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A República Velha: República da Espada + República das Oligarquias (1889 – 1930) *A República da Espada teve seu início quando os militares lideraram o.

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1 A República Velha: República da Espada + República das Oligarquias (1889 – 1930) *A República da Espada teve seu início quando os militares lideraram o país politicamente entre os anos de 1889 a primeiro com Deodoro da Fonseca e na seqüência Floriano Peixoto. *Em 24 de fevereiro de 1891, foi promulgada a Constituição da República, de inspiração liberal- democratica e que tinha como pontos principais: a divisão e independência dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário); o regime federativo presidencialista; voto universal masculino não-secreto, com exceção dos mendigos, analfabetos, soldados e religiosos; igualdade jurídica dos cidadãos (todos são iguais diante da lei); direito de propriedade; liberdade de crença, de associação e expressão; laicizarão do ensino público; separação entre o Estado e a Igreja; autonomia dos estados. *Apesar de implantada a República da Espada, surgiram as disputas entre qual seria o melhor modelo republicano a ser instaurado. Pelo lado dos militares, a idéia de um regime republicano centralizador era defendida. *Mas as oligarquias rurais e os grandes cafeicultores paulistas se opuseram à idéia dos militares, pregavam a implantação de um regime republicano voltado aos estados, assim, não poderiam ser controlados economicamente e nem ter sua administração ameaçada. * Mal assumiu e Deodoro se deparou com a crise do Encilhamento; foi uma medida tomada no governo provisório para estimular o crescimento econômico e acelerar o desenvolvimento da indústria brasileira. *Porém, o plano entrou em crise quando os bancos começaram a emitir quantidades de dinheiro maiores do que o necessário; isso acabou resultando em uma grande inflação (aumento desenfreado de todos os preços). *Pressionado pela elite cafeeira e pelos republicanos, Rui Barbosa deixou o ministério da Fazenda no início de 1891.

2 *O país passava por uma crise econômica e a natureza autoritária de Deodoro da Fonseca só piorou suas relações com o Congresso. Em novembro de 1891, ele decretou estado de sítio e entrou em conflito com os membros da Assembléia. * Opositores brotavam de todos os lados: em Minas Gerais, Pernambuco e Rio Grande do Sul, os cafeicultores estavam insatisfeitos com as políticas públicas do marechal; os cafeicultores, que estavam sendo representados na Assembléia, entraram em conflito com o presidente; e alguns operários e trabalhadores mostraram sua revolta com a economia do país organizando uma greve na Estrada de Ferro da Central do Brasil. *Em 23 de novembro de 1891, o presidente Marechal Deodoro da Fonseca renunciou ao cargo após a ameaça do almirante da Marinha Custódio de Melo de bombardear a Baía de Guanabara (Revolta da Armada) *Floriano Peixoto assumiu o cargo provisoriamente. Porém, a nova Constituição afirmava que deveria existir uma nova eleição caso o cargo de presidente ou de vice ficassem vago. Floriano ignorou a lei e a oposição passou a acusar ele de se manter no poder ilegalmente, fecha o Congresso. *Os oficiais superiores das Forças Armadas convocaram uma reunião a fim de planejar um golpe para destituir Floriano Peixoto do poder. Mas, não encontraram o apoio necessário no Rio de Janeiro, trocando alguns tiros com o exército. Migrarem para o Sul do país, lá tentaram um acordo com os gaúchos que faziam parte do federalismo, mas também não tiveram sucesso. *A Revolução Federalista, que se deu no ano de 1893 e foi até Júlio de Castilhos era membro do Partido Republicano Rio-grandense (PRR) e defendia o governo e o estabelecimento de Floriano Peixoto no comando do país. Mas, isso desagradava o Partido Federalista (maragatos) de Silveira Martins, um inimigo da centralização política que ocorria no Rio Grande do Sul. A guerra chegou ao seu auge no momento em que os maragatos se aliaram aos rebeldes da Revolta da Armada, que haviam tomado recentemente Desterro) Foi violentamente reprimida, mais de 10 mil mortos. Fuzilamentos aconteceram na ilha de Anhatomirim, na cidade de Desterro que foi renomeada Florianópolis, em homenagem há Floriano Peixoto.

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4 *Com a posse do paulista Prudente José de Morais na Presidência, em 1894, o poder passava das mãos dos setores militares para os políticos liberais. A base político-social desses políticos eram as oligarquias agrárias do Sudeste, sobretudo de São Paulo e Minas Gerais, representadas por seus respectivos partidos, o PRP (Partido Republicano Paulista) e o PRM (Partido Republicano Mineiro). *O fato de o Brasil ter se tornado uma República Federativa permitiu que as províncias desfrutassem de maior poderio político, sendo que este era diretamente representado pelo seu potencial econômico. Na última década do século XIX, Minas Gerais e São Paulo eram as duas principais províncias do país em termos econômicos; São Paulo, indicado como maior produtor de café do país, e Minas Gerais, maior produtor de leite e maior colégio eleitoral. Existia um problema a ser resolvido para que o Café com Leite viabiliza-se: as elites paulista e mineira precisavam de apoio de outros estados para governar. Ao mesmo tempo, os partidos eram organizados de forma regional, em cada estado um grupo controlava o poder. Solução: para sustentar a dominação política e oligárquica das elites na República Velha havia uma estrutura bem arquitetada chamada Política dos Governadores (no governo de Campo Sales) que garantia o controle do poder >foi um pacto em que o Governo Federal ligava-se ao governo dos estados e estes aos coronéis para garantir o acesso aos cargos de poder somente aos desejados. Quem exercia de fato o poder local e regional no início da história republicana brasileira eram os coronéis. Estes eram os grandes proprietários de terra ou os comerciantes enriquecidos que exerciam seu poder sobre a grande camada da população composta de trabalhadores carentes e analfabetos. Na ocasião das eleições ocorria o que era chamado de Voto de Cabresto. Naquele momento o voto não era algo secreto e acabava que na prática também não resultava em algo livre, eram os coronéis, que em acordo com os governadores, decidiam em quem seus comandados iriam votar.

