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REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda República Velha (1889 a 1930)

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1 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda República Velha (1889 a 1930)

2 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

3 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Affonso Augusto Moreira Penna (MG) (15/11/1906 a 14/06/1909) = 3 anos

4 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Fez a primeira compra estatal de estoques de café; Modernizou o Exército e a Marinha por meio do general Hermes da Fonseca, e incentivou a imigração. Seus ministérios eram ocupados por políticos jovens e que respeitavam muito a autoridade de Afonso Pena. Realizou uma administração que não se prendeu de tudo a interesses regionais, por isso enfrentou graves crises polpíticas. Morreu antes que seu mandato terminasse, assumindo o vice Nilo Peçanha.

5 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Incentivou a criação de ferrovias e interligou a Amazônia ao Rio de Janeiro pelo fio telegráfico, por meio da expedição de Cândido Rondon. Em 1967, o Serviço mudou de nome para FUNAI. Cândido Rondon: passou a vida inteira lutando para proteger os índios. Graças a sua ação foi criado em 1919 o Serviço Nacional de Proteção ao Índio. Percebeu que era necessário a demarcação das terras indígenas.

6 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Nilo Procópio Peçanha (RJ) (14/06/1909 a 15/11/1910) = 1 ano

7 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Seu governo foi marcado pela agitação política, não houve acordo entre SP e MG para a sucessão presidencial. Nilo Peçanha criou o Ministério da Agricultura, Comércio e Indústria, e inaugurou no Brasil o ensino técnico. Enfrentou oposição da Marinha, na chamada Revolta da Chibata.

8 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Hermes da Fonseca (RS) (15/11/1910 a 15/11/1914) = 4 anos

9 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Bastante popular quando eleito, mas com a Revolta da Chibata, sua imagem ficou abalada. Logo outra revolta veio conturbar o seu governo, a Guerra do Contestado, que não chegou a ser debelada até o fim de seu governo. Além disso, teve que negociar outro "funding-loan", pois a situação financeira do Brasil não andava bem. Seu mandato caracterizou-se no quadro político principalmente pela Política das Salvações.

10 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

11 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Política das Salvações consistia em promover intervenções militares. Acreditava que, com isso, estaria moralizando o país. Colocava interventores militares ou apoiados pelo Exército em substituição às oligarquias dominantes. A "política das salvações" só fez substituir o poder de velhas oligarquias por outras e o projeto original de "moralizar os costumes políticos e reduzir as desigualdades sociais" não se realizou.

12 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Antecedentes Os castigos físicos, abolidos na Marinha um dia após a Proclamação da República, foram restabelecidos um ano depois. Os marinheiros nacionais, em contato cotidiano com as marinhas de países mais desenvolvidos, notaram que as mesmas não mais adotavam esse tipo de punição em suas belonaves, considerada como degradante. Revolta da Chibata

13 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

14 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda O marinheiro Marcelino Rodrigues Menezes, por ter ferido um cabo com uma navalha, havia sido punido, não com as 25 chibatadas regulamentares, e sim com 250, na presença da tropa formada, ao som de tambores. O rigor dessa punição, considerada desumana, provocou a indignação da tripulação e desencadeou o movimento.

15 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda O movimento eclode. João Cândido no primeiro momento não está presente. Alguns tiros de aviso chegam a ser disparados.

16 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Para surpresa dos oficiais a marujada manobrava sozinha os navios (Foto: "Diários Associados")

17 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Os marujos enviam um radiograma, onde apresentam ao governo suas exigências: querem o fim efetivo dos castigos corporais; o perdão por sua ação e que melhorem suas condições de trabalho. Ao lado de um dos Marinheiros, João Cândido lê o manifesto da Revolta: fim dos castigos corporais (Agência Estado)

18 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda A Marinha quer punir a insubordinação e a morte dos oficiais. O governo, contudo, cede. A ameaça à cidade e ao poder de Hermes da Fonseca são reais. Aprovam-se então medidas que acabam com as chibatadas e também um projeto que anistia os amotinados. Depois de cinco dias, a revolta termina. A vitória foi de quem?? O Minas Gerais, um dos modernos navios recém- adquiridos pela Marinha na época da Revolta

19 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Os jornais da época anunciam o término da Revolta: quase pessoas. Os mais ricos - fugiram da cidade. A população subiu aos morros para ver as manobras da Armada.

20 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda João Cândido foi conduzido para a prisão (Ilha das Cobras) e outros mandados para a Amazônia ou foram fuzilados e jogados ao mar.

21 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Guerra do Contestato

22 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda – Guerra do Contestado (SC/PR 1912 – 1916): José Maria (líder). Causas: exploração de camponeses, concessão de terras e benefícios para empresas inglesas e americanas que provocaram a expulsão e marginalização de pequenos camponeses para a construção de ferrovia. Tirou a fonte de renda dos camponeses: serrarias (araucárias). Origem do nome: região contestada entre os estados de Santa Catarina e Paraná. Assim como Canudos, os participantes foram violentamente massacrados.

