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REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda República Velha (1889 a 1930)

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Apresentação em tema: "REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda República Velha (1889 a 1930)"— Transcrição da apresentação:

1 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda República Velha (1889 a 1930)

2 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Música: O guarani, Carlos Gomes

3 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda A Primeira República Brasileira ou República Velha foi o período da História do Brasil que vai da Proclamação da República, em 1889, até a Revolução de 1930.

4 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Em 15 de novembro de 1889, o Brasil mudou sua forma de governo, tornou- se uma República.

5 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda 1889 até 1930 conhecido como "1º República", "República dos Bacharéis", "República Maçônica" e "República da Bucha", quase todos eram membros de uma sociedade secreta maçônica da Faculdade de Direito do Largo de São Fancisco, em São Paulo, chamada de "Bürschenschaft", ou "Bucha.

6 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Na república velha, houve três presidentes militares, todos os 3 maçons. Dos presidentes civis, três deles foram paulistas, quatro mineiros, dois fluminenses e um paraíbano, Epitácio Pessoa, que foi o único presidente civil que não pertenceu à Bucha. Dois presidentes eleitos não assumiram a presidência: Rodrigues Alves em 1918 e Júlio Prestes em Um morreu no meio do mandato, Afonso Pena e um enlouqueceu: Delfim Moreira.

7 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda 1 - Diferentes projetos republicanos: República Positivista : centralização política nas mãos do presidente. Postura predominante entre os militares. Prevaleceu entre 1889 e 1894, durante a chamada República da Espada. República Liberal : federalismo descentralizado com grande autonomia para os estados. Postura predominante entre os cafeicultores paulistas. Prevaleceu entre 1894 e 1930, durante a chamada República Oligárquica.

8 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Manoel Deodoro da Fonseca (AL) (15/11/1889 a 25/02/1891) = 2 anos

9 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda O Governo provisório do Marechal Deodoro da Fonseca: –Fase provisória: Transformação das antigas províncias em Estados da Federação; Regulamentação do casamento e registro civil; Separação entre Igreja e Estado; Grande naturalização. Eleição da Assembléia Nacional Constituinte (1890)

10 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda A Constituição Eleito indiretamente pela Assembléia. Federalismo: autonomia para os estados. 3 poderes: executivo, legislativo (bicameral) e judiciário. Voto universal masculino (excluindo-se mulheres, menores de 21 anos, analfabetos, mendigos, padres e soldados); Senado temporário; República Presidencialista (o presidente é o chefe de Estado e chefe de governo);

11 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

12 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Implantação de um projeto de industrialização liderado pelo ministro da Fazenda, Rui Barbosa. Medidas protecionistas adotadas para garantir os mercados para uma nascente indústria nacional. Créditos de fácil acesso para os que quisessem investir na indústria. –Rui Barbosa

13 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda As reações: os banqueiros ingleses e franceses com sua visões imperialistas dificultaram os créditos ao Brasil e ameaçaram fechar suas agências. As oligarquias agroexportadoras passaram a bombardear o projeto. Sem dinheiro externo o governo passou a emitir papel- moeda sem lastro. Grande parte dos empréstimos concedidos para a industrialização acabou sendo desviada para a especulação na bolsa de valores.

14 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda RESULTADO: ENCILHAMENTO

15 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Conseqüências : -rápido crescimento de inflação; - um violento arrocho dos salários; -e um enorme número de falências, principalmente entre as recém-surgidas indústrias, provocadas pela elevação dos juros. -falências, desempregos e baixos salários violentaram grande parte da sociedade brasileira, em especial os setores urbanos nos quais se encontravam as principais bases de sustentação política do grupo que estava no poder; os militares e os setores médios urbanos.

16 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda O marechal Deodoro da Fonseca não possuía maioria parlamentar para governar. Derrotas dos projetos do governo no Congresso Nacional: acabaram culminando em tentativa de golpe. Fechou o Congresso Nacional e se impôs como ditador. A República começava bem...

17 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda O Marechal não contava, contudo, que os opositores a ele dentro das forças armadas já fossem maiores que seus aliados. Inicio da Revolta da Armada. O contragolpe desfechado pelos aliados do marechal Floriano Peixoto impediu as preensões de Deodoro. Obrigado a renunciar, assume o vice-presidente da República. – Almirante Custódio de Melo

18 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

19 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Deodoro da Fonseca assinando o projeto da Constituição de 1891

20 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Floriano Vieira Peixoto (AL) (23/11/1891 a 15/11/1894) = 3 anos

21 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda A presidência de Floriano ( 1891 – 1894) Reabriu o Congresso e procurou aliados: conseguiu um mínimo de apoio necessário para governar. O não-respeito ao artigo 42 da Constituição provocou fortes oposições. Floriano não convocou as eleições e deixou claro que se manteria no cargo até o final do mandato. – O Marechal de Ferro

22 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Conseguiu consolidar a República. Teve o apoio dos cafeicultores; Suas medidas foram marcadas pelo PATERNALISMO; Estimulou a indústria com linhas de crédito; Leis alfandegárias revistas; MOVIMENTOS EM SEU GOVERNO: Manifesto dos 13 generais, Revolução Federalista no sul e a Revolta da Armada na Baía de Guanabara.

