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Judaísmo. ORIGEM FUNDAMENTOS 1. Existência do criador 2. A sua unidade 3. A sua incorporabilidade 4. A sua eternidade 5. A obrigação de servir 6. A.

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1 Judaísmo

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3 ORIGEM

4 FUNDAMENTOS 1. Existência do criador 2. A sua unidade 3. A sua incorporabilidade 4. A sua eternidade 5. A obrigação de servir 6. A existência das profecias 7. A superioridade de Moisés 8. A revelação dos Mandamentos 9. A imutabilidade da lei 10. A onisciência de Javé 11. A retribuição neste mundo e no próximo 12. A vinda do messias 13. A ressurreição da morte

5 PERSONAGES O judaísmo não venera figuras como os santos. Mesmo assim, entre seus antepassados há muitos destaques: Abraão, Moisés, Davi Abraão é visto como o pai da fé. Moisés é o legislador. Por meio dele foi dada a Lei (Torá) e Davi é o primeiro rei.

6 A DIVINDADE E O LIVRO SAGRADO A Divindade dos Judeus é Javé e o livro Sagrado é a Torah. Símbolos- Menorah; - Estrela de David; - Mão de Hamesh (Mão de Miriam); - Mezuzza; - Chai (Vida). Festividades Judaicas - Páscoa (Pessah); - Tendas (Sukoth); - Pentecostes (Shavuoth); - Dia do Perdão (Yom Kippur); - Princípio do Ano (Rosh Hashanah); - Festa das Luzes (Hanukah).

7 Princípios Básicos da Fé -Proclamam a existência de um só Deus. - Reconhecem a presença e revelação de Deus nos acontecimentos da história. - Baseiam-se na Aliança entre Deus e Israel, o povo eleito. - Esperam a vinda do Messias e a vida eterna.

8 VISÃO PANORÂMICA No judaísmo não se imagina que todas as pessoas venham a se tornar ju- dias, mas existe a esperança de que o mundo inteiro reconheça a soberania de um único Deus Tomando as letras iniciais de Torá, Neviim e Ketuvin se forma a pala-vra Tenakh, que se tornou a palavra hebraica para Bíblia, pois Bíblia é palavra grega. As Escrituras se dividem em: TENAKH – BÍBLIA A Lei (Torá) = Pentateuco ou 5 livros de Moisés Os Profetas (Neviim)= Livros históricos e proféticos Os Escritos ((Ketuvim) = livros sapienciais A Torá é o miolo da Bíblia. Alguns grupos judaicos só usam a Torá. Os judeus viviam a Torá, que os rabinos resumiram em 613 leis. Deviam imi-tar a santidade de Deus. Sua moral consistia na observação das leis, no serviço divino (culto – liturgia) e em atos de caridade para com o se-melhante.

9 YHWH - DEUS DE ISRAEL YHWEH ELOHIM EL SHADAI O Deus de Israel recebe diversos nomes. O mais comum é YHWH, ou seja, na forma aportuguesada, Javé, ou também, Jeová. Existe também a forma Elohim (plural de El) e El Shaddai. Mas a forma YHWH se impôs e aos poucos foi absorvendo as demais formas. Yahweh pode ser traduzido por Eu sou o que sou, ou ainda, O que faz acontecer. Javé é um Deus transcendente. Seu nome é totalmente santo, por isto mesmo não podia ser pronunciado, a não ser pelo Sumo Sacerdote, no dia do Yom Kipur. O Deus de Israel não podia ser representado por figuras como seres humanos, animais ou estátuas (Ex 20,4-6).

10 Lugares ligados ao culto Templo de Jerusalém – local de oração e peregrinação onde se ofereciam sacrifícios a Deus e celebravam as grandes festas judaicas. Sinagoga – lugar de oração do povo judeu. Muro das lamentações - onde os judeus rezam e colocam as suas preces escritas em pequenos papéis entre as suas pedras. Túmulos dos Patriarcas – lugar de devoção de judeus e muçulmanos. Túmulo do Rei David – é um dos lugares mais visitados de Jerusalém. Túmulo de Raquel – é um lugar muito visitado pelos Judeus.