23 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda A GUERRA DO CONTESTADO:

24 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Revolta de Juazeiro (CE – 1913): Líder: Padre Cícero. Causa: Intervenção do governo central no Ceará, retirando do poder a tradicional família Accioly (Política das Salvações). Padre Cícero lidera um exército formado por fiéis que recuperam o poder para a tradicional família. Prestígio político do Padre Cícero aumenta consideravelmente, e a família Accioly retoma o controle do Estado do Ceará.

25 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Wenceslau Braz Pereira Gomes (MG) (15/11/1914 a 15/11/1918) = 4 anos

26 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

27 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Promulgou o primeiro Código Civill brasileiro, que entrou em vigor em 1916 e vigorou até janeiro de 2001.l Uma grave crise econômica atingiu o Brasil em conseqüência da Primeira Guerra Mundial, entre 1914 a 1917.

28 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Pela primeira vez em sua história, o país enfrentou uma greve geral do operariado, em 1917, contra as condições de trabalho, a carestia e o desemprego. São Paulo parou. Sindicatos anarquistas lideraram uma paralisação contra os baixos salários e por melhores condições de trabalho. O salário médio era 100 mil réis. O consumo básico de uma família chegava a 207 mil réis. Na época, trabalhava-se 15 horas diárias nas fábricas.

29 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Os salários dos trabalhadores não acompanhavam o aumento do custo de vida. Entre 1914 e 1923, o salário médio havia subido 71%. O custo de vida, considerando-se apenas itens básicos, havia aumentado 189%, o que significava uma queda de quase dois terços no valor real dos salários. – Enterro do sapateiro anarquista José Martinez.

30 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda O governo deu ordem de abrir fogo em quem ficasse parado na rua. Operários e polícia entraram em conflitos violentos. Em 11 de julho, morreu o sapateiro Antônio Martinez. O movimento grevista se radicalizou e atingiu toda a cidade. Bairros operários tornaram-se fortalezas de resistência, e barricadas se espalharam pelos bairros Lapa, Brás, Mooca, Barra Funda e outros. O governo suspendeu a repressão, e iniciaram-se as negociações. A greve foi suspensa após empresários aceitarem 20% de aumento salarial, a liberação de grevistas presos e a suspensão de demissões.

31 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Um novo grande crescimento industrial nesse período, principalmente durante a 1ª Guerra Mundial quando surgiram quase empresas. Grupo Matarazzo: moagem de grãos, tecelagem, oficinas, indústria de sabão, óleo. –Francisco Matarazzo e o 1º moinho de trigo brasileiro.

32 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Delmiro Gouveia: monopolizou indústria têxtil no NE. Predominava a indústria de bens de consumo que já abastecia boa parte do mercado interno. O setor alimentício cresceu bastante, principalmente exportação de carne, ultrapassando o setor têxtil.

33 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda A economia do país continuava, no entanto, dependente do setor agroexportador, especialmente o café, que respondia por aproximadamente 70% das exportações brasileiras.

34 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Devido às dificuldades em importar produtos causadas pela guerra, Venceslau Brás incentivou a industrialização nacional, porém de forma inadequada, já que o país ainda era essencialmente agrícola, e o governo necessitava de armamentos bélicos que requeriam uma indústria mais sofisticada que a do Brasil de O Brasil não possuía infra-estrutura para a indústria, não havia indústria de base.

35 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Justiça Eleitoral Em 1916, o presidente Wenceslau Brás, preocupado com a seriedade do processo eleitoral, sancionou a Lei 3.139, que entregou ao Poder Judiciário o preparo do alistamento eleitoral. Por confiar ao Judiciário o papel de principal executor das leis eleitorais, muitos percebem nessa atitude o ponto de partida para a criação da Justiça Eleitoral, que só viria a acontecer em 1932.

36 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Rodrigues Alves (SP) (Faleceu antes de assumir)

37 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Delfim Moreira da Costa Ribeiro (MG) (15/11/1918 a 28/07/1919) = 8 meses

38 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Seu curto mandato foi um período assinalado por vários problemas sociais, especialmente um grande número greves gerais. O presidente, no entanto, tendia a menosprezar essa crise, dizendo que as greves "não passavam de casos de polícia".

39 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

40 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Rodrigues Alves não chegou a tomar posse e como era previsto pela Constituição da época de 24 de fevereiro de 1891, se o presidente não cumprisse ao menos a metade do mandato, seria necessária nova eleição. Portanto Delfim Moreira ficou apenas oito meses no cargo, foi o tempo necessário para a realização de outra eleição.

41 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda


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