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DEFINIÇÕES BÁSICAS, TIPOLOGIA E RECICLAGEM DE PILHAS E BATERIAS RICARDO M PINTO-COELHO.

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1 DEFINIÇÕES BÁSICAS, TIPOLOGIA E RECICLAGEM DE PILHAS E BATERIAS RICARDO M PINTO-COELHO

2 Você já pensou em como uma pilha produz energia suficiente para acender uma lanterna ou fazer funcionar um rádio? E por que uma pilha "acaba" (deixa de funcionar)?Nas pilhas e baterias, estão ocorrendo transformações químicas que produzem energia elétrica, em quantidade muito inferior à produzida nas usinas de geração de eletricidade. Embora o homem conhecesse a eletricidade desde a Grécia antiga, seu aproveitamento e o conhecimento de sua natureza só começou a surgir a partir do fim do século XVIII. Nessa época, a eletricidade era produzida por fricção (eletricidade estática), não se conhecia ainda a corrente elétrica, tal como chamamos hoje. Foi Alessandro Volta ( ) quem inventou a bateria elétrica, baseado em estudos feitos por Luigi Galvani ( ), professor de anatomia da Universidade de Bolonha, Itália. Numa de suas experiências, Galvani pendurou uma rã pelas pernas utilizando ganchos de cobre, presos a um suporte de ferro. Devido à brisa, as pernas da rã balançavam e Galvani notou que, quando tocavam o suporte de ferro, elas se contraíam. Ele atribuiu as contrações a uma corrente elétrica produzida pela própria rã. Volta tinha dúvidas quanto a essa explicação. Sua idéia era a de que a corrente elétrica poderia estar sendo produzida pelo contato entre os líquidos biológicos da rã e dois metais diferentes. Assim começou a investigar essa possibilidade. O dispositivo criado por Volta consistia em um pilha de discos de zinco intercalados com discos de prata e separados por papel umedecido com solução de ácido. Com uma pilha de 60 discos, uma pessoa poderia sentir um choque elétrico quando tocava as duas extremidades da pilha. Pela primeira vez, se constatava a produção espontânea de eletricidade (sem fricção). Volta, porém, não associou a produção de corrente elétrica com a ocorrência de transformação química. Foi Hamphry Davy ( ) que, ao estudar os experimentos de Volta, sugeriu que a eletricidade poderia resultar de uma transformação química. Durante o século XIX, muitos aprimoramentos na pilha de Volta foram feitos. Por exemplo, a pilha seca foi desenvolvida.A produção comercial de baterias e pilhas se iniciou no século XIX. Pilhas, baterias e energia

3 História das Pilhas Em 1800, um professor secundário de Pavia, na Itália, fez importante descoberta. Alessandro Volta descobriu que empilhando alternadamente discos de metais diferentes (como prata e zinco, prata e cobre, ou cobre e chumbo) e entremeando estes discos metálicos com discos de flanela embebidos em água e sal ou em vinagre, a pilha de discos produzia eletricidade. Sempre que metais diferentes forem colocados em contato através de um líquido salgado ou ácido (o vinagre, por exemplo), correrá um fluxo de elétrons de um metal para outro.Essa descoberta levou à produção de uma grande variedade de pilhas úmidas, de fácil construção. Encha um copo com vinagre e coloque sobre a boca do copo uma vareta de madeira. Prenda na vareta uma lâmina de cobre e outra de zinco, de modo a que as placas de metal mergulhem até o fundo do copo. Ligue um fio de cobre a cada lâmina. Ao ligar esses fios com a base de uma lâmpada de lanterna, ela acenderá. O ácido do vinagre produz reações químicas nos metais. Devido a essas reações, o zinco armazena um excesso de elétrons em relação ao cobre, ocorrendo uma diferença de potencial. Como essas reações químicas de retirada e adição de elétrons não cessam, o zinco vai acumulando progressivamente mais elétrons e não pode doá-los ao cobre, a não ser que se estabeleça um contato entre os dois metais. Se esse contato for feito por meio de um fio metálico, os elétrons excedentes do zinco fluirão para o cobre através do fio. Em outras palavras, a pilha bombeia corrente elétrica pelo fio. As pilhas líquidas de Volta, difíceis de transportar, foram hoje substituídas pelas pilhas secas. Nesta, um bastão de carvão é imerso em camadas pastosas de dióxido de manganês e cloreto de amônia. O conjunto é lacrado numa carcaça de zinco. Há uma lenta reação química, que produz uma diferença de potencial. Quando colocamos em contato o carvão e o zinco, através de um fio, a corrente flui, como na pilha úmida de volta. Nas pilhas, a reação química que produz a separação de cargas não é reversível. Sendo assim, uma vez esgotados os reagentes dessa reação, as pilhas "acabam" e não podem ser recarregadas. Já na bateria de automóvel, que é tecnicamente chamada de acumulador, esse processo é reversível e, por isso, ela pode ser recarregada.

