]. - CASTRO e GOMES (1995), A região tem também um sentido bastante conhecido como unidade administrativa e, neste caso, a divisão regional é o meio pelo qual se exerce frequentemente a hierarquia e o controle na administração dos Estados. Divisão Territorial, Conceitos - GRIGG (apud Castro e Gomes, 1995, p. 63), Regionalizar passa a ser a tarefa de dividir o espaço segundo diferentes critérios que são devidamente explicitados e que variam segundo as intenções explicativas de cada trabalho

8 A Divisão Territórial - Revista Brasileira de Geografia – Abril/Junho de 1941 (apud LUCIEN FEBVRE, 1938, p. 107), não há problema mais importante, em Geografia, do que os problemas das divisões. - DOLFUSS (1973), diz ainda que O problema da determinação dos limites das unidades geográficas é um dos que suscitam maiores dificuldades para a análise geográfica. - Divisão Político-Administrativa do Município de Vitória por Regiões – SEDEC - Divisão Político-Administrativa do Município de Vitória por Regiões – SEMUS - Divisão Político-Administrativa do Município de Vitória por Territórios – SEMUS População População População

9 Divisão Territorial da SEMUS - A SEMUS por motivos particulares adotou uma divisão administrativa, pautada no posicionamento de suas unidades de saúde que dão cobertura (atendimento), a um número X de bairros, onde estes bairros que são atendidos por esta Unidade de Saúde são chamados de Territórios de Saúde. - Um conjunto de Territórios de Saúde são classificados como Regiões de Saúde.

10 OBJETIVO Objetivo geral O objetivo do trabalho baseia-se na espacialização por meio cartográficos das doenças respiratórias e oftalmológicas que estão relacionadas com ambientes atmosféricos poluídos, onde poderão ser verificadas as localidades que possuem uma maior incidência nos três itens avaliados, Doenças Respiratórias Específicas (DRE), Doenças Oftalmológicas Específicas (DOE) e o cruzamento de ambas (DRE_DOE).

11 Objetivos específico Objetivos específicos a) Ajudar a gestão do município no desenvolvimento de um melhor planejamento de atendimento, controle e diminuição de casos nas áreas apontadas como críticas por este estudo; b) Ajudar a gestão do município no direcionamento do atendimento fiscal de meio ambiente nas áreas com a atmosfera mais poluída; c) Melhoramento da qualidade de vida do cidadão de Vitória;

12 Objetivos específico Objetivos específicos d) Diagnosticar possíveis origens do problema, para que as autoridades competentes possam estar trabalhando em parceria ou de forma coercitiva para diminuir os índices de poluição atmosférica; e) e gerar um número mediador para que possa ser criado um parâmetro metodológico tanto para o quantitativo das Morbidades registradas, quanto para a criação de um Índice Populacional por Morbidade.

13 DESENVOLVIMENTO As mucosas dos aparelhos respiratório e oftalmológico das pessoas sensíveis e não sensíveis entram em estado de irritação, dependendo do grau alérgico e de imunidade de cada um, também leva-se em consideração o tempo de exposição do individuo ao alérgeno e a quantidade lançada na atmosfera. Tal fato irá desencadear morbidades alérgicas respiratórias e/ou oftalmológicas diferenciadas em cada pessoa.

14 Fontes em Potencial - Grandes Indústrias (CVRD e CST); - O Trânsito, aumento de Veículos Automotores nas ruas. - Intensa Máquina da Construção Civil; - Atividades de Pintura por pistola de compressão de ar fora do local apropriado; - Empresas e Estabelecimentos que emitam Material Particulado ou Gasoso na Atmosfera; - Pedreira (Rio Doce); Os veículos automotores são responsáveis por gerar monóxido de carbono (CO), hidrocarboneto (HC), combustível não queimado (CNQ), óxidos de nitrogênio (NOx), óxidos de enxofre (SOx), vapores de combustível, material particulado (MP), compostos de chumbo (PB), aldeídos e dióxido de carbono (CO2).

