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Exposição a contaminantes – caracterização e abordagens Aula 2 – Geografia da Saúde Raul Borges Guimarães.

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2 Exposição a contaminantes – caracterização e abordagens Aula 2 – Geografia da Saúde Raul Borges Guimarães

3 1 – A influência do meio No ambiente se criam numerosas situações que podem favorecer ou estimular a doença. Variações anuais de temperatura – sazonalidade de vetores, vírus e bactérias. Pluviosidade e contaminação biológica de corpos dágua. Fundos de vale e planícies de inundação – caramujos hospedeiros intermediários da esquistossomose, criadouros de anofelinos (malária). Reservas e parques – focos naturais de agentes biológicos. Sugestão de leitura: Delsio Natal. Fundamentos de Saúde Pública. Capítulo 9 do Curso de Gestão Ambiental (Arlindo Philippi Jr, 2004).

4 agentes biológicos animais –domésticos –domiciliados –silvestre virus bactérias protozoários insetos parasitas 3 agentes químicos solvente ácido metais chumbo cádmio mercúrio poeiras asbestos sílica madeira agentes físicos ruído iluminação radiação vibração temperatura eletricidade

5 2 – O conceito: risco e vulnerabilidade Os agentes biológicos, por exemplo, segundo a Norma Regulamentadora 32, são microrganismos, geneticamente modificados ou não, culturas de células e endoparasitas humanos, suscetíveis de provocar infecções, alergias e intoxicações. O risco ambiental é a probabilidade que algum indivíduo ou uma população tem de sofrer algum tipo de problema de ordem ambiental (Philippi Jr, 2005). O risco biológico é a probabilidade de exposição a agentes biológicos de modo a tornar possível a produção de efeitos. Conclusão: o agravo à saúde é um dano que tem a probabilidade de ocorrer em um determinado tempo e espaço. O grau de susceptibilidade da população a esse dano é definida como vulnerabilidade.

6 5 A saúde se produz socialmente As pessoas adoecem e morrem segundo como vivem e trabalham. Os grupos sociais adoecem e morrem segundo como produzem e consomem. O processo saúde-doença e a reprodução social se desenvolve nos lugares. Luiza Iñiguez Rojas, em aula proferida em Rio Turbio, Argentina 3 – Contexto ou causalidade

7 6 O estudo da dimensão espacial da vida social pode ajudar a explicar os processos que geraram os problemas de saúde da população.... por isto, é preciso colocar em foco os contextos e não as causalidade. Luiza Iñiguez Rojas, em aula proferida em Rio Turbio, Argentina 3 – Contexto ou causalidade

8 7 Os fatores não tem pesos iguais..... Como muda o peso dos fatores na situação de saúde de um lugar? Luiza Iñiguez Rojas, em aula proferida em Rio Turbio, Argentina

9 Eles são vizinhos e moram numa área de risco de doenças diarréicas agudas. Quem são mais vulneráveis? Por quê? Sugestão de leitura: Almeida Filho, Naomar. Causalidade, contingência, complexidade: o futuro do conceito de risco. Physis – Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 17 (1): ,2007. Situação-problema


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