4 As pilhas e as baterias são uma mini usina portátil, que transforma energia química em energia elétrica. Podem se apresentar sob várias formas (cilíndricas, retangulares, botões, etc.) conforme a finalidade a que se destinam. Elas possuem determinadas substâncias químicas que, quando reagem entre si, produzem energia elétrica, ou seja, fazem funcionar o radinho, o relógio, o celular, o brinquedo, etc. O problema é que as substâncias químicas presentes nas pilhas e baterias são ALTAMENTE TÓXICAS, e podem fazer mal à homens e animais. Por isso, elas vêm se tornando o centro das atenções dos ecologistas e da sociedade como um todo. Uma pilha comum contém pelo menos três metais pesados: zinco, chumbo e manganês. A pilha alcalina contém ainda o mercúrio. Além dos metais pesados, as pilhas e baterias possuem ainda elementos químicos perigosos, como o cádmio, cloreto de amônia e negro de acetileno. As pilhas são classificadas de acordo com seus sistemas químicos, podendo haver em cada um deles mais de uma categoria. As categorias são representadas por letras, que normalmente vêm impressas nas pilhas. Além disso, as pilhas podem ser recarregáveis ou não, sendo divididas em primárias (não recarregável) e secundárias (recarregáveis). As pilhas e baterias são sistemas, que através de reações químicas produzem energia elétrica, sendo que elas podem ser classificadas por e letras para se identificar quais são os reagentes. Existe ainda um outro tipo de classificação, primária onde acesso às reações químicas são irreversíveis e secundárias quando as reações químicas são reversíveis, ou seja, as pilhas e baterias são recarregaveis.As pilhas de zinco e carvão foram as primeiras a serem comercializadas. As substâncias químicas mais encontradas nas pilhas e baterias, de são chumbo, níquel, mercúrio, cádmio, lítio, manganês e prata. A reciclagem das pilhas de baterias faz-se necessária, devido a todos os seus componentes serem grandes agressores do meio ambiente ou seja, se elas não tiveram uma destinação adequada poderão poluir o meio ambiente. Atualmente existe uma mobilização mundial no intuito de, minimizar a produção de pilhas e baterias com estas substâncias, através de novas tecnologias vem se buscando a diminuição do teor dessas substâncias na suas composições. As baterias automotivas são as mais recicladas, pois o chumbo contido nelas é 100% reciclável, bem como o plástico, porém os processos são ainda muito rudimentares e não existe um controle ambiental apropriado o que acarreta muitas vezes na disposição inadequada dos resíduos gerados desse processo. Fonte:

5 Como funcionam as pilhas ? As pilhas que utilizamos hoje têm o mesmo princípio de funcionamento da pilha construída por Volta. A parte mais externa (capa) da pilha consiste de zinco, e é freqüentemente recoberta com papelão ou plástico para evitar vazamento. No interior da pilha, em vez de outro metal como Volta utilizava, há um bastão de carbono (grafite). O recipiente é cheio de uma pasta úmida, constituída por alguns sais e óxido de manganês (no lugar da solução de ácido diluído). A placa de zinco e o óxido de manganês presente na pasta úmida interagem, na presença dos sais e do carbono, gerando corrente elétrica. À medida em que a pilha vai sendo utilizada, as quantidades das substâncias que reagem vão diminuindo, a produção de energia elétrica vai ficando menor, ocorrendo, então o desgaste da pilha. As baterias são sistemas compostos por associação de pilhas, fornecendo, portanto, mais energia. Uma bateria que talvez você conheça bem é a de automóveis. Embora hoje em dia existam vários tipos, a mais comum é a de "ácido-chumbo", formada por seis pilhas elétricas, gerando no total, 12 V (2 V por pilha).

6 Bateria ácido-chumbo Durante o funcionamento da bateria acumulam-se depósitos de um composto chamado sulfato de chumbo, formando uma película entre as placas. A produção de energia elétrica decresce (a bateria descarrega) e a solução de ácido sulfúrico fica mais diluída. Existe um aparelho chamado "densímetro" que indica quando a bateria está descarregada, através da medida da densidade da solução de ácido sulfúrico. A bateria de ácido-chumbo pode ser recarregada passando por ela uma corrente elétrica contínua em direção oposta a da corrente que a bateria fornece. Isso força o processo inverso, ou seja, a decomposição do sulfato de chumbo depositado nas placas. Após o carregamento, a bateria volta a produzir corrente.