15 Evolução da Frota de Veículos no Espírito Santo Período de 1993 a 2005 Fonte: Detran-ES Relação da Frota de Veículos por tipo nos Municípios do Estado do Espírito Santo - Referência: 16 de janeiro de 2003 MUNICÍPIO automóvelmicroônibusônibuscamionetacaminhãoc. trator trator de roda caminhoneteTOTAL Cariacica Guarapari Serra Viana Vila Velha Vitória G. Vitória Fonte: Detran-ES Frota / Ano Grande Vitória Relação de combustível e tipo de veículos no estado do Espírito Santo

16 Os Bio-Indicadores LESER (2000), As manifestações clínicas de alergia dependem da localização do órgão de choque. - O indicador, vias aéreas inferiores e superiores do aparelho respiratório: às partículas maiores em suspensão no ar quando inaladas, podem ser facilmente expelidas via oral através de secreção (vulgo escarro), pois o aparelho respiratório possui um sistema natural de auto defesa. Já as partículas menores ultrapassam esse mecanismo de auto defesa e alojam-se nos alvéolos pulmonares, debilitando e comprometendo o perfeito funcionamento do aparelho respiratório, além de irritar as mucosas que compõem tal aparelho.

17 - Com a mucosa ocular ou globo ocular ocorre justamente o contrário do aparelho respiratório, as partículas menores em suspensão na atmosfera são facilmente e constantemente, lavadas com o piscar dos olhos, mecanismo natural de auto defesa do globo ocular. O mesmo não acontece com as partículas maiores, estas sim causam irritabilidade e alergias, ao entrarem em contato com o olho. Os Bio-Indicadores LESER (2000, grifo nosso) Os olhos podem ser sede de processos alérgicos, comprometendo as pálpebras, cílios, conjuntiva, córnea e mais profundamente, a úvea. [...] O processo agravasse por fumaça, poluição do ar e vapores químicos.

18 Morbidades Utilizadas J04 LARINGITE E TRAQUEITE AGUDAS J30 RINITE ALERGICA E VASOMOTORA J45 ASMA J60 PNEUMOCONIOSE DOS MINEIROS DE CARVAO J61 PNEUMOCONIOSE DEVIDA A AMIANTO [ASBESTO] E OUTRAS FIBRAS MINERAIS J62 PNEUMOCONIOSE DEVIDA A POEIRA QUE CONTENHAM SILICA J63 PNEUMOCONIOSE DEVIDA A OUTRA POEIRAS INORGANICAS J64 PNEUMOCONIOSE NAO ESPECIFICADA J65 PNEUMOCONIOSE ASSOCIADA COM TUBERCULOSE J66 DOENCAS DAS VIAS AEREAS DEVIDA A POEIRAS ORGANICAS ESPECIFICAS J68 AFECCOES RESP. DEVIDAS INALACAO PROD.QUIMICOS GASES FUMACAS VAPORES ______________________________ ¹ Dr. José Carlos Perini (CRM ). Alergia e Imunologia Clínica. Presidente da Sociedade Brasileira de Alergistas e Imunologistas do Espírito Santo (Até outubro de 2004). Membro da Comissão Nacional de Antígenos Asmáticos. Membro da Câmara Técnica do Conselho Regional de Medicina. Consultório: Rua Misael Pedreira da Silva, 70, sl 1006, Ed. Medical Center, Praia do Suá, Vitória-ES. Tel: (27) Doenças Respiratórias registradas e classificadas conforme a CID - 10 na rede de atendimento público municipal de Vitória no período de 2001 a 2003, com alto índice de correlação com ambientes poluídos¹.

19 Morbidades Utilizadas H10 CONJUNTIVITE Doenças Oftalmológicas registradas e classificadas conforme a CID - 10 na rede de atendimento público municipal de Vitória no período de 2001 a 2003, com alto índice de correlação com ambientes poluídos¹. ______________________________ ¹ Dr. José Geraldo Vianna Moraes (CRM ). Oftalmologia com ênfase em glaucoma. Presidente da Sociedade Capixaba de Oftalmologia (Até dezembro de 2004). Consultório: Rua Eugenio Netto, 488, sl 803, Ed. Praia Office, Praia do Canto, Vitória-ES. Tel: (27) Foram utilizadas nesta pesquisa os dados quantitativos de morbidades, tanto respiratórias, quanto oftalmológicas, com alto índice de correlacionamento com poluição atmosférica e ambientes poluídos, pois somente desta forma poderíamos estar sendo, sensato e coerente no que se diz respeito a qualitatividade com tal quantitatividade dos dados adquiridos.

