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Unidade VI: Demonstrações Contábeis Disciplina: Elementos de Contabilidade Para Arquivologia Professor: Iury da Silva Pessôa

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Apresentação em tema: "Unidade VI: Demonstrações Contábeis Disciplina: Elementos de Contabilidade Para Arquivologia Professor: Iury da Silva Pessôa"— Transcrição da apresentação:

1 Unidade VI: Demonstrações Contábeis Disciplina: Elementos de Contabilidade Para Arquivologia Professor: Iury da Silva Pessôa

2 Demonstrações Contábeis A "Demonstração Contábil" é evidência de uma conta ou de um conjunto delas, ou seja, dos fatos contábeis ordenados, disciplinados a um regime próprio de natureza tecnológica da contabilidade, quer estática, quer dinamicamente, tudo segundo um processo definido. As Demonstrações Contábeis obrigatórias são o conjunto destas que, segundo a lei 6.404/76, devem ser obrigatoriamente divulgadas pelas sociedade por ações e equiparadas. Tempo de guarda: 10 anos. Base legal: Artigos 209 e 210 do Decreto nº 3.048/99.

3 Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial DRE DMPL DLPA DOAR DFC DVA Notas Explicativas Estática. Composição do patrimônio Dinâmicas; retratam fluxos econômicos – variação de riqueza. Dinâmica e fluxo financeiro. Dinâmica e fluxo da riqueza Diverso

4 Conceito: posição patrimonial e financeira da entidade em determinada data. Como uma foto da entidade, evidencia seu patrimônio em um dado momento. Finalidade: Fornecer informações sintéticas às pessoas interessadas em conhecer a situação patrimonial e permitir a realização da análise de suas mutações e configurações. Conteúdo e Estrutura: é constituído pelo Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido e seus desdobramentos. Publicação: Publicação obrigatória do BP comparativo (ano atual e ano anterior, em duas colunas); Publicação anual, coincidente com ano civil; Legislação: Lei 6.404/76 e /2007. Balanço Patrimonial

5 ATIVO ATIVO CIRCULANTE (AC) PASSIVO EXIGÍVEL A LONGO PRAZO (PELP) LONGO PRAZO (PELP) ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO (ARLP) PASSIVO CIRCULANTE (PC) NÃO CIRCULANTE INVESTIMENTOSIMOBILIZADODIFERIDO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (PL) (PL) RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF) PASSIVO

6 Balanço Patrimonial ATIVO 31/12/ /12/2005PASSIVO + PL 31/12/ /12/2005 CIRCULANTE Disponível Clientes Estoques Inv. Temporários Desp. Ex. Seguinte CIRCULANTE Fornecedores Empréstimos Obrig. Sociais a Pagar Obrig. Fiscais a Recolher Contas a Pagar REALIZÁVEL A LONGO PRAZOEXIGÍVEL A LONGO PRAZO Financiamentos NÃO CIRCULANTE Investimentos Imobilizado Intangível Diferido PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social (realizado) Reservas de Capital Ajustes de Avaliação Patrimonial Reservas de Lucros Prej. Acumulados / Ações em Tesouraria TOTAL DO ATIVOTOTAL DO PASSIVO

7 AtivoPassivo e Patrimônio Líquido Circulante Contas que estão constantemente em giro - em movimento, sua conversão em dinheiro ocorrerá, no máximo, até o próximo exercício social. Realizável a Longo Prazo Bens e direitos que se transformarão em dinheiro após o exercício seguinte. Não Circulante Bens e direitos que não se destinam a venda e têm vida útil longa, no caso de bens. Investimento Aplicações de caráter permanente que geram rendimentos não necessários à manutenção da atividade principal da empresa. Imobilizado Itens de natureza permanente, utilizados para a manutenção da atividade básica da empresa. Intangível bens não-físicos (concessões, patentes, franquias, nomes e marcas). Diferido Beneficiarão resultados de exercícios futuros. Circulante Compreende obrigações exigíveis que serão liquidadas no próximo exercício social: nos próximos 365 dias após o levantamento do balanço. Não Circulante Exigível a Longo Prazo Relacionam-se nessa conta obrigações exigíveis que serão liquidadas com prazo superior a um ano - dívidas a longo prazo. Resultado de Exercícios Futuros Compreende as receitas de exercícios futuros, diminuidas dos custos e despesas a elas correspondentes.. Patrimônio Líquido São recursos dos proprietários aplicados na empresa. Os recursos significam o capital mais o seu rendimento - lucros e reservas. Se houver prejuízo, o total dos investimentos proprietários será reduzido.