7 Uma pilha chumbo/ácido, como a dos automóveis, gera eletricidade por uma reação química mais simples que das pilhas mencionadas. As BATERIAS têm várias qualidades, podem ser carregadas e descarregadas várias vezes, são baratas, considerando que seu tempo de vida mínimo, em condições normais de uso é de pelo menos um ano inteiro, é pequena e leve, podendo ser levada facilmente por veículos, tratores, etc. Internamente a bateria consiste de dois tipos de placas imersas em ácido sulfúrico e água. Uma delas é uma forma esponjosa de chumbo, que serve como o anodo, o pólo da bateria que providencia os elétrons que irão viajar pelo circuito externo. A outra placa é de dióxido de chumbo, PbO2, que serve como o catodo, o polo da bateria que recebe os elétrons depois deles passearem pelo circuito externo. Como quem quer que seja que esteja fornecendo os elétrons o faz por oxidação, é esse o processo que vai acontecer no anodo, enquanto que é no catodo que se passa o processo correspondente de redução. Assim, quando se liga um carro, a bateria dá um tranco no motor através de uma combinação da oxidação do anodo de chumbo e da redução do catodo de dióxido de chumbo. Na oxidação: Pb + H2SO4à PbSO4 + 2H+ + 2e- (+0,36V) Na redução: PbO2 + H2SO4 + 2H+ + 2e- à PbSO4 + 2H2O (+1,68V)

8 Baterias são recarregaveis A grande vantagem das baterias é que elas são recarregáveis: enquanto o motor estiver rodando, seja na estrada ou simplesmente parado num farol vermelho, o gerador e o alternador estarão continuamente recarregando a bateria pelo fato de reverterem a reação redox. A corrente entra na bateria e reconverte o sulfato de chumbo e água em chumbo esponjoso, dióxido de chumbo, e ácido sulfúrico: Recarga: 2PbSO4 + H2O à Pb + 2H2SO4 + PbO2 O potencial dessa reação é igual à soma das duas meia celas que começaram o processo, mas com sinal negativo (cerca de -2 V, ou exatamente -2,04 V). Isso implica que o processo não é expontâneo, ou seja, a bateria não pode se recarregar sozinha. Note que os potenciais das reações são sempre de cerca de 2 volts, enquanto que uma bateria comum é de 12 volts; isso significa que são necessários 6 pares Pb/PbO2 ligados em série para promover a energia total, da mesma forma que duas pilhas são encostadas, polo positivo de uma ao polo negativo de outra, para gerar juntas os 3 V necessários para alimentar uma lanterna comum.

9 A Gênese das baterias A primeira bateria foi criada em 1800 por Alessandro Volta. Para tal, Volta construiu uma pilha com camadas alternadas de zinco, cartão embebido em água salgada e prata. Este arranjo ficou conhecido como a «pilha voltaica».No século XIX, antes da invenção do gerador elétrico (que não foi aperfeiçoado antes de 1870), a célula Daniell era muito usada. A célula Daniell usava líquidos como eletrólitos (o que a tornava uma pilha molhada), e usava cobre e zinco dispostos em placas.As pilhas modernas são geralmente pilhas secas (usam sólidos como eletrólitos) e podem basear-se numa gama muito variada de químicos.Para celulares, existem três tipos comuns de baterias: as NiCd, as NiMH e as de Lítio. A medida standard para a capacidade de uma bateria recarregável é o mili-ampere/hora(mAh). Isto significa que, se a energia produzida por uma bateria é um mAh, terá produzido um milésimo de ampere numa hora. As baterias normais de NiCd comportam entre 500 e 650 mAh. Mas há também outros designs que permitem chegar dos 1200 aos 1500 mAh. São, no entanto, maiores, mais pesados e mais caros. NiCd As baterias de Níquel e Cádmio(NiCd) são umas das baterias para celulares mais comuns no mercado. Nestas baterias, o pólo positivo e o pólo negativo são arrumados juntos, o pólo positivo é coberto com hidróxido de Níquel e o polo negativo é coberto de material sensível ao Cádmio. São ambos isolados por um separador.As baterias NiCd vão perdendo vida. De cada vez que são recarregadas, o período entre os carregamentos vai encurtando. A voltagem da NiCd tende a cair abruptamente, ficando descarregadas de um momento para o outro após um período considerável de utilização. NiMH As baterias de Níquel Metal Hídrido(NiMH), que usam hidrogênio no seu processo de produção de energia, nasceram nos anos 70 das mãos do químico Standford Ovshinsky, mas só recentemente foram redescobertas para os celulares. A invulgar tecnologia das NiMH permite o armazenamento uma maior quantidade de energia. Tipicamente, conseguem armazenar cerca de 30% mais energia que uma NiCd de idêntico tamanho, embora alguns afirmem que este número é visto muito por baixo. São também baterias que não usam metais tóxicos, de modo que são amigas do ambiente.Muitas destas baterias são feitas com metais como o Titânio, o Zircônio, o Vanádio, Níquel e Crômio e algumas empresas japonesas têm experimentado, inclusive, outros metais como o raro Lântano.Isto torna as baterias NiMH muito mais caras que as NiCd. Lítio As baterias à base de Lítio são as baterias mais recentes a conquistarem o mercado dos celulares. Conseguem um armazenamento muito superior de energia, aumentando consideravelmente o tempo de ação dos celulares. São também muito leves, pesando cerca de metade de uma NiCd equivalente.Apesar das baterias de Lítio serem muito caras as suas vantagens levaram a que se tornem equipamento de série para muitos modelos de celulares.

