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Planejamento Integrado de Recursos Energéticos no Oeste do Estado de São Paulo Dimensão Política Treinamento/Oficina de PIR – Agosto de 2007 Araçatuba.

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1 Planejamento Integrado de Recursos Energéticos no Oeste do Estado de São Paulo Dimensão Política Treinamento/Oficina de PIR – Agosto de 2007 Araçatuba – SP Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável FAPESP _ 03/ Módulo 11 – Oficina de PIR Decio Cicone Junior Alexandre Orrico Reinig

2 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 2 Agenda 1.Reflexão inicial e Agenda (5 min) 2.Tomada de Decisão (10 min) 3.Armadilhas da Decisão (15 min) 4.Árvores de Decisão e Ponderação de Critérios (10min) 5.Método de Análise Hierárquica (10 min) 6.Avaliação de Custos Completos – ACC (5 min) 7.ACC no PIR Araçatuba (5 min) 1.Vetor Ambiental (5 min) 2.Vetor Social (5 min) 3.Vetor Político (30 min)

3 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 3 Árvore de decisões É UMA TÉCNICA QUE AJUDA A ORGANIZAR O RACIOCÍNIO, registrar as alternativas e mostrar vantagens e desvantagens, ATRAVÉS DE UMA REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE ALTERNATIVAS. A medida que as alternativas são identificadas, são desenhadas como ramos de uma árvore. A técnica é útil como auxílio para a visualização das possibilidades que o tomador de decisões deve considerar.

4 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 4 Ponderação de critérios Objetivo – Proporcionar uma marcha de análise e avaliação que facilite a escolha por meio de critérios, implícitos e explícitos. Propriedades, condições ou atributos, qualidade Processo A.Tomar decisão é escolher alternativa de linha de ação mais recomendada para atingir aos objetivos, com menor risco A.Tomar decisão é escolher alternativa de linha de ação mais recomendada para atingir aos objetivos, com menor risco. B.Neste algoritmo primeiro identificamos objetivos e critérios, antes de listar alternativas, depois da especificação, avaliamos os riscos envolvidos em cada alternativa: 1.Determine o propósito geral da decisão; 2.Estabeleça objetivos e critérios escolhidos, especificando e qualificando para facilitar o entendimento e facilitando avaliação; 3.Classifique os objetivos e/ou critérios – maior e menor importância – EM OBJETIVOS NECESSÁRIOS E OBJETIVOS SIMPLESMENTE DESEJÁVEIS, AVALIANDO SUA IMPORTANCIA RELATIVA

5 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 5 Ponderação de Critérios Processo Item b 4.Dê peso – hierarquize – os objetivos Simplesmente desejáveis, avaliando importância relativa; 5.Crie e liste as alternativas; 6.Compare as alternativas, verificando em que medida atendem aos objetivos; 7.Avalie os riscos – o que pode dar errado. 8.Escolha a melhor alternativa – DECIDA!

6 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 6 Processo de Análise Hierárquica (AHP) O AHP foi proposto por Saaty (1977) como uma metodologia de comparação de critérios e alternativas, baseado na árvore de decisão visando auxiliar o decisor. Portanto para que se possa aplicar AHP no processo decisório é necessário inicialmente estruturar-se o problema em uma árvore de decisão.

7 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 7 ESTRUTURA DO AHP META OBJ SUB OBJ SUB OBJ SUB OBJ SUB OBJ SUB OBJ SUB OBJ Alternativas

8 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 8 Aplicando AHP Após estruturar-se o problema, conforme mostrado anteriormente, passa-se a comparar e valorizar as diferentes opções em cada nível. Esta valorização é realizada através da comparação par a par, na qual cada opção é comparada, individualmente com as outras opções no mesmo nível, utilizando a escala proposta por Saaty.

9 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 9 ESCALA VERBAL

10 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 10 COMPARAÇÃO AOS PARES

11 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 11 ENTENDENDO A COMPARAÇÃO DOIS A DOIS C A B Forte Extremamente C A B Moderado Muito forte SITUAÇÃO 1SITUAÇÃO 2

12 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 12 Obtenção das Prioridades Após completada a matriz de comparação par a par, obtêm-se, através de métodos matemáticos o vetor de prioridades dos critérios, de seus subcritérios e das alternativas em cada critério e/ou subcritério.

