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O Texto Dramático A Representação Teatral A Comunicação Verbal Paulo Neto.

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Apresentação em tema: "O Texto Dramático A Representação Teatral A Comunicação Verbal Paulo Neto."— Transcrição da apresentação:

1 O Texto Dramático A Representação Teatral A Comunicação Verbal Paulo Neto

2 Competências - Reflectir sobre a comunicação verbal- - Compreender os actos linguísticos e os contextos em que são realizados- -Alargar conhecimentos sobre o texto dramático e a representação teatral- -Desenvolver as competências comunicativas dos alunos- -Compreender uma peça de Teatro-

3 O que é o Teatro? UmaUma arte que consiste, entre outros aspectos, na representação do real através da imitação - de gestos expressões, sentimentos, atitudes e situações situações, através de linguagem não verbal e linguagem verbal oral- ACTOS DE FALA - relacionados com um determinado CONTEXTO SITUACIONAL.

4 A comunicação Verbal A comunicação Verbal Implica a presença de um LOCUTOR, de um INTERLOCUTOR e/ou de um OUVINTEImplica a presença de um LOCUTOR, de um INTERLOCUTOR e/ou de um OUVINTE Facilmente entenderás quem em cada representação teatral desempenha tais papéisFacilmente entenderás quem em cada representação teatral desempenha tais papéis Comunicar verbalmente é utilizar um suporte (voz, papel) para exprimir ideias / intenções / estados através de um canal de comunicação.Comunicar verbalmente é utilizar um suporte (voz, papel) para exprimir ideias / intenções / estados através de um canal de comunicação.

5 Enunciação A comunicação verbal realiza-se através de actos de falaA comunicação verbal realiza-se através de actos de fala a própria actualização da língua em discurso ( no texto dramático correspondem à fala das personagens entre elas e /ou com o público), coordenadas enunciativas didascálias, texto secundário já do tipo instrucional, (e não conversacional) que apresenta indicações de movimentação cénica,Nestes actos existem referências relativas ao locutor e ao interlocutor, ao tempo e espaço da enunciação, as coordenadas enunciativas possibilitam-nos a identificação e a localização dos participantes na comunicação, podendo, no texto dramático, coincidir com as didascálias, texto secundário já do tipo instrucional, (e não conversacional) que apresenta indicações de movimentação cénica,

6 Actos de Fala Actos de falaActos de fala - quaisquer frases que realizem um dos três actos que se seguem: Acto locutórioActo locutório - palavras e frases Acto ilocutórioActo ilocutório - intencionalidade de cada frase Acto pré-locutórioActo pré-locutório - os efeitos produzidos por essa frase junto do interlocutor

7 Interacção Comunictiva A interacção comunicativa num texto dramático progride através de uma sucessão de actos de fala (sucessivamente pré- locutórios e ilocutórios), conforme locutor e interlocutor gerem o contexto situacional, ou conflito. Os actores deverão saber actuar imitando os diversos tons (ameaça, aviso, objecção, crítica, expressão de sentimentos, promessa, compromisso, etc).

8 Universo de Referência Em cada acto de comunicação ou num conjunto de actos (como numa peça de teatro) existe um universo de referência, ou seja, objectos da realidade extra-linguística usados em determinado contexto situacional. Em O Auto da Barca do Inferno, por exemplo, a palavra Barcas não se refere ao meio de transporte corrente. No contexto situacional da peça julgamento das almas a palavra indica sentença (barca do paraíso ou barca do céu)

9 M o d a l i d a d e s do Texto Dramático dialogal-conversacional DISCURSO DAS PERSONAGENS INDICAÇÕES CÉNICASDIDASCÁLIAS injuntivo- instrucionalNo texto dramático, ou dialogal-conversacional, temos o texto em si que constitui o DISCURSO DAS PERSONAGENS e as chamadas INDICAÇÕES CÉNICAS ou DIDASCÁLIAS, texto já injuntivo- instrucional, com as coordenadas enunciativas directas através das quais ficamos a conhecer o espaço e o modo como a personagem deve agir. (Estas surgem sempre entre parênteses e em itálico)