8 Código da Conta: Descrição da Conta: Ativo Total Ativo Circulante Disponibilidades Créditos Estoques Outros Ativo Não Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Ativo Permanente Aracruz - Balanço Patrimonial Ativo (x R$ 1000)

9 Código da Conta: Descrição da Conta: Passivo Total Passivo Circulante Empréstimos e Financiamentos Fornecedores Impostos, Taxas e Contribuições Dividendos a Pagar Provisões Dívidas com Pessoas Ligadas Outros Passivo Não Circulante Passivo Exigível a Longo Prazo Resultados de Exercícios Futuros Patrimônio Líquido Capital Social Realizado Reservas de Capital Reservas de Lucro(8.986) Lucros/Prejuízos Acumulados( )00

10 Conceito: Evidencia a composição do resultado de um determinado período de operações da entidade. Exibido a confrontação das receitas e despesas. Fornece, assim, uma síntese monetária dos resultados de uma empresa. Conteúdo e Estrutura: compreende as receitas e os ganhos do período, independente de seu recebimento; os custos, despesas, encargos e perdas pagas ou incorridas, correspondentes a esses ganhos e receitas; Publicação: Publicação obrigatória da DRE comparativa (ano atual e ano anterior, em duas colunas); Publicação anual, coincidente com ano civil; Legislação: Lei 6.404/76 e /2007. Demonstração de Resultado do Exercício

11 Receitas Bruta (-) Deduções da Receita = Receita Líquida (-) Custos das Vendas = Lucro Bruto (-) Despesas Operacionais = Lucro Operacional (-) Despesas não Operacionais + Receitas não Operacionais = Lucro Antes da Participação de Terceiros (-) Participações de terceiros = Lucro Líquido do Exercício (-) Participação dos sócios = Lucro Líquido Retido na Empresa

12 RECEITA BRUTA : Total Geral das Vendas (-) Deduções : Todos os valores que não representam sacrifícios financeiros (esforços), mas que são meros ajustes para se chegar a Receita Líquida. Ex: impostos cobrados do consumidor no momento da venda, devoluções, descontos e abatimentos. (=) RECEITA LÍQUIDA (-) Custos do período: gastos da Fábrica (gastos de produção). Ex.: matéria-prima, mão-de- obra, depreciação de bens da fábrica, aluguel da fábrica, energia elétrica da fábrica etc. (=) LUCRO BRUTO (-) Despesas operacionais: gastos de escritório, gastos para administrar (despesas administrativas) a empresa como um todo: desde o esforço para colocar os produtos à venda (despesas de vendas: propaganda, comissão) até a remuneração ao capital de terceiros (despesa financeira: juros). (=) LUCRO OPERACIONAL (-/+) Despesas e receitas não operacionais: Resultado não oriundo das atividades fim da empresa. (=) LUCRO ANTES DA PARTICIPAÇÃO DE TERCEIROS (-) Partic. Terceiros: pessoas que, terão um fatia do lucro : Governo (através do Imposto de Renda); administradores, empregados (gratificação) etc. (=) LUCRO LÍQUIDO (-) Partic. Dos sócios: Dividendos ou juros sobre o capital próprio (=) LUCRO LÍQUIDO RETIDO NA EMPRESA Demonstração de Resultado do Exercício

