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Agricultura e risco Roberto Rodrigues Coordenador do GV Agro.

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Apresentação em tema: "Agricultura e risco Roberto Rodrigues Coordenador do GV Agro."— Transcrição da apresentação:

1 Agricultura e risco Roberto Rodrigues Coordenador do GV Agro

2 A natureza dos riscos na agricultura brasileira Risco de produtividade Risco cambialRisco sanitárioRisco ambiental Risco de preços

3 Risco de produtividade Zoneamento agrícola Fundo de catástrofe Seguro agrícola

4 Risco de preços Mercado futuro Leilões de prêmios (garantia de preços) Opções Operações de mercado de troca de insumos e produto

5 Risco sanitário É preciso ampliar os recursos e esforços no setor de defesa sanitária. É preciso ampliar as relações entre o setor público e privado no país no sentido de somar esforços para lidar com os desafios de segurança sanitária.

6 Risco cambial É um problema que afetou severamente a agricultura brasileira (ver gráfico de variação cambial nos últimos anos). A variação da taxa de câmbio nos últimos anos foi extremamente severa. Consiste em uma questão complexa pois é um preço determinado pela macroeconomia.

7 Evolução da taxa de câmbio no Brasil A perda de capital após 2002 com a valorização do real foi muito severa

8 Risco cambial É preciso mostrar ao país que o regime de câmbio flexível introduziu um risco elevado no agronegócio brasileiro. O tempo entre plantio e colheita (custo e receita) é elevado na agricultura o que a torna especialmente vulnerável a variações cambiais. A alta liquidez e velocidade dos mercados financeiros acabam por ampliar as incertezas quanto ao movimento da taxa de câmbio.

9 Risco cambial O Banco Central tem operado no mercado de câmbio elevando significativamente as reservas brasileiras. A compra de moeda estrangeira apresenta um custo fiscal na medida em que é preciso esterilizar o montante de reais que entra na economia como conseqüência da compra de moeda estrangeira. Ocorre que as intervenções do Banco Central vem se mostrando insuficientes para conter a valorização do real.

10 Risco cambial O problema é que a taxa de juro brasileira é extremamente elevada e, como conseqüência, torna elevado o custo fiscal da compra de reservas. Nesse sentido, caso se queira imaginar em uma política cambial que evite grandes flutuações torna-se imperioso que as taxas de juro caiam para patamares compatíveis aos internacionais.

11 Risco cambial Em nosso entender, a melhor forma de reduzir as taxas de juro no país é promover um ajuste fiscal e ampliar a poupança pública e privada do país. A redução do juro além de reduzir o custo fiscal das intervenções no mercado de câmbio, ampliará o crédito privado aos agricultores.

12 Risco cambial A redução do juro permitirá, também, o aumento do investimento em infra-estrutura, elemento central para reduzir o risco de variação de preços aos agricultores, na medida em que menor custo de transporte implica em maiores margens. Entendemos que o melhor caminho para o problema cambial é a redução da taxa de juro. Para tanto é preciso avançar no entendimento das questões fiscais brasileiras e propor medidas concretas para controlar os gastos do setor público.


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