A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

O Espírita: Lucidez ÁREA DOUTRINÁRIA. Lucidez no pensar Lucidez no pensar Lucidez no sentir Lucidez no sentir Lucidez no agir Lucidez no agir.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "O Espírita: Lucidez ÁREA DOUTRINÁRIA. Lucidez no pensar Lucidez no pensar Lucidez no sentir Lucidez no sentir Lucidez no agir Lucidez no agir."— Transcrição da apresentação:

1 O Espírita: Lucidez ÁREA DOUTRINÁRIA

2 Lucidez no pensar Lucidez no pensar Lucidez no sentir Lucidez no sentir Lucidez no agir Lucidez no agir

3 LUCIDEZ Qualidade ou estado de ser lúcido. Lúcido Lúcido - Que tem clareza e penetração de inteligência; - Que mostra uso da razão; - pessoa de inteligência viva e penetrante. Michaelis Moderno Dicionário da Língua Portuguesa

4 Na consciência. O Livro dos Espíritos, Q.621. Onde está escrita a lei de Deus?

5 Consciência: 1.Capacidade que o homem tem de conhecer valores e mandamentos morais e aplicá-los nas diferentes situações. 2. Testemunho ou julgamento secreto da alma, aprovando ou reprovando os nossos atos. (Michaelis – Novo Dicionário da Língua Portuguesa)

6 Estados de consciência A conquista da consciência abre espaços para o entendimento das leis que regem a vida, facultando o progresso do ser, que se entrega à tarefa de educação pessoal e, por conseqüência, da sociedade na qual se encontra. Joanna de Ângelis, Momentos de Consciência, cap. 10

7 Estados de consciência Sonolência: Sonolência: (ainda que se encontrem com os olhos abertos, falem e se movam.) Resulta da falta do hábito da meditação superior, por não fixar a mente em idéias nobres, não estudar, não pensar construtivamente, libertando-se da acanhada situação a que se entrega, vivendo enfraquecido, em contínuo torpor, sem reação de qualquer natureza.

8 Estados de consciência A sobreexcitação dos instintos materiais abafa, por assim dizer, o senso moral, como o desenvolvimento do senso moral enfraquece pouco a pouco as faculdades puramente animais. O Livro dos Espíritos, Q. 754, comentário.

9 Resulta da educação da vontade, do equilíbrio que se adquire com esforço, alcançando-se uma lucidez lógica, que evita a distração das realidades objetivas e subjetivas que constituem a vida, na qual se move e atua. Rumo às Estrelas, cap. 20 Clareza mental:

10 A consciência não é a inteligência no sentido mental, mas, a capacidade de estabelecer parâmetros para entender o bem e o mal, optando pelo primeiro e seguindo a diretriz do equilíbrio, das possibilidades latentes, desenvolvendo os recursos atuais em favor do seu vir-a-ser. Joanna de Ângelis, Momentos de Consciência, cap. 8 Consciência e inteligência

11 A força do Espiritismo Falsíssima idéia formaria do Espiritismo quem julgasse que a sua força lhe vem da prática das manifestações materiais e que, portanto, obstando-se a tais manifestações, se lhe terá minado a base. Sua força está na sua filosofia, no apelo que dirige à razão, ao bom-senso. Allan Kardec O Livro dos Espíritos, Conclusão, item VI

12 Senso moral Muitos, entretanto, dos que acreditam nos fatos das manifestações não lhes apreendem as conseqüências, nem o alcance moral, ou, se os apreende, não os aplicam a si mesmos. A que atribuir isso? A alguma falta de clareza das Doutrina? (...)

13 Provém isso de que a parte por assim dizer material da ciência somente requer olhos que observem, enquanto a parte essencial exige um certo grau de sensibilidade, a que se pode chamar maturidade do senso moral, maturidade que independe da idade e do grau de instrução, porque é peculiar ao desenvolvimento, em sentido especial, do Espírito encarnado. E.S.E – Cap. XVII,item 4.

14 Caridade 886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus? Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.

15 Egoísmo Quando compreender bem que no egoísmo reside uma dessas causas, a que gera o orgulho, a ambição, a cupidez, a inveja, o ódio, o ciúme, que a cada momento o magoam, a que perturba todas as relações sociais, provoca as dissensões, aniquila a confiança,

16 a que o obriga a se manter constantemente na defensiva contra o seu vizinho, enfim a que do amigo faz inimigo, ele compreenderá também que esse vício é incompatível com a sua felicidade e, podemos mesmo acrescentar, com a sua própria segurança. L.E, Q 917, comentário.

