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AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DOS COMPOSTOS POLIFENÓLICOS FLAVONÓIDES E TANINOS DE FOLHAS DE Eucalyptus grandis, MYRTACEAE. Sabrina Freitas de OLIVEIRA. Iniciação.

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1 AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DOS COMPOSTOS POLIFENÓLICOS FLAVONÓIDES E TANINOS DE FOLHAS DE Eucalyptus grandis, MYRTACEAE. Sabrina Freitas de OLIVEIRA. Iniciação científica/voluntária. Profª. Dra Tomoe NAKASHIMA/ Ana Claudia da SILVEIRA; Allan LOURENÇO. Introdução/Objetivos Métodos. Resultados/Discussão. Referências. O eucalipto pertence ao gênero Eucaliptus reunindo cerca de 600 espécies diferentes, pertencente à família Myrtaceae. O seu cultivo é realizado para os mais variados fins, estando entre eles, uso de óleos essenciais em indústrias farmacêuticas, cosméticas e domissanitários. O uso popular desta espécie é relacionado principalmente às doenças respiratórias, devido ao bioativo eucaliptol, principal componente do óleo essencial. O objetivo deste trabalho foi a avaliação da pesquisa de compostos bioativos e a análise quantitativa dos compostos polifenólicos de folhas de Eucaliptus grandis. Doseamento de Flavonóides totais: O doseamento seguiu a metodologia proposta pela Farmacopéia Brasileira (2010). Essa prevê a preparação de uma solução estoque a partir de 0,4g de folhas moídas e demais reagentes usados para a extração desse bioativo (flavonóide). Sendo esta solução a responsável pela origem da solução amostra e branco; ambas as leituras foram realizadas em 425 nm. Doseamento de Taninos totais: A partir de 0,75g de folhas trituradas e 150mL de água destilada, a solução estoque foi preparada, originando assim três outras soluções amostras: para polifenóis totais, para polifenóis totais absorvidos por pó de pele, e solução padrão- referência. Farmacopéia Brasileira (2010). Perfil cromatográfico: Para as frações orgânicas acetato de etila, butanol e hidroalcoólica, as cromatoplacas de celulose (Merck®) foram usadas como fase fixa, sendo a fase móvel clorofórmio: metanol: água: ácido acético (36:12:1:1). O reagente de NEU como revelador dos compostos. Os padrões usados como referência foram a rutina e a quercetina. Atividade antioxidante: A atividade antioxidante seguiu o método usual do laboratório de Fitoquímica da UFPR, na qual as amostras de acetato de etila (F3), butanol (F4) e hidroalcoólico (F5), foram diluídas para as concentrações de 250, 200, 150, 100, 50, e 25 µg/mL. O DPPH foi usado para a curva de calibração e preparo das soluções amostras para leitura em 515nm. Conclusões. Conclui-se que a pesquisa de polifenóis totais foi bem sucedida para essa espécie de eucalipto, pois apresentou resultados esperados, de acordo com a metodologia. Em relação aos taninos totais houve uma surpresa quando comparado com a literatura, pois este foi superior. Por fim que os polifenóis totais encontrados na espécie Eucalyptus grandis, são de grande importância, pois possibilitam resultados relevantes para a avaliação da atividade antioxidante deste vegetal. O doseamento de flavonóides seguiu o cálculo expressos em quercetina, sendo considerada a absorvidade específica da quercetina como A (1%, 1 cm)= 500. O valor encontrado no doseamento de flavonóides apresentou 0,72%. Segundo a F. B. (2010). Para o doseamento de taninos totais o valor encontrado foi de 9,89%, seguindo a fórmula proposta pela Farmacopéia Brasileira sendo expresso em pirogalol. O perfil cromatográfico evidenciou a presença da quercetina, frente ao padrão-referência utilizado, um flavonoide pertencente a subclasse dos flavonóis, assim como outros compostos flavônicos que estão em análises. Os doseamentos de flavonóides se apresentaram muito bons e de acordo com a metodologia utilizada. Para os taninos o valor encontrado se mostrou superior ao mínimo proposto para as plantas da família Myrtaceae, que segundo a F. B. (2010) sugere 5,0%. Em relação aos valores encontrados para o doseamento de flavonóides, esses se encontram dentro dos padrões previstos. Na pesquisa de compostos fenólicos foi evidenciada a presença de quercetina, evidenciando também a presença de outros flavonóides pertencentes a subclasse dos flavonóis (BEHLING et al., 2004). Os resultados da atividade antioxidante estão em análise e discussão. As plantas que apresentam polifenóis em sua composição, são muito estudadas pois possuem alto poder de remoção de radicais livres do organismo, diminuindo assim doenças associadas a eles (NUNES, 2007). BEHLING B. E, et al. Flavonóide quercetina: aspectos gerais e ações biológicas. Alim. Nutr., Araraquara, V. 15, n. 3,p , FARMACOPÉIA BRASILEIRA ª edição. São Paulo: Atheneu. NUNES, R. S. Avaliação da atividade antioxidante e antimutagênica da acerola (Malpighia glabra L). Dissertação de mestrado em Genética e Toxicologia. Aplicada. Universidade Luterana do Brasil, 85p


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