10 Discurso das Personagens DiálogoDiálogo (locutor e interlocutor comunicam entre si através de uma interacção discursiva baseada em actos de fala, com uma determinada cadeia de referência) MonólogoMonólogo (produção verbal na ausência directa de interlocutor – mas com um interlocutor virtual no próprio sujeito da enunciação) ApartesApartes (a personagem faz comentários directamente para o público, que assim passa de ouvinte a interlocutor passivo)

11 T e x t o D r a m á t i c o Para que haja teatro tem de haver um determinado TEXTO DRAMÁTICO, ou seja uma peça escrita e destinada a ser representada por actores.

12 Q u e é o T e x t o D r a m á t i c o ? Tem como finalidade ser representado As falas, ou actos de enunciação enunciação ocorrem directamente sem narrador Apresenta personagens locutores (locutores) que interagem com outras interlocutores (interlocutores) na presença do público, aqui ouvintes (ouvintes / leitores leitores) Refere-se normalmente a um curto espaço de tempo na vida destas – predominam elementos deíticos: deíticos: eu, tu, aqui, agora, isto, assim, indicando que a acção decorre em directo Tem pouca variedade de espaços e um espaço/tempo limitado Apresenta um universo de referência referência na base da intriga intriga que ao evoluir cria a acção É escrito por um Dramaturgo

13 E s t r u t u r a I n t e r n a d o T E X T O D R A M Á T I C O Situação inicial ConflitoDesenlace. apresentação das personagens e da intriga bem como de todos os antecedentes, coordenadas enunciativas: através de coordenadas enunciativas: quem, onde, o quê, para quê.... o desenvolvimento ou interacção discursiva (actos locutórios, ilocutórios e pré- locutórios) da acção ou interacção discursiva com uma sequência de peripécias (actos locutórios, ilocutórios e pré- locutórios) até se chegar ao ponto culminante do conflito da interacção discursiva oponentes e adjuvantes. O resultado final da interacção discursiva entre as forças oponentes e adjuvantes do conflito. O destino final de cada personagem

14 Estrutura externa do TEXTO DRAMÁTICO A C T O * (grande divisão do texto dramático que decorre num mesmo espaço ) C E N A (divisão do ACTO determinada pela saída ou entrada de personagens) * não confundir com acto de fala

15 Texto Teatral DesignaDesigna o texto dramático no momento em que é representado por actores, no palco de um teatro, transformando-se assim em ESPECTÁCULO – é a COMUNICAÇÃO VERBAL ORAL Opalco vem a ser o espaço de representação onde se encontra o cenário da peça Tragédias,Tragédias, comédias, farsas, autos autos e tragicomédias tragicomédias são exemplos de peças de teatro

16 A REPRESENTAÇÃO TEATRAL P ú b l i c o A c t o r e s ACÇÕESPAPÉISACTUAÇÃO ouvir em silêncio principal, secundário ou figurante Desenvolta / tensa aplaudir ovacionar oponente, adjuvante, coadjuvante versátil /estática apupar cómico / trágico satírico /ridículo expressiva /inexpressiva vaiar grandíloquo adequada / inadequada

17 Comunicação verbal / Texto teatral Em suma, a comunicação verbal (oral ou escrita) faz-se através de locutores e interlocutores, que estabelecem entre si relações expressivas, declarativas, directivas, compromissivas ou assertivas, e que produzem um discurso mais ou menos coerente, face a um dado universo de referência (aquilo de que se fala), num dado contexto situacional (o que une e separa os falantes). Ora, o teatro é exactamente o espelho fiel de todas as interacções possíveis entre dois ou mais falantes, as personagens. O texto dramático é comunicação verbal escrita. O texto teatral é a comunicação não verbal e verbal oral.