13 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 13 INCONSISTÊNCIA Uma das etapas mais importantes do AHP é a análise de inconsistência, que irá nos mostrar o quão confiável é o resultado. A análise de inconsistência é feita a partir da Razão de Inconsistência (RC), encontrada a partir de métodos matémáticos

14 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 14 EXEMPLO: Peso de 3 pessoas SITUAÇÃO CONSISTENTE Muito Forte Moderadamente Extremamente

15 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 15 EXEMPLO: Peso de 3 pessoas SITUAÇÃO INCONSISTENTE Muito Forte Forte Muito Forte

16 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 16 INCONSISTÊNCIA Erro de apontamento Falta de informação Falta de concentração Falta de consistência no que estamos julgando Modelo de estrutura de decisão inadequado Todos queremos ser consistentes, mas o mundo não o é. Alguma inconsistência pode ser admitida. (10% aceitável)

17 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 17 NECESSÁRIO MAS NÃO SUFICIENTE Consistência é importante mas não é suficiente. Você pode ser consistentemente errado. É mais importante ser cuidadoso do que consistente.

18 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 18 A análise de custos completos - ACC Fundamentando o PIR, aplica-se a análise de custos completos (ACC) aos recursos energéticos. Esta avaliação considera custos externos e internos relativos aos recursos energéticos. Com relação aos custos externos, verifica-se que é difícil quantificar problemas sociais, ambientais e políticos, o que força a adoção de abordagens qualitativas. Trata-se de uma ferramenta de auxílio a tomada de decisão no planejamento energético

19 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 19 A análise de custos completos - ACC Custos Internos Os custos internos podem ser calculados segundo as metodologias usuais de avaliação técnico-econômica de recursos energéticos. Custos Externos Valoração Análise Qualitativa

20 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 20 A análise de custos completos - ACC Utilização da AHP Hierarquia padrão que pode ser adaptada as características de região em estudo. 4 níveis padrões não customizáveis Diversos sub-níveis customizáveis Diversas alternativas customizáveis Preenchimento das comparações pelos especialistas Determinação dos Interessados / Envolvidos que participarão do preenchimento das matrizes par-a-par Oficinas de preenchimento das comparações pelos En-In. Verificação de inconsistências Sugestão de carteira de energéticos Análise de sensibilidade.

21 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 21 Avaliação de Custos Completos (ACC) Aspectos: Técnico-Econômico Social Político Ambiental PESOS IGUAIS

22 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 22 A aplicação da ACC e AHP no PIR de Araçatuba Como exemplo prático da aplicação da ACC e do AHP,com auxílio do Software Decision Lens temos o PIR da Região Administrativa de Araçatuba. Até o momento já foram realizadas 2 oficinas na região com participação dos En-In, sendo que em uma delas foi tratado o Vetor Ambiental e na outra o Vetor Social.

23 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 23 As Oficinas Nesta Oficinas, realiza-se uma explanação sobre o que é o PIR, as ferramentas utilizadas, sobre o vetor da ACC a ser utilizado e os critérios e alternativas energéticas existentes. Após realizada a explanação os En-In são convidados a preencher um questionário de ACC, no qual realizam as comparações e avaliam cada uma das alternativas dentro dos critérios apresentados.

24 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 24 Estrutura da Árvore de Decisão Pequenas Centrais Hidrelétricas Coletores Solares Bagaço de Cana Óleo Diesel Gás Natural Geradores Eólicos Biodiesel Álcool Substituição de Lâmpadas Arquitetura Bio-climática Medidas de Informação e Educação Termo-acumulação Pequenas Centrais Hidrelétricas Coletores Solares Bagaço de Cana Óleo Diesel Gás Natural Geradores Eólicos Biodiesel Álcool Substituição de Lâmpadas Arquitetura Bio-climática Medidas de Informação e Educação Termo-acumulação Pequenas Centrais Hidrelétricas Coletores Solares Bagaço de Cana Óleo Diesel Gás Natural Geradores Eólicos Biodiesel Álcool Substituição de Lâmpadas Arquitetura Bio-climática Medidas de Informação e Educação Termo-acumulação Pequenas Centrais Hidrelétricas Coletores Solares Bagaço de Cana Óleo Diesel Gás Natural Geradores Eólicos Biodiesel Álcool Substituição de Lâmpadas Arquitetura Bio-climática Medidas de Informação e Educação Termo-acumulação