20 MATERIAL E MÉTODOS - Gerardi (apud COLE e KING, 1968, p. 18), [...] a possibilidade de uma ciência existir é determinada não pelo o que mas pelo como, não pelo assunto mas pelo método. - DOLFUSS (1973), [...] o geógrafo localiza e situa aquilo que constitui o objeto de sua pesquisa, descreve e define as formas, o que o leva à análise de sua disposição, de sua repetição, de sua similitude e singularidade. Procura classificá-las, ordená-las, de maneira lógica, compreensiva e coerente. - DOLFUSS (1973), [...] para que se possa tirar o máximo proveito das pesquisas locais, é indispensável que os estudos empreendidos num domínio determinado obedeçam a um mesmo método, a fim de que se possam comparar os resultados obtidos.

21 A pesquisa baseia-se no método indutivo, pois oferece uma maior segurança para se chegar conclusões mais exatas e confiáveis, sendo totalmente embasado na metodologia científica. MATERIAL E MÉTODOS O método de classificação que foi utilizado neste trabalho, foram as classes individualizadas em estudo: Doenças Respiratórias Específicas, Doenças Oftalmológicas Específicas, e o somatório entre elas, bem como, Períodos Úmido e Seco, levando em consideração a divisão Regional e Territorial e os anos que foram registradas as morbidades. Deve-se ter um certo nível de conhecimento da área a ser classificada, onde o pesquisador deve supervisioná-la constantemente.

22 A Base Dados - Os dados das morbidades registradas na rede SEMUS dizem respeito ao local onde o individuo reside, portanto dentro da lógica deste estudo pressupõe que a área onde ele reside foi onde ele provavelmente contraiu tal morbidade. Não foi considerado para outros efeitos, o tempo de permanência em outros locais potencialmente insalubres, local de trabalho nem tão pouco movimentos pendulares. - Os dados da pesquisa abrangem as morbidades de doenças respiratórias e oftalmológicas registradas na rede SEMUS nos anos de 2001 a Classificadas conforme a CID Os dados de população são referentes ao censo 2000, registrados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

23 Esquema de Composição dos Mapas Gerados 1 - DRE DOE DRE_DOE 2 - REGIÃO TERITÓRIO 3 - PERÍODO ÚMIDO PERÍODO SECO MAPAS TOTAIS (SOMATÓRIO)

24 Tabela de Períodos CONVENÇÃO DA PESQUISA PERÍODODIAMÊS Período Úmido 101/01/XX a 31/03/XXJaneiro a Março Período Úmido 201/10/XX a 31/12/XXOutubro a Dezembro Período Úmido Total01/10/XX a 31/03/XXOutrubro a Março Período Seco01/04/XX a 30/09/XXAbril a Setembro CONVENÇÃO DOS METEREOLOGISTAS PERÍODODIAMÊS Período Úmido15/10/XX a 15/03/XXOutrubro a Março Período Seco16/03/XX a 14/10/XXMarço a Outubro ESTAÇÕES DO ANO DIAMÊS Primavera23/10/XX a 20/12/XXOutubro a Dezembro Verão21/12/XX a 19/03/XXDezembro a Março Outono20/03/XX a 20/06/XXMarço a Junho Inverno21/06/XX a 22/10/XXJunho a Outubro

25 Fórmulas Utilizadas - Mapas do Índice Populacional por Morbidade - Mapas do Quantitativo de Morbidades Fórmula 1: Fórmula 2: Fórmula 3: Fórmula 4: Fórmula 5: Fórmula 6: Para cada Ano Individualmente - Mapas Totais (Somatório de 2001 à 2003)

26 Número Mediador Elevado Médio Baixo Quantitativo de Morbidade Índice Populacional por Morbidade Mapas Totais Criação do Número Mediador (População / Morbidade) (Somatório das Morbidades: 2001 à 2003) (Morbidades registradas na rede SEMUS) MAPAS

27 MORBIDADE DRE – REGIÃO (Media do Pico Máximo) UTS S S (REGIÃO) MEDIA DRE: 4162 / 5 = 832,4 MEDIA DRE_UT: 1659 / 5 = 331,8 MEDIA DRE_S: 2507,66 / 5 = 501,53 ÍNDICE DRE – REGIÃO (Media do Pico Máximo) UTS S S (REGIÃO) MEDIA I_DRE: 26,33 / 5 = 5,26 MEDIA I_DRE_UT: 10,33 / 5 = 2,06 MEDIA I_DRE_S: 16 / 5 = 3,2 Criação do Número Mediador Exemplo de Número Mediador OBS.: O divisor (5) em destaque é o fator utilizado pelo Programa ARC GIS 9 para geração da Legenda.

