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Aula Expositiva – 04 Sistema Nervoso Autônomo SimpáticoParassimpático O organismo sob controle Disciplina: Fisiologia Humana Ano: 2009 Curso: Terapia Ocupacional.

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1 Aula Expositiva – 04 Sistema Nervoso Autônomo SimpáticoParassimpático O organismo sob controle Disciplina: Fisiologia Humana Ano: 2009 Curso: Terapia Ocupacional Professor convidado: Aírton Martins da Costa Lopes

2 Definições Parte do sistema nervoso que controla funções viscerais; Parte do sistema nervoso que controla funções viscerais; Ativado por centros da medula, tronco encefálico, hipotálamo e córtex límbico; Ativado por centros da medula, tronco encefálico, hipotálamo e córtex límbico; Sinais autonômicos eferentes: - sistema nervoso simpático (S.N.A.S) Sinais autonômicos eferentes: - sistema nervoso simpático (S.N.A.S) - sistema nervoso parassimpático (S.N.A.P) - sistema nervoso parassimpático (S.N.A.P) Duas cadeias ganglionares simpáticas paravertebrais nos dois lados da coluna; Duas cadeias ganglionares simpáticas paravertebrais nos dois lados da coluna; Neurônios pré e pós ganglionares. Neurônios pré e pós ganglionares.

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4 Definições Fibras aferentes: - Somáticas = Extereoceptivas – tato, pressão, dor e temperatura. Proprioceptivas – cinestesia - Viscerais = distensão, espasmos e cólicas.

5 Definições Fibras eferentes: - Somáticas = músculos esqueléticos. - Viscerais = músculos lisos, glândulas e coração.

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7 Sistema Nervoso Parassimpático Pares cranianos: III, VII, IX e X.

8 Sistema Nervoso Simpático

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10 Nervo Vago (S.N.A.P)

11 Características das Funções Simpática e Parassimpática Substâncias transmissoras: acetilcolina (colinérgicas) e noradrenalina (adrenérgicas). Acetilcolina: pré e pós-ganglionar do parassimpático. pré-ganglionar do simpático. pré-ganglionar do simpático. Norepinefrina: pós-ganglionar do simpático. Inativação: Ach: acetilcolinesterase Nor: recaptação, COMT, MAO Nor: recaptação, COMT, MAO Receptores: Ach: nicotínicos e muscarínicos Nor: alfa e beta Nor: alfa e beta

12 Características das Funções Simpática e Parassimpática Tônus simpático e parassimpático; Reflexo barorreceptor cardiovascular; Resposta ao estressedo simpático: Ocorre aumento = pressão arterial, fluxo sanguíneo, metabolismo, glicólise, força muscular, atividade mental, coagulabilidade sanguínea. Alarme: LUTA ou FUGA Alarme: LUTA ou FUGA

13 SN SIMPÁTICO Luta e Fuga Olhos Midríase (dilatação pupilas) Relaxamento músculo ciliar F.C. contratilidade Dilatação - musculatura esquelética Constrição - pele, mucosa, vísceras Broncodilatação Fígado Gliconeogênese

14 SN PARASSIMPÁTICO Repouso Digestão Olhos Miose (constrição pupilas) contração músculo ciliar F.C. contratilidade broncoconstrição Motilidade dilatação esfíncteres (+) secreção glândulas (+) secreção HCl

15 Simpático x Parassimpático Olhos Ações opostas midríase S.N.A. SimpáticoS.N.A. Parassimpático miose F.C. contratilidade F.C. contratilidade Ações semelhantes ou sinérgicas Gl. salivar Órgãos sex (+) secreção (+) ejaculação (+) secreção (+) ereção Inervação seletiva

16 S.N.A – divisão anatômica S N C S.N.P S.N.S

17 S.N.A – divisão anatômica SIMPÁTICO PARASSIMPÁTICO Segmento Tóraco-Lombar Neur. Pré Neur. Pós Segmento Crânio-Sacral Neur. Pré Neur. Pós

18 Neurotransmissores SNP SNS SE Somático S N C ACh Nor

19 Receptores 1 – COLINÉRGICOS: - NICOTÍNICOS - MUSCARÍNICOS 2 – ADRENÉRGICOS: - α1, α 2, β1, β2

20 Receptores colinérgicos - ACh NICOTÍNICOS: - Células PRÉ-GANGLIONARES do SNAS e SNAPS; - Membrana PÓS-GANGLIONAR das células musculares esqueléticas ( placa motora ); - Sinapses colinérgicas do SNC. Antagonistas: Curare e Hexametônio (Ganglioplégico) - Membrana PÓS-GANGLIONAR das células musculares esqueléticas ( placa motora ); - Sinapses colinérgicas do SNC. Antagonistas: Curare e Hexametônio (Ganglioplégico)