13 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Receita Bruta$$$ (-) Impostos e deduções$$$ = Receita Líquida$$$ (-) Custo dos Produtos$$$ = Lucro Bruto$$$ (-) Despesas Operacionais$$$ (-) Gerais e Administrativas$$$ (-) Financeiras$$$ = Lucro Operacional$$$ (-) Despesas não operacionais$$$ = Lucro antes da participação de terceiros$$$ (-) Participação de terceiros$$$ = Lucro líquido do Exercício$$$ (-) Participação dos Sócios$$$ = Lucro Líquido Retido na Empresa$$$

14 Código Conta: Descrição da Conta: Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços (-)Deduções da Receita Bruta(41.389)(44.884)(33.916) 3.03Receita Líquida de Vendas/Serviços (-)Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos( )( )( ) 3.05Resultado Bruto (-)Despesas/Receitas Operacionais( ) (=)Financeiras( ) (49.829) (+)Receitas Financeiras (-)Despesas Financeiras( )(25.305)( ) 3.07Resultado Operacional( ) (-)Provisão para IR e Contribuição Social(57.074)(29.262)(27.570) 3.11(-)IR Diferido ( )(36.007) 3.13(-)Reversão dos Juros s/ Capital Próprio Lucro/Prejuízo do Período( ) Aracruz - Demonstração do Resultado (x R$ 1000)

15 Conceito: Evidencia a variação, num determinado período, das contas que integram o patrimônio líquido da Entidade. Assim todo acréscimo e diminuição do Patrimônio líquido são evidenciadas através desta demonstração, bem como a formação e utilização das reservas. Conteúdo e Estrutura: A DMPL deve discriminar os saldos no início do período, os ajustes de exercícios anteriores, as reversões e transferências de reservas e lucros, os aumentos de capital discriminando a sua natureza, a redução de capital e os ajustes de avaliação patrimonial (ativos e passivos); Legislação: A Comissão de Valores Mobiliários (CMV), em sua instrução nº 59 de 22/12/86, tornou esta demonstração e sua publicação obrigatória, para as companhias abertas. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido

16 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Movimentações Capital Realizado Reserva de CapitalReservas de Lucro Lucros Acumulados TOTAL Ágio na emissão de Ações Outras Reservas de Capital Legal Estatutária Contingência Orçamentária Lucros a realizar Saldo em Ajustes de Exercícios Anteriores: Efeitos de mudança de critérios contábeis Retificação de erros de exer. anteriores Aumento de Capital: Com lucros e reservas Por subscrição realizada Reversões de Reservas Lucro Líquido do Exercício Proposta da Administração de Destinação do Lucro Transferências para reservas Dividendos a distribuir (R$... por ação) Saldo em

17 2008 CódigoDescrição da ContaCapitalRes. CapitalRes. LucroTotal do PL 5.01Saldo Inicial Ajustes de Exercícios Anteriores Saldo Ajustado Lucro / Prejuízo do Período000( ) 5.05Destinações0( )( )( ) 5.12Outros000(30.070) 5.13Saldo Final (8.986) Saldo Inicial Saldo Ajustado Lucro / Prejuízo do Período Destinações ( ) 5.08Aumento/Redução do Capital ( )0 5.12Outros Saldo Final Saldo Inicial Saldo Ajustado Lucro / Prejuízo do Período Destinações ( ) 5.13Saldo Final Aracruz - Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido

18 Conceito: Evidencia as variações ocorridas no saldo da conta de lucros ou prejuízos acumulados, no Patrimônio Líquido da entidade. Lucros Acumulados significam lucros retidos remanescentes não distribuídos. Conteúdo e Estrutura: A DMPL deve discriminar os saldos no início do período e as variações na da conta de lucros ou prejuízos acumulados. Legislação: Lei nº 6.404/76 e legislação do Imposto de Renda (art. 274 do RIR/99). Embora a lei n.º , de 28 DEZ 2007, que altera a lei 6404/76 (Lei das SA), tenha extinta a conta lucros acumulados, a DLPA continua sendo levantada. Caso seja apurado lucro, este deve ser o mais rápido possível destinado, como dividendos, aumentos de capital ou reservas. OBS: A DMPL é mais completa que a DLPA, pois além de demonstrar o lucro, demonstra também todo o PL, que é a riqueza da CIA. Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados

19 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Movimentações Capital Realizado Reserva de CapitalReservas de Lucro Lucros Acumulados TOTAL Ágio na emissão de Ações Outras Reservas de Capital Legal Estatutária Contingência Orçamentária Lucros a realizar Saldo em Ajustes de Exercícios Anteriores: Efeitos de mudança de critérios contábeis Retificação de erros de exer. anteriores Aumento de Capital: Com lucros e reservas Por subscrição realizada Reversões de Reservas Lucro Líquido do Exercício Proposta da Administração de Destinação do Lucro Transferências para reservas Dividendos a distribuir (R$... por ação) Saldo em

20 Demonstração de Lucros e Prejuízos acumulados Movimentações Lucros e Prejuízos acumulados Saldo em Ajustes de Exercícios Anteriores: Efeitos de mudança de critérios contábeis Retificação de erros de exer. anteriores Aumento de Capital: Com lucros e reservas Por subscrição realizada Reversões de Reservas Lucro Líquido do Exercício Proposta da Administração de Destinação do Lucro Transferências para reservas Dividendos a distribuir (R$... por ação) Saldo em

21 Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados DRE 2007 Receitas (-) Custos (-) despesas (=) LL DLPA Sd Inicial LLE 200 (-) Destin. (80) Sd final 220 Balanço 2007 PassivoAtivo PL Lucros Acumulados: 100 Balanço 2008 PassivoAtivo PL Lucros Acumulados: 220

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23 Conceito: Explica a variação do Capital Circulante Líquido, ocorrida em um ano para outro. Ajuda-nos a compreender como e porque a posição financeira mudou de um exercício para outro. Conteúdo e Estrutura: apresentar de forma ordenada (e resumida) as informações relativas às operações de financiamento e investimento da empresa durante o exercício, e evidenciar as alterações na posição financeira da empresa. Legislação: Até a DOAR era obrigatória para as companhias abertas e para as companhias fechadas com patrimônio líquido superior a R$ ,00. A partir de 2008, a DOAR foi extinta pela Lei /2007. Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos

24 Liquidez X exigibilidade Passivo Circulante Passivo não Circulante Liquidez Exigibilidade Circulante x Não circulante CirculanteNão circulante Até 01 anoMais de 01 ano Ativo Circulante Ativo não Circulante Capital Circulante Líquido

25 Origens de Recursos Lucro líquido do exercício + Despesas com depreciação, amortização e exaustão + ou ( - ) Outras despesas e receitas que não afetam o CCL + ou ( - ) Variações nos resultados de exercícios futuros Ajustes de exercícios anteriores que afetam o CCL Total das origens geradas pelas operações da companhia + Realização do capital social + Contribuições para reservas de capital + Recursos de terceiros, originários: do aumento do passivo exigível a longo prazo; da redução do ativo realizável a longo prazo; da alienação de investimentos permanentes; da alienação de direitos do ativo imobilizado. Total das origens de recursos Aplicações de Recursos Dividendos distribuídos + Aquisição de direitos do imobilizado + Aumento do ativo realizável a longo prazo + Aumento dos investimentos permanentes + Aumento do ativo diferido + Redução do passivo exigível a longo prazo (+)Total das aplicações de recursos (-)Total das origens de recursos (=)Aumento ou redução do CCL

26 DOAR – Cia Apressadinha Origens Das Operações Lucro líquido + Depreciação (-) Equivalência Patrimonial De Terceiros Aumento da dívida de Longo Prazo Total das Origens Aplicações Aumento do Realizável a Longo Prazo Aumento dos investimentos Aumento do imobilizado Dividendos distribuídos Total das Aplicações Aumento do CCL (50.000) ( )

27 Conceito: Evidencia as variações ocorridas no saldo da conta caixa da entidade. Conteúdo e Estrutura: Permite uma visão dos fluxos de caixa operacionais, de investimento e financiamento da empresa e, portanto, evidencia a capacidade da empresa honrar seus compromissos, de pagar dividendos; sua liquidez, solvência e flexibilidade financeira; sua taxa de conversão de lucro em caixa; sua performance operacional e os efeitos dos investimentos e dos financiamentos sobre a posição financeira da empresa. Legislação: Lei nº , de 28 DEZ 2007, que altera a lei 6404/76 (Lei das SA), substituindo a DOAR pela DFC no rol de demonstrações de publicação obrigatória. Demonstração de Fluxo de Caixa