17 Felicidade 967. Em que consiste a felicidade dos bons Espíritos? Em conhecerem todas as coisas; em não sentirem ódio, nem ciúme, nem inveja, nem ambição, nem qualquer das paixões que ocasionam a desgraça dos homens.

18 Impiedade No Cristianismo encontram-se todas as verdades; são de origem humana os erros que nele se enraizaram. Eis que do além-túmulo, que julgáveis o nada, vozes vos clamam: "Irmãos! Nada perece. Jesus-Cristo é o vencedor do mal, sede os vencedores da impiedade." O Espírito de Verdade E.S.E, cap. VI.

19 Deus dirige um supremo apelo aos vossos corações, por meio do Espiritismo. Escutai-o. Extirpados sejam de vossas almas doloridas a impiedade, a mentira, o erro, a incredulidade. São monstros que sugam o vosso mais puro sangue e que vos abrem chagas quase sempre mortais. O Espírito de Verdade E.S.E, cap. VI, item 7 Vícios

20 Indiferença Cada época é marcada, assim, com o cunho da virtude ou do vício que a tem de salvar ou perder. A virtude da vossa geração é a atividade intelectual; seu vicio é a indiferença moral. E.S.E, cap IX, item 8.

21 Calúnia e maledicência O mundo está cheio dessas criaturas que têm nos lábios o sorriso e no coração o veneno; que são brandas, desde que nada as agaste, mas que mordem à menor contrariedade; cuja língua, de ouro quando falam pela frente, se muda em dardo peçonhento, quando estão por detrás. E.S.E, cap IX, item 6.

22 As faces da caridade A caridade é a virtude fundamental sobre que há de repousar todo o edifício das virtudes terrenas. Sem ela não existem as outras. Sem a caridade não há esperar melhor sorte, não há interesse moral que nos guie; sem a caridade não há fé, pois a fé não é mais do que pura luminosidade que torna brilhante uma alma caridosa.

23 A caridade é, em todos os mundos, a eterna âncora de salvação; é a mais pura emanação do próprio Criador; é a sua própria virtude, dada por ele à criatura. Como desprezar essa bondade suprema? Qual o coração, disso ciente, bastante perverso para recalcar em si e expulsar esse sentimento todo divino? Qual o filho bastante mau para se rebelar contra essa doce carícia: a caridade? S. Vicente de Paulo E.S.E, cap. XIII, item 12

24 Fidelidade Impossível é que semelhante laço exista, a não ser entre os que lhe percebem o objetivo moral, o compreendem e o aplicam a si mesmos. Entre os que nele vêem fatos mais ou menos curiosos, nenhum laço sério pode existir. Allan Kardec O Livro dos Médiuns, item 334.

25 Kardec e transformação moral Já é muito, sem dúvida, crer, mas a crença apenas não é suficiente, se ela não oferece resultados e isso, infelizmente, tem ocorrido em muitos casos. Faço referência àqueles para os quais o Espiritismo não passa de um fato, de uma bela teoria, uma letra morta que não produz, na estrutura íntima dessas pessoas, nenhuma transformação, nem em seu caráter, nem em seus hábitos. Viagem Espírita em 1862, 2ª edição, p. 29

26 Kardec e os interesseiros É ainda preciso, entretanto, mencionar as pessoas que são postas, relativamente a mim, em posições falsas, ridículas e comprometedoras e que procuram se justificar, em última instância, recorrendo a pequenas calúnias: os que esperavam seduzir-me pelos elogios, crendo levar- me a servir aos seus desígnios e que reconheceram a inutilidade de suas manobras para atrair minha atenção;

27 Kardec e os interesseiros aqueles que não elogiei nem incensei e que isso esperavam de mim; aqueles, enfim, que não me perdoam por ter adivinhado suas intenções(...). Viagem Espírita em 1862, 2ª edição, p. 59.

28 Kardec e os poderosos Para mim, um homem é um homem, isto apenas! Meço seu valor por seus atos, por seus sentimentos, nunca por sua posição social.