10 Todas as baterias de celulares causam danos ao meio ambiente ao serem jogadas no lixo? Não. As únicas baterias de celulares que devem ser recolhidas por um programa específico de reciclagem são as de níquel-cádmio. O motivo é que o cádmio, assim como o mercúrio e o chumbo, é considerado um metal potencialmente nocivo ao meio-ambiente. Os demais modelos podem ser eliminados com o lixo doméstico. Os fabricantes recomendam, inclusive, que não se armazene pilhas e baterias sem metais nocivos em casa. Mesmo depois de usadas, essas unidades podem deixar escapar compostos químicos que causam danos quando entram em contato com mucosas. Fonte:

11 A Tabela 1 mostra a classificação das pilhas de acordo com seus sistemas químicos e suas aplicações. Tipos de Pilhas: PRIMÁRIAS CódigoUso Comum Zinco carvão -Propósitos gerais Alcalina de manganês LPropósitos gerais Lítio CRelógios e equipamentos fotográficos Óxido de mercúrio N,M Aparelhos auditivos e equipamentos fotográficos Óxido de prata S,SRelógios eletrônicos e calculadoras Zinco ar A,PAparelhos auditivos Tipos de Pilhas: SECUNDÁRIAS CódigoUso Comum Níquel cádmio (recarregável) Ferramentas eletroportáteis sem fio e propósitos gerais Chumbo-ácido (recarregável) Eletroportáties, brinquedos, etc.

12 Reciclagem de Baterias e Pilhas Problemas ambientais relacionados ao descarte de pilhas e baterias. As pilhas são compostas por metais pesados, tais como mercúrio, chumbo, cobre, níquel, zinco, cádmio e lítio. Esses metais são perigosos para o ambiente e a saúde humana. Depois de descartadas, as pilhas vão se decompondo, podendo seus componentes infiltrar-se no solo e atingir os lençóis de água subterrânea, entrando assim, no ecossistema dos rios e dos mares, sendo incorporados na cadeia alimentar, aumentando a sua concentração nos seres vivos. Outra forma de contaminação é a inalação ou o simples contato com as substâncias tóxicas. Como exemplos, são citados o chumbo, que causa disfunção renal e anemia; o mercúrio, que gera estomatites e problemas renais, além de lesões cerebrais e neurológicas; o zinco, que provoca doenças pulmonares; e o manganês, que afeta o sistema imunológico. No Brasil, não há nenhum método desenvolvido para a reciclagem das pilhas, somente sistemas de coletas e armazenamento em blocos de concreto fechados. As pilhas e baterias, quando descartadas em lixões ou aterros sanitários, liberam componentes tóxicos que contaminam o solo, os cursos d'água e os lençóis freáticos, afetando a flora e a fauna das regiões circunvizinhas e o homem, pela cadeia alimentar. Devido a seus componentes tóxicos, as pilhas podem também afetar a qualidade do produto obtido na compostagem de lixo orgânico. Além disso, sua queima em incineradores também não consiste em uma boa prática, pois seus resíduos tóxicos permanecem nas cinzas e parte deles pode volatilizar, contaminando a atmosfera. Os componentes tóxicos encontrados nas pilhas são: cádmio, chumbo e mercúrio. Eles afetam o sistema nervoso central, o fígado, os rins e os pulmões, pois eles são bioacumulativos. O cádmio é cancerígeno, o chumbo pode provocar anemia, debilidade e paralisia parcial, e o mercúrio pode também ocasionar mutações genéticas. Considerando os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado das pilhas e baterias usadas e a necessidade de disciplinar o descarte e o gerenciamento ambientalmente adequado (coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final) de pilhas e baterias usadas, a Resolução n° 257/99 do CONAMA resolve em seu artigo primeiro: "As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos, veículos ou sistemas, móveis ou fixos, bem como os produtos eletroeletrônicos que os contenham integrados em sua estrutura de forma não substituível, após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado".

