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Aula: Estresse UCG - Psicologia da Saúde Turma B01 e C01 Professora: Cristiane Alves.

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1 Aula: Estresse UCG - Psicologia da Saúde Turma B01 e C01 Professora: Cristiane Alves.

2 Definições Estado emocional negativo em resposta a eventos que sobrecarregam as habilidades de gerenciá-los. Como estímulo: situação ou evento ameaçador. Como resposta: comportamento, emoção ou pensamento em contato com o evento ameaçador. Como processo: perceber e responder a eventos julgados como desafiadores. Canon (1932): efeito de causas médicas.

3 Modelo Transacional ou Relacional Richard Lazarus (década de 70). Estresse é um processo no qual os eventos estressores ultrapassam os recursos pessoais e sociais da pessoa se não ultrapassar os recursos, não há estresse. A resposta ao estresse é dinâmica. Envolve interações e ajustes constantes, chamados transações.

4 Avaliação Cognitiva Avaliação Primária: em contato com o evento. Classifica-o como irrelevante, benigno-positivo ou ameaçador. Avaliação Secundária: avalia se os recursos são adequados para enfrentar a situação. Reavaliação Cognitiva: percepção de sucesso ou falha. Aqui, pode-se modificar a classificação do evento.

5 Exemplo de um experimento de Lazarus e cols. (1972) Apresentação de filme repulsivo para 3 grupos. Grupo 1: com instruções - apenas representação feita para aumentar a segurança no trabalho. Grupo 2: com instruções - era real e necessário para aumentar a segurança no trabalho. Grupo 3: sem instruções. Resultados: Ambas explicações funcionaram para diminuir o estresse, já que permitiam a avaliação como sendo um evento menos ameaçador. Conclusão: a ameaça não é própria do evento, mas da avaliação feita a seu respeito.

6 Implicações do Modelo Transacional 1. Qualquer evento pode ser avaliado. 2. As avaliações são susceptíveis a outros eventos como alterações de humor, estado motivacional, saúde, etc. 3. A resposta de estresse que ocorre no corpo é a mesma, sendo o evento real ou apenas imaginado.

7 Medidas para o estresse Medidas fisiológicas: através do polígrafo que capta a freqüência cardíaca, pressão sanguínea, velocidade da respiração e etc. Medidas de desempenho: sob pressão podem ocorrem duas respostas - alto ou baixo desempenho. Exemplo: em Simulação de Guerra Naval com cadetes navais. Alguns grupos eram expostos a interrupções constantes. Resultados: a perspectiva de equipe ficou perturbada sob estresse. Conclusão: a medida que aumentam as demandas externas, as pessoas tendem a esquecer a equipe e focar nos trabalhos individuais.

8 Estresse bom e Estresse ruim? Hans Selye: estresse definido como a excitação do corpo e o gasto de energia (distress X eustress). Hebb (1955): Hipótese do nível adequado de excitação ou Hipótese do U invertido: existe uma excitação corporal semelhante, tanto nos casos de estresse bom quanto ruim Quanto maior estresse, melhor o desempenho. Mas, se atingir o ápice e continuar crescendo o estresse, o desempenho cai.

9 Fisiologia do Estresse Sistema Nervoso: SNS glândulas adrenais (liberam hormônio) Resposta Luta/Fuga. Hipotálamo núcleo periventricular (neurônios endócrinos secretam hormônios) ativa sistema endócrino. Órgãos dos sentidos (percebem S) regiões secundárias (anuncia ameaça) formação reticular (alerta o cérebro): 1º caminho envia mensagem sensorial ao tálamo (classifica S) envia mensagem ao hipotálamo, regiões superiores ou sistema límbico. 2º caminho das áreas superiores para órgãos controladores mobiliza o corpo. Atenção: mobilizar o SNS gera alterações metabólicas, como a decomposição dos tecidos. Efeitos a longo prazo envelhecimento, hipertensão, úlceras, etc.

10 Fisiologia do Estresse Sistema Endócrino: Sistema simpato-adreno-medular: Hipotálamo ativa Hipófise (secreta ACTH) ativa glândulas adrenais produz adrenalina e noradrenalina Resposta de Luta/Fuga (mais duradouras do que as produzidas pelo SNS). Sistema hipotalâmico-hipofisário-adrenocortical: Hipotálamo (libera CRH) ativa produção de ACTH ativa o córtex adrenal libera corticosteróides (combate inflamações e mobiliza energia) volta à homeostase.

11 Efeitos corporais do estresse Síndrome Geral da Adaptação ou Transtorno da Adaptação Inespecificado: Estágio de alarme: excitação intensa mobiliza recursos para enfrentar. Estágio de resistência: tenta resistir; reduz a capacidade de enfrentar. Estágio de exaustão: reservas de energia acabam. Pode haver doenças, deterioração e até morte. Conseqüências corporais: redução do timo, aumento das glândulas adrenais e úlceras. Cortisol: produzido pelas glândulas adrenais aumenta nível de glicose no sangue e age no Hipotálamo e Hipófise suprimi liberação de ACTH e CRH.

12 Fontes de Estresse Eventos importantes da vida: Holmes e Rahe (1950) – Social Readjustment Rating Scale (SRRS). Problemas cotidianos: Lazarus e cols. (1981) – Hassles e Uplifts Scale. Motivações emocionais cotidianas funcionam como proteção ao estresse. Estressores ambientais: Ruídos: problemas cardiovasculares e habilidades de leitura e memória foram reduzidas em crianças que moravam perto de aeroportos. Quando há controle do ruído, a avaliação é positiva (ex: show de rock). Lotação: um estado psicológico que dá a sensação de não haver espaço suficiente para a ação (ex: estudo com ratos).

13 Estresse relacionado ao trabalho: Sobrecarga: de trabalho e de papéis. Hipótese da Escassez: prejuízos no desempenho de mulheres; altos níveis de adrenalina no sangue. Hipótese da Melhoria: o trabalho significativo aumenta a auto- estima e a qualidade de vida das mulheres. Esgotamento: estado de exaustão física e psicológica. Falta de controle sobre o trabalho: quanto ao tempo, ao ritmo e aos procedimentos.

14 Revezamento de turno: causa mudanças no ritmo biológico e piora na qualidade dos relacionamentos. Perda do emprego: gera insegurança nos funcionários que ficam, e até doenças importantes nos que se tornaram desempregados. Assédio sexual: tanto o assédio sexual diretamente, como as sugestões sexuais e os maus-tratos verbais e físicos são apontados como causa de estresse no trabalho por mulheres.

15 Psiconeuroimunologia Estudos com condicionamento clássico deram início ao novo modelo. Ader e Cohen (1974): S incond. (injeção de ciclofosfamida) R incond. (supressão imunológica). S neutro (água com sacarina) + S incond. (injeção de ciclofosfamida) R incond. (supressão imunológica). S cond. (água com sacarina) R cond. (supressão imunológica). Bem-Eliyahu e cols. (1991): Injetaram células malignas em grupos de animais estressados e não-estressados. Resultados: nos grupos estressados a R imunológica foi fraca e os tumores se desenvolveram rapidamente. Imunossupressão: medida pela contagem de linfócitos B e T.

16 Descobertas atuais quanto à comunicação entre os sistemas Linfócitos podem produzir hormônios que estimulam os sistemas neural e endócrino causando respostas de estresse. Hormônios como as catecolaminas e os corticóides também são responsáveis pela imunossupressão.


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