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6 Para os amigos pão, para os inimigos, pau...; aos amigos se faz justiça, aos inimigos se aplica a lei. (Expressões usadas por chefes políticos da República Velha, citadas por Victo Nunes Leal em sua obra Coronelismo, enxada e voto. p. 39.). *Desta forma havia o completo controle do curral eleitoral, sendo que a via autoritária dos coronéis estava ligada ao fator violência, causando medo nos trabalhadores ou a preocupação de perderem suas fontes de sustento. *Os coronéis exerciam o seu poder e faziam seus acordos com os governadores em troca de mais poder e prestígio. Os governadores, por sua vez, ao apoiarem os coronéis em seus poderes locais ganhavam em troca a eleição do candidato escolhido por eles, perfazendo uma troca de favores completa *Assim, o presidente tinha total apoio nas bancadas do Congresso, uma vez que o Governo Federal respeitava as decisões dos partidos dominantes de cada estado e estes permitiam o poder do coronel em suas regiões. Convênio de Taubaté > governo compra o excesso da produção de café, para manter o preço em alta. Questão do Acre > território boliviano rico em seringueiras..... Brasil compra por 2 milhões de libras esterlinas e constrói a estrada de Ferrro Madeira Mamoré.

7 Revoltas Sociais da República Velha Contestado > Conflito que surgiu entre 1912 e 1916, em uma área povoada por sertanejos, entre as fronteiras do Paraná e Santa Catarina. Eram pessoas muito pobres, oprimidas, que não possuíam terras e também padeciam com a escassez de alimentos. Subsistiam sob a opressão dos grandes fazendeiros e de duas empreendedoras americanas que operavam ali – a Brazil Railway, responsável pela implantação da via ferroviária que uniu o Rio Grande a São Paulo, e uma madeireira. A Guerra do Contestado colocou os nativos contra o governo, as multinacionais e as oligarquias. Os sertanejos encontraram o apoio que precisavam nos monges – religiosos que peregrinavam pelo sertão pregando a palavra de Deus –, figuras muito respeitadas por esse povo. Cangaço > A prática do cangaço marcou um interessante momento da História do Brasil. Grupos de homens armados vagueavam pelos sertões, principalmente do Nordeste, buscando meios de sobrevivência, e o enfrentamento dos poderosos com o uso de suas armas e de sua coragem. Os primeiros cangaceiros de que se tem relato eram, de fato, prestadores de serviço aos chefes políticos locais. Perseguiam e matavam os inimigos políticos dos coronéis de uma região. Através de práticas criminosas esses grupos constituíram um grupo social à margem das estruturas de poder e das relações sociais vigentes durante o tempo das oligarquias. De acordo com seus interesses, os cangaceiros estabeleciam alianças com aqueles que oferecessem vantagens econômicas ou proteção às suas atividades

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10 REVOLTA DA CHIBATA > rebelião de marinheiros negros contra os maus tratos e humilhações ás que eram submetidos. a discriminação com os negros cresceram após a abolição e os mesmos enfrentaram sérias dificuldades para se sustentarem e sobreviverem depois do decreto. Tal situação foi transportada também para a Marinha Brasileira. CANUDOS > A rebelião conhecida como Guerra de Canudos deu-se em virtude da situação precária em que vivia a população, sem terra e obrigada a se submeter aos arroubos dos coronéis. As terras pertenciam aos grandes proprietários rurais – os conhecidos coronéis – que as transformaram em territórios improdutivos. Essa situação revoltou os sertanejos, que se uniram em torno de Antônio Conselheiro, o qual pregava ser um emissário de Deus vindo para abolir as desigualdades sociais e as perversidades da República, como a exigência de se pagar impostos, por exemplo.

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12 MOVIMENTO OPERÁRIO > a organização dos operários no país esteve primeiramente ligada ao atendimento de suas demandas mais imediatas. No início da formação dessa classe de trabalhadores percebemos a predominância de imigrantes europeus fortemente influenciados pelos princípios anarquistas e comunistas. Contando com um inflamado discurso, convocavam os trabalhadores fabris a se unirem em associações que, futuramente, seriam determinantes no surgimento dos primeiros sindicatos. Na primeira década do século XX, o Brasil já tinha um contingente operário com mais de 100 mil trabalhadores. REVOLTA DA VACINA > Entre os dias 10 e 18 de novembro de 1904, a cidade do Rio de Janeiro viveu o que a imprensa chamou de a mais terrível das revoltas populares da República. O cenário era desolador: bondes tombados, trilhos arrancados, calçamentos destruídos tudo feito por uma massa de revoltosos. A causa foi a lei que tornava obrigatória a vacina contra a varíola. E o personagem principal, o jovem médico sanitarista Oswaldo Cruz. Segundo a oligarquia paulista do café, de quem Rodrigues Alves era representante, além de vergonha nacional, as condições sanitárias do Rio impediam a chegada de investimentos, maquinaria e mão-de-obra estrangeira. O projeto sanitário deveria ser executado a qualquer preço.

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