13 RECICLAGEM DE PILHAS E BATERIAS As pilhas e baterias, quando descartadas em lixões ou aterros sanitários, liberam componentes tóxicos que contaminam o solo, os cursos d'água e os lençóis freáticos, afetando a flora e a fauna das regiões circunvizinhas e o homem, pela cadeia alimentar. Devido a seus componentes tóxicos, as pilhas podem também afetar a qualidade do produto obtido na compostagem de lixo orgânico. Além disso, sua queima em incineradores também não consiste em uma boa prática, pois seus resíduos tóxicos permanecem nas cinzas e parte deles pode volatilizar, contaminando a atmosfera. Os componentes tóxicos encontrados nas pilhas são: cádmio, chumbo e mercúrio. Todos afetam o sistema nervoso central, o fígado, os rins e os pulmões, pois eles são bioacumulativos. O cádmio é cancerígeno, o chumbo pode provocar anemia, debilidade e paralisia parcial, e o mercúrio pode também ocasionar mutações genéticas. Considerando os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado das pilhas e baterias usadas e a necessidade de disciplinar o descarte e o gerenciamento ambientalmente adequado (coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final) de pilhas e baterias usadas, a Resolução n° 257/99 do CONAMA resolve em seu artigo primeiro: "As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos, veículos ou sistemas, móveis ou fixos, bem como os produtos eletroeletrônicos que os contenham integrados em sua estrutura de forma não substituível, após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado". Fonte:

14 Tecnologia de Reciclagem de Pilhas IPrimeiramente, as pilhas passam por um cuba de alto-forno, onde os componentes orgânicos são decompostos pelo calor e a maior parte do mercúrio evapora. Os gases refugados são, então, completamente queimados num incinerador a 1.000/1.200 graus centígrados. As partículas sólidas de óxido de zinco, óxido de ferro e carbono são retiradas por lavagem do gás quente, que é então refrigerado, e o mercúrio condensado. O mercúrio também é destilado da água da lavagem. II) Os resíduos das pilhas queimadas são então depejados no forno de indução, onde os óxidos de zinco, ferro e manganês são fundidos a temperaturas entre 1.450/1.500 graus centígrados e reduzidos a suas formas metálicas. III) Acrescenta-se carbono ao já presente em alguns eletrodos de pilhas, para atuar como agente redutor. O vapor metálico é recolhido para um condensador de zinco e os metais restantes principalmente ferro, manganês, além de uma escória inerte com aparência de vidro, são continuamente drenados. 3. São Paulo: Apesar de não estar sendo praticado, a Cetesb possue projeto para coleta seletiva de lixo doméstico perigoso que se chama, "Programa Estadual de Controle de Poluição Industrial". Ele visa além da coleta, com postos de entrega de pilhas, embalagens de spray, lâmpadas fluorescentes e frascos de remédio, o reaproveitamento dos componentes químicos destes resíduos. No caso das pilhas comuns, é possível reaproveitar pelo menos dois componentes - zinco e folha de flandres - e, nas pilhas alcalinas, mercúrio, dióxido de manganês, plástico, latão, sais de zinco e potássio. 4. Indústrias de pilhas: A "Eveready" está produzindo pilhas com menos mercúrio. Segundo Terry Telzrow, as pilhas atuais contém 0,03 mg/l, quando o padrão aceitável é 0,2 mg/l. 5. A Associação Européia dos Fabricantes de Pilhas - EUROPILE, que congrega 12 fabricantes significativos, publicou em abril de 1991 um documento de posicionamento em relação ao assunto. Nesse, a seguinte orientação dada: 1º reduzir o teor de substâncias potencialmente perigosas presentes nas pilhas até os valores mais baixos que a tecnologia possa conseguir; 2º encorajar a recuperação de substâncias perigosas contidas nas pilhas, onde a redução não é tecnicamente possível.

15 As pilhas que caem na segunda categoria são as de: -óxido de mercúrio; - níquel 1-cádmio (recarregável); - chumbo-ácido (recarregável). Orientações da EUROPILE Restringir a coleta e reciclagem aos três tipos de pilhas mencionados faz sentido porque esses contêm basicamente todas os materiais perigosos presentes nas pilhas; a restrição da coleta aos tipos de pilhas mencionados melhora a eficiência da coleta, simplifica os requisitos de separação de pilhas, maximiza a recuperação, simplifica a tecnologia de recuperação de materiais e minimiza custos, além de aumentar o valor comercial dos materiais recuperados; coletar e reciclar outros tipos de pilhas, além dos mencionados não trazem benefícios porque esses não têm quantidades significativas de materiais perigosos e os outros materiais que os compõem têm baixo valor comercial em relação ao que seria dispendido para sua recuperação. Além disto, a coleta e recuperação das pilhas, cuja reciclagem é importante e viável, seria dificultada. As orientações da EUROPILE vêm de encontro às diretrizes traçadas pela Comunidade Européia para pilhas, que são: pilhas alcalinas de manganês não devem conter mais que 0,025% de mercúrio; pilhas de óxido de mercúrio, cádmio, níquel e de chumbo ácido devem ser coletadas separadamente para reciclagem ou disposição especial. Fonte:

16 Reciclagem de Pilhas e Baterias As pilhas e baterias, quando descartadas em lixões ou aterros sanitários, liberam componentes tóxicos que contaminam o solo, os cursos d'água e os lençóis freáticos, afetando a flora e a fauna das regiões circunvizinhas e o homem, pela cadeia alimentar. Devido a seus componentes tóxicos, as pilhas podem também afetar a qualidade do produto obtido na compostagem de lixo orgânico. Além disso, sua queima em incineradores também não consiste em uma boa prática, pois seus resíduos tóxicos permanecem nas cinzas e parte deles pode volatilizar, contaminando a atmosfera. Os componentes tóxicos encontrados nas pilhas são: cádmio, chumbo e mercúrio. Todos afetam o sistema nervoso central, o fígado, os rins e os pulmões, pois eles são bioacumulativos. O cádmio é cancerígeno, o chumbo pode provocar anemia, debilidade e paralisia parcial, e o mercúrio pode também ocasionar mutações genéticas. Considerando os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado das pilhas e baterias usadas e a necessidade de disciplinar o descarte e o gerenciamento ambientalmente adequado (coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final) de pilhas e baterias usadas, a Resolução n° 257/99 do CONAMA resolve em seu artigo primeiro: "As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos, veículos ou sistemas, móveis ou fixos, bem como os produtos eletroeletrônicos que os contenham integrados em sua estrutura de forma não substituível, após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado". Fonte:

17 Enquanto as baterias de celulares são compradas somente na rede autorizada, as pilhas podem ser compradas tanto de camelôs quanto de grandes redes de lojas. As pessoas compram pilhas para rádios, controles remotos, jogos, lanternas e simplesmente jogam no lixo, queimam, lançam em rios ou em terrenos baldios. Não têm informação de que se trata de lixo químico doméstico altamente perigoso. Crianças manuseiam pilhas oxidadas, pilhas velhas são guardadas em dispensas junto com alimentos e remédios. Agricultores compram adubo orgânico e não imaginam que ele possa estar contaminado por metais pesados das pilhas e de baterias de celular. Apesar da aparência inocente e do seu tamanho, as pilhas e baterias são hoje um grave problema ambiental. No Brasil são produzidas anualmente, segundo a Assoc. Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), cerca de 800 milhões de pilhas, entre as chamadas secas (zinco-carbono) e alcalinas. Se constituem num veneno lançado no meio ambiente diariamente por milhões de pessoas. Uma pilha comum contém, geralmente, três metais pesados: zinco, chumbo e manganês, além de substâncias perigosas como o cádmio, o cloreto de amônia e o negro de acetileno. A pilha de tipo alcalina contém também o mercúrio, uma das substâncias mais tóxicas que se conhece. O perigo ocorre quando se joga uma pilha ou bateria no lixo comum, pois há o risco dessas substâncias e metais pesados entrarem na cadeia alimentar humana, causando sérios danos à saúde. Aplicação das Pilhas Alcalinas Comuns

18 Pilhas comuns e alcalinas Toda a reação redox cuja voltagem é positiva ocorre espontaneamente, e dessa forma, estarão disponíveis a produzir correntes elétricas quando cada meia cela (Zn) (I2) estiver separada, e de algum modo, fechamos o circuito, o que equivale a construir uma ponte por onde podem fluir os elétrons do agente redutor até o agente oxidante. As pilhas mais comuns encontradas no mercado, além da tradicional zinco-carbono que libera cerca de1,5 V são as alcalinas, que contém ainda hidróxido de potássio; ela libera a mesma energia, mas a sua duração é mais longa. Baterias mais especializadas, como as utilizadas em relógios por exemplo, como a de lítio, usa o litio ao invés do zinco como agente redutor e produz cerca de três volts. A pequena pilha de prata envolve a reação entre zinco e Ag2O. A pilha recarregável de níquel-cádmio envolve uma reação entre cádmio e um óxido de níquel. O problema é que o cádmio é venenoso, e essas baterias, comuns nos celulares hoje em dia, já estão se tornando em um problema de poluição ambiental e, em nenhuma circunstância, devem ser jogadas no lixo, e sim entregues à empresas de reciclagem.