28 quais as causas das mudanças na situação financeira da empresa? em que foi empregado o lucro gerado pelas operações? como foi possível a empresa distribuir dividendos após o prejuízo sofrido no exercício? de que forma a empresa consegue manter seu pagamentos em dia se os resultados vêm sofrendo baixas? como está sendo financiada a expansão da empresa? com que recursos a empresa pode amortizar dívidas de longo prazo? os recursos gerados pela empresa são suficientes? a política de investimento é adequada? Respostas...

29 Planejamento Financeiro geração e utilização de Caixa projeção financeira: sobras de caixa e falta de caixa aplicações de recursos efetuadas pela empresa no período e as fontes de financiamento evidenciação do grau de eficiência da administração dos recursos da empresa

30 DFC – Equivalentes - Caixa ATIVOPASSIVO PATRIMÔNIO LÍQUIDO BALANÇO PATRIMONIAL DISPONIBILIDADES investimentos a curto prazo, de alta liquidez, prontamente conversíveis em valores conhecidos de caixa que estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor, e que não tenham caráter especulativo. Ex. caderneta de poupança, CDB/RDB prefixados.

31 Demonstração de Fluxo de Caixa OPERAÇÕES Recebimentos: (-) Pagamentos: Fornecedores (3.500) Despesas Operacionais (900) INVESTIMENTO Aumento AP Aquisição Máquinas (600) FINANCIAMENTO Redução ELP (300) Distribuição de Dividendos (200) (500) Movimentação de Caixa 50 Saldo Inicial Caixa 200 Movimentação do Caixa 50 Saldo Final do Caixa 250

32 Aracruz - Demonstração do Fluxo de Caixa Consolidado (x R$ 1000) CódigoDescrição da Conta: Caixa Líquido Atividades Operacionais Caixa Gerado nas Operações Lucro (Prejuízo) Líquido do Período Outros Variações nos Ativos e Passivos Caixa Líquido Atividades de Investimento Investimento de Curto e Longo Prazo Investimentos Ativo Permanente Imobilizado Ativo Permamente Efeito s/Caixa, Proveniente Aquisição Co Valores recebidos Venda Ativo Permanente Caixa Líquido Atividades Financiamento Adições Empréstimos e Financiamentos Pagamentos Empréstimos e Financiamentos Dividendos/Juros s/ Capital Próprio Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes Saldo Final de Caixa e Equivalentes

33 Conceito: divulgar o valor da riqueza gerada pela entidade, e a sua distribuição entre os diversos setores que contribuíram, direta ou indiretamente, para a sua geração. Portanto ela evidencia como a empresa agrega de valor á economia do país contribuindo para a formação do PIB. Conteúdo e Estrutura: O valor produção e o dos bens e serviços produzidos por terceiros utilizados no processo de produção da empresa. Legislação: Lei nº , de 28 DEZ 2007, que altera a lei 6404/76 (Lei das SA), acrescentou a DVA no rol de demonstrações de publicação obrigatória. Demonstração de Valor Adcionado

34 DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DESCRIÇÃO R$ Mil 1 – RECEITAS 1.1) Vendas de mercadorias, produtos e serviços 1.2) Provisão p/ devedores duvidosos – Reversão / (Constituição) 1.3) Não operacionais 2 – INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS (inclui ICMS e IPI) 2.1) Matérias-primas consumidas 2.2) Custo das mercadorias e serviços vendidos 2.3) Materiais, energia, serviço de terceiros e outros 2.4) Perda / Recuperação de valores ativos 3 – VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) 4 – RETENÇÕES 4.1) Depreciação, amortização e exaustão 5 – VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4) 6 – VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA 6.1) Resultado de equivalência patrimonial 6.2) Receitas financeiras 7 – VALOR ADICIOADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6) 8 – DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO* 8.1) Pessoal e encargos 8.2) Impostos, taxas e contribuições 8.3) Juros e aluguéis 8.4) Juros s/ capital próprio e dividendos 8.5) Lucros retidos / prejuízo do exercício