23 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda O Manifesto dos 13 generais: documento assinado por militares, logo no início do governo de Floriano. O manifesto contestava a legitimidade do governo e condenava as atitudes de Floriano Peixoto, que no dia seguinte à sua publicação manda reformar os signatários e prender alguns deles.

24 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Barão do Rio Branco – Principal responsável pela política externa brasileira no período.

25 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda A questão de Palmas (1893 – 1895): –Disputa de BRA e ARG pela antiga região missioneira, no atual estado de Santa Catarina. –BRA tem ganho de causa com aval dos EUA.

26 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Revolta da armada – O encouraçado Aquidabã 1º momento : Marechal Deodoro da Fonseca, ordena o fechamento do Congresso. Unidades da Armada na Baía de Guanabara, sob a liderança do almirante Custódio de Melo, ameaçaram bombardear a cidade do RJ, então capital da República. Para evitar uma guerra civil, o marechal Deodoro renunciou à Presidência da República.

27 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda – Vista da Praça da Matriz, com o antigo Palácio do Governo no alto

28 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda 2º momento: Março de 1892 – Generais exigem convocação de novas eleições. Floriano reprimiu duramente o movimento, determinando a prisão de seus líderes. A rebelião obtém escasso apoio no Rio de Janeiro. Os revoltosos dirigem-se para o sul onde tentam, sem sucesso, articular-se com os rebeldes federalistas gaúchos. Com navios adquiridos no exterior, Floriano derrotaria a Revolta da Armada em março de 1894.

29 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Revolução Federalista ( ) – Júlio de Castilhos e Silveira Martins

30 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda PRR – Júlio de Castilhos : castilhistas ou pica-paus, defensores de uma república positivista ultra-centralizada. X PF – Gaspar Silveira Martins: maragatos, defensores de maior autonomia para o poder legislativo e descentralização política. Floriano apóia o PRR de Júlio de Castilhos; Revolta também conhecida com Revolução da Degola.

31 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda A luta armada durou aproximadamente três anos e atingiu as regiões compreendidas entre o RS, SC e PR. O presidente da República era então Prudente de Moraes quando terminou. – Gumercindo ao lado de Aparício, ambos ao centro, na Revolução Federalista

32 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda A República oligárquica ( ) O CORONELISMO E O PODER POLÍTICO: Poder local dos coronéis. Coronel = latifundiários Usavam seu prestígio pessoal para arregimentar votos em troca dos quais obtinham financiamentos do governo ou obras infra- estruturais como barganha política. Quanto maior o curral eleitoral (número de eleitores que o coronel podia controlar) do coronel, maior o seu poder.

33 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

34 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Fraudes eleitorais ou manipulação de resultados: – Clientelismo – voto em troca de pequenos favores ou presentes. – Voto de Cabresto – voto a partir de intimidações pessoais. –Manipulação de dados com votos repetidos e/ou criação de eleitores fantasmas. – Degola política em caso de vitória de opositores: não reconhecimento e titulação da vitória por parte da Comissão Verificadora de Poderes.

35 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Fatores da decadência do coronelismo: A urbanização crescente do país; A industrialização; O controle eleitoral pelo Judiciário; O voto secreto; O aumento do quadro policial;

36 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Prudente José de Morais e Barros (SP) (15/11/1894 a 15/11/1898) = 4 anos

37 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda 1º presidente civil; Preço do café caiu; Redução de tarifas alfandegárias e empréstimos estrangeiros. Crises internas e externas marcaram o período do governo de Prudente de Morais: -Revolução Federalista, na Região Sul; -Guerra dos Canudos, na Região Nordeste; -Ocupação da ilha Trindade pelos ingleses. Todos esses problemas foram resolvidos durante o seu governo.

38 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Borracha: Importante entre 1890 e 1910 (aproximadamente). Utilizada na fabricação de pneus (expansão da indústria automotiva). Extraída na região Norte (PA e AM). Decadência associada a produção inglesa em suas colônias asiáticas.

39 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Cacau: Importante durante a primeira guerra mundial (1914 – 1918). Demais produtos: açúcar, couro, algodão e mate. Todos agrícolas ou do setor primário, destinados basicamente a exportação. Nenhum deles com números expressivos.

40 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Indústria: –Impulsionada pela I Guerra Mundial (1914 – 1918). –Substituição de importações (dificuldade de importar dos países em guerra). –Capitais acumulados decorrentes do café. –Basicamente na região Sudeste. –Entrada de um grande número de imigrantes (disponibilidade de mão-de-obra). –Impulso aos centros urbanos. –Bens de consumo não duráveis.

41 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

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43 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda


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