28 Criação do Número Mediador Exemplo de Número Mediador – Mapas Totais MORBIDADE - REGIÃO ÍNDICE - REGIÃO TOT_DRE TOT_UTTOT_S TOT_UTTOT_S MEDIA DRE: / 5 = 2497,2 MEDIA DRE_UT: 4877 / 5 = 995,4 MEDIA DRE_S: 7509 / 5 = 1501,8 MEDIA I_DRE: 26 / 5 = 5,2 MEDIA I_DRE_UT: 10 / 5 = 2 MEDIA I_DRE_S: 16 / 5 = 3,2 OBS.: O divisor (5) em destaque é o fator utilizado pelo Programa ARC GIS 9 para geração da Legenda.

29 Leitura da Legenda Padrão da Legenda Exemplo Prático - No exemplo prático a escala 1: 5 – 14, significa que uma pessoa no intervalo de 5 à 14 pessoas tiveram a morbidade o qual o mapa se propôs a espacializar, (DRE, DOE ou DRE_DOE). CLASSIFCAÇÃO ELEVADO MÉDIO BAIXO

30 No que se refere ao mapeamento do Índice Populacional por Morbidade, os Mapas dos Períodos Úmidos possuem um intervalo menor, uma margem menor de pessoas classificadas se comparado com os Mapas dos Períodos Secos, que por sua vez tem um intervalo maior englobando um número maior de pessoas, se comparado na mesma classificação da legenda. Leitura da Legenda Observação:

31 Utilitários e convenções utilizados - ARC GIS 9 - INFO (Arc Map, Arc ToolBox e Arc Catalog); - Microsoft Office 2003 (Word, Excel e Power Point); - GPS (Sistema de Posicionamento Global – USs, CRs, DST/AIDS e EMs). Softwares e Equipamentos Convenções - Escala 1: , para os Mapas de Divisão Política, Divisão Populacional e de Distribuição Espacial; - Escala 1: , para os Mapas Quantitativos de Morbidade, Mapas de Índice Populacional por Morbidade e Mapas Totais; - Georreferenciamento utilizado foi Sistema de Projeção UTM (Universal Transversa de Mercator), SAD 1969, Zona 24 SUL.

32 Componentes de um SIG Hardware (componentes computacionais); Software (programas de SIG); Peopleware (pessoa que analisa - Geógrafo); Base de Dados (tratados transformam-se em informação); Métodos e procedimentos a serem seguidos.

33 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS Apresentação dos gráficos gerados - Origem Não Informada DRE – 0,092% do Total de Morb. (48.603) DOE – 0,141% do Total de Morb. (7.056) - Divisão por Idade DRE DOE

34 Apresentação dos gráficos gerados Utilizaremos uma média anual como padrão de analise. Foi feito o somatório das morbidades DRE e DOE, separadamente, registrados nos anos de 2001 à 2003, sendo que, tal somatório foi dividido pelo numero de anos, no caso três. O resultado por sua vez foi dividido, por seis no caso de Regiões de Saúde, por vinte e três no caso de Territórios de Saúde, ou por doze no caso de Morbidade por Mês, gerando assim uma média anual padrão para sabermos se a Região de Saúde, Território de Saúde, ou Morbidade por Mês teve um número superior ou inferior da média. - Por Região de Saúde DRE – Média Anual de Morb. (2.700) DOE – Média Anual de Morb. (392) - Por Território de Saúde DRE – Média Anual de Morb. (704) DOE – Média Anual de Morb. (102) - Morbidade por Mês DRE – Média Anual de Morb. (1.350) DOE – Média Anual de Morb. (196)

35 Apresentação dos mapas de distribuição espacial das Unidades de Saúde, Centros Especializados e Estações de Monitoramento Divisão Administrativa por Território de Saúde – SEMUS Hoje, são vinte e seis Unidades de Saúde, quatro Centros Especializados de Atendimento e três Estações de Monitoramento Atmosférica. Divisão Administrativa por Região de Saúde – SEMUS