29 Pertença ele às mais altas camadas da sociedade, se age mal, se é egoísta e negligente de sua dignidade, é, a meus olhos, inferior ao trabalhador que procede corretamente, e eu aperto mais cordialmente a mão de um homem humilde, cujo coração estou a ouvir, do que a de um potentado cujo peito emudeceu. A primeira me aquece, a segunda me enregela. Viagem Espírita em 1862, 2ª edição, p. 61

30 Kardec e a especulação moral Ao lado da especulação material, há aquela à qual poderíamos chamar de especulação moral, isto é, a satisfação do orgulho, do amor próprio. É o caso dos que acreditam, sem interesse pecuniário, ser possível fazer do Espiritismo um pedestal honorífico para se colocarem em evidência (...). Viagem Espírita em 1862, 2ª edição, p. 54.

31 Kardec e a cobrança de ingressos A especulação consiste em se fazer uma indústria da situação, em convocar o primeiro que surge, curioso ou indiferente, para exigir seu dinheiro. Uma Sociedade que assim agisse, seria tão repreensível, ou mais repreensível ainda, do que o indivíduo, e não mereceria nenhuma confiança.

32 Kardec e a cobrança de ingressos Se nunca a exploração do Espiritismo tentou se introduzir em vossa cidade, eu vos convido a renegar essa nova indústria, a fim de não comprometerdes a vós mesmos com essa solidariedade e para que as censuras que se levantarem não venham a cair sobre a Doutrina pura. Viagem espírita em 1862, 2ª edição, pp

33 Kardec e a manutenção das Casas Espíritas É evidente que não se pode considerar uma exploração a mensalidade que se paga a uma sociedade, para que enfrente as despesas de sua manutenção. Uma entidade espírita deve prover às suas necessidades; ela deve dividir entre todos suas despesas(...). Viagem Espírita em 1862, 2ª edição, p 52.

34 Kardec e as dissidências Seja-vos possível fundir-vos em uma única e mesma família e a dar-vos mutuamente, do fundo do coração e sem pensamento premeditado, o nome de irmãos(...) Os grupos são indivíduos coletivos que devem viver em paz. Eles são os batalhões da grande falange. Ora, o que será feito de uma falange cujos batalhões se dividirem? Viagem Espírita em 1862, 2ª edição, pp

35 Kardec e as publicações Uma coisa pode ser excelente em si mesma, muito boa para servir de instrução pessoal; mas o que deve ser entregue ao público exige condições especiais.

36 Kardec e as publicações Aplicando estes princípios de ecletismo às comunicações que nos enviaram, diremos que em há mais de que são de uma moralidade irreprochável, e excelentes como fundo; mas que desse número não há 300 para publicidade, e apenas 100 de um mérito inconteste. Revista Espírita, maio de Aplicando

37 Doar-se com lucidez Efetuar tarefas consideradas pequeninas, como sejam: sossegar uma criança, amparar um doente, remover um perigo ou fornecer uma explicação, sem que, para isso, haja necessidade de pedidos diretos.

38 Sobretudo, na organização espírita, o espírita é chamado a colaborar na harmonia comum, silenciando melindres e apagando ressentimentos, estimulando o bem e esquecendo omissões no terreno da exigência individual. Emmanuel, Educandário de Luz, cap. 16

39 clique, para iniciar

40 Tu és luz… Não és uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Tens uma meta, que te aguarda e que alcançarás.

41 Em tua origem és luz avançando para a Grande Luz. Só há sombras porque ainda não te dispuseste a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no teu interior. Joanna de Ângelis, Momentos de Consciência, cap. 11

42 Obreiros, traçai o vosso sulco; recomeçai no dia seguinte o afanoso labor da véspera;

43 o trabalho das vossas mãos vos fornece aos corpos o pão terrestre; vossas almas, porém, não estão esquecidas;

44 e eu, o jardineiro divino, as cultivo no silêncio dos vossos pensamentos.

45 Quando soar a hora do repouso e a trama da vida se vos escapar das mãos e vossos olhos se fecharem para a luz,

46 sentireis que surge em vós e germina a minha preciosa semente. Nada fica perdido no reino de nosso Pai e os vossos suores e misérias

47 formam o tesouro que vos tornará ricos nas esferas superiores, onde a luz substitui as trevas...

48 e onde o mais desnudo dentre vós será talvez o mais resplandecente. O Espírito de Verdade E.S.E, cap. VI, item 6.


Carregar ppt "O Espírita: Lucidez ÁREA DOUTRINÁRIA. Lucidez no pensar Lucidez no pensar Lucidez no sentir Lucidez no sentir Lucidez no agir Lucidez no agir."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google