11 Costumes judaicos Os judeus rezam três vezes ao dia, enfatizam muito a higiene pessoal, recitam bênçãos para quase todos os momentos do dia. Leem a Torá em trechos alter- nados aos sábados, ou seja, num ano devem ler toda a Torá Seu dia celebrativo é o Sábado. Nele não fazem nenhum traba- lho, vão à sinagoga para o culto. O calendário judaico é muito anterior ao calendário cristão. Quando o calen- dário cristão marcava 1999 o calendário judaico marcava Seu calendário é lunar e não fecha completamente com o calendário cristão. Por isto, em cada 19 anos eles acrescentam um mês para corrigir o calendário defasado.

12 Língua hebraica: O hebraico, também chamado Lashon haKodesh (língua sagrada), é o principal idioma do Judaísmo, utilizado como língua litúrgica. Vestuário: O Judaísmo possui algumas tradições religiosas e culturais em relação aos trajes, de entre as quais podemos destacar: o kippá, o tefilim e o tzitzit. Alimentação: Uma das características do judaísmo é seu rígido sistema alimentar. Não podem comer alimentos comuns. O Kashrut ou Kasher (adequado) é um critério baseado na Torá, principalmente no Lv 11. Na alimentação Judaica só se pode comer apenas alimentos. Ao conjunto de leis dietéticas do Judaísmo dá-se o nome de kashrut. Aos alimentos permitidos pela religião judaica chama-se kosher. A carne de porco, o camarão, a lagosta, todos os frutos do mar, são alguns dos alimentos treif (impróprios, proibidos). Número de adeptos: Na religião judaica há cerca de 14 milhões de adeptos em todo o Mundo.

13 FASES DA VIDA A religião judaica tem diversos ritos para as diversas fases da vida do SH Circuncisão: todo menino é circuncidado ao oitavo dia. Trata-se de um pequeno corte na glande do menino. É o sinal da aliança com Javé. Bar Mitzvá e Bat Mitzvá: Filho do mandamento/filha do mandamento. O meni-no ao completar 13 anos se torna Bar Mitzvá e a menina, aos 12. Casamento: a família é o núcleo básico do judaísmo. Por isto se valoriza muito o casamento. Sepultamento: o sepultamento deve ser realizado o mais breve possível. Não permitem a cremação. Descoberta da Matzeiva: é praticamente a inauguração da lápide, uma cerimônia quando se recita algumas orações judaicas como o Kaddish e outros ritos mais (Rui Barrozo)

14 MISHNÁ/TALMUD E OUTORS ESCRITOS As muitas Tradições Orais da Bíblia foram comentadas, discutidas e apli- cadas à vida concreta. Este trabalho recebe o nome de Mishná (O que é en- sinado). Representam a opinião das maiorias e das minorias. Ao serem compiladas em livros, recebem o nome de Talmude (Estudo). Além do Talmude havia também o Targum, que era a tradução da Torá para o aramaico. No século XIII um rabino espanhol, Moisés de León compilou uma porção de escritos aramaicos (Zohar). Estes serviram de Base da Cabala. Virou Eso- terismo.

15 O MESSIANISMO EM ISRAEL Pairava, sobre Israel, uma pro- messa de que sempre haveria um filho de Davi (dinastia) para go- vernar Israel (2Sm 7,9ss). Quando, porém, em 589 a.C. a Babilônia invadiu Jerusalém e as- sassinou todos os filhos do último rei e depois de o ter vazado os o- lhos deste, o levou cativo para a Babilônia, pôs fim a dinastia de Davi (2Rs 25). Nasce agora a esperança messiânica de vir um novo Messias (ungido) para reinar sobre Israel. Este ungido deverá ser um novo Davi ou um novo Moisés e que assim, Israel voltaria a ser um país livre (Is 7,13-14; Is 11,1ss e Dt 18,13ss). Messias é a palavra aramaica que para nós é conhecida por Cristo (grego). Tanto Messias como Cristo significa Ungido.

16 CRENÇAS EM ISRAEL No judaísmo primitivo não existe a crença na vida eterna, ou seja, vi- da após a morte. A re- compensa de Abraão e dos antigos, é ter muitas terras e muitos filhos (Gn 12 e 15). A crença na Vida eterna entra em Israel, talvez a partir da Babilônia. Já nos tempos do Novo Testamento alguns grupos acreditavam em vida eterna, como os fa- riseus. Já os saduceus não acreditavam (Mc 12,18).


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