36 Apresentação dos mapas gerados Primeiramente, é necessário esclarecer que os mapas aqui apresentados são MAPAS TOTAIS (somatória dos dados registrados nos anos de 2001 à 2003), das DRE, DOE e DRE_DOE, divididos em Regiões e Territórios de Saúde (visão macro e micro da distribuição espacial, respectivamente), bem como divididos em Períodos Úmido e Seco. Esquema padrão de leitura da Legenda Morbidade Total de DRE por Região de Saúde Morbidade Total de DRE por Região de Saúde – Período Úmido Morbidade Total de DRE por Região de Saúde – Período Seco Morbidade Total de DOE por Região de Saúde Morbidade Total de DOE por Região de Saúde – Período Úmido Morbidade Total de DOE por Região de Saúde – Período Seco

37 Apresentação dos mapas gerados Morbidade Total de DOE por Território de Saúde Morbidade Total de DOE por Território de Saúde – Período Úmido Morbidade Total de DOE por Território de Saúde – Período Seco Morbidade Total de DRE_DOE por Território de Saúde Morbidade Total de DRE_DOE por Território de Saúde – Período Úmido Morbidade Total de DRE_DOE por Território de Saúde – Período Seco Morbidade Total de DRE por Território de Saúde Morbidade Total de DRE por Território de Saúde – Período Úmido Morbidade Total de DRE por Território de Saúde – Período Seco Morbidade Total de DRE_DOE por Região de Saúde Morbidade Total de DRE_DOE por Região de Saúde – Período Úmido Morbidade Total de DRE_DOE por Região de Saúde – Período Seco

38 CONSIDERAÇÕES FINAIS Foi iniciado um trabalho sério e complexo e que deve ser contínuo, pois sabemos que apenas três anos de dados é um período muito curto para dados climáticos e atmosféricos, mas já dá para ter uma noção da problemática que foi denunciada pelo mapeamento, o ideal é que tal estudo se prolongue e alcance seu objetivo maior que é a diminuição e controle da emissão de poluentes atmosféricos para que consequentemente, haja uma redução no quantitativo das DRE e DOE e dos Índices Populacionais por Morbidades. Concluímos que o objetivo da pesquisa foi alcançado com sucesso, pois todos os itens que o estudo se propôs a fazer foram realizados com êxito, alcançando além do esperado pelo pesquisador, onde foi diagnosticado de forma diferenciada e criativa dentro da base científica o problema e suas potencialidades. Agora falta somente uma ação concisa das autoridades competentes juntamente com a sociedade organizada para que o problema seja minimizado.

39 Devemos pensar nas gerações futuras. O ar não tem preço. O ar não tem dono.

40 Gráficos de DRE registradas por Mês Média Anual: Morbidades

41 Gráficos de DRE registradas por Região de Saúde Média Anual: Morbidades

42 Gráficos de DRE registradas por Território de Saúde Média Anual: 704 Morbidades

43 Gráficos de DRE registradas divisão por Idade

44 Gráficos de DRE registradas origem Não Informada

45 Gráficos de DOE registradas por Mês Média Anual: 196 Morbidades

46 Gráficos de DOE registradas por Região de Saúde Média Anual: 392 Morbidades

47 Gráficos de DOE registradas por Território de Saúde Média Anual: 102 Morbidades

48 Gráficos de DOE registradas divisão por Idade

49 Gráficos de DOE registradas origem Não Informada

50

51

52

53

54

55

56

57

58

59

60

61 Exemplo

62

63

64

65 Exemplo

66

67

68

69

70

71

72

73

74

75

76

77

78

79

80 Combust í vel Tipo de Ve í culo Gasolina Autom ó vel Diesel92.883Motocicleta Á lcool Caminhonete Á lcool/Gasolina Caminhão Gasolina/GNV14.626Ônibus Demais Tipos9.239Demais Tipos Reg. Incorretos Total Total Fonte: Detran-ES Relação de combustível e tipo de veículos no estado do Espírito Santo


Carregar ppt "UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Centro de Ciências Humanas e Naturais – CCHN Departamento de Geografia Vitória Novembro - 2005 Defesa de Monografia."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google