A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

SAVANAS TROPICAIS: Dimensão, Histórico e Perspectivas Wenceslau J. Goedert Elmar Wagner Alexandre Oliveira Barcellos SAVANAS TROPICAIS: Dimensão, Histórico.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "SAVANAS TROPICAIS: Dimensão, Histórico e Perspectivas Wenceslau J. Goedert Elmar Wagner Alexandre Oliveira Barcellos SAVANAS TROPICAIS: Dimensão, Histórico."— Transcrição da apresentação:

1 SAVANAS TROPICAIS: Dimensão, Histórico e Perspectivas Wenceslau J. Goedert Elmar Wagner Alexandre Oliveira Barcellos SAVANAS TROPICAIS: Dimensão, Histórico e Perspectivas Wenceslau J. Goedert Elmar Wagner Alexandre Oliveira Barcellos IX Simpósio Nacional Cerrado II Simpósio Internacional Savanas Tropicais

2 Savanas Ecossistemas caracterizados pela presença de uma camada contínua de vegetação herbácea e um dossel descontínuo de arbustos e árvores

3 Objetivos da palestra Caracterizar as savanas tropicais e discutir as perspectivas de uso deste ecossistema no equacionamento de desafios futuros da humanidade Indicar estratégias para a busca do equilíbrio entre sociedade, agronegócio e recursos naturais. Caracterizar as savanas tropicais e discutir as perspectivas de uso deste ecossistema no equacionamento de desafios futuros da humanidade Indicar estratégias para a busca do equilíbrio entre sociedade, agronegócio e recursos naturais.

4 Roteiro da apresentação GEOGRAFIA AMBIENTE OCUPAÇÃO ECONOMIA FUTURO GEOGRAFIA AMBIENTE OCUPAÇÃO ECONOMIA FUTURO

5 GEOGRAFIA Distribuição das savanas tropicais no globo terrestre (Fonte: Young e Solbrig, 1993)

6 Continentes/ formações Principais paísesDenominação local Área (km ) População* (%) 1.América do Sul BrasilCerrado2,46 Colômbia e VenezuelaLhanos0,6 2.África (oeste)Senegal, Guiné, Costa do Marfim, Mali, Gana, Benin, Nigéria, Camarões, Chade e África Central Savanas5,0 3.África (central/sul) Angola, R.D. Congo, Zâmbia, Malaui, Zimbábue, Moçambique, Namíbia, Botsuana, e África do Sul Miombo4,513 4.África (leste)Etiópia, Somália, Uganda, Quênia, Tanzânia Savanas2,5 5.ÁsiaÍndia, Burma, Laos, Tailândia, Vietnam e Camboja Savanas (Dipterocarp) 2,560 6.OceaniaAustráliaSavanas2,01 Distribuição, localização, dimensionamento e população proporcional das savanas tropicais.

7 AMBIENTE Principais fatores determinantes ecológicos, responsáveis pela estrutura e funcionamento das savanas: Disponibilidade de água Disponibilidade de nutrientes Fogo Herbivoria Intervenção humana. Principais fatores determinantes ecológicos, responsáveis pela estrutura e funcionamento das savanas: Disponibilidade de água Disponibilidade de nutrientes Fogo Herbivoria Intervenção humana.

8 LocalPaísAltitudeTMAPPMAEPMAPP > EP (m)( o C)(mm) (meses) GoiâniaBrasil CalabozoVenezuela JosNigéria MenakaMali Ft. JamesonZimbábue LobitoAngola GambelaEtiópia LindiTanzânia BombayÍndia TownsvilleAustrália Variáveis climáticas de alguns locais das savanas tropicais ( Adaptado de Mistry (2000). (TMA=Temperatura média anual; PPMA=Precipitação pluviométrica média anual; EPMA=Evapotranspiração potencial média anual; EP>PP=Número de meses nos quais a evapotranspiração supera a precipitação pluviométrica).