19 Efeitos dos Metais Traços (Metais Pesados) presentes nas pilhas Mercúrio... Distúrbios renais e neurológicos (irritabilidade, timidez e problema de memória), mutações genéticas, e alterações no metabolismo e deficiências nos órgãos sensoriais (tremores, distorções da visão e da audição). Cádmio... Agente cancerígeno, teratogênico e pode causar danos ao sistema nervoso. Se acumula, principalmente, nos rins, fígado e nos ossos; provoca dores reumáticas e miálgicas, distúrbios metabólicos que levam à osteoporose, disfunção renal e câncer Chumbo... Gera perda de memória, dor de cabeça, irritabilidade, tremores musculares, lentidão de raciocínio, alucinação, anemia, depressão, insônia, paralisia, salivação, náuseas, vômitos, cólicas, perda do tônus muscular, atrofia e perturbações visuais, e hiperatividade. Lítio: afeta o sistema nervoso central, gerando visão turva, ruídos nos ouvidos, vertigens, debilidade e tremores; Níquel: provoca dermatites, distúrbios respiratórios, gengivites, sabor metálico, sarna de níquel, efeitos carcinogênicos, cirrose e insuficiência renal; Zinco: provoca vômitos e diarréias; Cobalto e seus compostos: existentes na bateria de lítio, causam a sarna do cobalto, além de conjuntivite, bronquite e asma. Bióxido de manganês: usado nas pilhas alcalinas, provoca anemia, dores abdominais, vômitos, crises nervosas, dores de cabeça, seborréia, impotência, tremor nas mãos, perturbação emocional.

20 Por que as pilhas e baterias não devem ir para aterros? Em função do que foi apresentado, conclui-se que as pilhas e baterias, quando esgotadas seu potencial energético, tornam-se resíduos perigosos, e como tal deveriam ser encaminhadas para a reciclagem ou para um aterro industrial. Como os metais pesados entram na cadeias alimentares e terminam acumuladas nos organismos das pessoas, produzindo vários tipos de contaminação, não deveriam ir para aterros sanitários ou compostagem e, muito menos, para os lixões. Nos aterros, expostas ao sol e à chuva, as pilhas se oxidam e se rompem; os metais pesados atingem os lençóis freáticos, córregos e riachos. Entram nas cadeias alimentares através da ingestão da água ou de produtos agrícolas irrigados com água contaminada. Nas usinas de compostagem, a maior parte das pilhas é triturada junto com o lixo doméstico e o composto gira nos biodigestores liberando os metais pesados. O adubo resultante contamina o solo agrícola e até o leite das vacas que pastam em áreas que recebem adubação. A legislação contempla o lobby do setor produtivo! Nossas leis federais e estaduais estabelecem o princípio do poluidor-pagador, ou seja, quem gera o problema é também responsável por sua solução. No entanto, a resolução 257/99 do CONAMA é pouco restritiva e permite a irresponsabilidade de se jogar pilhas em aterros e contemplou o lobby do setor produtivo, permitindo até 0,010% em peso de mercúrio, 0,015 em peso de cádmio e 0,200% em peso de chumbo, para as pilhas comuns. Segundo a resolução, fica proibido lançar estes resíduos in natura a céu aberto; em corpos dágua, praias, manguezais, terrenos baldios, poços, cavidades subterrâneas, redes de drenagem de águas pluviais, esgotos, eletricidade ou telefone, além de queimá-los a céu aberto ou em recipientes não adequados (art. 8º). Entretanto, o art. 13º permite que se joguem as pilhas e baterias que atenderem aos limites previstos no art. 6º junto ao lixo doméstico, em aterros sanitários licenciados. A resolução não considera que 60% dos municípios do país não têm aterro sanitário e que 96% dos resíduos produzidos diariamente vão para o meio ambiente sem nenhum cuidado.

21 O que fazer com as pilhas Quanto às usadas... Evitar jogar pilhas no lixo doméstico Envie algumas pilhas usadas ao fabricante: torne-o consciente de sua preocupação. Se precisar comprá-las... Prefira os modelos livres de mercúrio, cádmio ou chumbo. Procure as pilhas (ou baterias) de longa duração. Reutilize sempre que possível. Nas compras... Evite brinquedos e eletrodomésticos movidos à pilha. É melhor prevenir do que remediar.

22 Coleta Seletiva É um sistema de recolhimento de materiais recicláveis, tais como papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos, previamente separados na fonte geradora. Estes materiais são vendidos às indústrias recicladoras ou aos sucateiros. As quatro principais modalidades de coleta seletiva são: domiciliar, em postos de entrega voluntária, em postos de troca e por catadores. A coleta seletiva domiciliar assemelha-se ao procedimento clássico de coleta normal de lixo. Porém, os veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos que não coincidam com a coleta normal. A coleta em PEV - Postos de Entrega Voluntária ou em LEV - Locais de Entrega Voluntária utiliza normalmente contêineres ou pequenos depósitos, colocados em pontos fixos, onde o cidadão, espontaneamente, deposita os recicláveis. A modalidade de coleta seletiva em postos de troca se baseia na troca do material entregue por algum bem ou benefício. O sucesso da coleta seletiva está diretamente associado aos investimentos feitos para sensibilização e conscientização da população. Normalmente, quanto maior a participação voluntária em programas de coleta seletiva, menor é seu custo de administração. Não se pode esquecer também a existência do mercado para os recicláveis. Segundo o IBGE são produzidas diariamente 200 mil ton. de lixo no Brasil. Tomando-se por base o seguinte: Cidade pequena: 500 g/hab Cidade média: 700 g/hab Cidade grande: 1 kg/hab

