A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

POLÍTICAS EDUCACIONAIS E REFORMA Maria Helena G. De Castro Julho 2005.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "POLÍTICAS EDUCACIONAIS E REFORMA Maria Helena G. De Castro Julho 2005."— Transcrição da apresentação:

1 POLÍTICAS EDUCACIONAIS E REFORMA Maria Helena G. De Castro Julho 2005

2 I. Os Instrumentos de Ação

3 Os Instrumentos de Ação Completa revisão do marco legal e institucional: Lei de Diretrizes e Bases (LDB) Conselho Nacional de Educação Plano Nacional de Educação Novos mecanismos de regulação e acreditação do ensino superior privado

4 Os Instrumentos de Ação Política de Descentralização e Participação FUNDEF Merenda Escolar Programa Dinheiro Direto na Escola Conselhos Novas Tecnologias na Educação Pública TV Escola Programa de Informática na Escola

5 Os Instrumentos de Ação Revisão dos Conteúdos Curriculares Parâmetros de 1ª a 4ª séries Parâmetros de 5ª a 8ª séries Parâmetros do Ensino Médio Educação de Jovens e Adultos Formação de Professores Educação Indígena Educação Infantil

6 Os Instrumentos de Ação Criação e implementação de uma amplo sistema de avaliação e informação Sistema de Avaliação do Ensino Básico – SAEB Exame Nacional de Ensino Médio – ENEM Exame Nacional de Cursos – Provão Revisão do sistema de avaliação da pós-graduação Sistema de Avaliação do Ensino Superior Educação de Jovens e Adultos Avaliação dos Livros didáticos Censo Escolar Censo Ensino Superior Censos Especiais

7 Sistemas de Avaliação e de Informações Educacionais Objetivos Subsidiar a elaboração de diagnósticos sobre a realidade educacional Orientar a formulação e o monitoramento de políticas nacionais voltadas para a promoção da eqüidade e a melhoria da qualidade Assegurar a transparência das informações, disseminando resultados e prestando contas à sociedade Disseminar os resultados aos setores responsáveis pela oferta de serviços educacionais para utilização no processo decisório

8 II. Os Avanços

9 Matrículas no Ensino Básico Brasil ,3% 7,3% 30,2% Tx Cresc

10 Matrícula na Educação Infantil Brasil – 1994/2002 ANOCrechePré-Escola 1994******** Cresc. % 1998/ %21% Cresc. % 1994/ %

11 Taxa de escolarização líquida do Ensino Fundamental Taxa de Escolarização líquida identifica o percentual da população em determinada faixa etária que se encontra matriculada no nível de ensino regular teoricamente adequado a essa faixa etária *taxa estimada

12 Taxa de escolarização líquida do Ensino Médio Taxa de Escolarização líquida identifica o percentual da população em determinada faixa etária que se encontra matriculada no nível de ensino regular teoricamente adequado a essa faixa etária *taxa estimada

13 Freqüência à escola de crianças de 7 a 14 anos por nível de renda – º quinto 20% mais ricos 4º quinto3º quinto2º quinto 1º quinto 20% mais pobres FONTE: IBGE; PNADs 1992 e 2003

14 Taxa de analfabetismo no Brasil (pessoas de 15 anos ou mais)

15 População de 10 anos ou mais de idade segundo Anos de Estudo Brasil – 1992/2003 FONTE: IBGE, PNADs 1992 e 2003

16 Funções Docentes segundo o grau de formação -- Brasil

17 Taxas Médias de Promoção, Repetência e Evasão no Ensino Fundamental /2001 Fonte: MEC/INEP

18 III. Fragilidades e Inércias

19 1. AVANÇO LENTO DA EQUIDADE NA EDUCAÇÃO 1. AVANÇO LENTO DA EQUIDADE NA EDUCAÇÃO Persistem graus elevados de desigualdade nos resultados da avaliação da aprendizagem e nos indicadores de transição, como a repetência Dificuldade para superar a tendência à segregação existente na sociedade ( a escola deve ser espaço de integração social e não de consolidação das diferenças sociais)Dificuldade para superar a tendência à segregação existente na sociedade ( a escola deve ser espaço de integração social e não de consolidação das diferenças sociais) Programas focalizados não são suficientes para diminuir a desigualdadeProgramas focalizados não são suficientes para diminuir a desigualdade Dificuldade para implantar as novas diretrizes curriculares em contextos de concentração da pobreza urbana.Dificuldade para implantar as novas diretrizes curriculares em contextos de concentração da pobreza urbana.