9 Disponibilidade de água em países sob savanas tropicais, distribuídos por continentes ou regiões/países. (Fonte: Clarke e King, 2005). Continentes/PaísesDisponibilidade de água (número de países) AbundanteSuficiência relativa No limiteInsuficiente 1.América do Sul África Oeste África Central/Sul África Leste Ásia Austrália1--- TOTAL (31)11956

10 Disponibilidade de água e terra

11 Os latossolos (Oxissolos) predominam nas áreas sob savanas tropicais, sendo que, em sua maioria, apresentam boa qualidade física (elevada permeabilidade, baixa erodibilidade, fácil mecanização e média capacidade de retenção de água), mas com fortes limitações como provedor de nutrientes para as plantas.

12 Preservação da vida selvagem Extração de petróleo e minérios Savanas Alimentos e produtos medicinais nativos Madeira, lenha e carvão Criação de animais domésticos Produção de cultivos Florestamento Recarga de aqüíferos e de lençóis freáticos Turismo OCUPAÇÃO Formas genéricas de utilização das savanas tropicais (Adaptado de Mistry, 2000) Formas genéricas de utilização das savanas tropicais (Adaptado de Mistry, 2000)

13 Sistemas de ocupação agrícola Sistemas extensivos Neste grupo predominam atividades de natureza extrativista, sendo mais freqüentes: pastoralismo, pecuária extensiva, agricultura de subsistência e florestamento. Sistemas intensivos A tendência nas terras com maior aptidão é a reposição, parcial ou total, da vegetação nativa por forrageiras ou cultivos comerciais, deslocando outros tipos de uso para áreas de menor aptidão, como já vem acontecendo em vários países.

14 ECONOMIA A economia das savanas tropicais é ainda mais diversificada do que os ambientes que compõem este ecossistema, tendo em vista que cada grupo social tem seus costumes, valores e tradições e cada país tem seus arranjos institucionais e sua política de desenvolvimento A síntese apresentada a seguir abordará aspectos gerais de cada formação savânica. A economia das savanas tropicais é ainda mais diversificada do que os ambientes que compõem este ecossistema, tendo em vista que cada grupo social tem seus costumes, valores e tradições e cada país tem seus arranjos institucionais e sua política de desenvolvimento A síntese apresentada a seguir abordará aspectos gerais de cada formação savânica.

15 Cerrado Incorporação desta região ao processo produtivo intensivo, tendo o apoio de programas tais como o POLOCENTRO, direcionado para o uso agrícola intensivo de áreas (pólos) com terras de maior aptidão agrícola. Investimentos governamentais na geração de tecnologias para uso do Cerrado brasileiro foram determinantes na expansão agrícola e aumento na produtividade da região, conforme exemplificado para a cultura da soja.

16 Produção anual e área plantada de soja na região do Cerrado no período de 1970 a 2005 (Fonte: Equipe de soja da Embrapa Cerrados).

17 Aqui, em se plantando, com tecnologia, tudo dá Aqui, em se plantando, com tecnologia, tudo dá

18 Lhanos Pecuária extensiva continua a ser a principal atividade econômica da região. Recentemente observam-se iniciativas de florestamento e de cultivos intensivos de milho e soja.

19 Savanas do Oeste da África 60% da população no meio rural, tendo alto consumo de produtos da vegetação nativa e da criação extensiva de animais. A maior parte da produção de cultivos (sorgo, milho, arroz, inhame e mandioca) se destina ao mercado interno. A produção para exportação (algodão, amendoim, cacau, café, dendê, etc) vem crescendo, em países como Costa do Marfim, Gana e Nigéria. A expansão de cultivos intensivos tem como principal barreira o risco de desertificação.

20 Savanas do Centro-Sul da África (Miombo) A pecuária extensiva ainda ocupa cerca de 80% das terras desta região, sendo a atividade econômica mais importante, em vários países. Nas fazendas privadas predominam os cultivos de algodão, café, chá, fumo e milho. Florestamento e cultivo da cana-de-açúcar vêm crescendo, especialmente na África do Sul.