35 Aracruz - Demonstração do Valor Adicionado Consolidado (x R$ 1000) CódigoDescrição da Conta: Receitas Insumos Adquiridos de Terceiros( )( )( ) 6.03Valor Adicionado Bruto Retenções( )( )( ) 6.05Valor Adicionado Líquido Produzido Vlr Adicionado Recebido em Transferência( ) Resultado de Equivalência Patrimonial(1.958)(1.322)(607) Receitas Financeiras( ) Valor Adicionado Total a Distribuir( ) Pessoal Impostos, Taxas e Contribuições( ) Remuneração de Capitais de Terceiros ( ) Remuneração de Capitais Próprios( ) Juros sobre o Capital Próprio Lucros Retidos / Prejuízo do Exercício( ) Outros

36 Integração dos Relatórios Contábeis AtivoPassivo e PL Circulante Disponível Circulante Ex. a Longo Prazo Real. a Longo Prazo Patrimônio Líquido Permanente Capital LPA DOAR DFC DRE DMPL DLPA DVA

37 Conceito: fornecem informações necessárias para esclarecimento da situação patrimonial, esclarecem pontos que as demais demonstrações não conseguem retratar. Separadamente, não tem valor demonstrativo contábil próprio. Conteúdo e Estrutura: podem ser expressas tanto em termos descritivos como em quadros auxiliares. Legislação: A obrigatoriedade da publicação de Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras está prevista no § 4º do artigo 176 da Lei 6.404/1976 (Lei das S/A). Exemplos: Critérios de avaliação dos elementos patrimoniais; Detalhamento de investimentos em outras sociedades; Reavaliação de ativos; Detalhamento do endividamento financeiro; Garantias prestadas a terceiros, etc. Notas explicativos

38 Conceito: Fornecer dados e informações adicionais que sejam úteis ao perfeito entendimento dos Demonstrativos Contábeis e que sirvam para subsidiar o processo decisório dos usuários. Conteúdo e Estrutura: podem ser expressas tanto em termos descritivos como em quadros auxiliares. Legislação: A lei determina que estas sejam obrigatoriamente publicadas junto as demonstrações contábeis. Exemplos: Estratégia corporativa da empresa ou porque a estratégia mudou; Eventos externos que afetaram o desempenho da empresa; Atividades de pesquisa e desenvolvimento em andamento; Planos futuros da empresa, etc. Obs: Não é demonstração contábil. Relatório da administração

39 Conceito: é preparado por auditores independentes e que informa se os demonstrativos contábeis estão de acordo com as normas de contabilidade e legislação vigente. Objetivo dar credibilidade aos demonstrativos Contábeis. Conteúdo e Estrutura: Normalmente são expressos em termos descritivos. Legislação: A Lei nº determina que as demonstrações contábeis sejam auditadas por auditores independentes registrados na CVM (Comissão de Valores Mobiliários). O relatório dos auditores pode ser: Com ressalvas; Sem ressalvas; Adverso; Negativo. Obs: Não é demonstração contábil. Parecer dos auditores

40 Referências GOMES, Marcelo Jota. CONTABILIDADE SOCIETÁRIA. Notas de aula. FADEPE, Curso de Especialização em Auditoria Fiscal e Tributária. PIGATTO, José Alexandre Magrini. Administração Financeira I: Demonstrações Contábeis e sua Análise. Notas de aula. CESNORS - UFSM. COC. Faculdades COC. Demonstrações Contábeis: Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC). Disponível em Acessado em 17 de Junho de SENTO-SÉ, Jair de Oliveira, REVISÃO - Contabilidade Empresarial. Notas de aula. Contabilidade Empresarial FAAD - FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA. Disponível em Acessado em 17 de Junho de 2009.www.lognet.com.br/jsentose/aulas/faad/044.ppt

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