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Meio Terrestre Prof a Rejane Freitas Benevides Paraíso, TO. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS.

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1 Meio Terrestre Prof a Rejane Freitas Benevides Paraíso, TO. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS PARAÍSO DO TOCANTINS

2 Solo O solo pode ser conceituado como um manto superficial formado por rocha desagregada e, eventualmente, cinzas vulcânicas, em mistura com matéria orgânica em decomposição, contendo, ainda, água e ar em proporções variáveis e organismos vivos.

3 Composição do solo : 45% de elementos minerais; 25% de ar; 25% de água; 5% de matéria orgânica.

4 Elementos minerais: proveniente de rochas desagregadas no próprio local ou em rochas distantes, trazidas pela água e pelo ar; A desagregação das rochas se dá por ações físicas, químicas e biológicas (intemperização).

5 Ações físicas: erosão pela água, pelo vento, variações bruscas de temperatura, com formação de tensões residuais nas rochas, e o congelamento de água em fissuras; Ações químicas: ocorrem quando compostos químicos atacam as rochas (chuva ácida); Ações biológicas: ação de microrganismos.

6 Ar: é proveniente do ar existente na superfície e, em proporções variáveis, dos gases da biodegradação de matéria orgânica (metano e gás carbônico); Água: proveniente de precipitações, tais como: chuva, neblinas, sereno, orvalho e degelo de neve e geleiras; Matéria orgânica: proveniente da queda de folhas, frutos, galhos e ramos, além de restos animais, excrementos e outros resíduos, em diferentes estágios de decomposição.

7 Formação do solo É resultante da ação combinada de cinco fatores: Clima: pluviosidade, umidade, temperatura; Natureza dos organismos: vegetação, microrganismos decompositores, animais; Material de origem; Relevo; Idade.

8 Horizontes do solo São porções do solo, aproximadamente paralelas à superfície, que sofreram a atuação dos processos de formação do solo, de modo que se distinguem em meras camadas.

9 A => superficial, enriquecido com material orgânico. B => intermediário, que surge entre A e C. C => mais próximo do material de origem (rocha alterada)

10 Características dos solos: Cor:

11 Textura: descreve a proporção de partículas de dimensões distintas componentes do solo (areia, argila, silte); Importante quando se analisa a permeabilidade, drenabilidade.

12 Estrutura: é o modo pelo qual as partículas do solo se arranjam em agregados ou torrões; Explica em alguns casos o comportamento mecânico dos solos (capacidade de suporte de cargas, resistência).

13 Classificação dos solos Classificação granulométrica ou textural: FraçãoDiâmetro (mm) PedraMaior que 20 CascalhoEntre 20 e 2 AreiaEntre 2 e 0,2 SilteEntre 0,02 e 0,002

14 Pedologia É a ciência que estudo os solos.

15 Erosão - Erosão geológica ou acelerada; - Ocorre como conseqüência da ação do homem sobre o solo, bem como sob ação dos agentes naturais; - Causas antrópicas: monocultura; desmatamento; expansão da agricultura.

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18 Voçorocas É um fenômeno que consiste na formação de grandes buracos, causados pela chuva e intempéries, em solos onde a vegetação é escassa e não mais protege o solo, que fica cascalhento e suscetível de carregamento por enxurradas.

19 Assoreamento É a obstrução, por sedimentos, areia ou detritos quaisquer, de um rio ou canal.

20 Correção - Quando a erosão é inicial, permanecendo à superfície, pode- se recorrer ao plantio de vegetação e correção da drenagem; - No caso de voçorocas, necessita-se de obras de engenharia hidráulica, engenharia de solos e engenharia agronômica, constituindo-se de obras de interceptação e desvio das águas pluviais por meio de tubulações; pequenos barramentos, entre outros;

21 Prevenção e controle da erosão - Curvas de nível, - Terraceamento; - Estruturas de desvio que terminem em poços de infiltração das águas; - Preservação da vegetação nas áreas de declive e margens de rios; - Controle das voçorocas; - Plantio de gramas em taludes.

22 Curvas de nível

23 Terraceamento Destinada ao controle de erosão hídrica, utilizada em terrenos muito inclinados.

24 Poluição do solo rural – ocorrência e controle

25 Agrotóxicos e Defensivos agrícolas

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27 Poluição do solo urbano – ocorrência e controle - É proveniente dos resíduos gerados pelas atividades econômicas que são típicas de cidades, como a indústria, comércio e outros serviços. - A ABNT classifica como resíduos sólidos todos os... resíduos, nos estados sólido e semi-sólido, que resultam de atividades da comunidades de origem: industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícolas, de serviços e de varrição.

28 Classificação dos resíduos: Resíduos Classe I ou Perigosos: aqueles que por suas características de toxidade, inflamabilidade, corrosividade, reatividade, radioatividade e patogenicidade, podem apresentar riscos à saúde e ao meio ambiente. - Tóxicos: gases; - Inflamáveis: gasolina, gás, petróleo; - Corrosivos: ácidos; - Reatividade: reagentes; - Radioatividade: urânio; - Patogenicidade: resíduos hospitalares (agulhas, seringas).

29 Classificação dos resíduos: Resíduos Classe II: - IIA - Não Inertes: são aqueles que não se enquadram em nenhuma das classes anteriores. Ex.: matéria orgânica. - IIB - Inertes: são aqueles que não se solubilizam. Ex.: plásticos, sacolas, vidro.

30 Degradação da matéria orgânica A degradação dos resíduos gera como subproduto uma líquido escuro chamado de chorume, este possui uma concentração elevada de contaminantes oriundos do próprio lixo; Essa degradação é realizada por microrganismos decompositores presentes no solo; Além do chorume, durante a decomposição é produzido gases, entre eles, destaca-se o metano.

31 Problemas relacionados ao lixo Contaminação do solo e dos cursos dágua; Poluição visual; Proliferação de roedores e insetos; Proliferação de doenças; Mau cheiro.

32 Disposição e tratamento Lixões

33 Aterro Controlado

34 Aterro sanitário

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36 Resíduos perigosos

37 Incineradores

38 Reciclagem

39 Compostagem


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