21 Savanas do Leste da África Inclui biomas intensamente ocupados pela fauna nativa, como o Serengueti na Tanzânia e Quênia. Baixa precipitação pluviométrica e uma população essencialmente rural (> 70%), com comunidades tribais muito fortes, como a Maasai. Predominam a pecuária extensiva e os cultivos de subsistência. A economia vem crescendo pela produção de algodão, café, fumo e florestamento, além do turismo rural.

22 Savanas da Ásia Elevada densidade populacional e alto nível de demandas internas de alimentos, fibras e energia. Savanas sob intenso processo de transformação pela intervenção antrópica. Principais cultivos agrícolas comerciais são: arroz, cana, kenaf, milheto, milho e seringueira. A expansão agrícola enfrenta desafios ambientais (destruição de florestas e degradação do solo) e sociais (realocação de pessoas e comunidades).

23 Savanas da Austrália Longos períodos de seca, mas com inundações no período chuvoso, dificultam o uso intensivo. Baixa densidade populacional e pressão de uso. Grande parte da área tem sido destinada para as comunidades nativas (Aborígines) e para atividades de recreação e turismo. Pecuária extensiva (ovinos e bovinos) é a atividade agrícola mais comum.

24 FUTURO As savanas tropicais tem alto potencial de contribuir para a solução dos desafios futuros da humanidade

25 Quais desafios ? Pobreza Alimentos Meio ambiente Energia renovável (agroenergia) Pobreza Alimentos Meio ambiente Energia renovável (agroenergia)

26 Conhecimento/ Tecnologia Conhecimento/ Tecnologia Ambiente/ Recursos Naturais Ambiente/ Recursos Naturais Sociedade/Estado Macro componentes do desenvolvimento agrícola sustentável das savanas tropicais Agronegócio

27 Sociedade/Estado Grande diversidade econômica e social entre os países. A maioria dos países da África encontra-se em situação de crise, em função de diferenças étnicas, rivalidades tribais, paixões religiosas, guerras e pobreza. O desenvolvimento agrícola depende da obtenção de harmonia entre a Sociedade e o Estado de países e regiões.

28 Ambiente/Recursos Naturais Ecossistema savanas tropicais tem uma base rica em recursos naturais de modo a permitir uma utilização mais intensiva no futuro, embora hajam limitações. Inicialmente, a principal limitante é a disponibilidade de água.

29 Conhecimento/Tecnologia Tecnologia tem o papel fundamental de orientar a intervenção da sociedade sobre o ambiente, auxiliando na definição de políticas de desenvolvimento e na construção de modelos de gestão produtiva. Políticas e modelos que contemplem o respeito às diversidades sociais, a maximização da força de trabalho e o uso racional dos recursos naturais.

30 Agronegócio (conjunto de atividades, de caráter familiar e/ou empresarial, envolvidas na produção, transformação e consumo de produtos de natureza agrícola) A interação harmônica entre os três componentes deverá redundar no desenvolvimento sustentável do agronegócio para cada país ou região.

31 Desafios e Estratégias (Sociedade/estado) Programas de desenvolvimento que não premiem apenas a expansão horizontal. Cooperação entre países e regiões (REDE DE COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA). Modelos de desenvolvimento agrícola que incluam a dimensão humana e ecológica. Motivação e incentivo às comunidades rurais (p.ex. Projeto African Millenium Villages).

32 Desafios e Estratégias (Ambiente /recursos naturais) Mapeamento da aptidão agrícola das terras, tarefa que pode ser acelerada pelo emprego de ferramentas modernas, tais como geoprocessamento, sensoriamento remoto e modelagem. Uso das terras, de acordo com sua capacidade, é estratégia importante para minimizar os riscos de degradação da qualidade ambiental.

33 Desafios e Estratégias (Conhecimento/tecnologia) Investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I). Fortalecer parcerias setores público, privado e terceiro setor (interno e entre países - REDE). Definir prioridades de PD&I.

