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Literatura Prof. Henrique Romantismo José de Alencar.

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Apresentação em tema: "Literatura Prof. Henrique Romantismo José de Alencar."— Transcrição da apresentação:

1 Literatura Prof. Henrique Romantismo José de Alencar

2 Romantismo Contexto Histórico brasileiro:

3 Romantismo – Brasil José de Alencar José de Alencar Obras: Formação da Nacionalidade Formação da Nacionalidade O Sertanejo - sertão O Gaúcho - pampa Til - interior de SP O Tronco do Ipê - interior fluminense Senhora - romance urbano Evolução histórica do Brasil Ubirajara - período pré-cabralino O Guarani - colonização As Minas de Prata - bandeirantes A Guerra dos Mascates - nativismo

4 Romantismo – Brasil José de Alencar índio : herói nacional. "Bom Selvagem" de Rousseau- influência do cavaleiro medieval (Walter Scott - Ivanhoé / Fenimore Cooper - O Último dos Moicanos. branco : português que se integra ao índio para formar o Brasil. Idealização da colonização. Nós, os brasileiros, apesar de orçarmos já por mais de dez milhões de habitantes, havemos de receber a senha de nossos irmãos, que não passam de um terço daquele algarismo? (...) Nós, os escritores nacionais, se quisermos ser entendidos de nosso povo, havemos de falar-lhe em sua língua, com os termos ou locuções que ele entende, e que traduzem nossos usos e sentimentos busca de uma língua brasileira: " Nós, os brasileiros, apesar de orçarmos já por mais de dez milhões de habitantes, havemos de receber a senha de nossos irmãos, que não passam de um terço daquele algarismo? (...) Nós, os escritores nacionais, se quisermos ser entendidos de nosso povo, havemos de falar-lhe em sua língua, com os termos ou locuções que ele entende, e que traduzem nossos usos e sentimentos".

5 Romantismo – Brasil José de Alencar Lenda do Ceará: "uma história que me contaram nas lindas várzeas onde nasci, à calada da noite, quando a lua passeava no céu argenteando os campos (...)" encontro da natureza - Iracema - com a civilização - Martim. Iracema: semelhança com América, da língua Tupi, "lábios de mel" "Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu takhe de palmeira. O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado." - tempo da narrativa: início em flashback: Martim, Moacir, filho dele com Iracema, e o cão Japi saem do Ceará narrativa: encontro de Martim e Iracema, guerra entre os tabajaras ( tribo de Iracema que habita o interior, inimiga dos portugueses) e os pitiguaras ( chamados de potiguaras, comedores de camarão, que habitam o litoral, aliados dos portugueses)

6 Romantismo – Brasil José de Alencar Martim é protegido por Araquém, pai de Iracema, mas os outros líderes tabajaras,liderados por Irapuã quer atacar Martim. Iracema o protege, mas não pode tornar-se sua esposa, pois ela é sacerdotisa de Tupã. Martim é guiado por Iracema e Caubi, irmão dela, de volta para o litoral, para a região dos pitiguaras. Encontram os aliados pitiguaras, liderados por Poti, amigo de Martim. Já no litoral, Iracema tem o filho de Martim, Moacir, filho da dor: "-Quando o teu filho deixar o seio de Iracema, ela morrerá como o abati depois que deu seu frut. Então o guerreiro branco não terá mais quem o prenda na terra estrangeira". "Enterra o corpo de tua esposa ao pé do coqueiro que tu amavas. Quando o vento do mar soprar nas folhas, Iracema pensará que é tua voz que fala entre seus cabelos". Ao morrer Iracema, Martim e seu filho Moacir, o primero cearense, emigram, "Havia aí a predestinação de uma raça?". O próprio Alencar cearense, emigrou para o RJ. Ao voltar, Martim funda uma vila que será a primeira cidade do Ceará.


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