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EXÉRCITO BRASILEIRO DECEx – DEPA – CMF DISCIPLINA: HISTÓRIA 2º ANO DO ENSINO MÉDIO ASSUNTO: AS INVASÕES HOLANDESAS E A INS. PERNAMBUCANA OBJETIVOS DESCREVER.

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1 EXÉRCITO BRASILEIRO DECEx – DEPA – CMF DISCIPLINA: HISTÓRIA 2º ANO DO ENSINO MÉDIO ASSUNTO: AS INVASÕES HOLANDESAS E A INS. PERNAMBUCANA OBJETIVOS DESCREVER AS CAUSAS, ACONTECIMENTOS E CONSEQUÊNCIAS DAS INVASÕES HOLANDESAS INTRODUÇÃO: A LAVOURA CANAVIEIRA IMPLANTADA POR PORTUGAL NO BRASIL

2 Durante boa parte do século XVI, Portugal e Holanda foram parceiros comerciais, pois o refino e a distribuição do açúcar eram feitos na Holanda e não em Portugal Felipe II, ao tornar-se Rei, proíbe o comércio entre Espanha e Holanda Prejudicados, os holandeses conseguem a concessão do monopólio do tráfico de escravos em terras portuguesas e espanholas, a autorização para atacar navios mercantes (cartas de corso) e ajuda militar para atacar a América, especialmente a mais rica região produtora de açúcar no mundo – o nordeste brasileiro – então, em torno de 300 engenhos A 1ª invasão holandesa Em 1624, 23 navios com 500 canhões e 3300 homens chegam a Salvador Despreparados, os habitantes fogem, mas oferecem grande resistência Em 1625, uma armada luso-espanhola derrota os holandeses e restabelece o controle Em 1628, um corsário holandês captura uma esquadra espanhola com prata mexicana É esta riqueza que vai financiar a 2ª invasão holandesa ao Brasil A 2ª invasão holandesa Mais preocupada com a prata peruana e mexicana, a Espanha deixara o Nordeste indefeso Recife e Olinda não resistem por muito tempo à chegada dos holandeses, com 70 navios e 3800 soldados, e meses mais tarde, 7000 mercenários europeus (1630)

3 Os holandeses fortificaram as duas cidades e estabeleceram uma política de boa vizinhança com os donos de engenho, não tomando suas propriedades, financiando a produção de açúcar, dando liberdade religiosa a todos e expandindo o cultivo, dominando todo o litoral, à exceção da Bahia A resistência se inicia com Matias de Albuquerque, através de guerrilhas Com a traição de Domingos Fernandes Calabar, cai a resistência Em 1637, a CIO envia João Maurício de Nassau para governar o NE Nassau toma uma série de medidas que agradam os donos de engenho, quebrando a resistência; além disso, invade Angola e Guiné, garantindo a mão de obra escrava e causando o Ciclo da caça ao índio no Sul Durante seu governo o NE holandês chegou a ter mil km de costa Pelos gastos excessivos (embelezamento de Recife, a Cidade Maurícia, vinda de pintores, arquitetos, naturalistas, cientistas, etc.) é demitido Os substitutos mudam a política (sem empréstimos, aumento de impostos, cobrança de dívidas, confisco de propriedades e intolerância religiosa) Em 1640 finda a União Ibérica (Dom João IV faz as pazes com a Holanda) Em 1645, insatisfeitos, os donos de engenho reiniciam as lutas pela expulsão Líderes: João Fernandes Vieira, Henrique Dias e Felipe Camarão Após a Batalha do Monte das Tabocas, Recife é cercada Em 19Abr1648 houve a Batalha dos Guararapes, que marcou o nascimento do Exército Brasileiro; em 1654 os holandeses se rendem e passam a plantar cana nas Antilhas, causando a decadência do NE açucareiro CONCLUSÃO: Uma das consequências das invasões foi o nascimento do EB

4 UNIÃO IBÉRICA

5 EXPANSÃO HOLANDESA

6 SALVADOR RECUPERADA

7 HOLANDESES EM RECIFE

8 CONDE MAURÍCIO DE NASSAU

9

10 NORDESTE HOLANDÊS

11 LINHA DE TEMPO

12 ENGENHO DE AÇÚCAR

13 BATALHA DE GUARARAPES

14 RENDIÇÃO HOLANDESA

15 CHARGE


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