34 Prioridades de PD&I 1.Valoração e aproveitamento da diversidade da fauna e flora nativas 2.Avaliação da aptidão agrícola das terras e de sua capacidade para o uso intensivo 3.Otimização da relação produção/unidade de água disponível para agricultura 4.Crescimento da produtividade e da agregação de valor na fase de transformação 5.Formulação de sistemas de suporte para a tomada de decisões. 6.Minimização de impactos adversos ao ambiente (INICIATIVAS)

35 Iniciativas (exemplos) Recomposição de matas ciliares (MG, MT) Criação de corredores de conservação da biodiversidade Recuperação de pastagens degradadas (ILP).

36 Pastagem degradada

37 ILP, com plantio direto ILP => Seqüência planejada de uso da área com agricultura e pecuária ILP => Seqüência planejada de uso da área com agricultura e pecuária

38 CONSIDERAÇÕES FINAIS 1. O ser humano é parte da natureza e não apenas seu usuário. Tem o direito de usar os recursos naturais e o dever de preservar ou melhorar sua qualidade para as gerações futuras.

39 CONSIDERAÇÕES FINAIS 2. As savanas tropicais constituem ecossistemas estáveis, cujos principais determinantes ecológicos são a disponibilidade de água e de nutrientes.

40 CONSIDERAÇÕES FINAIS 3. O atendimento da crescente demanda por alimentos e produtos agrícolas encerra enormes desafios e depende do equilíbrio entre os componentes: sociedade, ambiente e tecnologia, atores maiores no desenvolvimento de um agronegócio sustentável.

41 CONSIDERAÇÕES FINAIS 4. É urgente a busca de harmonia entre a Sociedade e o Estado de países e regiões, especialmente no continente africano. Isto exigirá cooperação entre países e apoio da comunidade internacional (REDE ?).

42 CONSIDERAÇÕES FINAIS 5. É estratégico investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), objetivando aumentar o estoque de conhecimento e seu uso no desenvolvimento de novas aplicações, processos ou produtos.

43 CONSIDERAÇÕES FINAIS 6. É imprescindível aumentar a relação produção agrícola /unidade de água disponível e produzir, preservar e conservar água.

44 CONSIDERAÇÕES FINAIS 7. É necessário direcionar o uso agrícola das savanas tropicais para contribuir na solução de questões ambientais que hoje afligem a humanidade, tais como, p. ex., o aquecimento global e suas possíveis conseqüências.

45 A transformação do potencial agrícola das savanas tropicais exigirá decisão da sociedade, conhecimento, investimento, profissionalismo e empreendedorismo para se atingir o desejado equilíbrio entre sociedade, agronegócio e recursos naturais, tema central deste evento. Conclusão

46 Obrigado!

47 ANEXOS ?

48 Evolução da produção de grãos e consumo de fertilizantes no Brasil PeríodoProdução (milhões t) Fertilizante (milhões t) Fórmula NPK Há 50 anos100, Há 25 anos Atual (2004)

49 SISTEMA PLANTIO DIRETO

50 Sistema agroflorestal Como otimizar a competição por luz, água e nutrientes ?

51 NOSSO TEMA: Equilíbrio entre Sociedade, Agronegócio e Recursos Naturais ÁGUA Já é um negócio em si, muito lucrativo quando para consumo humano e menos quando se destina para a irrigação (outorga e cobrança) e para outras utilizações.