21 Receptores colinérgicos - ACh MUSCARÍNICOS: - Efetores PÓS GANGLIONARES do SNAP; - Efetores PÓS-GANGLIONARES do SNAS Colinérgico. Ex: Glândulas sudoríparas, Músculos Pilo-eretores, Vasos sanguíneos musculares. Antagonistas: Atropina e Escopolamina Antagonistas: Atropina e Escopolamina

22 Receptores adrenérgicos – N/A α1 - Glândulas sudoríparas, vasos sanguíneos nos músculos esqueléticos e rim, íris do olho, hepatócitos (libera nutrientes); - Células alfa do pâncreas (libera glucagon). Agonista: NE > E > fenilefrina > isoproterenol Antagonista: prazozin, fentolamina

23 Receptores adrenérgicos – N/A α2 - Tubo gastrointesinal, terminais axônios adrenérgicos, plaquetas, adipócitos brancos. Agonista: NE > E > fenilefrina > isoproterenol Antagonista: prazozin, fentolamina, fenoxibenzamina

24 Receptores adrenérgicos – N/A β1 - Músculo cardíaco, adipócitos (lipólise). Agonista: isoproterenol >E > NE > fenilefrina Antagonista: beta-bloqueadores = propanolol 2º mensageiro: AMP cíclico

25 Receptores adrenérgicos – N/A β2 - Coronárias, tubo gastrointestinal, vias aéreas pulmonares, miométrio e hepatócitos (glicogenólise). Agonista: isoproterenol > E > NE > fenilefrina Antagonista: beta-bloqueadores = propanolol ( beta 1 e beta 2 ), practolol (beta 1)

26 Receptores - Resumo SNP SNS SE Somático S N C Rec. NicotRec. Musc Rec. Adren (α,β) Rec. Nicot ACh Nor

27 DIFERENÇAS ENTRE A AÇÃO SIMPÁTICA DIRETA E AÇÃO SIMPÁTICA PELA MEDULA ADRENAL

28 Comparação AÇÃO SNAS DIRETA: - Quase só noradrenalina (98 %); - Pouca duração (hidrólise enzimática); - Aumenta o metabolismo. AÇÃO SNAS ADRENAL: AÇÃO SNAS ADRENAL: - 80% adrenalina 20% noradrenalina; - Ação prolongada (até a sua difusão); - Aumenta muito o metabolismo.

29 Stress BOM OU RUÍM ? COMO O ORGANISMO REAGE A UMA SITUAÇÃO ESTRESSANTE ?

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31 Stress SNAS Descarga em Massa desempenho corpo em realizar atividade física rigorosa - FLY / FIGHT 1 - PA 2 - Fluxo sg para músculo / vasocontrição periférica 3 - Taxa metabólica 3 - Taxa metabólica 4 - Glicemia 4 - Glicemia 5 - Glicólise fígado / músculo 6 - Força muscular 7 - Atividade mental 8 - Taxa de coagulação 9 - Ventilação 10 - Temperatura (sudorese)

32 Stress - definição QUALQUER EVENTO FÍSICO, PSICOLÓGICO OU COGNITIVO, DE NATUREZA NEGATIVA (ADVERSA) OU POSITIVA (SATISFAÇÃO), QUE SUSCITA UMA RESPOSTA FISIOLÓGICA QUE REQUER UMA SIGNIFICATIVA ADAPTAÇÃO HOMEOSTÁTICA. QUANDO ESTA ADAPTAÇÃO É EXCESSIVA OU PROLONGADA, OS DESVIOS DOS NÍVEIS BASAIS PODEM SER DENOMINADOS TENSÃO. QUALQUER EVENTO FÍSICO, PSICOLÓGICO OU COGNITIVO, DE NATUREZA NEGATIVA (ADVERSA) OU POSITIVA (SATISFAÇÃO), QUE SUSCITA UMA RESPOSTA FISIOLÓGICA QUE REQUER UMA SIGNIFICATIVA ADAPTAÇÃO HOMEOSTÁTICA. QUANDO ESTA ADAPTAÇÃO É EXCESSIVA OU PROLONGADA, OS DESVIOS DOS NÍVEIS BASAIS PODEM SER DENOMINADOS TENSÃO.


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