18 O ESPAÇO TEATRO PALCO CENÁRIO BASTIDORES CAMARINS PLATEIA BOCA DE CENA CORTINA

19 F U N Ç Õ E S ActorActor / actriz EncenadorEncenador CenógrafoCenógrafo AderecistaAderecista FigurinistaFigurinista CaracterizadorCaracterizador Contra-regraContra-regra LuminotécnicoLuminotécnico SonoplastaSonoplasta PontoPonto

20 ORIGENS DO TEATRO A representação teatral tem origem remota em rituais e danças, mas é na Grécia antiga que assume o seu carácter literário. Era representado em honra de DIONÍSIO (Deus grego do vinho, da embriaguez, da colheita e da fertilidade).

21 O T E A T R O G R E G O Os teatros eram auditórios ao ar livre. O teatro era considerado parte da educação de um grego. Durante os festivais e representações, a vida parava em Atenas. Autores gregos: Ésquilo,Ésquilo, Sófocles, Eurípides e Aristófanes Aristófanes.

22 Quem é o Dramaturgo que é considerado o pai do Teatro Português – autor de autos e farsas, uma das quais estudamos no 9º ano? (Auto da Barca do Inferno – 1517) G I L V I C E N T E (1465? ?)

23 Um dos maiores vultos da cena literária portuguesa – representante do Romantismo, poeta, romancista, autor da divertida comédia de enganos que vamos agora estudar: Falar Verdade aMentir A l m e i d a G a r r e t t A l m e i d a G a r r e t t ( )

24 Análise do Universo de Referência da Peça.Tens 5 minutos. No final poderás consultar a peça e corrigir-te. Análise do Universo de Referência da Peça Falar Verdade a Mentir - Leste a peça em casa e na aula. Vamos verificar os elementos que conseguiste reter. Assinala a opção correcta NA FOLHA QUE TE VAI SER DISTRIBUÍDA..Tens 5 minutos. No final poderás consultar a peça e corrigir-te.

25 Qual será o universo de referência de Falar Verdade a Mentir? o casamento em perigo? V ou F ?o casamento em perigo? V ou F ? o próprio universo referencial? V ou F ?o próprio universo referencial? V ou F ? dificuldades de comunicação? V ou F?dificuldades de comunicação? V ou F? a incoerência dos próprios actos de enunciação? V ou F? a incoerência dos próprios actos de enunciação? V ou F? a enunciação de realidades extra- textuais de origem duvidosa? V ou F? a enunciação de realidades extra- textuais de origem duvidosa? V ou F? o conflito de duas famílias? V ou F?o conflito de duas famílias? V ou F?

26 Contexto Situacional da 1ª Cena (Esquema de análise válido para qualquer outra cena) Quem falaQuem fala A quem falaA quem fala Circunstâncias extralinguísticas referidasCircunstâncias extralinguísticas referidas Princípio de cooperaçãoPrincípio de cooperação Saber compartilhado entre os falantesSaber compartilhado entre os falantes Deixis (identidade do eu, aqui, agora )Deixis (identidade do eu, aqui, agora ) Força ilocutória: o objectivo comunicativo dos falantesForça ilocutória: o objectivo comunicativo dos falantes Princípio da cortesia Formas de tratamentoPrincípio da cortesia / Formas de tratamento Máximas conversacionais (qualidade, quantidade, relevância e modo do que se diz)Máximas conversacionais (qualidade, quantidade, relevância e modo do que se diz) Níveis de línguaNíveis de língua

27 grupos de trabalho Vamos analisar o contexto situacional de cada cena em grupos de trabalho Consulta a grelha anexa, onde constam os instrumentos de análise, bem como as cenas que deverás trabalhar. Bom Trabalho!

28 Espero que tenhas percebido a relação entre a comunicação verbal e o texto dramático / teatral ! Material fornecido: Peça de Teatro - Ficha de Verificação - Ficha de análise - Ficha de orientações de trabalho


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