25 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 25 O Vetor Ambiental - Critérios Na oficina de Vetor Ambiental, foram propostos os seguintes critérios de avaliação: 1.Impactos no solo 2.Impactos na Água 3.Emissão de Gases do Efeito Estufa

26 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 26 As alternativas de Oferta consideradas foram: 1.Pequenas Centrais Hidrelétricas; 2.Coletores Solares; 3.Bagaço de Cana; 4.Óleo Diesel; 5.Gás Natural. O Vetor Ambiental - Alternativas

27 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 27 As alternativas de Demanda consideradas foram: 1.Substituição de Lâmpadas; 2.Arquitetura Bio-climática; 3.Medidas de Informação e Educação; O Vetor Ambiental - Alternativas

28 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 28 O Vetor Ambiental – Resultados Oferta Menor Impacto no Solo Menor Impacto na Água Menor emissão de GEE Score0,270,420,3 1 Coletores Solares 0,470,48 0,47 2Gás Natural0,21 0,240,21 3 Pequenas Centrais Hidrelétricas 0,150,120,100,15 4 Bagaço de Cana 0,120,130,12 5Óleo Diesel0,060,050,06

29 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 29 O Vetor Ambiental – Resultados Demanda Menor Impacto no Solo Menor Impacto na Água Menor emissão de GEE Score0,270,420,3 1 Medidas de Informação e Educação 0,58 0,610,58 2 Arquitetura Bio- climática 0,30,310,280,3 3 Substituição de Lâmpadas 0,120,11 0,12

30 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 30 O Vetor Social- Critérios Na oficina de Vetor Social, foram propostos os seguintes critérios de avaliação: 1.Maior geração de empregos 2.Menores efeitos do desequilíbrio ambiental no meio social 3.Melhor desenvolvimento da infra-estrutura Regional 4.Melhor Percepção de Conforto

31 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 31 As alternativas de Oferta consideradas foram: 1.Pequenas Centrais Hidrelétricas; 2.Coletores Solares; 3.Bagaço de Cana; 4.Óleo Diesel; 5.Gás Natural; 6.Geradores Eólicos 7.Biodiesel 8.Álcool O Vetor Social - Alternativas

32 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 32 As alternativas de Demanda consideradas foram: 1.Substituição de Lâmpadas; 2.Arquitetura Bio-climática; 3.Medidas de Informação e Educação; 4.Termo-acumulação. O Vetor Social - Alternativas

33 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 33 O Vetor Social – Resultados Oferta Maior Geração de Empregos Menores Efeitos do Desequilíbrio Ambiental no Meio Social Melhor desenvolviment o da Infra- estrutura regional Melhor percepção de conforto Score,4105,2421,2379,1095 1Biodiesel0,670,6870,690,6510,602 2Álcool0,610,6970,4790,6410,468 3Coletor Solar0,610,4790,820,5390,764 4 Cogeração - Bagaço de cana 0,520,5920,4330,570,359 5Gás Natural0,510,440,5770,5390,56 6Hidrogeração0,510,5110,4790,5320,496 7 Energia Eólica 0,50,3630,7360,4330,613 8Diesel0,360,4230,2680,3940,264

34 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 34 O Vetor Social – Resultados Demanda Maior Geração de Empregos Menores Efeitos do Desequilíbrio Ambiental no Meio Social Melhor desenvolvimento da Infra-estrutura regional Melhor percepção de conforto Score,4105,2421,2379, Medidas de Educação 0,720,680,7820,718 2 Arquitetura Bio- climática 0,630,560,7180,6060,743 3 Termo- acumulação 0,520,4860,5390,5460,535 4 Troca de Lâmpadas 0,450,370,5630,4150,599

35 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 35 O Vetor Político – Critérios e Sub-critérios Nesta oficina que trata sobre o Vetor Político, serão utilizados os seguintes critérios e sub-critérios: 1.Baixo risco a exposição cambial 2.Apoio governamental 3.Propriedade do recurso 4.Nível de aceitação 4.1.Nível de aceitação da sociedade 4.2.Nível de aceitação da Indústria 4.3.Nível de aceitação da Concessionária

36 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 36 O Vetor Político- Alternativas Os recursos energéticos que serão avaliados dentro dos critérios e sub-critérios anteriores são: Gás Natural para Cogeração Eólico Cogeração a bagaço de cana Diesel Hidrogeração Coletor Solar Bio-Diesel Nuclear Substituição de Lâmpadas Arquitetura Bio-climática Medidas Educacionais Termo-acumulação


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