20 2. BAIXO GRAU DE PARTICIPAÇÃO DOS ATORES CHAVES NA IMPLANTAÇÃO DA REFORMA: (professores, pais, lideranças comunitárias) Dificuldade dos professores em assumir papel ativo na implantação da reforma curricular. Tensão entre renovação pedagógica X reivindicações salariais X UniversidadesDificuldade dos professores em assumir papel ativo na implantação da reforma curricular. Tensão entre renovação pedagógica X reivindicações salariais X Universidades Dificuldade em motivar os pais a participarem ativamente na escola e na aprendizagem de seus filhosDificuldade em motivar os pais a participarem ativamente na escola e na aprendizagem de seus filhos

21 3. ESCASSA RENOVAÇÃO NA GESTÃO ESCOLAR Insuficiente liderança educacional dos diretores de escolas Quando o diretor é bom e tem uma equipe organizada, motivada, a escola funciona.Insuficiente liderança educacional dos diretores de escolas Quando o diretor é bom e tem uma equipe organizada, motivada, a escola funciona. Baixa capacidade das escolas em formular projetos pedagógicos e institucionais.Baixa capacidade das escolas em formular projetos pedagógicos e institucionais. Fraca prestação de contas aos pais e à sociedade. A escola tem dificuldade em trabalhar indicadores de desempenho e discuti-los com a comunidade.Fraca prestação de contas aos pais e à sociedade. A escola tem dificuldade em trabalhar indicadores de desempenho e discuti-los com a comunidade.

22 4. BAIXO GRAU DE CONHECIMENTO EDUCACIONAL Problemas gestão municipal: administração, planejamento e uso dos recursosProblemas gestão municipal: administração, planejamento e uso dos recursos Descontinuidade de ações. Prevalece a marca política e não o compromisso com a educação.Descontinuidade de ações. Prevalece a marca política e não o compromisso com a educação. Escassez de RH especializadosEscassez de RH especializados

23 O QUE MOSTRAM OS RESULTADOS DO SAEB? Extrema heterogeneidade entre as escolas públicas e privadas; redes municipais e estaduais; urbano X rural. A repetência como fator negativo Baixa eficácia dos programas de formação do professor. Baixo rendimento dos alunos em leitura, matemática e ciências. O clima da escola, envolvimento da equipe e liderança do diretor são fatores positivos que favorecem a aprendizagem.

24 Médias de desempenho em Língua Portuguesa Brasil – SAEB - Série Histórica MEC/INEP/DAEB

25 Médias de desempenho em Matemática Brasil – SAEB - Série Histórica Fonte: MEC/INEP/DAEB

26 E OS RESULTADOS DO PISA? Gasto em educação, renda per capita e situação socio-cultural influem no desempenho em leitura Sistemas educativos efetivos podem superar estas desvantagens: Irlanda e Coréia. Brasil: elevado absenteísmo dos alunos e pouca dedicação a leitura. Os alunos de renda mais alta apresentam desempenho inferior àqueles de baixa renda dos países da OECD. E, 23% de nossos alunos estão abaixo do nível mínimo. Expectativas positivas quanto ao desempenho dos jovens afetam os resultados. Padrões adequados de aprendizagem e educação para valores melhoram o rendimento.

27 IV. N ovos D e s a f i o s

28 Novos desafios Prioridade: Qualidade da Educação Básica Universalizar o acesso ao Ensino Médio Aprimorar os mecanismos de financiamento da Educação Básica Aprimorar o Sistema de Avaliação Investir na formação inicial e continuada de professores Foco na escola e na sala de aula


Carregar ppt "POLÍTICAS EDUCACIONAIS E REFORMA Maria Helena G. De Castro Julho 2005."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google