23 CONAMA Classificação dos Resíduos (CONAMA - Cons. Nacional do Meio Ambiente) CLASSE 1 - Resíduos Perigosos: são os que apresentam periculosidade ou uma das seguintes características - inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxidade ou patogenicidade. CLASSE 2 - Resíduos Não Inertes: são os que podem ter propriedades tais como combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade em água. Os resíduos domésticos são assim classificados. CLASSE 3 - Resíduos Inertes: são aqueles que submetidos a um contato estático ou dinâmico com a água destilada ou desionizada, à temperatura ambiente, não têm nenhum de seus componentes solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água. Destino Final dos Resíduos Sólidos Disposição a céu aberto (LIXÃO) 96% dessas ton. de resíduos domésticos são lançadas diariamente no meio ambiente sem nenhum cuidado especial, ou seja, terão seu destino final em algum lixão. Isto acontece em 60% das cidades do país. A maioria dos municípios do Brasil possui áreas comprometidas por causa dessa prática. Sem nenhum controle sanitário ou ambiental o lixo acarreta graves problemas de saúde pública, relacionados com a proliferação de vetores de doenças. Segundo o Laboratório de Engª Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Viçosa (UFV) de Minas Gerais, a má gestão destes resíduos é responsável por 65% das doenças no Brasil. Aterro Sanitário (Resíduos de Classe II) O chamado aterro simples, a curto prazo, é o mais barato. Já o aterro sanitário, acompanhado do tratamento e reciclagem, é uma das mais corretas e lucrativas formas de se resolver o problema. Exige tratamento do chorume e monitoramento permanente. Aterro Industrial (Resíduos de Classe I) - Maior exigência de controle ambiental - Capas impermeabilizantes mais fortes e seguras - Compartimentalização e dreno sentinela - Não pode emanar gases nem produzir chorume - Drenagem superficial da água

24 Resíduos Considerados Perigosos - Classe I - Baterias de veículos - Embalagens de produtos tóxicos, corrosivos, inflamáveis e venenosos - Lâmpadas fluorescentes - Lixo de banheiro - Lixo hospitalar, odontológico, veterinário, farmacêutico, curativos e similares - Material radioativo - Restos de remédios: vencidos ou não - Pilhas e baterias

25 As cores características dos containers apropriados para a coleta seletiva de lixo : Papel/Papelão Metais Plásticos Vidros Até hoje, não se sabe onde e com que critério foi criado o padrão de cores dos containers utilizados para a coleta seletiva voluntária em todo o mundo. No entanto, alguns países já reconhecem esse padrão como um parâmetro oficial a ser seguido por qualquer modelo de gestão de programas de coleta seletiva. Existe uma simbologia específica para a reciclagem de plásticos: No Brasil existe uma norma (NBR 13230) da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, que padroniza os símbolos que identificam os diversos tipos de resinas (plásticos) virgens. O objetivo é facilitar a etapa de triagem dos resíduos plásticos que serão encaminhados à reciclagem. Os tipos são classificados por números a saber: 1 - PET 2 - PEAD 3 - PVC 4 - PEBD 5 - PP 6 - PS 7 - Outros Telefone da ABNT para contato: SP - (11) RJ - (21)

26 Destino Final dos Resíduos Sólidos Disposição a céu aberto (LIXÃO) 96% dessas ton. de resíduos domésticos são lançadas diariamente no meio ambiente sem nenhum cuidado especial, ou seja, terão seu destino final em algum lixão. Isto acontece em 60% das cidades do país. A maioria dos municípios do Brasil possui áreas comprometidas por causa dessa prática. Sem nenhum controle sanitário ou ambiental o lixo acarreta graves problemas de saúde pública, relacionados com a proliferação de vetores de doenças. Segundo o Laboratório de Engª Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Viçosa (UFV) de Minas Gerais, a má gestão destes resíduos é responsável por 65% das doenças no Brasil. Aterro Sanitário (Resíduos de Classe II) O chamado aterro simples, a curto prazo, é o mais barato. Já o aterro sanitário, acompanhado do tratamento e reciclagem, é uma das mais corretas e lucrativas formas de se resolver o problema. Exige tratamento do chorume e monitoramento permanente. Aterro Industrial (Resíduos de Classe I) - Maior exigência de controle ambiental - Capas impermeabilizantes mais fortes e seguras - Compartimentalização e dreno sentinela - Não pode emanar gases nem produzir chorume - Drenagem superficial da água Fonte:


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