52 Dada a distribuição irregular ao redor do Planeta, o equilíbrio não é fácil. Tomemos o Brasil como exemplo: ________________________________ Águas superficiaisTerrit.(%) Água(%) Popul (%) ___________________________________________ Bacia Amazônica Restante do país ____________________________________________________ Águas subterrâneas ____________________________________________________ Sul/Sudeste e Piauí/Maranhão ____________________________________________________

53 Brasil 11,6% da água doce superficial do Mundo 54,0% do total da América do Sul 14,0% do deflúvio total dos rios do Planeta km2 com massas de ar atmosférico acumulando até quatro vezes mais água doce do que a superficial

54 Ainda Brasil Bacia Amazônica e vizinhos – OTCA –Área de drenagem km2 –Vazão média no Brasil m3/s –Total da bacia m3/s Aqüífero Guarani – 4 países __________________________________________________________________ PaísesKm2 % território Habitantes __________________________________________________________________ Argentina Brasil Paraguai Uruguai __________________________________________________________________ Total __________________________________________________________________

55 Porquê produtor de água limpa ou cultivador da natureza ou ainda, cultivando água boa, ou em Inglês, freshwater harvesting ? ________________________________ Água no Mundo % _____________________________________________ Água Salgada97,200 Na neve ou no gelo 2,200 Vapor atmosférico 0,001 Água doce p/utilização Rios e lagos 1,2 0,007 Subterrânea98,8 0,592 __________________________________________________ Total 100,000 _____________________________________________

56 Porquê produtor de água limpa ou cultivador da natureza ou ainda, cultivando água boa, ou em Inglês, freshwater harvesting ? ________________________________ Água no Mundo % _____________________________________________ Água Salgada97,200 Na neve ou no gelo 2,200 Vapor atmosférico 0,001 Água doce p/utilização Rios e lagos 1,2 0,007 Subterrânea98,8 0,592 __________________________________________________ Total 100,000 _____________________________________________

57 DISTRIBUIÇÃO MUNDIAL DE UTILIZAÇÃO DA ÁGUA ___________________________ Utilização% no Brasil ___________________________________________ Agrícola80 68 Industrial14 14 Doméstica 6 18 ___________________________________________

58 Eficiência Mundial no Uso de Água para Irrigação _______________________________________________ Utilização da água % _______________________________________________ Efetivamente utilizada pelos cultivos 45 Perdas no sistema de adução 15 Perdas no sistema de distribuição 15 Perdas na aplicação parcelar 25 _______________________________________________ FONTE: Seralgedin (1997), Cristofidis (2001)

59 Principais fontes e tipos de poluentes hídricos Tipos de poluentes: Água poluídaEsgotos e outras fontes Água contaminadaMateriais tóxicos e bactérias Água infectadaOrganismos patogênicos Atividade humana e origem de poluentes: UrbanaDomésticos Urbana/suburbanaIndustriais Urbana/suburbana/ruralEscoamento superficial

60 Capacidade de dissolução e de transporte do meio líquido tem limite a partir do qual a AUTODEPURAÇÃO se torna inviável. ________________________________________________________ OcorrênciaVelocidade Tempo de residência ________________________________________________________ Na atmosfera km/h 5 – 6 dias Nos rios km/dia 15 – 20 dias Nos aqüíferos cm/dia dezenas de milhares de anos ________________________________________________________ QUALIDADE DA ÁGUA

61 E QUANTIDADE DA ÁGUA ? COMO MANEJAR A SUPERFÍCIE DAS SAVANAS E DO MUNDO PARA EVITAR A: Contaminação atmosférica; Poluição, contaminação e infecção de rios e lagos; e Poluição, contaminação e infecção da água de lençóis freáticos e e de aqüíferos ? É O DESAFIO PARA A PRODUÇÃO (HARVEST), COLHEITA, PRODUTO DO ESFORÇO, CONDUTA, ARMAZENAMENTO.

62 Como atender o PROGNÓSTICO DA FAO ? Em 2025, seremos 9 bilhões de habitantes; Precisaremos dobrar a produção de alimentos; 80% dessa produção deverá vir da agricultura irrigada; e somente poderemos utilizar mais 20% da água que utilizávamos em 2000.


Carregar ppt "SAVANAS TROPICAIS: Dimensão, Histórico e Perspectivas Wenceslau J. Goedert Elmar Wagner Alexandre Oliveira Barcellos SAVANAS TROPICAIS: Dimensão, Histórico."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google